Your browser is out-of-date!

Update your browser to view this website correctly. Update my browser now

×

Taxonomy term

Português, Portugal

"É uma grande honra estar presente nesta prova"

Por Sporting CP
26 Jan, 2019

Declarações de Vidal Fitas à partida para a Argentina

O Sporting CP/Tavira já viajou para a Argentina, onde vai disputar a Vuelta a San Juan (27 de Janeiro - 3 de Fevereiro) para abrir a temporada. Vidal Fitas, director desportivo da equipa, falou com o Jornal Sporting e com a Sporting TV no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, sobre o que é esperado da prova.

"Esta é a primeira prova do ano. Acaba sempre por ser uma incógnita o que se poderá passar. Delineámos como estratégia que esta prova fosse para ganhar ritmo competitivo. É esse o primeiro objectivo porque sabemos a condição física em que estamos, mas não sabemos como estão os nossos adversários. Podem estar muito melhor que nós, iguais ou piores. No entanto, se chegarmos à conclusão que a nossa condição é suficiente para lutarmos por vitórias, é evidente que não abdicaremos disso", garantiu Vidal Fitas 

Sobre a Vuelta a San Juan, o dirigente explicou que foi, "durante muitos anos, a melhor competição da América Latina". "Têm aparecido outras que também têm um bom nível. Estão presentes seis ou sete equipas do World Tour e grandes nomes do ciclismo mundial. É uma grande honra estar presente nesta prova, não é fácil entrar. Mais uma vez, começamos a época num continente diferente, num ambiente diferente. Vai estar bastante calor e também é isso que pretendemos para nos trazer benefícios", referiu.

A competição na América do Sul vai servir também para preparar a Volta ao Algarve, evento que vai decorrer em Fevereiro. "Se quisermos ter uma boa prestação na Volta ao Algarve, temos de ter alguns dias de competição. Nesta altura do ano, é diferente chegar com oito ou dez dias de competição do que chegar com nenhum", admitiu Vidal Fitas.

Foto José Cruz

Sporting CP/Tavira vence contrarrelógio colectivo no GP Abimota

Por Jornal Sporting
13 Jun, 2018

Mario González é o primeiro camisola amarela da competição

Começou da melhor forma a participação verde e branca na 39.ª edição do GP Abimota. A correr em “casa”, no Campo Grande, o Sporting CP/Tavira foi a equipa mais rápida no contrarrelógio colectivo da primeira etapa (5,5 quilómetros), levando o espanhol Mario González à camisola amarela. Os leões foram o nono conjunto a arrancar e concluíram o trajecto em 6,29 minutos, com menos cinco segundos do que a Efapel (6,34) e com menos nove do que a Liberty Seguros/Carglass (6,38).



No final, Vidal Fitas analisou o desempenho do Sporting CP/Tavira e lembrou a vitória no GP Jornal de Notícias. “Foi importante eles conseguirem voltar a ganhar um contrarrelógio por equipas. Já o tínhamos feito no GP Jornal de Notícias e isso significa que não foi obra do acaso. Há um trabalho e há a qualidade dos atletas, que se tem vindo a afirmar”, destacou.

O director desportivo da turma leonina mostrou-se orgulhoso com a evolução e com os resultados da equipa. “É importante para o projecto, que está no terceiro ano. Os dois primeiros anos foram para formar um grupo, formar um conjunto capaz de obter resultados como estes que estamos a ter. Estamos satisfeitíssimos com aquilo que se está a conseguir”, garantiu.

Em relação às hipóteses de vencer a classificação geral, Vidal Fitas não escondeu as limitações mas assegurou que a equipa vai lutar com as armas que tem. “Estamos aqui com seis atletas. Em relação às outras equipas estamos em défice, porque têm oito atletas. É um handicap em termos de vitória final. De qualquer forma, sendo líderes não vamos abdicar de ter esse objectivo. Teremos de arranjar a estratégia mais adequada para o alcançar”, explicou.



Além do camisola amarela, o director desportivo do Sporting/Tavira disse que existem outras opções para atacar a classificação geral. “Dentro do grupo que aqui está, o Mario González pode perfeitamente lutar pela vitória na corrida. Era importante o grupo chegar junto e ter todo o mesmo tempo. Ao termos só seis ciclistas, acabamos por ter mais opções, em termos estratégicos, para aquilo que falta de corrida”, concluiu.

