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Português, Portugal
Foto D.R.

Títulos na Taça dos Clubes Campeões Europeus de corta-mato em destaque

Por Jornal Sporting
08 Fev, 2018

Suplemento referente à AG de dia 17 e triunfo da equipa de andebol no Dragão Caixa também merecem destaque

E quando numa manchete dedicada a determinado triunfo pode ler-se a expressão "nunca na história", quer dizer que vem aí coisa boa. Bingo! O jornalista João Almeida Rosa conta-lhe, nas páginas 14 e 15, o feito da secção de atletismo leonina na Taça dos Clubes Campeões Europeus de corta-mato, disputada no passado domingo em Mira. A história está recheada de bons indicadores: é que além do Sporting CP ter vencido em masculinos e femininos, fê-lo pela primeira vez na história da competição. A ler, portanto. No que ao atletismo diz respeito, de sublinhar, ainda, o título alcançado por João Vieira, que revalidou, em Quarteira, o estatuto de campeão nacional de marcha.

O mesmo João Almeida Rosa viajou até ao Dragão Caixa para levar até si a excelente vitória dos orientados de Hugo Canela (31-25) em casa de um dos rivais directos. Um triunfo carregado de classe e que deixou 'água na boca' para o que aí vem. 
 
Quanto ao futebol, tudo em aberto para a segunda-mão das meias-finais da Taça de Portugal. A derrota frente ao FC Porto (pág. 5), por 1-0, deixa o Jamor à distância de um bom resultado no Estádio José Alvalade, local onde os leões regressam à Liga NOS depois do insucesso na Amoreira, contado pelo jornalista Hugo Alegre (pág. 6). 
 
Tal como é costume, o Jornal leonino apresenta-lhe todos os valores das transacções realizadas neste último defeso (pág. 8), sendo que os destaques vão para as cinco entradas em definitivo (Wendel, Misic, Rúben Ribeiro, Fredy Montero e Lumor) e para a saída de Orio Rosell, rumo ao Orlando City (Estados Unidos). 
 
Por último, o suplemento referente à Assembleia Geral do próximo dia 17 de Fevereiro, no Pavilhão João Rocha, contém nova convocatória com os três pontos em discussão, além das propostas de alteração parcial dos estatutos. 
 
Estes e muitos outros temas na edição n.º 3.662 do Jornal Sporting, esta sexta-feira (excepcionalmente) nas bancas. 
Foto D.R.

Melhor leão do século em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
21 Dez, 2017

Primeira página do semanário leonino evidenciou o percurso na Liga NOS e a goleada na Taça da Liga

São seis vitórias consecutivas na Liga NOS depois do triunfo frente ao Portimonense por 2-0 - registo que permite à equipa de Jorge Jesus alcançar o estatuto de melhor leão do século, marca que o Jornal Sporting desta quinta-feira (21 de Dezembro) evidencia na primeira página. A crónica do jornalista Hugo Alegre sobre o último encontro de 2017 para o Campeonato Nacional junta-se à referente ao desafio a contar para a Taça da Liga, contra o U. Madeira, formação goleada por 6-0 no Estádio José Alvalade. 

Mantendo a toada do futebol, mas num registo solidário, destaque ainda para a visita da formação leonina à Mesquita de Lisboa, onde distribuíram almoços, episódio relatado por João Rosa na página 9. Nota também para o Jantar de Natal Corporate, que reuniu toda a família leonina no Hotel Villa Itália, em Cascais. 
 
Por último, referência às modalidades do Clube: a secção da ginástica realizou o primeiro Sarau no Pavilhão João Rocha e tanto os juniores como a equipa de ténis-de-mesa venceram os respectivos dérbis. 

Não perca estas e outras notícias do Universo Sporting no Jornal de clubes mais antigo da Europa. 
 
