Your browser is out-of-date!

Update your browser to view this website correctly. Update my browser now

×

Taxonomy term

Português, Portugal
Foto José Lorvão

Comunicado Sporting Clube de Portugal

Por Sporting CP
11 maio, 2020

Alex

O Sporting Clube de Portugal informa que chegou ao fim a ligação contratual que mantinha com o jogador da equipa de futsal Alex Aparecido Felipe Santos (Alex).

Alex imortalizou-se na história do Sporting CP ao fazer parte da equipa que conquistou a tão desejada UEFA Futsal Champions League, em 2018/2019.

Com as cores do Sporting CP, Alex arrecadou ainda uma Taça de Portugal e duas Supertaças.

“Muito obrigado pelo apoio e carinho que sempre me deram e à minha família. Vestir a camisola do Sporting CP é um motivo de muito orgulho e responsabilidade”.

Ao Alex, o Sporting Clube de Portugal deseja as maiores felicidades pessoais e profissionais e agradece todo o profissionalismo e empenho que sempre demonstrou ao serviço do Clube.

Nuno Dias: "Equipa foi coesa e unida"

Por Sporting CP
09 Out, 2019

Técnico reagiu à goleada europeia

No seguimento do triunfo por 5-0 sobre os bósnios do Mostar SG na primeira jornada da ronda principal da UEFA Futsal Champions League, Nuno Dias destacou a primeira parte complicada e o desafio controlado no segundo tempo.

"Foi uma vitória mais difícil do que os números fazem parecer. O Mostar SG teve lances para chegar à vantagem e criou-nos dificuldades. Tem jogadores bons, que arriscam no um para um. Felizmente, não aproveitaram e chegámos ao intervalo com vantagem. Na segunda parte o jogo foi muito mais controlado da nossa parte. Fica um resultado sem golos sofridos e com alguma dificuldade, mas com números de que gostamos. A equipa foi coesa e unida. Estiveram muito bem e estão de parabéns. (...) Fomos muito dinâmicos nas alterações de ritmo e alterações tácticas e isso criou alguma dificuldade ao adversário. Essa foi uma das razões para o resultado final. O resultado foi-se avolumando na segunda parte", frisou.

Alex, que apontou um dos golos Leoninos, realçou a "boa estreia". "Vencemos e vencemos bem. Agora queremos recuperar e terminar esta fase no primeiro lugar. Amanhã e sábado temos jogos difíceis. Depois do primeiro golo as coisas começaram a ficar mais fáceis. Não sofremos nenhum e isso foi bom para nós. Começar com uma vitória e um golo meu é bom, mas o que importa é que o Sporting CP venceu", referiu.

O Sporting CP volta a jogar esta quinta-feira, defrontando o KMF Ekonomac Kragujevac (Sérvia) na competição que está a decorrer na Eslovénia.

Foto Mário Vasa

“Temos a expectativa de terminar a fase regular com uma vitória”

Por Sporting CP
19 Abr, 2019

Alex espera trazer os três pontos para Alvalade

Alex, jogador de futsal do Sporting Clube de Portugal, fez a antevisão da partida do próximo domingo, frente ao Rio Ave FC, referente à última jornada da fase regular da Liga Sport Zone, afirmando querer “terminar com uma vitória”: “Estamos a trabalhar bem e espero um triunfo em casa do Rio Ave FC.”

“Esta é uma equipa que complicou o jogo da primeira volta que vencemos aqui [no Pavilhão João Rocha] por 2-1. Já sabem que vão descer de divisão, mas vai ser um jogo muito difícil. Estamos a preparar muito bem esta partida; esperamos fazer um bom jogo e sair com uma vitória”, analisou o atleta verde e branco. 

Este é o último encontro antes da partida para a final four da UEFA Futsal Champions League, mas Alex afirmou que os seus colegas têm noção de que “são competições diferentes”: “Temos como objectivo tentar terminar a primeira fase no topo da classificação, apesar de não depender só de nós. Temos a obrigação de ir ao pavilhão do Rio Ave FC e vencer a partida. Depois vamos pensar na UEFA [Futsal Champions League] que é o sonho de todos os jogadores.”

O Rio Ave FC - SCP disputa-se este domingo, pelas 16h00, no Pavilhão Municipal de Desportos, em Vila do Conde.