A etapa de amanhã, com 157,2 quilómetros, terá início em Coruche e vai terminar em Proença-a-Nova.

Kwiatkowski vence etapa e Volta ao Algarve

Por Jornal Sporting
18 Fev, 2018

Ciclista da Team Sky juntou a vitória do Alto do Malhão à da Fóia e ultrapassou o colega de equipa Geraint Thomas. Marque foi o melhor leão

Terminou neste domingo a Volta ao Algarve e com muita emoção e incerteza até ao fim: à partida, em Faro, Geraint Thomas (Team Sky) era o líder da corrida, mas após os 173,5 quilómetros que o pelotão percorreu nesta 5.ª etapa que teve o seu fim no Alto do Malhão, o polaco Michal Kwiatkowski, também da equipa inglesa, ultrapassou-o após ganhar a etapa - a sua segunda nesta competição, após triunfo na Fóia. Em segundo neste último dia ficou Rúben Guerreiro, português da Trek - Segafredo, e em terceiro o belga Serge Pauwels, da Team Dimension Data.

No que à equipa leonina diz respeito, nota para Nicola Toffali, italiano que integrou a fuga a partir da qual Kwiatkowski acabou por vencer. O primeiro leão a chegar à meta foi Alejandro Marque, em 44.º, ele que também acabou por ser o melhor classificado na geral, terminando a Volta ao Algarve no 30.º lugar. Foi o segundo melhor entre os corredores das equipas nacionais, apenas atrás da Vicente Rubio, da Aviludo - Louletano, que ficou no 17.º lugar.

Avaliação positiva e... "água na boca"

No final desta 5.ª etapa e terminada a Volta ao Algarve, é altura de realizar balanços. Vidal Fitas, director desportivo do Sporting CP/Tavira, fê-lo e demonstrou-se satisfeito com o trabalho apresentado pelos seus pupilos. "Face às condições, foi uma competição positiva. Há bastante gente em boa forma, como o Marque, o Grigorev, o próprio Toffali. O Jóni está a trabalhar bem... é uma altura do ano em que queríamos saber a condição em que estava, e está bastante razoável. Excelentes contra-relógios, etapas de montanha com algum nível já, por isso fico satisfeito. O que nos faltou, e onde tínhamos recaídas as esperanças para os 10 primeiros, foi o Nocentini", avaliou Vidal Fitas, lançando desde já as próximas provas.

"Olhando para as características da corrida e para a prestação que tivemos no contra-relógio, isso deixa-nos com água na boca. Não vale a pena estar a escondê-lo: abres-nos expectativas, apesar de ainda faltar um mês. Esperamos que as mazelas desapareçam para que nos possamos apresentar na máxima força", finalizou o líder da equipa verde e branca.

Confira a classificação da 5.ª etapa:

1.º KWIATKOWSKI, Michal TEAM SKY, 04:18:02
2.º GUERREIRO, Rúben TREK – SEGAFREDO, a 04
3.º PAUWELS, Serge TEAM DIMENSION DATA, a 08
(…)
44.º MARQUE, Alejandro M. SPORTING – TAVIRA, a 02:35
61.º GRIGOREV, Aleksandr SPORTING – TAVIRA, a 03:15
63.º BRANDAO, Jóni SPORTING – TAVIRA, a 03:28
92.º LIVRAMENTO, David SPORTING – TAVIRA, a 06:36
111.º GONZALEZ, Mario SPORTING – TAVIRA, a 09:24
128.º TOFFALI, Nicola SPORTING – TAVIRA, a 14:08

Confira a classificação final da Volta ao Algarve:

1.º KWIATKOWSKI, Michal TEAM SKY, 18:54:11
2.º THOMAS, Geraint TEAM SKY, a 01:31
3.º VAN GARDEREN, Tejay BMC RACING TEAM, a 02:16 
(…)
30.º MARQUE, Alejandro M. SPORTING – TAVIRA, a 05:02
49.º BRANDAO, Jóni SPORTING – TAVIRA, a 08:13 
59.º GRIGOREV, Aleksandr SPORTING – TAVIRA, a 10:53 
86.º GONZALEZ, Mario SPORTING – TAVIRA, a 17:41
123.º LIVRAMENTO, David SPORTING – TAVIRA, a 32:27
128.º TOFFALI, Nicola SPORTING – TAVIRA, a 33:26 

