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Português, Portugal
Foto César Santos

Para ser rei é necessário passar a rainha

Por Jornal Sporting
14 Ago, 2017

O esforço não termina na Torre, mas quem quiser vencer a Volta tem de conseguir acompanhar os rivais na única categoria especial para alcançar a Guarda com a amarela em vista

14 de Agosto, provavelmente o dia por que todos esperavam. A caravana da Volta a Portugal cumpre a nona e penúltima tirada da prova e a etapa-rainha não falta à chamada.

A ligação entre a Lousã e a Guarda (184,1 km) tem cinco contagens de montanha, quatro de terceira categoria – uma delas na meta – e a mais imponente da Volta, única de categoria especial, na Torre, onde a altitude e os quase 23 km de duração farão diferenças.

Não termina na Torre. Contudo quem queira vencer a Volta tem de lá passar com os melhores. Depois disso, mais 70 km de esforço hercúleo, dos quais a descida pode não ser amiga nem boa conselheira. Depois da categoria especial, há três colinas para ultrapassar, a última coincidente com a meta. 

Vidal Fitas não acredita que existam ataques decisivos na subida para a Torre pela dificuldade do que resta percorrer: "A subida da Torre é diferente de tudo o resto. São 50 minutos de esforço. Espero uma corrida movimentada, com o comando da equipa do camisola amarela, mas um ataque ainda com mais de 70 km para percorrer é difícil de vingar. Penso que estas diferenças não serão significativas, uma vez que o pelotão, cansado como se mostra, pode originar uma mudança muito grande na classificação. Os segundos na Torre passam a minutos".

Nocentini diz querer "passar com os melhores" e o director-desportivo confia no momento de forma do transalpino: "Espero que o Noce possa dar uma resposta do nível que tem dado e que a situação fique no mínimo como está".

Nada está perdido nem seguro para ninguém. A Torre tem o condão de alterar o que possa ser previsível. Para ser rei de amarelo, a rainha terá de ser ultrapassada a um nível de excelência.

Foto César Santos

"O corte [de tempo] do Alarcón também é importante"

Por Jornal Sporting
13 Ago, 2017

Vidal Fitas não esconde que García de Mateos assumiu a candidatura à Volta, realçando o ganho de tempo de Nocentini para o camisola amarela

Vidal Fitas não poderia ficar totalmente satisfeito por Nocentini ter descido uma posição. Contudo, os elogios vão para o rival e vencedor da jornada, sendo que o italiano também recuperou espaço para a frente da corrida: "García de Mateos está a apresentar-se a um nível muito bom e será mais um candidato a contar para a Volta a Portugal. Estão cinco ciclistas muito próximos na classificação e penso que quatro podem vencer. Felizmente que temos um atleta nesse rol. A Volta está disputadíssima como não estava desde há muito tempo".

O director-desportivo explicou a colocação de Ezquerra na ajuda a Nocentini, salientando que o cansaço evidente no pelotão será particularmente visível na subida à Torre: "Numa meta-volante o Noce conseguiu ir buscar um segundo, pena que se tenha atrapalhado um pouco nos últimos 200 metros. Foi importante o Jesus estar ali na colocação ao Nocentini. Provavelmente, podia ter sido feito de forma diferente. Contudo, são coisas que se fazem com o tempo, com o continuar na luta por coisas desta importância. O corte do Alarcón [ficou a quatro segundos] também é importante e tudo se decidirá na Torre e no contra-relógio. Penso que estas diferenças não serão significativas, uma vez que o pelotão, cansado como se mostra, pode sofrer uma mudança muito grande na classificação".

O líder técnico não quer ataques espontâneos e garante que a inteligência a correr é o melhor caminho para o sucesso: "Esperamos continuar com opções e tentar uma classificação melhor do que a que temos. A prioridade é passar sempre com os melhores".

Foto César Santos

Carrossel de sobe e desce faz paragem em Azeméis

Por Jornal Sporting
13 Ago, 2017

Antes da Torre espera-se uma etapa menos movimentada. Ainda assim, há que superar três contagens de montanha para guardar hipóteses para as duas últimas tiradas

A oitava etapa da Volta a Portugal liga Gondomar e Oliveira de Azeméis, num total de 159, 8 km. É apontada como uma etapa de transição. Habitualmente todas as que antecedem a subida à Torre o são.