Três Leões na selecção do Brasil

Por Sporting CP
26 Dez, 2018

Guitta, Alex e Dieguinho eleitos

Três jogadores do Sporting foram convocados pela selecção nacional de futsal do Brasil para os jogos de preparação contra Portugal e Espanha, partidas integradas no estágio que se vai realizar no final de Janeiro e início de Fevereiro.

O guarda-redes Guitta, o ala Alex e o pivô Dieguinho foram escolhidos pela equipa técnica brasileira para integrar a lista de eleitos, tendo o Sporting três atletas numa das melhores selecções do planeta.

Foto César Santos

"Sabemos das nossas capacidades"

Por Jornal Sporting
15 Out, 2018

Alex fez a antevisão do jogo frente ao Burinhosa e mostrou confiança no trabalho da equipa

Amanhã, às 20h30, o Pavilhão João Rocha volta a receber uma noite de futsal. A partida diante do Burinhosa, a contar para a quarta jornada (em atraso), será o último teste antes do dérbi lisboeta e uma oportunidade de rectificar os erros do empate frente à Quinta dos Lombos. O jogador Alex demonstrou crença num bom resultado. "Sexta-feira não fizemos um bom jogo, mas sabemos das nossas capacidades. Vamos dar uma boa resposta amanhã, para depois pensarmos já no jogo com o Benfica", sublinhou.

Reforço para a temporada 2018/19, mostrou conhecimento sobre o adversário e assumiu a felicidade de jogar no emblema leonino. "Tem sido muito gratificante estar aqui. Os adeptos, o grupo... são todos fantásticos. Na noite de amanhã, vamos defrontar um clube difícil, mas estamos confiantes na vitória", exaltou.

Na habitual mensagem à massa associativa Sportinguista para que compareça no João Rocha, Alex pediu que continuem no apoio incrível à equipa. "Esperamos que façam o que sempre têm feito. Incentivem-nos, porque vamos dar o nosso máximo na quadra", finalizou.

Foto César Santos

“Nem parecia o primeiro jogo do campeonato”

Por Jornal Sporting
16 Set, 2018

Técnico verde e branco saiu satisfeito com o desempenho dos seus jogadores

No rescaldo do dérbi, Nuno Dias elogiou a resposta colectiva dada pelos leões. “Gostamos sempre de resultados sem golos, mas acho que a exibição foi muito boa. Nem parecia o primeiro jogo do campeonato. As rotinas estão cada vez melhores e demos um bom espectáculo. Esperemos que quem veio assistir também tenha gostado”, começou por dizer.

Apesar das mudanças no plantel, o Sporting CP já leva duas vitórias e o técnico verde e branco ficou agradado com os reforços. “Os atletas fizeram um jogo extraordinário. Para mim, o Erick foi o melhor em campo. O Alex fez um bom jogo também. O Leo, defensivamente e naquilo que são as características dele, também esteve muito bem. São jogadores novos, que chegaram e estão a entrosar-se”, afirmou.

No que diz respeito às caras novas, Alex foi um dos que teve maior notoriedade, especialmente pelos dois golos que marcou. O reforço brasileiro não escondeu a satisfação pelo rendimento individual. “Estou feliz pela estreia e pelo golo, mas o mais importante foi começarmos bem. O Pavilhão João Rocha é um dos melhores em que já joguei e os adeptos são fantásticos. Esperemos que esta sinergia entre jogadores e adeptos continue até ao final da época”, desejou.

Finalmente, Nuno Dias agradeceu a presença dos adeptos e pediu continuidade. “É bom sentir o apoio deles e é bom perceber que gostam daquilo que fazemos. O que lhes pedimos é que continuem. Na próxima semana, no Pinheirense, e depois aqui com o Modicus, antes de irmos para o Kosovo”, apelou.  

Foto César Santos

Novas caras, velhos hábitos

Por Jornal Sporting
16 Set, 2018

Estreia dominadora e com muitos golos por parte dos tricampeões nacionais

Se não soubéssemos que houve várias saídas e entradas, diríamos que tudo estava igual na equipa de futsal do Sporting CP. Depois de um troféu a abrir a época, os leões voltaram ao Pavilhão João Rocha e venceram o Belenenses por 7-2 na primeira jornada da Liga SportZone.



