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Foto Mário Vasa

"Não deixaram o jogo correr"

Por Jornal Sporting
12 Nov, 2017

Nuno Dias congratulou o plantel pela atitude e intensidade ao longo de todo o jogo frente ao U. Pinheirense

O score de 8-1 ao U. Pinheirense não deixa grandes dúvidas sobre a superioridade leonina. Para Nuno Dias, o segredo esteve na seriedade com que a equipa abordou os 40 minutos de jogo: "O resultado espelha o que aconteceu. Entrámos bem, de uma forma séria. Os jogadores não deixaram o jogo correr. Foram empenhados na forma como geriram o jogo, as oportunidades e a posse de bola. Acho que dominámos. O Pinheirense tentou minimizar o estrago jogando com o guarda-redes avançado, situação em que até conseguiram o golo, mas o resultado não deixa dúvidas da nossa superioridade".

O técnico leonino reforçou a parabenização ao plantel, dizendo até que parecia que o Sporting CP nem estava a vencer: "Mesmo com o avolumar nunca relaxaram e tiveram a atitude correcta. Tivemos uma postura a ganhar por alguns golos semelhante à que temos quando estamos empatados ou a perder. É de valorizar a seriedade dos nossos jogadores, sendo bom para o espectáculo. Uma palavra para o Pinheirense por tentar contrariar com as armas que tem".

Edgar Varela corroborou a opinião do treinador, valorizando a eficácia da primeira parte: "Foi um jogo complicado. O U. Pinheirense é uma boa equipa e dificultou-nos a vida. Conseguimos anular o 5x4 numa segunda parte mais complicada. Na primeira, marcámos em quase todas as oportunidades".

Foto Mário Vasa

Sporting CP regressa às goleadas

Por Jornal Sporting
12 Nov, 2017

Futsal mantém registo invencível com o triunfo esclarecedor de 8-1 sobre o Unidos Pinheirense

A equipa de futsal sénior do Sporting CP permanece invicta e com registo 100% vitorioso na Liga Sport Zone ao derrotar fora o Unidos Pinheirense por 8-1. Depois de quatro triunfos mais apertados (diferença de dois golos em Belém e na Quinta dos Lombos e de três no reduto do Modicus e em casa frente ao Burinhosa), a verdade é que os leões voltaram a uma maior eficácia para vencer na jornada 10 um adversário que era oitavo, ou seja, dentro do play-off que apura o campeão nacional da modalidade.

Gonçalo Portugal alinhou na baliza, Japa, Deo, Diogo e Fortino preencheram o restante cinco inicial e não tardou a que os leões não só inaugurassem o marcador como cavassem diferenças assinaláveis no resultado.

Aos dois minutos, Diogo abria o activo e, dois minutos volvidos, com a primeira rotação de quadra feita, João Matos ampliava para 2-0. Aos sete, Cavinato atirou a contar para o terceiro, sendo que, em 10 minutos verdadeiramente alucinantes, Fortino chegou ao quarto aos 9', na conversão exemplar de uma grande penalidade. O pivô italiano não havia terminado e, aos 15', fez o 5-0, uma diferença que se via já irrecuperável para a turma de Valbom, Gondomar.

Ainda antes do intervalo, Merlim também quis figurar nos marcadores, tirando partido da sua genialidade. Gonçalo Portugal repôs a bola em jogo e o ala brasileiro não foi de modas e disparou de baliza a baliza. Que golo!

No segundo parcial, o Pinheirense, por intermédio de Freddy, reduziu para 6-1 aos 25', ficando a cargo dos Varela os últimos dois golos da partida. Primeiro, Pany aos 34', depois Edgar, aos 37', fechando o 17.º jogo oficial sempre a ganhar, e reforçando a liderança provisória para nove pontos, com dois jogos a mais do que o Benfica, segundo classificado.

Destaque também para a chamada do júnior Bernardo Paçó para a viagem até Gondomar, guarda-redes de 18 anos no Sporting CP desde os infantis. Antes da Ronda de Elite da UEFA Futsal Cup, resta o embate em casa ante o Fabril do Barreiro.