Quem quiser lutar pelo sprint, terá de vir para a frente e perseguir a fuga. Quem tenha ambições de conservar forças procurará levar os seus líderes o mais cómodos possível. Em 2016, foi na oitava da prova-rainha que Jesus Ezquerra se lançou numa iniciativa a solo para dar a única vitória ao Sporting-Tavira, um resultado classificado como brilhante para quem regressava ao ciclismo profissional.

Desta feita, a prioridade passa por levar Nocentini a Oliveira de Azeméis e preservá-lo a uma distância que possa ser viável para vencer a Volta. A recta da meta é longa, mas tendo duas passagens permitirá estudar melhor a roda a levar.

Antes há três contagens de montanha para superar. Duas de terceira categoria (Vila Viçosa ao quilómetro 59,2 e Chão de Ave aos 107,4) e uma segunda em Gamarão (Arouca), sensivelmente a meio da etapa (87,3 km). A meta é antecedida por descidas vertiginosas, reforçando a importância da colocação para que não haja corte de tempo.

Vidal Fitas garante que, chegados à fase final, todas as etapas podem trazer problemas: "Será outro dia duro, já não há dias fáceis. Esperemos que se corra tranquilo para que se possa guardar energias para a etapa da Torre, a qual será decisiva”. O espanhol Alejandro Marque desejou que não existam mais problemas de saúde na equipa, reiterando que o Sporting-Tavira "irá precisar de todos".

Foto César Santos

Abandono de Frederico Figueiredo "foi o único senão do dia"

Por Jornal Sporting
12 Ago, 2017

Vidal Fitas lamenta saída do trepador de cena, mas reforça confiança no momento de Rinaldo Nocentini

Vidal Fitas não ficou alarmado com as bonificações conquistadas por Gustavo Veloso e Vicente García de Mateos, lamentando sim a o abandono de prova do jovem Frederico Figueiredo: "Acabámos por manter o lugar que tínhamos. Há mais alguns segundos de aproximação por parte do Veloso e do García de Mateos. Pena é perdermos o Frederico Figueiredo. Os traumatismos do primeiro dia e a queda de Fafe acabaram por fazer com que não conseguisse ter força num joelho que estava já maltratado. Foi o único senão do dia".

O director-desportivo do Sporting-Tavira, quatro vezes vencedor da Volta a Portugal no Clube Ciclismo de Tavira, explicou a dificuldade da subida à Nossa Senhora da Assunção, reforçando o elogio a Nocentini e a Alejandro Marque: "Sabíamos que as diferenças se faziam nos últimos metros e beneficiava mais os ciclistas explosivos: De Mateos, Alarcón, Nocentini, Veloso… todos com características que o Marque não tem. Contudo, ele está bem, posicionou-se no local onde tinha de estar. A fuga acabou por não ser tão prejudicial para nós como para a formação do camisola amarela", referiu.

Junto à carrinha de merchandising do Sporting-Tavira, sempre presente nas chegadas da Volta a Portugal, Marque conversava com Sara Moreira, figura do atletismo leonino. O galego mostrava-se satisfeito por ter conseguido 'sobreviver' ao final, apenas cedendo nove segundos para o grupo de 'Noce' e em dia com a equipa bem desfalcada: "A etapa tinha um final muito explosivo, acelerámos a corrida porque Nocentini se sentia bem. Houve alguns cortes no pelotão. Perdemos no início da etapa o Frederico Figueiredo, que é um dos ciclistas mais importantes da nossa equipa. O Luís Fernandes também teve problemas de saúde, mas conseguimos salvar a etapa com dois elementos a menos".

 

Foto César Santos

Espera-se que ao terceiro Santuário a história seja diferente

Por Jornal Sporting
12 Ago, 2017

Sétima etapa finaliza com ascensão ao Monte Córdova, depois de 6,4 km de percurso a partir de Santo Tirso

A Senhora da Graça (quarta etapa e vitória de Raúl Alarcón) e a chegada a Santa Luzia (quinta tirada e triunfo de Gustavo Veloso) foram amargos de boca para o Sporting-Tavira, mas não há nada que seja mais louvável do que mudar a história.