 
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Passagem aos 'quartos' da Taça em destaque

Por Jornal Sporting
14 Dez, 2017

Hat-trick de Doumbia e golo de Gelson Martins frente ao Vilaverdense (4-0) fazem manchete na edição 3.654

A expressão de Jorge Jesus ficou célebre em Madrid - não pelos melhores motivos - e volta agora à primeira página do Jornal Sporting para que se prove que, afinal, o míster tinha razão quando falou do minuto 88, "em espanhol ou em português", como escreveu o jornalista Hugo Alegre na crónica do jogo frente ao Vilaverdense. A goleada aplicada à formação do Minho, e consequente passagem aos 'quartos' da Taça de Portugal, muito se deveu ao hat-trick de Doumbia, camisola 88 dos verdes e brancos, e ao golo de Gelson Martins, ao minuto 88 do desafio. O 'capítulo futebol' só fecha com a referência ao triunfo no Bessa por 3-1, com um 'bis' de Bas Dost. 

O lucro da SAD no primeiro trimestre (24,7 milhões de euros) também entra na capa desta quinta-feira (14 de Dezembro), sendo que pode conferir todos os pormenores na página 11 do Jornal. Por último, menção às 42 medalhas conquistadas nos Nacionais de piscina curta, no que à natação diz respeito, e à 54.ª edição dos Prémios Stromp, a mais premiada da história do Clube - toda ela descrita pelo jornalista Frederico Bártolo nas centrais (págs. 14 e 15).
 
Recorde-se que esta é uma edição especial, já que conta com o novo álbum dos Supporting. Cheira mesmo a Natal.
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Hat-trick de Bas Dost em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
25 Out, 2017

'Rica crise' é a manchete da primeira página da edição n.º 3647 depois do 5-1 frente ao Desp. Chaves

Bas Dost regressou aos golos - e logo com um hat-trick - frente ao Desp. Aves (pág. 3), registo que lhe valeu a primeira página do Jornal Sporting desta semana. 'Rica Crise' é a manchete escolhida, fazendo-se acompanhar pela onda de solidariedade que gerou mais de 20 toneladas de bens recolhidos para os bombeiros e para as vítimas dos incêndios que assolaram o País (pág. 5). Conheça (ou volte a verificar), ainda, todas as iniciativas realizadas na partida da nona jornada da Liga NOS - desde a associação ao 'Mês Rosa', com a entrada em campo de 22 mulheres que venceram a batalha do cancro da mama, à visita da Escola Academia Sporting de Singapura (pág. 4).

No que às modalidades diz respeito, voleibol, atletismo e andebol surgem em evidência - por motivos diferentes. Enquanto o ano zero dos orientados de Hugo Silva continua a revelar-se um sucesso (vitória na dupla jornada do passado fim-de-semana contra o Sp. Caldas e Castêlo da Maia, pág. 21), o andebol foi à Luz quebrar a invencibilidade do eterno rival (pág. 13), subindo à liderança do campeonato. Por último, de sublinhar as sete contratações operadas na secção de atletismo e as três renovações de contrato (pági. 16), prova da forte aposta na hegemonia do Clube nesta área. 
 
Como o 'menino de ouro' formado em Alcochete voltou a 'fazer das suas', ao vencer o Prémio de Melhor Jogador do Mundo pela quinta vez, mereceu uma dedicatória especial na capa. Todos estes temas e muito mais para ler no semanário leonino. 
Foto D.R.

'Bloqueio romeno' em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
28 Set, 2017

Manchete destaca o critério disciplinar do árbitro romeno, demasiado penalizador para os leões

A 'mão pesada' de Ovidiu Hategan (árbitro romeno) faz manchete no Jornal Sporting desta quinta-feira (28 de Setembro). O juiz da partida frente ao Barcelona mostrou seis cartões amarelos a jogadores do Sporting CP (Gelson Martins, Fábio Coentrão, Doumbia, Acuña, Piccini e Coates), um critério diferente do aplicado aos catalães. Apesar da derrota por 1-0, ficou "uma boa imagem para o Mundo", tal como sublinhou Jorge Jesus. 

À margem da Liga dos Campeões, destaque também para o título da secção de paintball no ano de estreia. Na página 19, poderá analisar ao pormenor a derradeira jornada do campeonato no Nest Paintball. Os 468 pontos conquistado ao longo da época permitiram a festa verde e branca no final. Leia a análise do treinador/jogador António Mestre, que avaliou o rendimento da formação. 
 