Foto César Santos

“Conseguimos ser uns dos protagonistas”

Por Jornal Sporting
17 Fev, 2018

Vidal Fitas frisou o mérito de Aleksandr Grigorev ao colocar-se na fuga que quase alcançou o sucesso

Foi Dylan Groenewegen quem venceu, neste sábado, a 4.ª etapa da Volta ao Algarve, mas Vidal Fitas, director desportivo do Sporting CP/Tavira, não deixou de se sentir satisfeito com a sua equipa, especialmente com Aleksandr Grigorev, ciclista que integrou a fuga do dia e que foi apanhado a escassos quilómetros da meta.

“Conseguimos ser uns dos protagonistas do dia. As coisas passaram-se mais ou menos como pensámos que se iam passar. Sabíamos que ia acontecer uma fuga e tentámos que estivéssemos alguém lá. Muitas vezes sabemos que estão condenadas, mas às vezes dão. Esta só a três quilómetros da meta é que foi alcançada”, referiu o director desportivo, manifestando-se satisfeito.

Com a última etapa a decorrer no dia de amanhã, domingo, e com chegada ao Alto do Malhão, o líder verde e branco perspectivou o derradeiro dia, desvendando parte da estratégia leonina. “No mínimo vamos tentar manter o Marque onde está. Se o conseguir, será um resultado bom. Temos de ver se o Jóni evoluiu nestes dias e tentar estar atentos aos grupos que se vão formar, uma vez que a gestão da corrida pode determinar que uma fuga dispute a etapa. Podem ser os favoritos, mas face à classificação geral, não vejo ninguém a querer mexer na corrida de forma a beliscar a Sky”, analisou. 

Foto César Santos

"Pretendíamos ter um ciclista na fuga"

Por Jornal Sporting
14 Fev, 2018

Vidal Fitas comentou a etapa inicial da Volta ao Algarve, onde David Livramento passou o dia em fuga

Decorreu nesta quarta-feira a primeira etapa da 44.ª Volta ao Algarve, que foi ganha por Dylan Groenewegen, sprinter holandês da Team Lotto NL-Jumbo. No final da corrida, Vidal Fitas, director desportivo do Sporting CP/Tavira, analisou a estreia da competição, realizando um balanço positivo do dia em que um dos seus pupilos, David Livramento, esteve em destaque ao integrar a fuga da etapa. 

"Pretendíamos ter um ciclista na fuga que se formasse no início e isso foi conseguido. Depois, queríamos, sem sobressaltos, chegar com os ciclistas que teoricamente vão lutar pela classificação geral, e isso em parte também foi, visto que houve uma queda, mas nada de especial", analisou.

O líder leonino comentou ainda a aventura de David Livramento, que regressou de uma longa paragem de 11 meses. "É importante ele começar a ter protagonismo para os níveis de confiança aumentarem. Por vezes as lesões abalam um pouco essa confiança e foi importante nesse sentido porque é um ciclista útil, que nos faz falta", concretizou.

 

Foto César Santos

"Sucesso da época depende da programação que se faz"

Por Jornal Sporting
07 Dez, 2017

Vidal Fitas realça relevo do estágio de cinco dias em Albufeira e a competição no Gabão antes da Volta ao Algarve

Em mais uma pré-temporada, Vidal Fitas, director-desportivo do Sporting-Tavira, ressalva o planeamento como factor "decisivo" para uma época de sucesso: "Faço um balanço positivo destes dias e o sucesso da época depende da programação que se faz nesta altura. Há vários factores que são importantes, nomeadamente, o planeamento de corrida. É decisivo para aquilo que será o ano da equipa. A partir daqui, há muitas variáveis e coisas que não controlamos, mas com esta fase feita correrá melhor".

Depois de alguns treinos, análises várias e exames clínicos, nomeadamente, o teste de VO2, os ciclistas conheceram o programa de corridas. A grande novidade é a presença em África, competindo sete dias no Gabão para adquirir níveis competitivos rumo à Volta ao Algarve.