A goleada começou a desenhar-se bem cedo, como é apanágio do conjunto de Nuno Dias. Ao segundo minuto, Alex, um dos reforços, apareceu para desviar um cruzamento de Pany Varela e fazer o primeiro. Num início de jogo louco, a resposta do Belenenses demorou apenas 20 segundos, com Yulian a desviar um remate e a enganar Gonçalo Portugal. A bola foi ao meio e demorou mais 20 segundos até entrar na baliza do Belenenses, novamente empurrada por Alex. Foram dois minutos de sonhos para o ala brasileiro. A partir daqui, o Sporting CP começou a recuperar bolas em zonas adiantadas e colocou na quadra um ritmo elevado. Merlim marcou o terceiro golo através da típica diagonal para o centro e recebeu um dos maiores aplausos por parte dos 1314 adeptos presentes. Ainda no primeiro tempo, Cavinato e Dieguinho juntaram o seu nome à lista de marcadores – o pivô finalizou uma jogada fantástica de Erick no lado direito -, dando uma vantagem mais confortável. Do outro lado, Yulian bisou e reduziu para 5-2 perto do intervalo.


Na segunda parte, a diferença no resultado ditou que a intensidade fosse menor. Os tricampeões nacionais foram gerindo com bola, embora tivessem sempre os olhos postos na baliza de Paulo Pimenta. Gonçalo Portugal foi praticamente um espectador das ocasiões que os companheiros iam criando no ataque. No melhor lance, Merlim voltou a abrir o livro e rodou sobre um adversário, mas o remate saiu com pouca força. Os golos surgiram na recta final do encontro: Dieguinho bisou, Varela disparou de pé esquerdo para o 7-2 e Léo rematou do próprio meio campo para a baliza deserta do Belenenses, que ia atacando com guarda-redes avançado. Os protagonistas mudaram, mas o Sporting CP continua avassalador. 

Foto César Santos

“Para mim, sempre foi fácil trabalhar com fasquias elevadas”

Por Jornal Sporting
06 Set, 2018

Nuno Dias já guardou um lugar especial no Museu Sporting. A primeira entrevista de 2018/19 – em exclusivo ao Jornal Sporting e à Sporting TV – realizou-se ao lado dos 17 troféus que o treinador de futsal juntou ao palmarés leonino, servindo de inspiração

JORNAL SPORTING – Se vencer a Supertaça, o futsal verde e branco chegará aos 36 títulos, 18 deles com Nuno Dias. Considera-se um exemplo de sucesso e longevidade neste Clube? 
NUNO DIAS – Atendendo aos troféus e às conquistas que temos alcançado, talvez sim. Mas, acima de tudo, há que realçar que conseguimos manter esta longevidade por tudo aquilo que trabalhamos diariamente. Quando há uma interacção deste género entre as duas partes há sempre motivos para continuarmos a querer conquistar cada vez mais títulos. 

Na fase de preparação, o Sporting venceu cinco troféus nos cinco torneios que disputou. Pela história desta pré-época, podemos esperar mais uma temporada histórica? 
Foram vários momentos difíceis, todos contra adversários da Liga SportZone ou de topo mundial, como são o Magnus Futsal, o Inter ou o Palma. Estes jogos de preparação servem para ver o que estamos a fazer, para ver a maneira como os novos atletas se estão a integrar, para ver como os atletas que já cá estavam vão ajudando na adaptação dos novos às nossas ideias. Parece-me que esses objectivos foram todos alcançados, não só por conquistarmos troféus, mas pela qualidade de jogo que conseguimos evidenciar. Percebemos que estamos no caminho certo em termos de modelo de jogo. Correu da melhor maneira possível e estamos preparados para aquilo que vem aí. 

Entraram cinco caras novas no plantel do Sporting. A renovação era necessária? 
Por acharmos que era necessária é que a fizemos. Mas sempre que saem atletas que eram muito especiais para todos nós, tanto pelas conquistas como pelo que representavam em termos profissionais… deixam-nos saudades. Eram jogadores com muitos anos de Sporting, que me merecem todo o respeito e admiração. Apesar de o BI não contar para ganhar ou perder jogos, havia a necessidade de mexer, até para garantir o futuro nas próximas épocas. Baixando o nível etário do plantel, que era importante para manter estes registos, fizemos o que achámos essencial para o Sporting continuar neste caminho. 

