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Foto César Santos

"Com estes adeptos conquistaremos grandes coisas"

Por Jornal Sporting
10 Dez, 2017

Bruno Fernandes agradecido pelo carinho... dos dois lados das bancadas e orgulhoso da família leonina

O médio leonino Bruno Fernandes voltou a casa, na deslocação do Sporting CP ao Bessa. Os axadrezados tinham sido a sua última casa em Portugal, a qual não esqueceu, tendo até uma tarja a si dedicada: "Foi uma vitória muito importante, por ser um estádio difícil como é o do Bessa. É sempre bom voltar a casa, cresci muito aqui como pessoa, jogador. Deram-me praticamente tudo e tenho muito a agradecer. É uma honra sair aplaudido tanto pelos adeptos do Boavista como do Sporting CP".

Quanto à permanência na liderança da Liga NOS, o camisola n.º 8 dos leões explica o que tal significa e de onde vem a concentração nos objectivos. "Simboliza aquilo que é a equipa. O que nos interessa é a nossa união, sabemos o que queremos dentro do balneário e quais são os nossos objectivos, sempre focados nisso. Acredito que daqui até ao fim, faremos coisas ainda muito melhores. Feeling? É meu que o dele esteja certo para podermos continuar assim, só preocupados em vencer, só com o nosso futebol, o nosso jogo. Assim, e com o apoio destes adeptos aqui do Norte, que nos encheram de orgulho e apoiaram-nos até ao final, conseguiremos conquistar grandes coisas", rematou.

Foto César Santos

"Adeptos podem estar orgulhosos de nós"

Por Jornal Sporting
10 Dez, 2017

Bas Dost, autor de dois dos três golos leoninos na vitória no Bessa, aponta o alvo para uma vitória já no próximo jogo com o Vilaverdense

Bas Dost. Sem apresentações, autor dos dois últimos golos do Sporting CP, na vitória por 3-1, no Bessa, analisou o encontro, incluindo o seu desempenho, não poupando elogios à equipa e ao que têm vindo a fazer esta época. "Estou muito cansado porque têm sido semanas difíceis, com muitos jogos e o Boavista em casa é sempre um jogo complicado. Jogámos há quatro dias com o Barcelona e não é fácil, mas isto é para verem o que podemos fazer. Podemos não ter jogado de forma fantástica, mas foi o suficiente. Para mim, hoje foi um dos meus piores jogos, só que consegui marcar o 2-0, com o joelho – e não me interessa como marco –, já não fazia um golo destes há tanto tempo e adorei. A equipa está de parabéns. Tem sido fantástica esta época, estou muito orgulhoso dela. Vejam a época passada, toda a gente estava triste com o 3.º lugar e agora os adeptos podem estar orgulhosos de nós".

Precisamente para a bancada Norte, lotada pela família leonina, o Bota da Prata explicou os festejos: "Não é propriamente a melhor para celebrações, mas a sensação é outra. Marcando, podemos sempre celebrar directamente com eles. Não precisamos de virar para lado algum". 

Quanto ao desfecho da 14.ª jornada da Liga NOS, o avançado holandês falou já não apenas na jornada seguinte, mas ainda ao compromisso da Taça de Portugal. "O FC Porto pode ganhar, que é a equipa mais forte, mas nunca se sabe. Também contra o Desp. Aves ninguém esperava que perdessem pontos. Para mim, não importa. O que importa é a vitória do Sporting CP no próximo jogo frente ao Vilaverdense, e depois com o Benfica. Já estou desejoso por esse jogo".

Sobre o sorteio para a Liga Europa: "Fizemos um trabalho fantástico na Liga dos Campeões. Tivemos num grupo difícil e fizemos sete pontos. Sim, tenho confiança que podemos chegar mais longe, mas é preciso alguma sorte com os sorteios. Não sei com quem poderemos calhar, mas pouco interessa: em Alvalade temos de mostrar o que sabemos fazer e vamos fazê-lo", rematou.

Foto César Santos

"Jogo começou a ser ganho em Barcelona"

Por Jornal Sporting
09 Dez, 2017

Jorge Jesus elogiou o pragmatismo da equipa, destacando que o descanso de Gelson, Dost e Fábio Coentrão na Liga dos Campeões fez diferença ante o Boavista

Jorge Jesus explicou em conferência de imprensa que o triunfo por 3-1 no Bessa começou a ser construído em Camp Nou, salientando que o Sporting CP tem sido uma equipa cada vez mais pragmática: “O objectivo foi atingindo sabendo que não é fácil aqui ganhar. Começou a ser ganho em Barcelona. A estratégia que colocámos, os três melhores jogadores que não pus de início [Coentrão, Dost e Gelson Martins] provou-o. O Gelson esteve endiabrado, se não fizesse o que fiz em Barcelona, não tinha ganho aqui. Estamos na corrida para o título e é fundamental ganhar. Sabendo que ganhas, continuas em primeiro. Foi fundamental para o foco e a equipa está com uma mentalidade de campeão. Somos mais realistas, mais pragmáticos”.

