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Português, Portugal
Foto José Cruz

“Sem boa resolução na quarta e na quinta-feira, pouco interessa o jogo de sábado”

Por Jornal Sporting
21 Nov, 2017

Nuno Dias salienta necessidade de concentração para os primeiros compromissos da Ronda de Elite da UEFA Futsal Cup. Treinadores adversários atribuem favoritismo ao Sporting

Para Nuno Dias não há adversários fáceis na Ronda de Elite da UEFA Futsal Cup, realçando a importância de preparar cada jogo como uma final para o desejado primeiro lugar, o único que garante a passagem à final-four: “Todos têm qualidade, senão não estariam nesta fase. As equipas que estão aqui ganharam todos os seus jogos [excepção ao Dina Moscovo que perdeu com o Inter Movistar, passando em segundo]. Os nossos objectivos passam por chegar à final-four. Quero dizer a todos que esperam pelo jogo de sábado [Dina de Moscovo] que não se resolve no sábado, há jogo quarta e quinta-feira. Sem boa resolução nestes dois dias, pouco interessa o de sábado”.

O técnico leonino identificou os perigos de cada adversário.

“O Halle Gooik é a única equipa nesta fase que não sofreu nenhum golo. É o nosso primeiro adversário, aquele em que nos debruçámos mais. São organizados, têm um treinador que conheço e que sei como estrutura as suas equipas. Tem jogadores experientes, o que é sempre importante. Quanto ao Nacional Zagreb, apresenta jogadores conhecidos e com grande qualidade [antes de enumerar André, ex-Sp. Braga, Leitão e Gréllo]. Tivemos oportunidade de ver algumas coisas da Main Round e é uma equipa com qualidade. Mesmo não estando a fazer um grande campeonato, tentará fazer um bom jogo e teremos oportunidade de prepará-lo na quinta-feira. Este ano, o Dina foi segundo no grupo do campeão europeu. O treinador visitou-nos enquanto técnico do Dínamo de Moscovo. Tem vários jogadores jovens e irreverentes que vão aparecer a grande nível na Superliga russa”, explicou por ordem cronológica de embates.

Para Nuno Dias, o favoritismo do Sporting CP é inegável e um factor motivacional que se junta ao “sonho” concretizado de ter o João Rocha como palco. Ainda assim, o aviso à navegação está dado: são três jogos a doer: “ O favoritismo é sempre relativo, mas é nossa obrigação assumi-lo. Jogamos em nossa casa, com os nossos adeptos e no nosso Pavilhão. Sabemos da nossa qualidade e temos pressão, responsabilidade e desafio. Contudo, estamos habituados e não é negativo ou algo que nos possa obstruir, que nos faça errar. Para chegar ao fim, como chegámos em 2016/17, temos de passar os adversários desta ronda e em primeiro lugar. Devemos focar-nos numa coisa de cada vez. Sentimo-nos muito bem, satisfeitos por nos terem oferecido esta organização. Desportivamente, é óptimo para nós. Consideramos um ponto a favor. Cabe-nos traduzir em boas exibições e bons resultados, sendo que os adeptos sabem que são muito importantes”.

Os técnicos rivais argumentaram as valias dos vários plantéis, confirmando em uníssono que o Sporting é favorito.

Halle Gooik, Bélgica

Juan Zamora 

“Sabemos que é difícil, as equipas aqui presentes têm um grande nível. Temos muita motivação para demonstrar a capacidade que temos. Vamos atacar para tentar fazer o nosso melhor. Esperamos um rival muito forte, que joga em casa. Sabemos que é uma grandíssima equipa, há que jogar estes grandes jogos. Vamos dar tudo o que podemos e tentar surpreendê-los”.

Nacional Zagreb, Croácia

Robert Grdovic

“Temos uma equipa jovem, com cinco ou seis jogadores novos. Ficámos a cinco minutos da final-four do ano passado, defrontámos o Ugra [adversário derrotado pelo Sporting na meia-final]. Não temos tanto tempo a jogar juntos, mas sabemos que esta competição é muito importante. Queremos abrir com um bom resultado e esperar que possamos fazer uma boa campanha. Admitimos, no entanto, que o Sporting é o favorito número um”.

Dina Moscovo

Temur Alekberov

“As equipas russas acabam por quase sempre jogar em Lisboa. Este ano temos uma equipa muito nova, com jogadores jovens. O objectivo principal é jogar com honra porque representam a Rússia. Há muitos jogadores que não têm experiência. Esperamos que façam o melhor possível. Têm vontade e tentam tudo, mas é necessária experiência para a qualificação. Só vontade não será suficiente. O Sporting é uma equipa forte”.

As equipas fizeram o seu treino de adaptação ao piso, sendo que a comunicação social teve direito a assistir aos primeiros 15 minutos de cada treino. O grupo B da Ronda de Elite inicia-se às 13h30 de quarta-feira com o Dina Moscovo-Nacional Zagreb. O Sporting CP defronta os belgas do Halle Gooik às 16h00.

