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Português, Portugal
Foto D.R.

Entrevista exclusiva a Pedro Gil em destaque

Por Jornal Sporting
17 Out, 2018

Hoquista leonino revelou sonho de vencer a Liga Europeia na edição n.º 3698 do Jornal Sporting, esta quinta-feira (18 de Outubro) nas bancas

Os sonhos dos atletas leoninos são revelados nas páginas do Jornal Sporting e nesta edição, a n.º 3698, Pedro Gil revelou o da equipa de hóquei em patins: "Temos o sonho de ser campeões europeus". A dois dias da estreia na Liga Europeia 2018/19, o experiente hoquista concedeu uma entrevista exclusiva ao semanário verde e branco, na qual abordou, ainda, o longo período de paragem que o afastou da actividade de que mais gosta de praticar na vida. 

Numa semana em que o hóquei esteve em destaque, com o arranque do Campeonato Nacional, 'reveja' a homenagem ao 'mago' Chana, um ídolo que foi ovacionado de pé no Pavilhão João Rocha aquando do dérbi frente ao Benfica, do passado domingo. 
 
No que às modalidades diz respeito, o andebol recebe a merecida referência à invencibilidade fora de portas na Liga dos Campeões, que coloca os orientados de Hugo Canela numa boa posição na luta pelo apuramento para a fase seguinte da prova - depois do triunfo na Eslováquia diante do TATRAN Presov. 
 
No mês do animal, o Clube juntou-se à União Zoófila e proporcionou um treino diferente às modalidades de futsal e hóquei em patins, que receberam a visita dos amigos de quatro patas, uma reportagem que pinta as centrais do Jornal Sporting de 18 de Outubro. 
 
Por último, a primeira página destaca Paulo Gomes, novo director geral da Academia. Fique a conhecer os planos e o sentido de missão do antigo responsável pela gestão do Pólo do Estádio Universitário de Lisboa, apresentado agora como novo líder do principal ninho da formação leonina. 
 
Estes e outros assuntos na edição desta quinta-feira do Jornal Sporting, amanhã nas bancas.  
Foto D.R.

O melhor do Mundo

Por Jornal Sporting
27 Set, 2018

Editorial do director interino para a edição 3.695

Não há membro da família leonina que não considere o Sporting como o melhor Clube do Mundo. Não por vaidade, mas com orgulho. Os 112 anos de história, repletos de feitos inigualáveis, têm vindo a encher as memórias de acontecimentos que marcam não apenas a glória do leão rampante mas também a do próprio país. Defender as cores nacionais é uma extensão do trabalho que cada atleta desenvolve diariamente para estar preparado para a superação a qualquer momento, em qualquer palco.

No passado sábado, em Veneza, Tiago Santos sagrou-se campeão do Mundo de kickboxing, na categoria de -63,5kgs, no escalão júnior. Seguiu, assim, as pisadas de outra referência da modalidade, no Clube e no país, que em 1994 alcançou o mesmo título – ao que juntou também o de campeão intercontinental, Fernando Fernandes, cujo cinto é um dos artigos que não pode deixar de ser visto no Museu Sporting, qual árvore com os frutos do Esforço, Dedicação e Devoção de todos os que superaram a concorrência com o seu valor em representação do Sporting Clube de Portugal. Em Coimbra, há um jovem de 18 anos que, na sua modalidade, não tem melhor do que ele em todo o Mundo e esse é um estatuto que não está ao alcance de qualquer um.

No plano mais doméstico, mas igualmente assinalável, esteve João Mansos, de 24 anos, que proporcionou ao Sporting o primeiro título no triatlo. A história, contada na página 29, é mais um exemplo da superação. No seu caso, uma luta interior, como o próprio explica, quando se deu a passagem do ciclismo para a corrida. Há adversidades que servem para espicaçar o já elevado espírito competitivo de quem vive para ser o melhor, preferindo ignorar as vozes interiores que, por vezes, sussurram 'não serás capaz'.

