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Foto José Cruz

Visita a Coimbra vale mais três pontos

Por Jornal Sporting
01 Set, 2018

Conjunto de Pedro Venâncio estabeleceu o resultado final em período de descontos

Foi preciso suar – e não só pelo calor. Os juniores do Sporting CP arrancaram um triunfo difícil frente à Académica, em Coimbra, por 3-1, e continuam só com vitórias no campeonato. Bernardo Sousa e Bavikson marcaram os golos dos leões, ainda na primeira parte, mas a Briosa reduziu na segunda metade e esteve na luta pelos pontos até ao fim.

O equilíbrio foi a nota dominante no encontro da terceira jornada. A turma de Pedro Venâncio entrou por cima e desbloqueou o marcador através de uma excelente combinação no lado esquerdo, com o lateral espanhol Echedey Carpintier a assistir Bernardo Sousa para o primeiro. Os leões foram obrigados a recuar durante alguns minutos devido à iniciativa da Académica, mas dobraram a vantagem ainda antes do intervalo. O capitão Bavikson não hesitou e fez um remate colocado de fora da área, sem hipóteses para o guarda-redes da Académica.  

Mesmo com o golo sofrido à saída para os balneários, os estudantes tiveram força para reagir na etapa complementar. O 2-1 surgiu da associação entre Simão França e Daniel Costa, que picou por cima do guarda-redes leonino. A partir daqui, a intensidade da partida aumentou, com a Académica à procura do empate e o Sporting CP a tentar resolver a questão. Já em período de descontos, uma transição rápida dos verdes e brancos, concluída por Tiago Rodrigues, colocou um ponto final no marcador. 

Foto José Cruz

Nova goleada para uma equipa que continua sem sofrer

Por Jornal Sporting
01 Set, 2018

Registo perfeito dos leões manteve-se na Academia Sporting

À terceira jornada, o terceiro triunfo para os juvenis do Sporting CP. A turma de João Couto recebeu e venceu o União Almeirim por 8-0, chegando aos nove pontos na primeira fase do campeonato. Além do ritmo ofensivo, os leões continuan sem qualquer golo sofrido até ao momento.



Apesar do resultado desnivelado, a abordagem inicial dos forasteiros merece ser elogiada, pela forma como quiseram valorizar a bola. Sem criar perigo para o guarda-redes Diogo Almeida, chegaram algumas vezes ao meio campo verde e branco e adiaram o inevitável. Já depois de duas ocasiões desperdiçadas por Tiago Tomás, o central Rafael Fernandes inaugurou o marcador (34'), aparecendo sozinho na sequência de um canto. Ainda na primeira parte, Tiago Tomás redimiu-se e ganhou uma grande penalidade que o próprio viria a converter. Foi um dos últimos lances antes do intervalo.



Na etapa complementar, o conjunto de Almeirim acusou o desgaste físico e o Sporting CP teve mais facilidades em criar oportunidades, marcando golos de forma consecutiva. Gonçalo Batalha, com um hat-trick, assinou uma segunda parte perfeita e mostrou atributos na chegada à área contrária para finalizar. Também Tiago Ferreira, médio que tinha entrado para o lugar de Duarte Carvalho, fez o gosto ao pé, aproveitando a assistência do extremo André Gonçalves. Joelson Fernandes, que tanto procurou deixar o nome na lista de marcadores, conseguiu coroar a exibição com dois golos na recta final do encontro. Depois de um primeiro tempo relativamente disputado, só deu Sporting CP nos últimos 40 minutos.



Foto José Cruz

Francês meteu a mão no dérbi e agarrou um ponto para os leões

Por Jornal Sporting
25 Ago, 2018

Sporting CP esteve em vantagem, mas os encarnados levaram à divisão de pontos

Salin chegou a todo o lado, mas não conseguiu defender o cabeceamento de João Félix, já perto do fim, que estabeleceu o resultado final no dérbi lisboeta (1-1). Antes, um penálti de Nani, aos 63 minutos, deu esperanças aos leões, que saem da Luz em igualdade pontual com o rival (ambos com sete pontos).



Num dérbi recheado de acontecimentos – o que não significa que tenha sido especialmente bem jogado -, a figura do guarda-redes leonino emergiu como a mais decisiva em campo (e quem esperava?). Durante a primeira parte, o Benfica apenas criou oportunidades em lances de bola parada, ficando Rúben Dias (de canto) e Cervi (na sequência de um lançamento) perto de marcar, não fosse a oposição do guarda-redes verde e branco. José Peseiro preparou a equipa para pressionar a saída de bola encarnada, com Montero e Bruno Fernandes a encaixar nos centrais e um dos médios a encostar em Fejsa. A estratégia revelou-se eficaz, obrigando a turma de Rui Vitória a procurar Grimaldo e André Almeida para superar a primeira pressão contrária. Mesmo não tendo a iniciativa, o Sporting CP foi sempre uma equipa presente no meio campo ofensivo, aproveitando as perdas de bola do adversário para acelerar. Acuña, que jogou ao lado de Battaglia, mostrou que pode ser útil naquela zona do terreno e teve alguns momentos de associação com Bruno Fernandes ou Nani, além de Montero – excelente a utilizar o corpo para se impor aos centrais e dar continuidade. Raphinha, outra novidade na equipa, foi a solução utilizada para atacar o espaço, sobretudo nas costas de Grimaldo. Ao intervalo, ficava a ideia de que José Peseiro tinha conseguido surpreender Rui Vitória - provavelmente esperava que o Sporting CP se apresentasse com um bloco mais recuado.



O Benfica entrou para a segunda parte decidido a encostar os leões no seu meio-campo, sempre utilizando os corredores laterais para criar vantagens. Nesta fase, a turma de Peseiro ainda ia tendo fulgor para chegar ao ataque, não correndo muitos riscos e optando pelo jogo directo. Com menos de meia hora para o final, uma jogada frequentemente repetida na Luz originou um dos lances do encontro - Bruno Fernandes ganhou espaço para cruzar na direita e Rúben Dias fez falta sobre o solitário mas fundamental Fredy Montero. Nani, no regresso ao dérbi dos dérbis do futebol português, enganou Odysseas e colocou os verdes e brancos em vantagem. Rui Vitória lançou Seferovic e o 'menino' João Félix para reagir ao golo sofrido e, daqui em diante, só se jogou no meio-campo do Sporting CP. A estratégia imposta na primeira parte, que obrigou a deslocamentos longos por parte dos médios e dos extremos, fez-se sentir na recta final da partida, com os leões a evidenciarem menor capacidade para vencer duelos. Perante a dinâmica do ataque encarnado, José Peseiro fez entrar Petrovic para suportar os desgastados Battaglia e Acuña, incapazes de apagar 'todos os fogos'. Nas laterais, Ristovski e Jefferson iam sendo castigados pelos extremos adversários e o golo do empate confirmou essa tendência. Rafa cruzou à frente do lateral brasileiro e João Félix cabeceou nas costas do macedónio. Quem menos mereceu ir buscar a bola às redes foi Salin, que fez uma série de defesas monumentais para segurar a equipa. O ponto que os leões levam para Alvalade é de todos, mas é mais do francês que virou herói improvável do dérbi. 



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