Foto José Cruz

"É nestes jogos que corremos o risco de facilitarmos"

Por Jornal Sporting
11 Nov, 2017

Nuno Cristóvão admite que cinco pontos sobre o Sp. Braga são uma boa vantagem, mas quer foco máximo até em jogos aparentemente mais acessíveis

Nuno Cristóvão provou ao longo da carreira a sapiência para vencer a principal divisão feminina. Depois de o conseguir em 2017 pelo Sporting CP, reforça a ideia de que a equipa tem de preservar a intensidade e a concentração habituais: "Só com uma atitude correcta é que conseguimos manter o avanço que já temos. Só respeitando os adversários demonstramos o que temos conseguido, ser melhores do que as outras equipas. É nestes jogos que corremos o risco de facilitarmos e de termos dissabores, como o do ano passado em Albergaria [empate]. Independentemente da classificação e das equipas adversárias, temos sempre de respeitar o facto de estarmos a representar o Sporting CP".

Para o técnico leonino o empate do Sp. Braga diante do Vilaverdense não foi surpreendente, elogiando os processos da equipa de Vila Verde, sem deixar de reconhecer que cinco pontos de avanço para a segunda melhor equipa nacional é uma situação positiva: "Há muitos jogos pela frente. Agora, reconheço que é uma vantagem muito importante. Tinha dito que quem vencesse o jogo sairia na frente com um avanço importante. Só foram decorridas seis jornadas, faltam mais de dois terços do Campeonato Nacional. Estar a embandeirar em arco é dar tiros nos pés. O futebol é feito de surpresas. As pessoas perceberão agora que a vitória pela margem mínima ante o Vilaverdense tinha que ver com as dificuldades causadas pela equipa. Da mesma forma que o Sp. Braga perdeu em Vila Verde, também podemos perder com outra equipa. Nem sempre o facto de as equipas serem efectivamente superiores, conseguem prová-lo em campo. A motivação está sempre no máximo para os nossos adversários. Todos querem ganhar ao Sporting CP, tal como querem ganhar ao Sp. Braga. É natural que se transcendam nesses jogos".

Sobre o Cadima, recém-promovido e adversário de domingo em Alcochete, pelas 15h00, pensa-se que se usará uma estratégia comum: "Temos apanhado equipas que jogam muito fechadas, com todos os meios para adiar o primeiro golo do Sporting CP. Tivemos muita dificuldade para marcar ao Boavista e ao Vilaverdense. Não tivemos essa dificuldade para marcar ao Ferreirense e a estratégia deles ruiu naquele momento. As equipas estão mais organizadas porque treinam melhor agora do que há alguns anos. No entanto, com a nossa qualidade temos de provar a nossa superioridade no relvado", reforçou em fecho de antevisão ao Jornal Sporting.

Foto José Cruz

"Não podemos tomar nenhum jogo como ganho"

Por Jornal Sporting
10 Nov, 2017

Inês Pereira não quer que a equipa considere a vantagem sobre o Sp. Braga como uma almofada demasiado confortável

O futebol feminino do Sporting CP soma seis vitórias em seis jogos e com vantagem de cinco pontos sobre o Sp. Braga, mas nem por isso dá os jogos do Campeonato Nacional como adquiridos: "O principal desafio é a vitória. Não podemos tomar nenhum jogo como ganho antes do apito inicial. Só no apito final é que podemos celebrar. O Cadima subiu à Liga Allianz. Tem o seu mérito, de certeza que irão jogar fechados e à espera do nosso erro. Temos de o contrariar. Cinco pontos são, de facto, uma vantagem confortável. Dependemos apenas de nós e queremos ganhar todos os jogos".

A guardiã leonina, habitualmente suplente de Patrícia Morais, mas campeã nacional sénior e júnior em 2017, salienta a importância de as leoas chegarem rapidamente ao golo: "Sem dúvida que o primeiro golo é sempre decisivo. No último jogo conseguimos marcar bastante cedo. A equipa trabalhará para isso. Teremos atitude e compromisso para o alcançarmos, de forma a conseguir a glória dos três pontos".

Questionada sobre a acção na baliza perante pouco trabalho, Inês vinca a preparação e a concentração: "Cada uma de nós tem uma perspectiva diferente. Preparo-me como se fosse um jogo contra o Sp. Braga, Estoril ou Vilaverdense. Seja quem for. Teoricamente, não teremos tanto trabalho, mas num minuto podemos ter a acção do jogo ou de ter de resolver uma jogada. Queremos continuar sem sofrer golos", conclui.

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