Por último, na primeira página, referência ainda ao trabalho realizado pelo jornalista Frederico Bártolo com o conjunto de hóquei em patins (páginas 12 e 13). A sessão estilo militar no Parque Aventura Sniper de Bucelas (Loures) foi acompanhada pelo semanário leonino, sendo que se destacou a capacidade de superação dos atletas.
 
Estes e outros temas para ler e reler na edição n.º 3643. 
Foto D.R.

A maior potência mundial

Por Jornal Sporting
31 Ago, 2017

São mais de 150 atletas, divididos por 12 modalidades, com campeões do Mundo, medalhados paralímpicos e desde... 3 de Dezembro de 2014

O eclectismo do Sporting Clube de Portugal esteve, desde sempre, tão consolidado no ADN dos leões como a formação. O orgulho não se esgota no futebol, ultrapassando as bancadas de Alvalade transbordando, agora, para o Pavilhão João Rocha e qualquer recinto desportivo em que a Lista verde e branca entra em acção.

A 3 de Dezembro de 2014 foi criado o Gabinete Paralímpico do Sporting Clube de Portugal, também denominado Sporting Paralympics, na altura com a herança de apenas duas modalidades: natação adaptada e andebol em cadeira de rodas. Nestes quase três anos de actividade, o gabinete cresceu exponencialmente sextuplicando as modalidades activas.

“O desporto paralímpico no Sporting Clube de Portugal promoverá a pratica desportiva de excelência para pessoas portadoras de deficiência, tendo ainda um papel de inclusão, promovendo acções junto de instituições e organismos para promover a prática desportiva de jovens e adultos com limitações físicas, assim como a promoção técnico-científica em áreas da motricidade e do desporto paralímpico”, lê-se na missão do Gabinete no site do Clube.

“O problema foi que se entrou num facilitismo enorme. Era fácil ganhar medalhas no desporto paralímpico e Portugal, que até estava num nível acima de muitos países, com dezenas de medalhas em Jogos Paralímpicos, nomeadamente no Boccia, aconteceu que os outros evoluíram e nós ficámos na mesma”, começou por contar Márcia Ferreira, coordenadora-geral do Gabinete Paralímpico leonino. “Preconceito? Pena, que não deixa de ser preconceituoso. Há muita tendência de considera-los como 'coitadinhos'. Mas a culpa não é apenas da sociedade. O próprio atleta desvalorizou-se muito neste percurso. Com o envolvimento dos grandes clubes e da alta competição, os atletas depararam-se com uma nova realidade. Alguns não tinham regras. Fizemos muito trabalho a respeito da autonomia e independência de alguns deles”, acrescentou.

Leia mais na edição impressa do Jornal Sporting, hoje (31 de Agosto) nas bancas.

 

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Revolução do 11 para um forte arranque

Por Jornal Sporting
31 Ago, 2017

Melhor arranque dos últimos 27 anos no Campeonato Nacional e apuramento para a fase de grupos da Liga dos Campeões tornaram o habitual último mês de férias ainda mais acolhedor

Seis jogos, cinco vitórias, dois golos sofridos e 15 marcados. Este ataque ao texto impõe-se naturalmente, agora que está confirmada a liderança (ainda que com os mesmos 12 pontos de FC Porto) e que a fase de grupos da Liga dos Campeões ficou assegurada diante do Steaua de Bucareste. Agosto foi ainda mais quente do que o habitual e, como Jesus salientou, os objectivos foram perfeitamente cumpridos, sendo o empate caseiro diante dos romenos um resultado inconsequente para a goleada que o seguiria. Só por uma vez o Sporting havia chegado à fase de grupos da Liga dos Campeões mediante ronda de knock-out.  Em 1997/1998, os leões ultrapassaram a terceira pré-eliminatória diante do Beitar de Jerusalém, vencendo os israelitas por 3-0, após um nulo em casa. O 5-1 em Bucareste da última semana permitiu ao Sporting superar pela primeira vez o agora apelidado de play-off de acesso.

Arranque histórico, bom prenúncio?