"Não é fácil entrar em provas internacionais em Janeiro. O nosso objectivo é a preparação para a Volta ao Algarve e para a Volta ao Alentejo. É diferente chegar com sete dias de corrida do que chegarmos sem competição. Vamos apanhar as equipas de World Tour. Principalmente as que vêm com objectivo de ganhar, trazem vários dias de competição. Isso faz diferença e queríamos tentar um bom início de temporada", explica, antecipando a vontade de lutar por uma classificação na 'Algarvia', até por já ter reconhecido o percurso de contra-relógio no primeiro treino colectivo da época, na terça-feira: "A ideia passa por tentar uma boa prestação. Quisemos analisar o tipo de andamento que vamos utilizar. É diferente chegarmos sabendo o percurso que temos, do que no próprio dia irmos verificar. Em treino é diferente saber o perfil, que tipo de esforço é que fazem. Há tempo para o preparar convenientemente", finaliza.

 

Foto César Santos

Análises e treinos continuam

Por Jornal Sporting
06 Dez, 2017

Vidal Fitas detalhou as características dos reforços

A equipa de ciclismo do Sporting-Tavira partiu para a estrada esta quarta-feira para o segundo treino colectivo da época. Sempre em pelotão, a sessão teve a duração de três horas, a média intensidade, passando por São Bartolomeu de Messines, Boliqueime, com partida e chegada ao 'quartel-general' de Albufeira, depois de perto de 80 km de treino.

Bem cedo, pelas 8h00, e já no dia anterior, os ciclistas submeteram-se às habituais análises clínicas e aos electrocardiogramas, procedimentos previstos na lei para atletas de alta competição. 

Vidal Fitas, director desportivo, analisou as três caras novas. 

Sobre Alvaro Trueba, ex-Efapel: "Conheço o Trueba da Efapel. Notabilizou-se por ser um ciclista de equipa. Defende-se bem na montanha, no contra-relógio…Poderá ser importante nas voltas por etapas. Não me parece muito explosivo. Mas tem características interessantes".

Sobre Nicola Toffali, ex-0711 cycling: "O italiano é um ciclista com um palmarés bastante importante em Itália. 2017 foi o segundo ano como profissional e teve prestações de bom nível em provas importantes. Notabilizou-se na chegada em pequenos grupos. Mesmo sem vitórias, conseguiu vários pódios em corridas nas quais só os grandes ciclistas conseguem. Isso é sinónimo de qualidade. No nosso pelotão, pode fazer diferenças".

Sobre Aleksandr Grigoryev, ex-Mutua Levante: "O Gregoryev vem do ciclismo de pista, esteve em juniores e em sub-23. Há dois anos dedicou-se à estrada e em 2017 foi o quarto ciclista no ranking espanhol de elites sub-23, com sete vitórias nas mais importantes corridas de elites sub-23 em Espanha. Na média montanha, as referências que temos são boas. Teremos de ver se todo aquele potencial que mostrou enquanto amador, se verifica ou não".

Foto César Santos

"Lutar pela vitória é algo diferente. E nós fizemos!"

Por Jornal Sporting
15 Ago, 2017

Vidal Fitas destaca a evolução do projecto e considera satisfatória a participação do Sporting-Tavira atendendo às condicionantes

Vidal Fitas valorizou o comportamento da equipa e encontra motivos para sorrir no final da Volta a Portugal, em muito acrescidos pelo crescimento de jovens ciclistas durante a prova: "O facto de termos andado condicionados na Volta tirou-nos força. Poderíamos não ter ganho, mas estaríamos mais fortes e a corrida seria mais discutida. Demos um salto competitivo em relação ao ano passado. Temos vindo a evoluir e conseguimos chegar aqui para discutir a Volta. Há atletas que têm de evoluir em termos de mentalidade e foi bom porque aqui aprenderam. Perder ou ganhar nunca sabes se consegues. Lutar pela vitória é algo diferente. E nós lutámos. Não fizemos mais porque não conseguimos. Já conseguimos andar pelos primeiros lugares e assumir a corrida. Os que cá estiveram deram boa conta de si, têm mais do que pensam. Faz diferença ter uma equipa de jovens. Estivemos muito perto de ganhar etapas, levamos o quarto e o quinto, logo só posso estar satisfeito. Fizemos frente à equipa que tem dominado nos últimos anos. O que fizemos não envergonha ninguém".