Para o técnico verde e branco, identificaram-se algumas lacunas ao intervalo, vincando-se a dificuldade do Boavista no que toca à ocupação de espaço e à perda de tempo.

“O Boavista tem conteúdo táctico desenvolvido. É difícil jogares com equipas com marcação tão directa. Da minha parte, não deixo de dizer que tem boa equipa e que montou uma estratégia adequada para não deixar jogar os jogadores mais proeminentes da nossa equipa. O Idris acompanhou sempre o Bruno Fernandes, por exemplo. Quebraram o ritmo de jogo e acabaram penalizados pelo golo que sofrem nos descontos da primeira parte. Cada vez que a bola ia para o guarda-redes perdiam-se 30 segundos”, reitera Jorge Jesus, antes de garantir a vontade em continuar a superar marcas históricas [melhor arranque em 23 anos], mas com títulos para amostra: “Temos batido recordes. Só falta ser campeão, ganhar títulos, que é o meu propósito. Essa vontade de aproximar o Sporting dos rivais. Nestes 2/3 anos temos feito uma recuperação grande, estamos no caminho certo. Isso é o mais importante. Queremos lutar em todas as frentes. No primeiro ano [2015/2016), tivemos de ganhar muitas vezes fora e esta equipa é mais experiente, sabe lidar com a pressão do jogo. Continuamos fortes emocionalmente e não é fácil marcarem-nos”.

A terminar, uma palavra para os adeptos: “Só um grande clube traz tanta gente ao Bessa. Foram importantes. Dominámos completamente e foi importante termos os adeptos atrás da baliza”.

Foto César Santos

Três mergulhos para a almofada da liderança

Por Jornal Sporting
09 Dez, 2017

Dois lances de bola parada e três abordagens perfeitas na finalização valem permanência no primeiro lugar

A deslocação ao Bessa, tradicionalmente difícil para o Sporting CP, não defraudou as expectativas de equilíbrio, com os leões a somarem a terceira vitória consecutiva, mantendo-se invictos na prova ao derrotarem o Boavista por 3-1, em partida referente à 14.ª jornada da Liga NOS. A principal arma foi o veneno do rival: a bola parada.

‘Se não podes vencê-los, junta-te a eles’: o mote para o esquema táctico boavisteiro, semelhante ao do leão sem derrotas no Campeonato Nacional. Os axadrezados condicionaram a saída de bola do Sporting, com Fábio Espinho e Rochinha a pressionarem alto, juntamente com os extremos. A dupla de meio-campo policiava Bruno Fernandes, desaparecido no primeiro tempo. Assim, o oitavo classificado da Liga NOS esteve confortável, recuperando até em zona subida, sempre que os leões procuravam, sem sucesso, jogar em Daniel Podence, deambulando por todo o ataque. Aos 19’, a partir de um cruzamento da esquerda, Rochinha encostou com perigo, a única tentativa de bola corrida do Boavista no primeiro parcial.

Um minuto volvido e Gelson cruzou para Bruno César, titular no lugar de Acuña. O brasileiro simulou e abriu espaço à subida do caxineiro Fábio Coentrão, a vítima preferencial da assobiadela do Bessa. 
Percebendo que o miolo estava trancado, a opção passou pelo improviso nas laterais: Piccini obrigou Vagner a rechaçar aos 35’ e, aos 43’, a defesa boavisteira afasta o golo da cabeça de Podence (diga-se com impetuosidade máxima), com Bruno César a acertar no defensor.

Podence e Gelson bem haviam tentado explorar a profundidade e, ao cair do pano do primeiro tempo, Bas Dost sinalizou Rui Patrício. Foi preciso o holandês reafirmar a vontade ao guardião, mas a bola chegou-lhe. Dost penteou, servindo Podence na direita. O avançado deambulou, tirou da frente Talocha e temporizou. ‘Estaria à espera de Dost!’, talvez pensassem os jogadores do Boavista. Só que o cruzamento foi tão inteligente quanto o drible, dirigindo-se ao segundo poste, no qual Coentrão, como hábil conhecedor das leis da física, mergulhou para o relvado, cabeceando para a vantagem ao intervalo, no segundo remate enquadrado com a baliza de Vagner. 