O reconhecimento natural do valor de cada atleta aparece plasmado nos resultados e, no caso dos excepcionais, gravado no currículo que se vai construindo ao longo das carreiras. O melhor jogador de futebol do Mundo, indubitavelmente ligado ao Sporting para o resto da sua vida, viu-lhe ser negado qualquer prémio na Gala da FIFA. Nem sequer o Puskas, para o melhor golo, com aquela bicicleta oferecida ao Mundo, nos quartos-de-final da maior, melhor e mais prestigiada competição do planeta e frente a uma das maiores referências da baliza da actualidade. Os números de Cristiano Ronaldo – que já há muito entrou no registo de bater os seus próprios recordes – não estão dependentes de escolhas subjectivas, muitas vezes ligadas a amores e ódios. No que diz respeito a clubes, ser o mais poderoso não é, necessariamente, condição para se ser o melhor. 

Por último e – mais uma vez – não menos importante, o episódio que fez o nome do Sporting correr o Mundo no passado fim-de-semana. Ainda hoje muitos tentam perceber como foi possível aquele golo de Carlos Ruesga, que selou a vitória na segunda jornada da Liga dos Campeões, na Rússia. Fez lembrar a forma como os juvenis de andebol garantiram o título nacional, em Braga, frente ao ABC. A diferença está na acrobacia a que o central espanhol recorreu para atingir a glória desejada. O gesto técnico é de tal forma impressionante que deixou qualquer um, Sportinguista ou não, de boca aberta. Aos 33 anos, Ruesga continua a ser um profissional de mão cheia. O golo é a ponta do icebergue. Se terminar a carreira em Alvalade e houver o reconhecimento ao contributo que tem dado à equipa e a glória que tem proporcionado ao Clube, a melhor forma de o homenagear será eternizar aquela queda calculada para a vitória, de nota artística incalculável. Isto é o Sporting!
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Vontade férrea

Por Jornal Sporting
30 Ago, 2018

Editorial do director interino para a edição n.º 3691

Muitas das modernas constituições que ditam as regras mais elementares de convivência entre cidadãos têm o inegável contributo da teoria de separação de poderes do barão de Montesquieu, político e filósofo francês da passagem do século XVII para o XVIII, que a propósito escreveu: "Os leões têm uma grande força, mas esta ser-lhes-ia inútil se a natureza lhes não tivesse dado olhos". Os olhos que teve Romain Salin para defender o remate de Cervi que valeu um golo. Os olhos que teve o capitão – mais uma vez a assumir a responsabilidade da decisão –, Nani, dignos de verdadeiras Odysseas suportadas também pelo espírito de sacrifício de Montero que, apesar de ter características diferentes, coube-lhe desempenhar as funções do ausente Bas Dost. Olhos que todos tivemos para ver (e apoiar) uma das mais fortes razões que liga a imensa família leonina e motivo de reunião semanal, no caminho que se quer de sucesso. A campanha que esta época arrancou, "Agora És Tu", reflecte bem a necessidade de haver a tão pedida união entre todos. Ghandi também dizia que a força não provém da capacidade física mas da vontade férrea em alcançar os objectivos. Vontade todos terão, é certo, mas a diferença poderá estar naqueles que a demonstram sempre com o mesmo espírito de entrega, independentemente dos obstáculos que possam surgir – e se às vezes são de mais. Não há como contornar a questão: a equipa orientada por José Peseiro, como tem sido apontada por todos, começou claramente em desvantagem em relação aos seus mais directos adversários e, por essa razão, terá de apresentar argumentos que justifiquem o desejado desfecho que nos foge, novamente, há quase duas décadas. Os arranques de temporada, com maior ou menor grau de exigência, são invariavelmente complicados de gerir. As maratonas não se ganham nos primeiros quilómetros. À terceira jornada, e depois de já termos visitado a casa do eterno rival e directo concorrente nos objectivos, ocupar a liderança da Liga NOS nada tem de surpreendente – será apenas para os não -crentes –, antes de justiça. Assim como é mais fácil trabalhar um plantel sobre vitórias, o primeiro lugar é, igualmente, motivo de orgulho e sinal de responsabilidade acrescida. O próximo desafio, da quarta jornada, na recepção em Alvalade ao Feirense, este sábado, terá o ingrediente extra de poder significar, aconteça o que acontecer em outros estádios, novo reforço da liderança leonina. A presença em massa torna-se cada vez mais importante. A força e concentração que se pedem à equipa também terão sempre de vir das bancadas. "Não é força que se pede a um canoeiro. O segredo está no ritmo dos remos, batendo num mesmo compasso na superfície da água", escreveu Mia Couto. Pedimos, na manchete da edição passada, que sentissem o dérbi. Álvaro de Campos dizia que ser forte é ser capaz de sentir. A equipa sentiu e foi forte. Agora somos nós. Agora és tu! Parabéns a Nuno Dias e Pany Varela, eleitos o melhor treinador e melhor jogador português da Liga Sport Zone da época passada. Justiça para tricampeões nacionais, que entraram nesta pré-época a vencer o mais prestigiado torneio da modalidade em Portugal, Masters Cup, derrotando dois poderosos adversários, o último dos quais, na final, responsável por lhes negar, há dois anos consecutivos, o título maior europeu. As mesmas saudações a Luís Gonçalves, Carina Paim, Carolina Duarte e Érica Gomes, os quatros leões responsáveis por oito medalhas nos Europeus paralímpicos que se realizaram em Berlim. Isto é o Sporting!