Qual o reforço que está a ter a integração mais demorada? O Erick Mendonça está a surpreendê-lo?
Vou começar pelo Erick Mendonça, que não me está a surpreender nada. É um jogador da nossa formação, que esteve emprestado ao Fundão, e tivemos a possibilidade de acompanhá-lo mais facilmente e perceber até que ponto estaria apto a regressar à base. Por tudo aquilo que fez, tanto na Quinta dos Lombos como no Fundão, parece-me que era um jogador preparado para chegar ao Sporting CP e poder dar o contributo dele. Aquilo que analisámos do Erick na época passada está a verificar-se. É um jogador que admiro bastante, por isso é que está cá. Vai certamente chegar longe. Na minha opinião, vai ser o futuro fixo da selecção portuguesa. Não tenho dúvidas nenhumas disso e o futuro vai dar-me razão, certamente. O Léo já esteve no Sporting e tem apenas de relembrar o que é a nossa ideia e o nosso modelo. Jogava na Europa também, o que é uma vantagem. Está habituado a disputar jogos competitivos e não vai ter qualquer dificuldade, ao contrário do que aconteceu quando cá esteve no primeiro ano. Pela posição específica que ocupa e pela forma como joga, o Guitta não deverá ter dificuldades. O Alex já esteve em Espanha, numa liga bastante competitiva, e parece-me que também não terá dificuldades. Sobra-nos o Rocha, um pivô de referência, que vem ocupar a posição do Fortino. Não nos podemos esquecer de tudo aquilo que fez no Sporting, não só pelo que jogava, mas pelo profissionalismo que sempre demonstrou. Deixa-nos enormes saudades. Agora temos um miúdo com 23 anos, que poderá ser o melhor pivô do mundo no futuro. Veio para o Clube certo e, se continuar a trabalhar como tem feito nestas quatro semanas, parece-me que vai atingir esse nível. Não quero dizer que está a ter mais dificuldades. Está a ter as dificuldades normais de vir para uma liga diferente e para um modelo diferente. Pela evolução que teve nestas quatro semanas, vai lá chegar muito rapidamente. 

Sente que este ano o plantel é mais forte e equilibrado do que o do ano passado? 
Façam-me essa pergunta em Junho e eu vou responder com toda a certeza. Neste momento, também respondo com toda a certeza que não poderá ser. Por tudo o que era o entrosamento e o conhecimento mútuo que os atletas tinham uns dos outros, pela forma como estavam rotinados dentro de um modelo, obviamente este plantel não está ao nível do que era o plantel da época passada. Estamos apenas com quatro semanas de trabalho. Espero que, quando chegarmos aos momentos de decisão, estejamos num bom patamar de entrosamento. 

“Vencer o tricampeonato no Pavilhão João Rocha é algo que vai ficar sempre gravado nas minhas memórias”

Na época passada, o Sporting fez a melhor fase regular de sempre do futsal português. É possível superar esse registo? 
É muito difícil, mas é possível. O Sporting já leva um registo de jogos sem perder para a fase regular desde Outubro de 2015. São 72 jogos, quase três anos sem conhecer a derrota. Vamos tentar prolongá-los, mas por isso é que são recordes. Cada vez são mais difíceis de atingir. Esses números norteiam-nos. Não nos dão títulos, mas se os conseguirmos é sinal de que estamos mais perto das boas exibições, dos bons resultados e das conquistas. 

A final com o Benfica foi decidida apenas nos penáltis. Isso pode significar que foi um ano de maior equilíbrio? 
Já no ano em que o Sporting perdeu o título a final foi em penáltis. Também foi equilibrado. Este ano mais ainda, porque houve dois jogos decididos em penáltis. O equilíbrio foi notório. Estamos a falar do playoff, porque na fase regular não se verificou. Aquilo que perspectivo é que esse equilíbrio vai manter-se. Pelas análises que já fizemos, por aquilo que já observámos dos nossos adversários, parece-me que vão estar melhor. 