No segundo tempo, Jorge Jesus pediu que os extremos jogassem dentro e com mais homens na zona nevrálgica, o Sporting CP controlou a bola e lançou contra-ataques. Podence serviu Dost, que quis oferecer a Bruno Fernandes, a primeira transição desperdiçada. Acuña (por Bruno César) foi a jogo e quando Battaglia corria para a área, por troca com Podence, já Mathieu cabeceava ao poste, ressaca aproveitada por Dost, que em mergulho de pés empurrou para o segundo com 63 minutos volvidos. 

Aos 65’, Coates perdeu a bola na zona central, que continuava bem pressionada pelo Boavista, e Rochinha desenvolveu um lance de 3x2 que Mateus não negou. Se o 2-1 poderia afectar o leão, a verdade é que o rei da selva desferiria o golpe final à pantera aos 67’. A mesma receita: Mathieu ganhou nas alturas e Bas Dost, desta vez com a canela esquerda, lançou a euforia no Bessa, após livre de Bruno Fernandes. O meio-campo verde e branco tomou conta das operações; Bruno ainda perigou com um cruzamento que quase surpreendeu Vagner (76’) e os axadrezados só por Rochinha voltaram a assustar, ainda que Rui Patrício só tenha sido obrigado a intervir em cruzamentos. 
Antes de o FC Porto se deslocar a Setúbal, a liderança permanece em Alvalade, agora com 36 pontos. Segue-se o Vilaverdense na quarta-feira para a Taça de Portugal.

Foto César Santos

"Com alma e coração em jogo, ultrapassamos o cansaço"

Por Jornal Sporting
09 Dez, 2017

Fábio Coentrão comentou o lance do primeiro golo, da sua autoria, na vitória (3-1) alcançada esta noite, no Bessa

O defesa-esquerdo leonino Fábio Coentrão comentou as incidências do encontro que marcou a 14.ª jornada da Liga NOS, na visita do Sporting CP ao Boavista, no Bessa, mas também o lance que deu origem ao primeiro golo do encontro, o seu primeiro com a Listada verde e branca: "Estávamos a ter um jogo complicado. Sabíamos que iríamos encontrar um Boavista muito forte, que iria complicar o nosso jogo e foi isso que aconteceu. Naquele momento, senti que a equipa precisava de entrar no descanso em vantagem. Senti que era a altura ideal para seguimos para intervalo com 1-0. Subi, apareci lá à frente e tive a felicidade do Podence colocar-me aquela bola ao segundo poste e fiz o mais fácil, que era só encostar".

A uma análise ao restante tempo de jogo, o internacional português acrescentou um 'feeling': "O golo desbloqueou o jogo. Se fôssemos para intervalo com 0-0, com certeza que teríamos uma segunda parte diferente daquela que houve. É normal. O Boavista teria de ir atrás do resultado e sabíamos que teríamos mais espaço e sentir-nos-íamos melhor". Quanto ao cansaço, declarou: "Sou daqueles que penso que o cansaço não pode entrar. Em certa medida é psicológico. Se colocarmos a alma e o coração em jogo, ultrapassamos cansaço, ultrapassamos tudo. Estou confiante de que podemos sair desta jornada na frente, a três pontos do segundo lugar".

Foto José Cruz

“É sempre difícil jogar no Norte"

Por Jornal Sporting
08 Dez, 2017

Nuno Cristóvão pediu "atitude e garra" às suas jogadoras para o encontro frente ao Valadares Gaia

Nuno Cristóvão, treinador da equipa de futebol feminino do Sporting CP, fez esta quinta-feira a antevisão ao encontro de sábado frente ao Valadares Gaia, à passagem pela 10.ª jornada da Liga Allianz.

Nos últimos três jogos, a formação nortenha não sofreu qualquer golo, estando actualmente a passar um momento positivo. Uma deia reforçada pelo técnico leonino: “O Valadares é uma equipa bastante bem organizada e orientada, além de que é sempre difícil jogar no Norte. A esmagadora maioria das equipas quando jogam contra nós jogam fechadas, dificultando-nos muito o trabalho”, referiu, acrescentando: ‘Vai ser um jogo muito complicado’.

Neste momento, o Valadares ocupa o oitavo lugar na tabela classificativa. No entanto, este não deve ser um factor decisivo na abordagem a este encontro. “Há várias equipas que tanto podem ficar em quarto lugar como em nono ou décimo. Não podemos olhar para a classificação do adversário, mas sim para o histórico das partidas e da enorme dificuldade que é jogar fora”.

Nuno Cristóvão espera ainda contar com o forte apoio dos adeptos leoninos, que habitualmente percorrem inúmeros quilómetros para ajudarem o Sporting CP a vencer. Para já, o foco é só um: conquistar os três pontos. “Temos de ter atitude e garra. Somos melhores e isso demonstra-se através da qualidade de jogo. Não podemos facilitar”.

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