Em 2016/2017, Jorge Jesus iniciou a campanha na Liga com quatro vitórias, ainda que com um score com menos dois golos marcados. O Sporting sucumbiria em Vila do Conde na quinta jornada e, mesmo recuperando em casa com o Estoril (4-2), empataria com o Vitória de Guimarães a três golos. Para já, o leão igualou a pontuação ao fim de quatro jogos de 15 outras épocas e tem o melhor arranque à quarta jornada em 27 anos, perdendo na diferença de golos para os comandados de Marinho Peres, em 1990/1991, com 16 golos marcados e três sofridos. Com as deslocações a Santa Maria da Feira e a recepção ao Tondela, o Sporting pode pensar em chegar a um dos melhores cinco arranques de sempre. Em 1947/48 e em 1950/51, os verdes e brancos somaram sete triunfos consecutivos, estando ainda longe o registo de Marinho Peres, o tal de 90/91 em que o Sporting venceu 11 jogos consecutivos, ainda que não conseguindo o título [ver tabela à direita]. Na primeira jornada, o leão escapou-se à vontade do primodivisionário Desportivo das Aves, triunfando por 2-0. Gelson assumiu as despesas do marcador. Em casa, diante do Vitória de Setúbal, Dost resolveu de penálti. Em Guimarães, uma goleada histórica, a maior de sempre no Berço, superando o 5-1 de 1954. Dost e Bruno Fernandes marcaram por duas vezes e Adrien fechou as contas. Contra o Estoril, Gelson e Bruno voltaram a facturar. São eles os destaques até agora.

Leia mais na edição impressa do Jornal Sporting, já nas bancas

Foto D.R.

VARdade Desportiva

Por Jornal Sporting
31 Ago, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3639

A contragosto, com muitas resistências e desconfianças por parte de alguns, o VAR (vídeo-árbitro) foi introduzido esta época na Primeira Liga, tendo o nosso Clube sido um dos seus principais entusiastas e um dos que mais se bateu, e bate, pelo recurso às novas tecnologias que possam auxiliar o trabalho dos árbitros, contribuindo para a verdade desportiva.

Cada jornada que passa, e já vamos na quarta, é por de mais evidente o contributo do vídeo-árbitro, rectificando ou ratificando decisões, ou alertando as equipas de arbitragem para lances que estas não conseguem descortinar. O jogo do último domingo em Alvalade foi, com o contributo do VAR e no que respeita à emoção, electrizante, provocando “picos cardíacos”.

Aqueles que olham, cepticamente, para o VAR e o acusam de retirar emoção ao jogo e à festa do golo tiveram uma demonstração de que assim não é. A emoção existe e a incerteza também, só que agora de forma diferente. No entanto, não tão diferente assim, uma vez que não foram poucas as situações em que, sem tecnologias auxiliares, uma equipa e seus adeptos celebraram um golo e, segundos depois, o árbitro auxiliar chamou o árbitro principal pelo auricular e ele anulou o golo. O que agora temos acaba por ser o mesmo mas com recurso à tecnologia e com a redução do grau de erro. Por ter assistido à malfadada final da Supertaça de andebol (vitória justa do ABC), que teve lugar na cidade de Mêda, não pude assistir ao vivo à partida frente ao Estoril Praia pelo que o acompanhei através do relato na rádio, na viagem de regresso a Lisboa. A emoção, a incerteza, a frustração e o rejubilar foram condimentos que o VAR não roubou, antes pelo contrário, neste caso em concreto, até exacerbou.

Nos últimos minutos do jogo Sporting 2 – Estoril 1, Bast Dost converte um excelente golo de cabeça e mata o jogo, os jogadores celebram e os adeptos exaltam…não, não é golo, o VAR anula por posição irregular de Piccini no início da jogada, assinalando, e bem, o respectivo fora-de-jogo. Poucos instantes depois, contra-ataque do Estoril e balde de água fria em Alvalade, os canarinhos igualam nos segundos finais o marcador, no relvado os jogadores da “Linha” saltam e abraçam-se euforicamente enquanto que nas bancadas, no rosto dos nossos adeptos, e no relvado, no dos nossos jogadores, o ar de desalento não poderia ser maior. Jorge Jesus exprime gestual e energicamente no banco de suplentes todo o seu desagrado… morrer na praia com o Estoril. “Calma!” diz o relatador, “fizeram-me aqui sinal de que poderá ter existido fora-de-jogo…e há mesmo, o VAR anula o golo. É impressionante, grita-se em Alvalade como se se tivesse marcado um golo!!!”.