Que dimensão teve o Pavilhão João Rocha e o apoio dos adeptos naqueles momentos de tensão na final? 
Fora ou em casa, o Sporting é sempre muito apoiado por todos os adeptos. Desde que cá estou, já jogámos no Multiusos de Odivelas, no Pavilhão Paz e Amizade, em Mafra, no Entroncamento, em Almada, no Casal Vistoso, na Quinta dos Lombos, em Porto Salvo... Sempre conseguimos bons resultados nestas casas emprestadas e é justo agradecer a todos estes clubes e às autarquias que tornaram isso possível. Felizmente chegámos à nossa verdadeira casa. É claramente um upgrade de qualidade, e isto não é só para o futsal, é para todas as modalidades. No primeiro ano de existência, conseguir algo inédito no desporto nacional e no ano em que inauguramos o nosso pavilhão é gratificante. O apoio que sentimos ali é indescritível. Vencer o tricampeonato no Pavilhão João Rocha é algo que vai ficar sempre gravado nas minhas memórias. 

A fasquia no que diz respeito aos resultados está muito elevada. É mais fácil ou mais difícil trabalhar assim?
Para mim, sempre foi fácil trabalhar com fasquias elevadas. Quando os objectivos são difíceis, e quando a pressão de ganhar existe, a mim não me preocupa nada. Até prefiro assim. Mau é quando a equipa não tem qualidade. A pressão de ganhar é boa e obriga-nos a trabalhar sempre nos limites, independentemente de quem é o adversário, independentemente de ser em treino ou em jogo, independentemente de o resultado estar decidido. É esse tipo de objectivos que perseguimos. Quero continuar a ter essa pressão por esse futuro fora. 

Venceu pela terceira vez consecutiva o prémio de melhor treinador da Liga SportZone. Considera-se o melhor treinador de futsal em Portugal?
Os resultados têm ajudado. Se o Sporting não vencesse, não seria considerado o melhor treinador. Felizmente estou bem rodeado e isso ajuda-me a conseguir bons resultados. O facto de ter um grupo de jogadores extraordinário, o facto de estar num grande Clube, o facto de ter uma equipa técnica de excelência ajuda-me a ter estes reconhecimentos, que não considero meus. São de todo um grupo. Todos eles têm uma quota-parte de responsabilidade nestes títulos. 

No ano passado, o Sporting foi a segunda melhor equipa da Europa. Este ano pode ser a melhor? 
Pode. Se não estivéssemos a disputar esse troféu é que não podíamos. Estando lá, acreditamos que podemos chegar ao título. Conhecemos as nossas limitações, conhecemos a valia dos adversários e sabemos que cada vez será mais difícil. Um passo de cada vez. Primeiro teremos a Main Round e é muito importante ficarmos no primeiro lugar, para sermos cabeças-de-série na fase seguinte. 

Qual foi o momento mais difícil que viveu de leão ao peito?
Há muitos que me tiram o sono, pela forma como trabalhamos e queremos analisar os adversários. Todas as nossas derrotas são momentos difíceis para mim, mas felizmente não tem havido muitas. Também me recordo do jogo três da final do ano passado, em que fui expulso e não pude dar o meu contributo. E obviamente a final em Almaty. Foi extremamente difícil, não só por termos sido derrotados, mas acima de tudo pelos números. Por tudo o que fizemos, não merecíamos ter saído daquela final com uma derrota tão pesada. Estamos perto dos 300 jogos oficiais e foi a única vez em que não marcámos um golo. Temos de saber conviver com a derrota e reconhecer quando o adversário é melhor, mas os números tão expressivos deixaram-nos tristes. 

E o melhor momento? 
Todas as conquistas são muito especiais. A primeira de todas, a Taça de Portugal, em Guimarães, foi extremamente importante. Apesar de não ser traduzido em conquistas, apenas em medalhas, também foram momentos extraordinários quando ultrapassámos adversários difíceis, como foi o caso do Inter ou o Dínamo de Moscovo na Ronda de Elite. E, claro, não nos podemos esquecer deste último. É o primeiro no Pavilhão João Rocha e é o primeiro tricampeonato. 

Imaginemos que chega ao final da época como tetracampeão e como campeão europeu. O que fica a faltar? 
O penta. Se conseguirmos ser tetracampeões, fica a faltar ser pentacampeão. Se conseguirmos ganhar a UEFA, fica a faltar ser bicampeão europeu. Quem me conhece sabe que não chega aquilo que vamos alcançando, por muito bom que seja.

Foto D.R.