 

Luto por José Maria Roque Lino

Por Jornal Sporting
17 Nov, 2017

Antigo vice-presidente de João Rocha morreu aos 79 anos

Morreu esta quinta-feira o antigo vice-presidente do Sporting Clube de Portugal, José Maria Roque Lino, aos 79 anos. Roque Lino era Sócio Cinquentenário, foi colaborador do Jornal Sporting, para além de uma intensa vida política na qual se distingue como fundador do Partido Socialista – esteve presente na reunião fundadora do partido, em 1973, na localidade de Bad Munstereifel, na Alemanha. Desempenhou ainda as funções de secretário de Estado da Comunicação Social no segundo governo liderado por Mário Soares. O Partido Socialista colocou a bandeira a meia-haste.

Roque Lino, fervoroso Sportinguista, tinha lugar para toda a família no Estádio José Alvalade.

À família e amigos enlutados, o Sporting Clube de Portugal endereça as mais sentidas condolências.

Foto José Cruz

Força verde e branca no primeiro dérbi do João Rocha

Por Jornal Sporting
07 Out, 2017

Sporting CP bateu o Benfica por 5-2 e isola-se na liderança da Liga SportZone

O andebol já havia disputado um Clássico (diante do FC Porto), mas o primeiro dérbi do Pavilhão João Rocha terminou com um sabor doce para o visitado leão. O Sporting CP triunfou por 5-2, em partida da 5.ª jornada da Liga SportZone e somou a terceira vitória consecutiva diante do Benfica, depois da Supertaça e da Taça de Honra, ambas por 2-1.

A partida iniciou com polémica, percebendo-se que o critério da marcação de faltas seria largo. E assim foi durante todo a primeira parte. Despiques a roçarem a agressividade máxima e poucas infracções assinaladas. Logo ao primeiro minuto, André Coelho assustou André Sousa, após carga por assinalar sobre Dieguinho. Aos dois, o Sporting CP respondeu por Merlim. No minuto seguinte, o Benfica chegaria à vantagem. O ala Robinho desenvencilhou-se da oposição e disparou de pé esquerdo, aproveitando um livre que sucede mais uma disputa de bola polémica no ataque do Sporting CP.

Aos cinco, o guarda-redes Roncaglio tenta o remate, mas a bola é interceptada por Deo que, ao seguir isolado para a baliza, ainda que em zona lateral, é derrubado por Robinho. Falta e amarelo para o ala, que voltaria a ser protagonista pouco depois ao lesionar Divanei.

Os leões demonstraram alguma ansiedade por alguns minutos e só aos oito voltaram a perigar a baliza encarnada. João Matos atirou ao lado após livre perigoso e, aos 11’, Dieguinho lá empatou a contenda. Merlim cobrou o canto e o pivô rematou por cima, o segundo aviso mediante bola parada. Não marcou nessa situação mas, ainda no mesmo minuto, recebeu e rodou para desfeitear Roncaglio.

O Benfica ripostou com duas bolas aos ferros. Ambas ao minuto 14. Primeiro, Fábio Cecílio após diagonal da esquerda para o centro; de seguida Rafael Henmi, correspondendo com um forte remate ao canto de Robinho na direita. A partir daí, só Sporting CP até final do primeiro tempo. Aos 16’, Deo ficou perto do segundo para os leões, mas Roncaglio ainda brilharia a maior nível quando resolveu uma situação de 1x0 diante de Fortino. No minuto seguinte, Pedro Cary teve duas oportunidades, sendo que, numa delas, parece condicionado em falta após canto da esquerda. Aos 19’, e já depois de atingir a quinta falta, o Benfica nada pôde fazer para contrariar a vontade do esquerdino. Merlim cobrou o canto e garantiu a segunda assistência, já que Cary atirou à meia volta para a vantagem leonina que perdurou tranquila até ao intervalo.

O Benfica iniciou o segundo parcial em 5x4, apostando no guardião Roncaglio para a superioridade ofensiva. Aos 22’, André Sousa evitou o lance individual de Robinho e lançou um contra-golpe, com Cary perto do terceiro para o Sporting CP. No minuto seguinte, precipitação encarnada e Merlim, com a biqueira esquerda, envia a bola para a baliza deserta. O Benfica manteve a aposta no 5x4 e colheu dividendos aos 26’. Bruno Coelho, num passe de ruptura, serviu na perfeição Robinho que, dominou e aninhou o esférico no canto superior esquerdo. João Matos esbracejou e mandou a equipa para a frente e o gesto simbólico do capitão acordou os verdes e brancos.

Roncaglio foi expulso aos 29’, depois de uma entrada por trás sobre Deo, já quando o brasileiro estava pronto para marcar. Reduzido a quatro, o Sporting CP aproveitou para aumentar a diferença novamente. Japa ainda atirou ao poste, mas na sequência de uma jogada colectiva, Fortino serviu o fixo/ala para o quarto dos leões, perante um Cristiano desamparado. André Sousa ainda retirou esperança ao Benfica, defendendo, numa só jogada, três investidas encarnadas, uma delas rechaçada com a face.