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Sintam o dérbi

Por Jornal Sporting
22 Ago, 2018

Antevisão ao jogo da terceira jornada, frente ao Benfica, em destaque na edição desta semana

Depois da vitória no passado sábado, dia 18, frente ao V. Setúbal (2-1), os comandados de José Peseiro preparam-se para a invasão ao Estádio da Luz, para defrontar o Benfica, em jogo a contar para terceira jornada da Liga NOS. A edição n.º 3.690 conta-lhe todos os pormenores da preparação para o grande dérbi, aos olhos de José Peseiro, técnico leonino, e Bruno Fernandes, atleta.

Com cinco anos de contrato, conheça também os detalhes da contratação do avançado Diaby e, ainda, as primeiras reacções após a chegada a Portugal. Numa semana ‘à Sporting’, destaque para a conquista do campeonato nacional ActiveBank, pela dupla de voleibol de praia Kibinho/Reis – poster do pódio.

Na passada terça-feira, dia 22, o Pavilhão João Rocha voltou a abrir portas para acolher duas grandes modalidades: futsal e andebol. Numa homenagem a Francisco Stromp, as duas equipas entraram em campo para conquistarem o tão merecido troféu.

A poucas semanas das eleições à presidência do Sporting CP, fique a par das entrevistas aos candidatos ao Conselho Fiscal e Disciplinar de cada uma das sete listas concorrentes.

Estes e outros assuntos no Jornal Sporting desta quinta-feira, amanhã nas bancas.

 

 

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Agora é a sério!

Por Jornal Sporting
09 Ago, 2018

Editorial do director interino para a edição n.º 3.688

Estamos à porta de mais um arranque da Liga NOS. Domingo, pelas 18h30, os nossos leões entram em campo, em Moreira de Cónegos, onde naturalmente só os três pontos interessam. A pré-época pode não ter dado grandes vislumbres do que poderá a equipa orientada por José Peseiro fazer, mas a partir de agora é a sério! Volta a velha e conhecida ditadura dos resultados, perante os quais uma simples bola na trave pode ditar a distância abismal entre sucesso e insucesso. Estaríamos todos descansados se fosse apenas esse o argumento a determinar os vencedores. Relembra-se a máxima deixada pelo professor Moniz Pereira, que dava conta da sorte dar muito trabalho. É precisamente esse trabalho que jamais poderá ser colocado em causa por factores externos ao já escrutinado rendimento dos atletas envolvidos nas mais diversas competições, aqui aplicados ao futebol. O Sporting CP pugna constantemente pela verdade desportiva mas todos os anos a conversa parece voltar aos mesmos tópicos de sempre: a intensidade. Aliás, excelente substituto para o tão perigoso factor da intenção, que faria entrar por caminhos (ainda) mais escorregadios.