“Vou dar o meu melhor para ajudar o Sporting CP”

Por Jornal Sporting
10 Jul, 2018

Em estreia em terras lusas, Alex mostrou-se muito entusiasmado e determinado em começar o campeonato

Vindo directamente do Brasil, onde jogava no Corinthians, Alex chega a Portugal com vontade de vencer e conhecedor do Clube. “Estou muito entusiasmado. Conheço a equipa, sei que têm grande valor e excelentes adeptos e Sócios, apoiam de forma incondicional”, começou por dizer o ala.

Antes de chegar ao Sporting CP, o jogador brasileiro disputou o campeonato espanhol pelo Inter  Movistar, na época 2014/15, tendo estado ao serviço do Corinthians na temporada transacta, clube no qual contabilizou 31 jogos e cinco golos. Sobre a competição europeia e brasileira, Alex frisou que há algumas diferenças entre ambas: “A maior diferença penso que seja o calendário, visto que no Brasil podemos jogar três vezes numa semana. Estou habituado a uma carga exigente".

Em ano de foco no tetracampeonato, garantiu vir pronto e motivado para ajudar a equipa a fazer (mais) história. “Vamos trabalhar afincadamente para conquistar títulos, sejam nacionais ou a Liga dos Campeões. Em termos individuais, vou dar o meu melhor para ajudar a equipa a continuar a ganhar”, rematou.

Numa mensagem à massa adepta leonina, que considerou “excelente”, Alex garantiu esforço e dedicação para alcançar a glória. “Trabalharei muito para conseguirmos conquistar títulos e conto com todos vocês para continuarem a apoiar a nossa equipa.”                                  

Seis 'leões' em destaque na Selecção Nacional Sub-21

Por Jornal Sporting
29 Abr, 2016

Empates seguidos a dois com a Rússia tiveram golos de Ludgero (três) e Afonso

Os seis jogadores do Sporting CP que foram chamados à Selecção Nacional Sub-21 de futsal (o que fez do Clube o mais representado da convocatória) estiveram em plano de destaque nos confrontos particulares realizados esta semana com a Rússia, que se saldaram em dois empates... a duas bolas.

No primeiro encontro realizado no Pavilhão Municipal de Vila Nova de Foz Côa, Paulo Pereira, Cigano e Ludgero foram titulares na equipa comandada por José Luís Mendes, ao passo que Afonso, Alex e Ted entraram durante o encontro.

Mukhutdinov inaugurou o marcador aos 14 minutos, fixando o resultado com que se atingiu o intervalo. Ludgero empatou aos 24’ mas, no mesmo minuto, Yanar Asadov voltou a colocar os russos em vantagem antes do mesmo Ludgero, a oito minutos do final, carimbar o empate com que se atingiu o final do encontro.

“Não entrámos bem no jogo. Começámos de forma nervosa e não conseguimos mostrar aquilo de que somos capazes. Apesar disso, fomos sempre a equipa que criou mais oportunidades, mas não conseguimos traduzir essa superioridade em golos. O ‘mister’ falou connosco ao intervalo e tranquilizou-nos para a segunda parte. Estivemos duas vezes em desvantagem, conseguimos recuperar e por pouco não vencemos. Jogar como pivot e marcar golos é a minha missão. É sempre especial apontar dois golos num jogo pela Selecção”, comentou o jovem jogador ‘leonino’ autor de um ‘bis’ ao portal da Federação Portuguesa de Futebol.

No dia seguinte, também no Pavilhão Municipal de Vila Nova de Foz Côa, os papéis inverteram-se mas o resultado foi o mesmo. Com Ludgero e Afonso no cinco inicial e Paulo Pereira, Cigano, Alex e Ted a entrarem depois, Portugal adiantou-se no marcador logo aos quatro minutos por Ludgero, resultado com que se atingiu o intervalo. Kudziev empatou aos 32’ mas, no mesmo minuto, Afonso recolocou Portugal com uma vantagem que apenas nos derradeiros instantes foi quebrada, de novo por Kudziev.

De referir que os ‘leões’, que lideram a segunda fase de Apuramento de Campeão do Campeonato Nacional Sub-20 já com 13 pontos de vantagem, defrontam fora no próximo domingo o Contacto, num encontro a contar para a 12.ª jornada.

Páginas

Subscreva RSS - alex