Pavilhão do SC Torres, em Torres Vedras
Árbitros: José Pinto e Paulo Santos (Aveiro)
Ao intervalo: 2-2
SPORTING: Ângelo Girão, Ricardo Figueira (1), André Centeno, João Pinto (1) e Cacau. Jogaram ainda: Luís Viana, Poka e Tuco
Treinador: Nuno Lopes
Exclusões: Tuco
FC Porto: Nélson Filipe, Reinaldo Garcia, Jorge Silva, Hélder Nunes (3) e Gonçalo Alves (1). Jogaram ainda: Telmo Pinto, Rafa e Vítor Hugo
Treinador: Guillem Cabestany
Exclusões: -
Primeiro tiro, primeiro melro: ainda muitos adeptos Sportinguistas estavam naquele habitual convívio à porta do Pavilhão quando João Pinto já tinha inaugurado o marcador com apenas 24 segundos. O início foi electrizante – aos cinco minutos, o FC Porto tinha dado a volta com um ‘penalty’ de Gonçalo Alves e mais um golo de Hélder Nunes mas, aproveitando a toada de parada e resposta, Ricardo Figueira disparou um míssil cruzado que colocou tudo na estaca zero aos sete minutos. Até ao intervalo, Luís Viana e Gonçalo Alves ainda falharam uma grande penalidade cada e não mais o marcador voltou a funcionar, ficando tudo em aberto para a segunda parte.
Aí, o pelotão de ‘fuzilamento’ falhou o alvo dos quatro primeiros lugares do Campeonato (o Valongo tinha ganho ao OC Barcelos) claudicando de novo nas bolas paradas, ao contrário dos visitantes que, por intermédio de Hélder Nunes, transformaram dois livres directos... em duas oportunidades. Pelo meio dos dois golos, aos três e 17 minutos, Ricardo Figueira permitiu a defesa de Nélson Filipe numa grande penalidade; depois do 4-2, Poka ainda falhou um livre directo. Essa foi a principal diferença entre ambos os conjuntos: apesar de algumas decisões controversas da dupla de arbitragem, as bolas paradas acabaram por funcionar com factor desequilibrador do encontro, até pela possibilidade que abriu aos ‘dragões’ para gerirem o resultado da melhor forma e obrigarem os comandados de Nuno Lopes a apostarem (por vezes em demasia) na meia-distância. Com o jogo ‘inquinado’, nem a habitual raça e entrega valeram ao exército ‘verde e branco’.