A que conclusões terá chegado a Federação Portuguesa de Futebol, a Liga e Conselho de Arbitragem sobre o facto de não ter havido um só árbitro luso a apitar no Mundial? Portugal, que é campeão europeu e foi uma das três ligas europeias a estrear o vídeo-árbitro na época transacta, algo que chegou a servir de arma de arremesso ao anterior Presidente do Sporting Clube de Portugal, que defendia a solução como uma das mais prementes para se reduzir substancialmente a margem de erro de quem se quer 'invisível' no relvado.

Míster: o caminho pode ser sinuoso mas Goethe dizia (e bem) que as montanhas não podem ser vencidas excepto se forem atravessadas por eles, caminhos sinuosos, aqueles que parecem calhar sempre ao Sporting CP em sorte quando outros conhecem – ou lhes facilitam – vias mais directas, ainda que moralmente condenáveis, pois legal e juridicamente estão em curso vários processos de averiguação que ainda não se conhecem o desfecho.

No entanto, é o Sporting CP que faz vender jornais e enche intermináveis horas de antena de rádio e televisão, num tratamento desigual, na forma e no conteúdo, em constantes atropelos aos mais elementares e básicos deveres da imprensa: de informar com verdade o seu público. Este assunto, aliás, esteve sempre na ordem do dia nas páginas deste Jornal desde a sua primeira edição, como Boletim Sporting, que saiu para as bancas a 31 de Março de 1922. Neste número que tem nas mãos [páginas 9, 10 e 11], o tópico foi abordado pelo actual presidente da Comissão de Fiscalização, Henrique Monteiro, antigo director do semanário Expresso e jornalista desde 1979. Admitiu que o nosso Clube, realmente, nunca teve aquilo a que se chama 'boa imprensa'. Não a ter poderia não ser problemático caso o inverso (leia-se 'má imprensa') não fosse prejudicial aos interesses do Clube. A questão não é de somenos. A comunicação atingiu o galáctico nível de poder determinar o redondo falhanço de uma excelente mensagem ou o seu contrário. Não faltam casos de ambas as realidades para o comprovar. Fica o desejo de os Sportinguistas saberem reconhecer a credibilidade das suas fontes e assim fundamentarem as suas opiniões. Liberdade é isto!

Foto D.R.

"Chegamos sempre aonde nos esperam"

Por Jornal Sporting
26 Jul, 2018

Editorial do director interino para a edição n.º 3.686

No prefácio de uma das suas últimas obras, n' A Viagem do Elefante, Saramago citou o Livro dos Provérbios: "Chegamos sempre aonde nos esperam". Este sábado será indubitavelmente marcado pelo regresso da equipa de futebol profissional à sua casa – a Academia é a oficina de trabalho –, colocando um ponto final no (demasiado) longo período de defeso, no qual nem o Mundial serviu para desviar as atenções do país de Alvalade. Compreensível e incontornável.

No entanto, uma coisa é o relato, mais ou menos imparcial, da realidade que vivemos e outra é o que realmente cada um sente quando se veste a rigor para, em comunhão com a família leonina, puxar por quem preenche os nossos sonhos de magia futebolística, desde as defesas de Viviano aos cortes com fuga em ataque vertical de Acuña, passando pelas bombas de Bruno Fernandes, do talento emergente de Francisco Geraldes e Matheus Pereira, até ao holandês voador, autor de 70 golos nas duas épocas que leva de leão ao peito. Aliás, com mais duas épocas de igual desempenho e Bas Dost terá marcado mais golos em quatro anos no Sporting do que nos restantes anos de carreira todos juntos.

Os exemplos atrás referidos não são, de todo, aleatórios. Nem mesmo a escolha de Viviano, o novo guardião da nossa baliza Vítor Damas, bem escudado pela Curva Sul, perfeitamente alinhada – como se pode ler no comunicado conjunto ontem divulgado publicamente por todos os intervenientes – com a Comissão de Gestão na recepção à equipa escolhida para atacar mais uma temporada. Bas Dost, Bruno Fernandes e Acuña chegaram precisamente aonde os esperavam. "Este é o meu Clube. Amo este Clube", atirou o n.º 28 – número mítico – na apresentação do seu regresso, explicando ainda o que sentiu depois de 15 de Maio e o que o levou a permanecer em Alvalade. Bruno Fernandes garantiu publicamente que, apesar do pedido do seu agente para aumentar o salário, ele próprio recusou e continuou com os mesmos valores iniciais.