A sétima etapa vem depois de um dia de descanso o que, por si só, seria perigoso para aferir os momentos de forma dos ciclistas. A isto, acresce ser um verdadeiro carrossel, cheio de subidas e descidas desde a partida em Lousada até à meta na Senhora da Assunção.

Os 161,9 km de prova apresentam apenas duas contagens de montanha, mas o percurso é extremamente difícil, especialmente se atacado desde cedo. Ao quilómetro 100 chegar-se-á quarta categoria na Serra dos Campelos, guardando-se para a meta a decisão final. Antes do término, uma contagem de segunda categoria, os ciclistas percorrerão 6,4 km desde Santo Tirso, com pendentes médias de 3 e 4%. O último quilómetro pode fazer mais diferenças, uma vez que o sprint será alvo de uma forte guerra de colocação.

Nocentini diz que a subida se adapta a ele, percorrendo-a felizmente e por várias vezes durante o dia de descanso, onde a equipa aproveitou para reconhecer a chegada.

Vidal Fitas alerta: "A colocação no último quilómetro será muito importante. Podem existir diferenças de tempo devido ao final explosivo. A colocação antes da viragem é decisiva para quem queira ganhar a etapa". O italiano será a principal carta, até por que os 24 segundos de distância para a amarela precisam de bonificações que os possam encurtar. 'Noce' procurará emendar a fé no terceiro santuário da Volta a Portugal.

Foto César Santos

"O Alejandro não teve um bom dia, mas permanecemos em segundo"

Por Jornal Sporting
10 Ago, 2017

Vidal Fitas reconheceu que não esperava uma subida tão atacada, salientando que Nocentini passou a ser a principal arma do Sporting-Tavira para a Volta a Portugal

"Há dias que não são os melhores e o Alejandro não teve um bom dia", sintetiza Vidal Fitas a iniciar a conversa junto às equipas de reportagem do Jornal Sporting e da RTP. O director-desportivo antevia uma grande dificuldade na ascensão ao Alto Viso e as perspectivas confirmaram-se, especialmente para Marque, que chegou a 1.22 minutos de Rui Sousa, ficando em 10.º e bem distante da camisola amarela: "Na montanha de primeira categoria, a montanha foi bastante atacada. Houve um ataque de sete ciclistas, ele acabou por não conseguir acompanhá-los. A subida foi mais atacada do que se estava à espera, sendo lançada de forma tão dura e tão longe da meta. Existiram várias circunstâncias que fizeram com que os ciclistas chegassem depois a conta-gotas. É evidente que era bom que o Marque não perdesse o tempo que perdeu. Não está fora porque não se sabem as voltas que a corrida pode dar. Continua a ter um papel muito importante dentro da equipa, mas há que ser frontal e, numa situação destas, não pode haver dúvida [de quem é o chefe de fila]".

Quatro vezes vencedor da Volta a Portugal, estabelecendo o recorde de triunfos consecutivos enquanto director-desportivo, Vidal aponta Nocentini à geral e permanece confiante nas possibilidades do Sporting-Tavira: "O Rinaldo está bem. Ganhou um segundo. É pouco, mas é um segundo. Continuamos na luta pela Volta, o Nocentini está bastante bem e tudo é possível, mesmo que não o levem muito a sério". 

Pragmático. O director-desportivo nem quer ouvir falar do contra-relógio e foca que, mesmo precisando de bonificações, tem de esperar pelo melhor momento para se conseguirem diferenças importantes: "Há que esquecer o contra-relógio. Há chegadas a Santo Tirso, a Oliveira de Azeméis e à Guarda. São três etapas bastante duras, que vão fazer mais diferenças do que até aqui porque o cansaço acumula-se. As diferenças passarão de segundos a minutos. Hoje aconteceu e calhou-nos a um dos nossos. O contra-relógio é para ser pensado dia 14 à noite. Até lá muita batalha, há sítios onde podemos ganhar tempo. Se não conseguirmos, tencionamos não perder".

Frederico Figueiredo caiu mais duas vezes na sexta etapa, aumentando para cinco os acidentes durante a prova. Vidal prestou-lhe apoio, explicando a falta que o trepador fez à equipa na subida: "Estou mais preocupado com as quedas do Frederico Figueiredo do que com o trabalho que a minha equipa teve. Está maltratado, custa-me vê-lo assim. Não ter o Frederico foi um golpe. Não será confortável andar de bicicleta com tantos hematomas. Dificultou-lhe a subida, certamente".