Aos 32’, Dieguinho ofereceu a Cary a oportunidade de bisar, mas o esquerdino adornou em demasia o lance. O 5-2 ficaria a cargo do capitão. Merlim, sim, a terceira assistência da tarde, serviu João Matos para um remate à meia-volta, decorridos 34 minutos.

O Benfica manteve o 5x4, mas só em remates da zona de 10 metros perigou a baliza de André Sousa, não se alterando a vantagem construída pelo Sporting CP até aí.

Com o triunfo, os leões mantêm-se 100% vitoriosos no Campeonato Nacional, passando a liderar de forma isolada. Nuno Dias venceu o 200.º jogo em 235 possíveis pelo Sporting CP (85% de média de triunfos), naquela que foi a quarta partida seguida sem perder frente aos encarnados na fase regular da Liga, série abrilhantada pelo recorde de assistência na Liga SportZone (2.985 espectadores no João Rocha).

Foto Mário Vasa

Tabelas subiram para o início dos trabalhos de rinque

Por Jornal Sporting
01 Set, 2017

Hóquei em patins estreou-se no João Rocha e Paulo Freitas traçou os objectivos da época. Vítor Hugo e Pedro Gil também falaram ao Jornal Sporting

O hóquei em patins havia começado a época na quinta-feira com as medições biométricas e exames médicos, mas nada como a estreia oficial em treinos e logo para abrir a temporada no Pavilhão João Rocha.

As tabelas subiram e o amplo recinto apertou-se para circunscrever as medidas à dimensão da modalidade de rolamentos. 

O treinador Paulo Freitas parte para o seu primeiro arranque oficial pelos de Alvalade (entrou a meio da temporada passada) e vincou a satisfação por 'cortar a fita' da nova casa das modalidades no que aos treinos diz respeito: "Temos o privilégio de inaugurar em treinos o João Rocha. As perspectivas para a nova época são as melhores, não fugindo ao ADN do Clube que é ganhar. Queremos estar em todos os momentos de decisão e sabemos que só em equipa podemos conseguir. Individualmente podemos ganhar jogos, colectivamente podemos conquistar títulos. De forma comprometida e sem desculpas, assumimos que queremos estar nos momentos decisivos".

Pedro Gil foi o primeiro do plantel a entrar em pista e explicou que o foco está em conquistar títulos para os verdes e brancos, deixando a sua avaliação ao piso do João Rocha: "As expectativas são máximas. Quando representamos um Clube da grandeza do Sporting CP, temos de lutar para conquistar o que for possível. Queremos evoluir cada vez mais. Estava à espera deste momento há um ano. Não tive a sorte de poder estar no Mundial, mas tive a sorte de ser o primeiro a entrar para o treino. Tinha muita vontade de começar e esta casa é fenomenal para o hóquei".

No primeiro treino do ano estiveram 11 atletas, cinco dos quais da equipa B, sendo que destes três ainda são sub-20. Era notória a emoção perante a estreia daquele que será um muito importante ponto de viragem no hóquei, confinado a Alverca nas temporadas vigentes. Os jogadores deram voltas à pista, observaram o tecto e os contornos da estrutura, esboçando sorrisos à medida que a bola entrava na baliza.

Vítor Hugo é um dos reforços e apresentou-se aos adeptos leoninos, reforçando a satisfação por fazer parte da estreia do João Rocha: "É um Clube grande. Só temos um caminho: a vitória. Queremos ter uma grande atitude neste compromisso com o Clube. É um Pavilhão lindíssimo. A pista é muito boa e estou ansioso para que comecem os jogos para festejar com os adeptos. Posso prometer trabalho, dedicação e de área. A minha principal função são os golos. Os 30 golos são uma meta importante, mas prometo trabalho acima de tudo".

O Presidente do Sporting CP, Bruno de Carvalho, o vice-presidente Carlos Vieira e o membro do Conselho Directivo, Rui Caeiro, marcaram presença no treino, observando os movimentos dos hoquistas, focados em exercícios de condução de bola, drible e posterior finalização, dinâmicas que foram sucedidas por situações de 1x1.

Paulo Freitas sabe a importância de uma boa pré-época, mas garante que conseguir que o Sporting CP volte a vencer a Elite Cup não é o primordial de uma época muito longa: "A Elite Cup é um bom momento de preparação, mas começando esta sexta-feira o trabalho de pista, definimos que o dia 21 de Outubro é o nosso objectivo [1.ª jornada diante do Infante Sagres]. Até lá vamos consolidar processos. Temos quatro jogadores nos serviços das selecções [Girão e Magalhães por Portugal, João Pinto por Angola e Platero pela Argentina]  e só dia 18 são incluídos. É um processo evolutivo. Não começamos do zero, é uma equipa muito competitiva e arrisco-me a dizer que é o melhor plantel do Sporting CP desde há largos anos. Há seis jogadores habituados aos meus métodos, mas os outros quatro terão tempo para se enquadrar, de forma a chegarmos aos nossos objectivos. Estamos muito comprometidos".

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