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Prata – Armando Marques em 1976 (Montreal) em Tiro, Fosso Olímpico

"Senti muitas dificuldades mas ao mesmo tempo também tinha noção de que poderia fazer algo especial. A comitiva de Portugal foi uma das últimas a chegar a Montreal e muitos dos meus adversários já lá estavam a treinar no fosso olímpico onde competimos. O clima mudava com muita facilidade, tão depressa estava escuro como de repente, uns minutos depois, ficava limpo. Tive o cuidado de estudar o italiano Ubaldesco Baldi, ele acusou um pouco a pressão"


Prata – Carlos Lopes em 1976 (Montreal) nos 10.000 metros

"Tudo começou em 1976 no Campeonato do Mundo de Crosse, em Chepstow (Gales), onde um jovem desconhecido no mundo do atletismo chamado Carlos Lopes, após dois quilómetros de prova, disse ‘já ganhei isto’, tal era a facilidade com que corria e tal era a noção dos interesses. A partir do momento em que ganhei um avanço considerável, nunca mais me deixei apanhar, controlando toda a prova. A vitória foi um marco tremendo mas deu também a entender que era um dos favoritos em Montreal, como eu próprio achava. Fiquei em segundo, mas aprendi muito por ter caído no erro do convencimento. Sabia muita coisa mas não tudo. Ainda assim, fiquei muito feliz com a medalha de prata, não tanto por mim mas mais pelo Professor Moniz Pereira"

 

 

Ouro – Carlos Lopes em 1984 (Los Angeles) na Maratona

"Quem vê a maratona de 1984 pensa que foi fácil... e de facto foi: tinha tudo estudado. Ia com tudo estudado, pensado e imaginado até à exaustão. Preferi ficar num hotel mais calmo em vez de estar na Aldeia Olímpica, para não me desgastar psicologicamente. Fui para ganhar e era, de longe, o melhor atleta de todos. Tinha em mente os minutos que queria fazer em cada fase da corrida e levei a prova pra o ritmo que achava ideal para mim. Não entrei nos limites, para o caso de haver algum contratempo. Estava muito calmo, ganhei e só não dei mais uma volta no final por respeito, porque vi os meus adversários caídos"

 

 

 

Prata – Juskowiak em 1992 (Barcelona) em Futebol

 

 

 

 

Ouro – Amunike em 1996 (Atlanta) em Futebol

 

 

 

Prata – Obikwelu em 2004 (Atenas) nos 100 metros

"É um dos grandes momentos da minha vida. Trabalhei duramente durante muitos anos e este é o momento pelo qual esperei toda a minha vida"

 

 

Prata – Ionela Târlea em 2004 (Atenas) nos 400 metros Barreiras

 

 

 

Bronze – Rui Silva em 2004 (Atenas) nos 1.500 metros

"Sentia-me mesmo em forma para Atenas...Era esse o meu objectivo e era isso que tinha planeado com o meu treinador, apontar o ponto alto para aqui. Tivemos de fazer muitas provas e não descurar os treinos. Foi talvez esse o melhor trunfo. [...] Há muita gente que tem a sua quota-parte de responsabilidade nesta medalha. O meu treinador [Bernardo Manuel], as pessoas que trabalham comigo, os meus amigos, pessoas que me apoiaram e as duas pessoas que têm de me aturar no dia a dia, a minha esposa Susana e a minha filha Patrícia."

 

 

Prata – Emanuel Silva em 2012 (Londres) no K2 1.000 metros em Canoagem

"É fenomenal, não dá para acreditar. Mandei uma mensagem ao meu pai antes da prova a dizer “estou pronto para partir aquilo tudo". Tivemos bons indicadores de estágio e de certeza que iamos fazer uma boa prova. Fomos para a final com o objectivo de ganhar. Tudo é possível numa prova olímpica."