Foto César Santos

Garantir que o Salto para o descanso decorra com bonificações

Por Jornal Sporting
10 Ago, 2017

Sexta etapa antecede a pausa na prova-rainha, mas volta a ter dificuldades que podem alimentar a chegada de um grupo restrito

Após o término no Santuário de Santa Luzia, a grande dificuldade do dia, os ciclistas da 79.ª edição da Volta a Portugal sabem que encontrarão um percurso mais montanhoso antes do dia de descanso. Com partida em Braga e chegada a Fafe, por onde passam duas vezes, o Sporting-Tavira sabe da importância de não permitir espaços até à meta, depois de 182,2 km. Primeiro há subida ao Bom Jesus, de terceira categoria, aligeirando até ao último terço de prova. Aí, subida ao Viso, a segunda montanha de primeira categoria.

Presume-se que um grupo se forme para o ataque à descida, imediatamente sucedida por nova ascensão, desta feita de segunda categoria, no conhecido troço de rally conhecido como Salto de Fafe ou Salto da Pedra Sentada. Sobram 19 quilómetros para a meta e mais uma pequena inclinação de quarta categoria, a apenas 4.000 metros da meta.

Vidal Fitas explicou-nos o que pode suceder: "É uma etapa complicada. Tem uma montanha dura, uma subida difícil num troço de sterrato e uma chegada a Fafe que não é fácil. Pode trazer diferenças de tempo. Temos de tentar tirar partido disso".

Rinaldo Nocentini é o mais rápido dos dois líderes do Sporting-Tavira e pode afirmar-se como candidato, um pouco à imagem do que era previsto para a quinta etapa. O italiano sabe da importância das bonificações, estando a 25' da liderança e com 11 segundos sobre Gustavo Veloso, por exemplo. Qualquer segundo pode ser relevante, mas o director-desportivo considera que a corrida pode bem ser mexida e originar cortes de tempo: "Depende sempre de como a etapa seja feita. Pode não chegar ao sprint, já que é uma tirada mais dura e selectiva. Se lá chegar o Nocentini, é mais rápido do que o Marque e tem mais hipóteses. Ainda assim, a selectividade da parte final pode originar um corte no grupo, por exemplo".

Antes do descanso o foco terá de estar a nível máximo e, se possível, preparado para resgatar mais alguns segundos para a classificação geral. O salto deve ser seguro e garantir que os objectivos permanecem intactos.

Foto César Santos

"Não muda nada do nosso pensamento"

Por Jornal Sporting
10 Ago, 2017

Vidal Fitas garante que o tempo recuperado por Veloso não alterará a estratégia da equipa

O director-desportivo do Sporting-Tavira, Vidal Fitas, não se exibiu demasiado preocupado com os 10 segundos ganhos por Gustavo Veloso depois da bonificação pela vitória no Santuário de Santa Luzia: "Não muda nada do nosso pensamento. A única coisa que retiramos da chegada de hoje é a aproximação do Gustavo Veloso. Queríamos acima de tudo não perder tempo e conseguimos chegar com as ambições intactas".

Nocentini queixou-se de um desvio de Alarcón, impedindo-o de sprintar. Fitas desvalorizou a situação e explicou como se procedeu a ascensão final: "Estive a falar com o Nocentini. Foi uma situação de corrida normal. Não dou importância.Chegou um grupo bastante numeroso. Não era uma subida com pendentes elevadas, a dificuldade maior era mesmo o paralelo. Aconteceram cortes pelo sprint porque os mais pesados têm essa vantagem neste tipo de chegada".

Alarcón lidera, Veloso aproximou-se, mas Vidal entende que também Amaro Antunes é um opção válida, realçando que o Sporting-Tavira deve estar atento a qualquer erro do adversário: "A perspectiva é a mesma. Vamos tentar continuar com esta tranquilidade. Há que esperar um erro. A W52-FC Porto tem três ciclistas bem colocados. Pode beneficiar mais uns do que outros, mas sabemos que são esses a ter condições para vencer. Jogam com várias cartas para depois a estrada fazer a diferença. A luta vai ser até ao fim, entre os seis candidatos [García de Mateos, o único que do top-6 que não de Sporting-Tavira e W52-FC Porto]".