A VARdade é a verdade desportiva que aqui permitiu que a justiça do resultado fosse reposta, com duas situações, uma para cada lado, pela mesma irregularidade e ambas correctas. E se não houvesse VAR, como seria?

Se o vídeo-árbitro tem muitas virtudes, a sua utilização parece não aproveitar todo o seu potencial com algumas cores (será o VAR daltónico?), conseguindo ter uma visão de águia em lances dificílimos de escrutinar e de cegueira completa em lances à vista de toda a gente. Se já nos impressiona a equipa de arbitragem não assinalar esses lances, será que os competentes árbitros que estão em frente ao écran têm a tecnologia aVARiada?

Apenas uma simples coincidência, por certo, o apagão do VAR em quatro jogos consecutivos, relativamente a Eliseu. Eu, que também ando de moto, posso-vos assegurar que ele não joga de Vespa. Andei na tropa e sei bem que ele é um blindado e com lagartas, que passa por cima de tudo e de todos destruindo tudo à sua volta, e fica incólume porque…é blindado! Agora quem… deixo este quiz para os nossos leitores resolverem. E a agressão de Pizzi sobre Francisco Geraldes, o que dizer?

Boa leitura!

P.s. Em tempo de paragem para os trabalhos da Selecção Nacional é com agrado que mais uma vez registamos que somos o Clube que mais jogadores cede (seis) e aquele que mais jogadores formou (12). Ao fim das quatro primeiras jornadas, continuamos invictos e na liderança do campeonato, depois de termos assegurado o apuramento para a fase de grupos da Champions. Para quem está em crise e em guerrinha permanente, nada mau, pois não?

 

Melhor arranque dos últimos 27 anos em destaque

Por Jornal Sporting
30 Ago, 2017

Edição desta quinta-feira analisa ao pormenor o "diabólico" (mas positivo) mês de Agosto da equipa de Jorge Jesus

Esta história não se contava há 27 anos. Com a vitória por 2-1 frente ao Estoril, descrita por Hugo Alegre, o Sporting CP iguala o arranque de 1990/91 com Marinho Peres. Um início de temporada muito positivo e analisado ao pormenor pelo jornalista Frederico Bártolo nas páginas 12 e 13. A este trabalho, juntou ainda o 'Adeus aos remakes do Missão Impossível', que é como quem diz: olhar sem medos os adversários da Liga dos Campeões (Juventus, Barcelona e Olympiakos), pois defende que "estar entre os melhores do Mundo implica competir a um nível de excelência". Os 11 base, as principais dificuldades esperadas e os sistemas tácticos dos nossos adversários estrangeiros (página 5). 

Fechando o capítulo do futebol, entra em cena o Sporting Paralympics. Márcia Ferreira, directora-geral do departamento, explicou a passagem de duas para 12 modalidades em apenas três anos. A forte aposta do Clube nesta secção - mais de 150 atletas - faz com que os leões sejam a maior potência mundial, algo reconhecido por vários países. 
 
As chamadas de capa terminam com o bronze de Marta Onofre nas Universíadas de Taipé. A atleta leonina de 26 anos terminou a prova de salto em vara com a mesma marca da primeira classificada (4.40 metros), Iryna Zuk. No entanto, no factor de desempate, valeu o facto de Marta só ter conseguido atingir a marca à segunda tentativa, acabando assim por ocupar o terceiro lugar do pódio. As reacções foram escritas por Pedro Figueiredo na página 21. Estes e outros assuntos do universo verde e branco no semanário de 31 de Agosto de 2017.
 
Foto D.R.

