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Foto César Santos

“Com os Sportinguistas do nosso lado somos muito mais fortes”

Por Jornal Sporting
24 maio, 2018

Carlos Carneiro lançou a final-four da Taça de Portugal e deixou uma mensagem a todos os Sócios e adeptos do Clube

“Conquistar a Taça de Portugal seria a cereja no topo do bolo”. Mais do que um desejo, um grande objectivo que Carlos Carneiro fez questão de frisar ao Jornal Sporting, na antevisão à final-four da prova-rainha de andebol, que se vai disputar este fim-de-semana no Peso da Régua.

Finalistas vencidos nas duas últimas edições, no prolongamento, frente ao ABC (35-33) e Benfica (36-35), os leões estão apostados em somarem mais um título ao palmarés – contam com 15 exemplares, sendo a equipa que mais vezes ergueu a Taça –, após a conquista recente do bicampeonato. “É uma prova diferente e para ganharmos teremos dois jogos em dois dias. Vamos com o intuito de vencer, obviamente”, afirmou o capitão leonino, consciente das dificuldades que vão encontrar frente ao FC Porto, o adversário da meia-final (FC Gaia e Benfica medem forças na outra eliminatória).

“Fizemos um campeonato irrepreensível e é normal que as equipas contra nós tenham uma motivação diferente. Vamos ter pela frente uma equipa com muito valor, que tem o mesmo objectivo do que nós”, explicou.

No passado ficou já o deslize frente aos dragões (26-31), na última jornada do Campeonato Nacional. “É normal que depois de nos sagrarmos campeões houvesse uma certa descompressão, mais emocional. Baixámos um pouco a intensidade de jogo e até a própria concentração, mas agora vamos estar focados e com outro espírito. Vamos dar outra reposta”, garantiu Carlos Carneiro, terminando com uma mensagem destinada a todos os Sócios e adeptos do Clube.

“Aproveito para pedir o apoio de todas as pessoas que estejam perto da Régua, que nos apoiem como o fizeram durante toda a época. Foram fundamentais na conquista do campeonato. Por isso, compareçam em massa. Com os Sportinguistas do nosso lado somos muito mais fortes”, rematou.

Foto Diogo Pinto/FPF

“Queria que o Jamor estivesse todo pintado de verde”

Por Jornal Sporting
19 maio, 2018

Técnico verde e branco elogiou o adversário mas demonstrou vontade de vencer

Numa antevisão marcada pelo fair-play entre os dois treinadores, Jorge Jesus e José Mota lançaram a final da Taça de Portugal. O técnico leonino considera que o jogo de amanhã será especial, pelo carácter único do Jamor e da prova rainha. “É uma festa muito bonita e é importante que dentro e fora do campo seja feita com muita alegria, com muita paixão, com sentido de responsabilidade, com respeito mútuo entre as duas equipas”, sublinha.

Jorge Jesus conta com um adversário no máximo do seu potencial e decidido a contrariar a qualidade dos leões. “Vou esperar uma equipa motivada, com níveis emocionais muito fortes. A equipa do Sporting CP também tem de se agrupar, porque é um factor importante para podermos desenvolver o nosso jogo e as nossas ideias com saber. O factor teórico do favoritismo não conta. Uma final é uma final, ambas as equipas podem ganhar”, afirma.

De resto, o treinador verde e branco não poupou elogios à campanha do adversário de amanhã, que já conseguiu um feito histórico. “O Desportivo das Aves já ganhou um título muito importante para o clube. Chegar a uma final da Taça de Portugal, que é onde todos os treinadores e jogadores gostam de estar”, reconhece.

Tratando-se de um encontro que vale um título, a pressão será maior do que noutros jogos. Ainda assim, Jorge Jesus demonstrou confiança na experiência dos seus comandados. “Temos a responsabilidade de sermos uma equipa com mais nome, com algum sentido de favoritismo, mas os jogadores do Sporting estão habituados a este factor”, garante.

Admitindo que tem todos os jogadores disponíveis, Jorge Jesus terminou com um apelo aos adeptos leoninos. “Queria que o Jamor estivesse todo pintado de verde e que os adeptos pensem que amanhã vêm ao Jamor ver o clube deles, o Sporting Clube de Portugal. Foquem-se na sua paixão e não olhem para rivalidades”, pediu. 

Foto Diogo Pinto/FPF

Equipa já treinou no Jamor

Por Jornal Sporting
19 maio, 2018

Plantel às ordens de Jorge Jesus ambientou-se ao relvado do Estádio Nacional para a tão aguardada final de amanhã

Faltavam 20 minutos para as 17 horas desta tarde de sábado, quando o plantel profissional de futebol do Sporting Clube de Portugal subiu ao relvado do Estádio de Honra do Complexo Desportivo do Jamor. Tal como o outro finalista, o Desportivo das Aves, a equipa leonina fez o seu treino no muito bem cuidado tapete verde do palco onde amanhã se irá disputar a final da Taça de Portugal.

