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Foto César Santos

Bicampeões dão demonstração de força no Dragão

Por Jornal Sporting
26 Set, 2018

Turma de Hugo Canela voltou a vencer no pavilhão do rival

Está a ser uma semana de sonho para o andebol leonino. Depois da vitória épica na Rússia, o Sporting CP voltou a jogar para o campeonato nacional e foi ao Dragão Caixa derrotar o FC Porto por 28-31, mantendo-se com um registo imaculado.

Os bicampeões nacionais nem começaram bem, demorando mais de sete minutos para marcar o primeiro golo (Tiago Rocha, após assistência de Ruesga) e permitindo que os azuis e brancos chegassem a uma vantagem de 5-1. No entanto, o time-out pedido por Hugo Canela trouxe o efeito esperado, tanto na defesa – mais agressividade e menos golos sofridos – como no ataque – com outra eficácia, os leões colocaram-se na frente por 7-6. O mau arranque tinha ficado para trás e, nesta altura, o equilíbrio era a nota dominante no clássico. Carlos Ruesga assumia-se como o cérebro do ataque verde e branco, demonstrando também muita pontaria na finalização. Ao intervalo, o espanhol era o melhor marcador do Sporting CP, com quatro golos, tendo um peso significativo no 14-13 favorável aos bicampeões nacionais.

O início da segunda metade mostrou que a equipa leonina não iria ter contemplações para com o adversário - em pouco tempo, o FC Porto ficou com quatro golos de atraso (15-19). Daí em diante, o conjunto de Hugo Canela manteve a concentração nas duas áreas e não permitiu que os dragões se colassem no marcador. A desvantagem obrigava a turma da casa a correr riscos ofensivamente, possibilitando saídas rápidas ao Sporting CP. Carlos Ruesga seria mesmo o melhor marcador verde e branco, com seis golos, seguido pela dupla cubana (Pedro Valdés e Frankis Carol, ambos com cinco tentos). Depois de muito tempo sem conseguir ganhar no Dragão Caixa, as vitórias tornaram-se um hábito. 

Foto José Cruz

“Resultado mais justo seria o empate”

Por Jornal Sporting
24 Set, 2018

Técnico leonino garante que a equipa merecia sair do Minho com pontos

José Peseiro não estava convencido no final do jogo em Braga e explicou porque acredita que o desfecho acabou por ser castigador para os leões. “Foi muito equilibrado, tanto em domínio como em oportunidades, em posse de bola, em construção de situações. Foi mais feliz o Braga. Ou mais competente, porque fez o golo. Na nossa opinião, o resultado mais justo seria o empate”, afirmou.

Segundo o treinador verde e branco, houve momentos de superioridade para cada uma das equipas. “A primeira parte não foi tão bem conseguida como a segunda, com algumas perdas de bola que possibilitaram algumas situações de desequilíbrio ao Braga. Na segunda parte estivemos melhor, começando bem e pressionando. O Braga foi melhor na primeira parte, nós fomos melhores na segunda parte”, assumiu.

Para José Peseiro, a principal diferença entre as equipas esteve relacionada com a finalização. “Foi mais eficaz, dou os parabéns ao Braga, mas também à minha equipa. Mesmo sofrendo o golo naquela altura, reagimos bem e podíamos ter empatado. É uma derrota que nos custa, estamos tristes e queríamos vencer aqui”, esclareceu.

Apesar da derrota, o timoneiro leonino garantiu que o futuro próximo do Sporting CP não será afectado. “Nunca é bom perder. Aceitávamos plenamente o empate, era o resultado justo, mas nada vai perturbar o nosso trabalho. Sabemos em que nível estamos, sabemos o que temos de fazer para melhorar a equipa. Acreditamos naquilo que estamos a fazer. Esta derrota penaliza, mas não vai influenciar o nosso caminho nem a nossa qualidade individual e colectiva”, concluiu. 

Foto José Cruz

Factor eficácia desequilibrou a balança

Por Jornal Sporting
24 Set, 2018

Jogo podia ter caído para qualquer uma das equipas, mas os minhotos foram os únicos a marcar

À quinta jornada, o Sporting CP teve o primeiro desaire no campeonato. Num duelo equilibrado do início ao fim, o golo solitário de Dyego Sousa, já na segunda parte, fez a diferença e deixou os pontos em casa.



Em igualdade pontual, ambas as equipas abordaram a partida com alguma cautela e privilegiaram a organização defensiva na primeira metade, criando poucas ocasiões junto das duas balizas - Nani foi quem esteve mais perto do golo, cabeceando para uma intervenção apertada de Tiago Sá. Dividindo a iniciativa, os dois conjuntos procuravam ganhar profundidade no terreno. Do lado do Sporting CP, Bruno Fernandes era a referência no corredor central e tentava lançar Raphinha na direita, sendo que o brasileiro também foi várias vezes solicitado através de passes longos. A turma de Abel planeava descobrir Ricardo Horta nas costas de Ristovski (várias tentativas sem sucesso), mas a principal ameaça para a defesa leonina foi sempre Dyego Sousa, que oferecia apoios constantes - além de se impor no jogo aéreo. Num dos melhores lances do Braga, o brasileiro chegou ligeiramente atrasado a um cruzamento de Ricardo Esgaio.



A segunda parte não trouxe alterações significativas no guião do encontro, mas o Sporting CP pressionou ligeiramente mais alto e obrigou o adversário a cometer erros. Na defesa, Coates e André Pinto disputavam duelos atrás de duelos com o avançado bracarense, que podia ter marcado aos 57’. De um lance aparentemente inofensivo nasceu a principal oportunidade dos leões em todo o encontro: Montero deu um nó a um adversário, ganhou em velocidade e cruzou para Bruno Fernandes, que fez a bola tirar tinta ao poste da baliza de Tiago Sá. Esta era a fase mais partida do jogo, com um ritmo superior e mais chegadas ao último terço atacante. Se o Sporting desperdiçou, o Braga não facilitou. Eduardo, aposta de Abel na segunda parte, cruzou para trás e Dyego Sousa desviou para a baliza, isolando-se no topo da lista de melhores marcadores, com cinco golos. Depois do 1-0, José Peseiro lançou Jovane e Castaignos para os lugares de Nani e Montero e o Sporting CP podia ter empatado. Com os laterais projectados, algo que não se tinha verificado anteriormente, a equipa acelerava nos corredores e forçava o Braga a recuar. Nos últimos minutos, Jovane e Raphinha ocupavam as alas, Castaignos e Diaby faziam dupla no ataque, restando apenas Bruno Fernandes e Battaglia no meio campo. O menino da formação quis vestir novamente a pele de talismã, mas Tiago Sá respondeu à altura. A eficácia de uns foi o castigo de outros. 



Foto José Cruz

Leões marcam passo em Tondela

Por Jornal Sporting
22 Set, 2018

Conjunto de Pedro Venâncio perdeu os primeiros pontos

Depois de quatro vitórias a abrir, os juniores do Sporting CP somaram a primeira derrota na zona sul do campeonato nacional. Em Tondela, a equipa de Pedro Venâncio não conseguiu superiorizar-se ao conjunto da casa, que acabou por vencer por 1-0. Um percalço indesejado no caminho dos leões, que na próxima semana recebem o Alverca. 

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