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O rei vai nu… eles até já dizem… rei vai nu!!!

Por Tito Arantes Fontes
07 Jan, 2021

No nosso campeonato assistimos a muitos jogos para vermos os erros dos árbitros – os na gíria denominados “roubos”! – que conforme as cores das camisolas são perpetrados para beneficiar uns clubes e prejudicar outros

Temos 18 clubes no campeonato nacional. São todos clubes profissionais de futebol. Todos! Ou seja, o futebol é a este nível uma actividade profissional. Todos sabemos disso. E é uma actividade que é – naturalmente – sujeita a regras, desde logo às leis do jogo! São só 17 as leis do jogo… várias sobre as características físicas do campo, da bola, das balizas… algumas outras regras sobre as infracções e as suas consequências. Para administrar estas regras durante os 90 minutos de jogo foi definido, desde imemoriais tempos, a figura do árbitro. O árbitro não joga, apenas dirige e apita, nomeadamente quando as leis do jogo são infringidas. E certo é que ninguém – ninguém é mesmo ninguém! – vai aos estádios (ou – como hoje sucede – vê pela televisão) um jogo de futebol para ver a actuação dos árbitros. O que as pessoas querem ver são os “artistas da bola” e esses são, inquestionavelmente, os jogadores de futebol e as equipas cujas camisolas envergam. Assim deve e deveria ser sempre. Mas em Portugal… não, não é! No nosso campeonato assistimos a muitos jogos para vermos os erros dos árbitros – os na gíria denominados “roubos”! – que conforme as cores das camisolas são perpetrados para beneficiar uns clubes e prejudicar outros. Se se trata do verde do sporting CP o prejuízo é certo… a única incerteza é saber como será concretizado e em que momento do jogo! Se as cores forem do “poder bicolor azul e encarnado” o benefício também é certo! Exemplos disto são‑nos dados todas as semanas, jornada a jornada.

No meio disto há uma casta de jornalistas, comentadores e ex‑árbitros que cirandam à volta deste “circo” e com ele fazem a sua vida e o seu ganha‑pão. São todos muito zelosos do “sistema”, da reputação dos árbitros, da seriedade do campeonato… mas – hélas! – o escândalo atinge proporções de tal modo gigantescas que algumas destas almas, colocando a mão nas suas consciências, até acham que é demais… um bocado ao jeito de “roubar sim, mas tanto também não”!

Vêm ao caso, por isso, as palavras escritas nesta semana por Duarte Gomes (sim, até este ex‑árbitro se enoja com o que tem visto!) num artigo que ele próprio intitulou de “Erros a mais”! Diz este ex‑árbitro (e sabemos bem como o mesmo nos prejudicou… no campo e depois em comentários já fora dele!): “nesta altura do campeonato há demasiados erros de arbitragem para o que era expectável e desejável”; e mais adiante “têm‑se visto erros inadmissíveis para uma competição que conta agora com o auxílio precioso da videoarbitragem”; e ainda “Em cada jornada, parece haver lances que são, aos olhos de todas as pessoas sensatas e razoáveis, francamente mal avaliados. Lances daqueles unânimes e cristalinos, cuja decisão não faz sentido nem pode acontecer. Lances… que deixam toda a gente à espera de uma só decisão: da decisão certa”; e concluindo mais diz”… uma classe que não se pode dar ao luxo de cometer erros que não têm explicação nem justificação exterior”. Acrescentando “A arbitragem tem feito… um esforço notável para crescer em condições, meios e apoios. Dá aos árbitros qualidade de trabalho e de acompanhamento. Em troca, tem o direito de exigir qualidade, compromisso e competência. Acima de tudo, competência”. E – como se não chegasse – remata com esta frase “esse filtro deve continuar a ser feito, para que meia dúzia de jovens… sem qualidade para a função não destruam o trabalho, dedicação e imagem de muitos bons profissionais que andam lá dentro”. Pois, Duarte Gomes, subscrevo (nunca pensei dizer isto na minha vida quanto ao que este senhor escreve) tudo o que diz… com excepção da última frase… é que não são “meia dúzia de jovens”… são quase todos e muitos dos piores são mesmo os que lá andam, na arbitragem, há mais anos!

Perante isto estou – sentado, de poltrona – à espera de ver os habituais e descabelados comunicados e/ou reacções da “virginal” APAF e do seu “gémeo siamês” do Conselho de Arbitragem… e até o anúncio de processos disciplinares que certamente o Conselho de Disciplina conseguirá fundamentar para punir Duarte Gomes… ele merece! Afinal, tal como nós, desta vez ele também disse… “O rei vai nu!”

Esta pouca‑vergonha “assentou praça” mais uma vez em Alvalade neste último jogo… e de que maneira! Mais três penáltis por assinalar a favor do SCP da inefável dupla “Fábio VARíssimo e João Pinheiro”! Este último – que no ano passado viu “só” três penáltis contra o SCP em Alvalade no jogo com o Rio Ave FC – agora, no VAR, não conseguiu ver nenhum! Grande alminha! Num desses lances, o primeiro, o VARíssimo ainda teve o desplante de marcar falta ao ataque do SCP pelo facto de jogadores do SC Braga terem caído… depois de – entre eles, só entre eles – terem chocado uns com os outros! Irra que é demais! E – importa frisar – todos os lances que deram azo a “análises aprofundadas” foram todos em prejuízo do SCP… a verdade é mesmo que não houve um lance de que o SC Braga se possa queixar!

Proximamente falaremos de disciplina… essa que nos atribui cartões amarelos a torto e a direito e perdoa expulsões a Barós, a Taarabts, a Ferros… é fartar, é farta vilanagem!

Última Nota: Parabéns SCP! Parabéns pela Campanha ADN SPORTING”! Eu Sou…

ADN SPORTING!!!

VIVA O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!!!