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Foto João Pedro Morais

Realidade da formação do Athletic Club conhecida a fundo na Academia

Por Sporting CP
19 maio, 2026

Formação interna teve Aitor Ugarte como convidado especial

Abrir as portas a novas ideias e estimular a partilha de conhecimento entre clubes foi o ponto de partida de mais uma formação interna promovida pelo departamento técnico do futebol de formação do Sporting CP. Nesse sentido, Aitor Ugarte, director de metodologia do futebol de formação do Athletic Club, foi convidado especial para dar a conhecer a particular realidade do emblema de Bilbau às várias áreas multidisciplinares da Academia Cristiano Ronaldo.

“Foi uma experiência muito bonita. Pude conhecer a Academia e adorei os espaços e o significado de cada um. Respira-se o ambiente do Sporting CP. Depois pude partilhar a minha experiência e o nosso modelo no Athletic Club. É um luxo poder estar aqui, partilhar e conhecer outras culturas do futebol”, disse o representante do Athletic Club à Sporting TV.

Depois de ter conduzido uma sessão teórica no Fórum Cultural de Alcochete sobre processos de treino e diferentes abordagens metodológicas no desenvolvimento de jovens jogadores, Aitor Ugarte passou à práctica no Estádio Aurélio Pereira para aplicar os conceitos, junto a jogadores sub-13 e técnicos do Sporting CP de diferentes escalões.

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Terminada a sessão, Tiago Almeida, treinador principal dos sub-13, admitiu que retirou “muita coisa boa” de um clube particular “que recruta apenas numa localidade”. “É algo diferente, a metodologia que nos apresentaram tem tudo bem orientado e isso dá-nos inputs que podemos melhorar no nosso processo. Em relação à parte práctica, houve muito foco na recepção e no passe, ocupação espacial e jogo apoiado, fundamentos que também procuramos incutir nos nossos jogadores”, deu conta.

E para Aitor Ugarte a forma de entender o futebol “não é muito diferente” entre Leões de Portugal e do País Basco. Em relação à realidade encontrada no Sporting CP, o técnico do Athletic Club destacou o “grande sentimento de pertença nas pessoas que trabalham no Clube, bem como nos jovens jogadores e adeptos” e realçou “a sensibilidade para centrar o desenvolvimento do jogador” que une os dois modelos de formação.

Já Marco Santos, coordenador técnico do futebol de formação verde e branco, reforçou a pertinência desta formação técnica, integrada numa lógica de aprendizagem contínua para “pensar o futebol de uma forma divergente”. Neste caso, “trazendo uma realidade muito específica para o nosso contexto”, justificou, sem dúvidas do exemplo a seguir marcado pelo Athletic Club.

“Tem uma cultura acentuada, consegue estar num patamar de alto nível durante muito tempo e isso com jogadores da sua formação. É de um enorme valor e, por isso, quisemos conhecer essa realidade mais a fundo”, explicou Marco Santos sobre uma iniciativa que reforçou laços internacionais e a partilha de conhecimento, tudo para formar cada vez melhor, dentro e fora de campo.

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