Salin, Rúben Ribeiro, Fábio Coentrão e João Palhinha lideraram a corrida inicial de aquecimento e nem os ausentes por motivos clínicos faltaram à sessão de trabalhos. Bruno César, André Pinto e Rafael Leão fizeram igualmente corrida à volta do relvado, mas à parte dos restantes companheiros.

A sessão de trabalhos só foi aberta à comunicação social durante 15 minutos, mas foi visível o bom ambiente entre o plantel.

Tudo pronto para o grande embate de amanhã, pelas 17h15. 

Boletim clínico

Por Jornal Sporting
19 maio, 2018

Informações médicas do futebol profissional do Sporting CP

O departamento médico do futebol profissional do Sporting Clube de Portugal, liderado pelo dr. Frederico Varandas, divulga as seguintes informações clínicas:

Bruno César - entorse do joelho direito - treino condicionado 

Rafael leão - lesão muscular na face posterior da coxa esquerda - treino condicionado 

André Pinto - lesão muscular no recto anterior da coxa direita - treino condicionado

Piccini- mialgia na face posterior da coxa direita - tratamentos 

Doumbia - síndrome gripal

Foto César Santos

“Este troféu era importante para o Clube”

Por Jornal Sporting
13 maio, 2018

Técnico leonino sublinhou a qualidade demonstrada na segunda parte

Foi com a “menina” – a taça, pois claro – para a conferência de imprensa, tal o orgulho. Nuno Dias destacou a importância da conquista e o esforço que foi necessário para acontecer. “Este troféu era importante para o Clube e significa que enriquecemos o nosso museu. Também significa muito trabalho, muito sacrifício, mas acima de tudo significa muita qualidade, que é o que temos evidenciado ao longo dos 45 jogos oficiais que fizemos esta época”, reforçou.

Questionado sobre a primeira parte, que não correu como esperado, o técnico leonino colocou de lado a hipótese de a sua equipa ter desvalorizado o adversário. “Motivados estamos sempre, mas as outras equipas também estão. Pelos resultados que aconteceram na liga, talvez na primeira parte possa ter havido algum relaxamento. Não é desleixo. Mas tivemos algumas falhas de concentração e não estávamos a fazer nada para que o jogo alterasse aquela rotina macia”, explicou.

De seguida, realçou a forma como os verdes e brancos reagiram à desvantagem. “Tivemos de pensar ao intervalo o que tínhamos de mudar, principalmente no nosso comportamento. Tínhamos de pressionar melhor o portador da bola e ser mais agressivos. A entrada na segunda parte correspondeu. A forma como a disputámos é dentro daquilo que é o Sporting CP. Uma equipa disponível, concentrada, que quer sempre mais e que alia o jogar bem ao resultado”, afirmou.

Nuno dias aproveitou também para valorizar o desempenho do adversário nesta final. “Queria deixar uma palavra ao Fabril pela forma como chegou aqui com todo o mérito e, sobretudo, pelo facto de serem uma equipa que joga com alegria e com dinâmica. Admiro este tipo de equipas e de treinadores, que não dão nada por perdido e lutam pelos lances como se fossem os últimos”, disse.

Para não variar, agradeceu a presença dos adeptos verdes e brancos em Gondomar. “O nosso sucesso é o sucesso dos nossos adeptos. A maior ajuda que nos dão é quando o jogo não está a correr bem. Na segunda parte eles levaram-nos para um bom resultado. Sem vaidade nenhuma, fazemos por merecer esse apoio pela forma como trabalhamos e como jogamos. Mas estamos muito agradecidos por isso”, terminou. 

Foto César Santos

Sporting CP conquista Taça de Portugal

Por Jornal Sporting
13 maio, 2018

Reviravolta na segunda parte valeu título aos leões

Vem aí mais um troféu para o Museu. A Taça de Portugal foi erguida pelo Sporting CP, após uma final que se pode dividir em duas partes completamente distintas. Se na primeira o Fabril foi capaz de surpreender, chegando ao intervalo a vencer por 2-1, na segunda os leões não deram hipóteses e conseguiram a reviravolta. O 6-2 final confirma a superioridade da turma de Nuno Dias na etapa complementar.