Cruz pesada

Por Jornal Sporting
10 Ago, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3636

A liberdade de expressão é um direito inalienável com que todos nos devemos congratular. Assim a opinião é, e deve ser, livre podendo cada um expressá-la independentemente da sua cor, credo, religião, opção política ou clubística. No entanto, uma opinião livre de ser manifestada de acordo com o mesmo princípio está sujeita a eventual contraditório, podendo ser objecto de discórdia, não pelo direito de ser proferida mas sim pelo seu conteúdo.

Nos últimos dias temos assistido à tomada de posição através de comunicados ou por escritos por parte de responsáveis do nosso Clube a propósito de opiniões manifestadas em órgãos de comunicação social, por colunistas afectos ao Sporting, com temas relacionados sobre a época desportiva que agora se iniciou, e bem, com a conquista dos primeiros três pontos em disputa.

Nas opiniões manifestadas há que distinguir aquelas que são o traduzir de uma visão e com as quais podemos ou não concordar, assistindo-nos igualmente o direito de sobre ela nos manifestarmos, tendo sempre como objectivo a defesa dos superiores interesses do Sporting Clube de Portugal. Outro tipo bem diferente é a maledicência, a mentira e a calúnia a par da criação de um clima de suspeição sobre o capote de opinião. Aqui por não se tratar apenas de mera opinião, há que tomar medidas firmes face às insinuações maldosas e continuadas que têm como único objectivo desestabilizar o Clube, por interesse pessoal e do grupo de interesses onde se inserem, alinhando no jogo de terrorismo comunicacional dos rivais.

Esta situação é tanto mais grave quanto se trata de um antigo dirigente que vem agora criticar e lançar insinuações maldosas sobre a informação divulgada pelo Clube sobre as contratações, quando nunca ouvimos durante o mandato de outras Direcções a sua preocupação com situações aí bastante preocupantes. Curioso também é o facto de no tempo em que esteve nos órgãos sociais do Clube nunca ter sido divulgada tanta informação e detalhada sobre as contratações como é actualmente.

Toda esta situação ainda nos toca mais porque desde que actual Direcção tomou posse, um dos pontos em que sempre se destacou foi a política de transparência e rigor da informação relativa a transferências, contratos e comissões – quando existem – e outros negócios de activos da Sporting SAD que, além da CMVM, são publicadas em primeira mão e em exclusivo precisamente aqui, no jornal oficial do Sporting Clube de Portugal.

Iremos uma vez mais, no final desta janela de mercado, publicar toda a informação, à semelhança do que temos vindo a fazer, sobre as transacções efectuadas, numa prática de informação contínua, rigorosa e transparente, para que tal como nos comprometemos, a cada instante, os Sócios tenham o máximo de conteúdo para conhecerem a real situação do Clube.

Assim, em vez de andar com maledicência crónica e a propagandear um clima de suspeição seria bom que o referido colunista se preocupasse mais com a agressão que nós vivamente repudiamos ao jornalista Pedro Neves de Sousa, profissional do grupo editorial onde escreve, por parte de adeptos do nosso rival. Aqueles que não têm claques mas que me obrigaram a fazer a viagem que nunca deveria ter feito em representação do nosso Clube, falo da deslocação a Orentano para as cerimónias fúnebres de Marco Ficcini, assassinado barbaramente nas imediações da Luz.

Gostaria que se manifestasse pelo apagão mediático da agressão ao jornalista Neves de Sousa, nomeadamente no grupo onde escreve, e se interrogasse e nos esclarecesse o porquê dessa situação.

A preocupação máxima deve estar no estado de direito que parece não funcionar de igual para todos, onde leis e regulamento parecem não ser aplicados da mesma forma, nem com a mesma celeridade.

O que temos vindo a assistir é de facto preocupante pois parece que vivemos num regime de excepção dentro do estado de direito quando os interesses avermelhados estão em questão e aqui nada tem a ver com as cores políticas. De qualquer forma, sabemos que para os políticos, os dossiers relacionados com o desporto em geral e o futebol em particular “queimam-lhes as mãos”.

Terminamos com uma pergunta: até quando vão os dirigentes com responsabilidades nestas áreas continuar a assobiar para o lado e a manter este clima de impunidade para com os nossos rivais?

Boa leitura!

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