O director-desportivo não se mostrou desagradado com o contra-relógio de Nocentini e não encarou surpreendente o 'crono' de García de Mateos, que lhe manteve o terceiro posto: "As coisas poderiam cair para qualquer lado. O contra-relógio poderia ser uma lotaria. É uma questão de recuperação. Ninguém se poupou na Torre, é um dia complicado e o Nocentini e o Marque estiveram bem. Só que o De Mateos também esteve. Se virmos a luta entre os primeiros quatro, as diferenças no contra-relógio foram muito curtas".

Vidal Fitas afirma que a marcação da W52-FC Porto durante a contenda foi um sinal de respeito, vincando que em 2018 a missão é voltar a discutir a camisola amarela: "É um sinal de crescimento, de respeito. Os ataques direccionaram-se a nós e respondemos da maneira que era possível responder. Nem sempre foi possível reagir de forma a complicar a nossa vida ao adversário. Contudo, este ano ultrapassámos outras equipas e isso é um bom sinal. Espero estar cá em 2018 sem contrariedades para lutar com as equipas que sejam candidatas".

 

Foto César Santos

"Dissemos adeus à vitória da Volta, mas de pé"

Por Jornal Sporting
14 Ago, 2017

Vidal Fitas realçou o esforço hercúleo dos ciclistas verdes e brancos, reconhecendo que o movimento de Alarcón na Torre foi demasiado forte

O director-desportivo do Sporting-Tavira concordou com o facto de a Volta a Portugal ter a vitória entre dois ciclistas da W52-FC Porto, reconhecendo que a exibição dos azuis e brancos foi imparável para as hostes leoninas: "O movimento do Raúl Alarcón [ataque na Torre] foi muito forte para toda a gente. Nem o Nocentini nem ninguém o conseguiu seguir. Pensámos que a melhor estratégia era tentar anular o intento com uma perseguição. Contávamos ganhar tempo, mas tanto Alarcón como Antunes mostraram-se muito fortes. Dissemos adeus à vitória pela Volta, mas de pé. Os atletas fizeram o que lhes foi pedido e o que as forças deixaram, portanto tenho de estar satisfeito. A condição deles era bastante boa, mas apanhámos dois adversários que fizeram o que fizeram. Há que dar os parabéns".

Vidal Fitas não quis entrar em polémicas sobre a falta de ajuda na perseguição e apontou ao contra-relógio e à subida ao pódio: "Não vou estar a criticar. Cada um faz o que tem a fazer. Há um lugar no pódio a conquistar. Temos de lutar por ele e não envergonha ninguém".

Foto César Santos

"A correr como correram hoje, poderiam estar no World Tour"

Por Jornal Sporting
14 Ago, 2017

Nocentini lamenta estar fora da corrida, mas garante que nada mais havia a ser feito. O terceiro posto passou a ser a meta

Rinaldo Nocentini reconheceu que a corrida pela Volta a Portugal está terminada, depois de um dia em que classifica a W52-FC Porto como estando acima das restantes: "Podíamos tentar seguir com o Alarcón. Contudo, pensávamos que poderíamos retirar um pouco de tempo. Hoje foram mais fortes.Os dois da frente estiveram de outro nível. A correr como eles correram hoje, poderiam estar no World Tour. Trabalhámos muito na perseguição, mas por mais que trabalhássemos mais tempo perderíamos". 

'Noce' lamentou a forma como Efapel e RP Boavista abdicaram de contribuir para a perseguição ao duo azul e branco: "Não entendi a forma de correr de equipas como a RP Boavista, que tinha três ciclistas no nosso grupo, ou a Efapel. Não sei se o objectivo deles passa por ficar em nono ou em décimo quando estão em grande forma, mas não percebo porque não trabalharam".

O transalpino é agora quarto classificado, mas garante que o foco está em terminar no pódio, a apenas oito segundos de De Mateos, do Louletano-Hospital de Loulé: "Vamos tentar chegar ao pódio. Para mim é um grande resultado. Tenho 40 anos, é a segunda Volta a Portugal que faço. Espero conseguir o terceiro lugar. Quero agradecer à equipa e vamos tentar o melhor possível".

Nocentini vincou o agradecimento à equipa, especialmente ao desempenho de um "super Marque" na perseguição.

Páginas

Subscreva RSS - Vidal Fitas