No lançamento deste encontro, Nuno Dias dizia que o favoritismo é apenas teórico e que a vitória do Fabril sobre o Modicus servia de aviso. A forma como o conjunto do Barreiro se apresentou confirma que as palavras não foram ditas por simpatia. Tendo a possibilidade de disputar a primeira final da sua História, a equipa verde e branca (hoje de laranja) entrou melhor e colocou-se em vantagem com um golo de Grácio. Após alguns minutos de pressão leonina, o empate saiu dos pés de Pedro Cary, que marcou na sequência de um canto. A partir daqui, poderia pensar-se que o Sporting CP iria arrancar para uma vantagem confortável, mas não foi isso que aconteceu. Decidido a surpreender ainda mais, o Fabril voltou à frente do marcador (golo de Sassy) e assim saímos para o intervalo.



Com um resultado perfeitamente inesperado, a reacção da turma de Nuno Dias não tardou. Aliás, foi avassaladora. Cavinato empatou logo no recomeço, Dieguinho atirou ao poste e, praticamente de seguida, tentou assistir João Matos num lance que resultou em auto-golo de um jogador do Fabril. O ritmo de jogo verde e branco entrou no padrão mais habitual, não deixando o adversário respirar. Deste modo, o desequilíbrio no marcador surgiu de forma natural. Cavinato não perdeu a oportunidade de bisar, assinando o 4-2, e Pany aumentou a vantagem com uma finalização de classe – a mesma que Fortino teve quando rematou de bicicleta, ligeiramente ao lado. Já no último minuto, com os suplentes aos abraços e as bancadas em festa, Dieguinho só teve de encostar para fazer o sexto e último golo dos leões.



O favoritismo teórico de que Nuno Dias falava evidenciou-se na segunda parte e a taça vem para Alvalade. No final, marcado pelo fair-play entre jogadores e adeptos, os festejos foram verdes e brancos. 

Foto César Santos

Leoas caem na meia-final

Por Jornal Sporting
12 maio, 2018

Equipa de futsal feminino não consegue imitar o feito do conjunto masculino

O sonho de levantar duas Taças de Portugal no mesmo dia perdeu-se. No segundo dérbi disputado em Gondomar, o Sporting CP foi derrotado por 2-1 pelo Benfica e falhou o acesso à final. A turma verde e branca até entrou melhor no encontro, chegando à vantagem com um golo de Kika, vinda do banco para desequilibrar. Ainda no primeiro tempo, Fifó restabeleceu a igualdade com que seguimos para o intervalo. A meia-final podia ter caído para qualquer lado e isso ficou notório na segunda etapa. Com várias oportunidades de parte a parte, obrigando as guarda-redes a intervir, valeu o golo de Nina (após um lance duvidoso, em que pareceu ter prendido a bola) para apurar as encarnadas para o jogo decisivo (amanhã, frente à Novasemente). Apesar do 5x4 das leoas na recta final do encontro, chamando Naty para criar superioridade numérica, o cansaço pesou e o desejado empate não apareceu. 

Foto César Santos

“Não há dúvida sobre a justiça do vencedor”

Por Jornal Sporting
12 maio, 2018

Técnico leonino garante que a equipa não vai relaxar no jogo da final

Após o triunfo frente ao Benfica, Nuno Dias valorizou a forma como os seus atletas se adaptaram aos diferentes momentos de um jogo que considerou equilibrado. “O Sporting CP começou melhor e marcou um golo de estratégia. O Benfica teve uma reacção normal, pela qualidade que tem, e nós tivemos de saber sofrer, de saber gerir para chegarmos ao intervalo com uma vantagem magra”, começou por dizer.

Na análise à segunda parte, destacou a capacidade de gestão do resultado favorável. “O Benfica voltou pressionante e conseguiu chegar à igualdade. Voltámos a reagir bem e aumentámos a vantagem para dois golos de diferença. Foi determinante a forma como gerimos essa vantagem. Logo depois ainda tivemos mais duas oportunidades para marcar. Não há dúvida nenhuma sobre a justiça do vencedor e sobre o mérito que apresentámos hoje”, concluiu.

Lançando a final de amanhã, contra o Fabril, Nuno Dias fez questão de reforçar que o favoritismo não entra na quadra. “Na Taça de Portugal normalmente há surpresas. O Fabril também chega a esta final com mérito. Bateu o Modicus, que era favorito, e mostrou que o favoritismo é teórico. É um aviso para nós, para não relaxarmos e para encararmos o jogo com a seriedade com que encaramos todos os jogos. Respeitando ao máximo o Fabril, não queremos deixar passar esta oportunidade”, admitiu.

Para terminar, apelou à presença de muitos leões nas bancadas do Pavilhão Multiusos de Gondomar.“Os nossos adeptos são importantes para nós. E eles também sabem que são importantes para a equipa. O apoio que nos dão é fundamental para conseguirmos estes resultados. Espero que estejam aí amanhã para continuarem a apoiar-nos. Esta equipa merece”, afirmou.  

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