Foto César Santos

Final turístico termina com nova oscilação

Por Jornal Sporting
09 Ago, 2017

Viana do Castelo recebe o final da quinta etapa prevista como hipótese para uma fuga bem-sucedida. Atenção às bonificações no segundo final em alto da prova

Quem olhe para o livro de prova e, depois de uma etapa na Senhora da Graça que reduziu a contenda da amarela a 10/15 ciclistas, cedo percebe que a quinta etapa em linha pode dar origem a uma fuga bem-sucedida. É bem provável que o pelotão aligeire e que permita a alguns dos bons atletas da corrida que ataquem para uma saborosa vitória de etapa: "É preciso contar como um dia em que se ganhe ou perca tempo. A partir daqui e com estas diferenças curtas, o ganhar ou perder tempo é importante. É fundamental discutir a etapa para evitar perder tempo, mas, sinceramente, aposto numa fuga. Deixou-se muita força na estrada nos últimos dias. Há meia Volta a Portugal para percorrer, há muito tempo e dureza. Acredito que o grupo do camisola amarela queira descansar e pode permitir algumas saídas por já haver gente com muito tempo perdido. Quem deixou de contar para a geral, irá redefinir objectivos e entrar em grupos", vaticina Vidal Fitas.

Boticas abre o cenário e até Viana do Castelo existem três contagens de montanha, uma de segunda e duas de terceira, a última das quais no Santuário de Santa Luzia, a segunda etapa com final em alto. O director-desportivo destacou o início complicado e a dificuldade do piso rumo à meta como principais perigos para os 179,6 km de prova: "Há poucas diferenças de tempo e não existirão mais etapas fáceis. Os primeiros 40 quilómetros são duros [onde existe uma contagem de 3.ª categoria] e depois a chegada faz-se no Alto de Santa Luzia [Viana do Castelo]. Não é uma subida muito extensa, mas o piso, em pavê, pode ser um obstáculo. Não há grandes rampas, as percentagens de inclinação andam à volta dos 4/5. O empedrado pode ser a principal barreira".

Rinaldo Nocentini subiu ao segundo posto e garante poder evoluir a condição até Viseu, a 15 de Agosto. Antes, triunfar é propósito, especialmente por ser abrilhantado por bonificações, eventualmente decisivas para a amarela: "Esta é uma etapa que pode adequar-se a mim. Queres sempre vencer. Além disso, se triunfas ganhas 10 segundos de bonificação. É muito importante para a geral. A Senhora da Graça foi a primeira chegada em alto, um bom teste para o que há-de vir. Sei que estarei melhor e posso tentar ganhar esta Volta".

Foto César Santos

"Continuamos com as aspirações intactas"

Por Jornal Sporting
08 Ago, 2017

Vidal Fitas considerou que a chegada à Senhora da Graça foi um dia positivo e que solidifica a candidatura do Sporting-Tavira à amarela

Vidal Fitas elogiou o desempenho de Marque e Nocentini, garantindo que apesar da inversão de lugares entre ambos, o Sporting-Tavira saiu vivo da Senhora da Graça, ainda com segundo e quarto lugar na geral individual: “Havia dito que era um dia em que se poderia começar a perder a Volta. Foi um dia muito positivo. Continuamos com as aspirações intactas. O Nocentini subiu a segundo, o Marque continua a uma distância razoável do primeiro lugar”. 

O director-desportivo do Sporting-Tavira realçou que ambos os atletas mantêm a condição de liderança com que iniciaram a Volta: “Estamos na luta. Pensávamos que iam estar na discussão da Volta e fico satisfeito por ver que estão bem e a cumprir esse propósito”.

Alejandro Marque desceu ao quarto posto da geral individual, mas esclareceu que a estratégia passava por seguir na roda de Gustavo Veloso: “A Senhora da Graça é sempre uma chegada difícil. A minha opção foi de seguir a roda do Gustavo Veloso e consegui terminar com o mesmo tempo do que ele e manter a vantagem”.

Para o espanhol, as expectativas para uma possível segunda vitória na Volta a Portugal mantêm-se intactas: “Continuamos muito bem. O tempo perdido não é decisivo”.

 

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