Numa altura em que se torna difícil separar o trigo do joio, com tamanha avalanche de (des)informação, que se fique pelas emoções. Pelo que os sentimentos revelam, deixando a componente profissional para as áreas estritamente necessárias ao alcance dos objectivos. Representar um Clube não é um mero desempenho físico, técnico e táctico e Cristiano Piccini demonstrou-o na perfeição. Esteve apenas um ano a representar o Sporting, mas a sua mensagem de despedida – agora no Valência [ver pág. 7] – revelou um tão profundo respeito pelo Clube que acabou por servir de mote comparativo a outras saídas bem mais dolorosas. Não pela saída em si, mas pelas circunstâncias. O Valência contratou não apenas um bom activo para a sua equipa – chamada à squadra azurra é uma hipótese que ganha cada vez mais força... –, mas um espírito esclarecido e com princípios certamente apreciados por todos. Para estes, Alvalade terá sempre a porta aberta. Obrigado, Piccini.

Por último, mas não menos importante, o oitavo título nacional de clubes de atletismo de pista ao ar livre. Octocampeãs – com o respectivo poster nas páginas centrais. A história do atletismo no Sporting daria outro editorial, a secção que mais títulos, nacionais e internacionais, tem proporcionado aos longos destes 112 anos. Braga foi o palco escolhido e as leoas voltaram a mostrar a raça que as molda na verdadeira universidade do atletismo português. Isto é o Sporting!

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Octocampeãs nacionais de atletismo em destaque

Por Jornal Sporting
26 Jul, 2018

Edição desta semana conta ainda com informações sobre o jogo de apresentação, com o regresso de Bas Dost e os números incríveis do Pavilhão João Rocha

Na edição nº 3.686, já nas bancas, o grande destaque vai para as octocampeãs nacionais de atletismo. Com resultados extraordinários atingidos no passado fim-de-semana, em Braga, as atletas leoninas arrecadaram mais um título esta temporada.

O futebol está de volta a Alvalade. No primeiro jogo na morada verde e branca, o Sporting CP defronta o Marselha sob o novo mote 'Agora és Tu' e conheça ainda as muitas actividades que se vão realizar durante todo o dia de sábado (27 de Julho). A partida tem apito inicial marcado para às 20h30.

No regresso a casa, Bas Dost marcará presença. O holandês está de volta e é destaque na primeira página do Jornal Sporting. “Este é o meu Clube e amo-o”, foi a frase dita pelo avançado e a mensagem que conduziu a sua apresentação.

Depois de um ano em pleno nas modalidades, o Pavilhão João Rocha é notícia pelos números alcançados, fazendo-se um balanço entre esta época e as anteriores.

Além dos grandes destaques, pode ainda ler uma entrevista a Gilberto Borges, director da secção de hóquei em patins do Sporting CP, e uma reportagem sobre a cooperação entre os dois projectos a decorrer, em Alcochete, durante as férias de verão: Sporting Summer School e Férias Academia.

Tudo isto e muito mais a não perder nesta edição!

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Citius, Altius, Fortius

Por Jornal Sporting
12 Jul, 2018

Editorial do Director interino do Jornal Sporting na edição n.º 3.684

De quatro em quatro anos, Mundiais de futebol e Jogos Olímpicos – para falar nos dois mais mediáticos eventos desportivos do Mundo, a par do Mundial de râguebi –, reúnem na mesma competição os melhores intérpretes das respectivas modalidades. O desporto de alta competição, pela razão atrás explicada, proporciona espectáculos impressionantes na permanente tentativa de superar as marcas que já tinha feito história, renovando assim os heróis que, tal como Camões escreveu nos Lusíadas, da morte se vão libertando, numa eternidade reservada aos predestinados.

Este discurso serve de mote à notória falta de cultura desportiva que, muitas vezes, graça pelo país num claro atropelo ao espírito mais puro do desporto, demasiadamente marcado pela futebolização que, num plano mais largo, funciona como o eucalipto, secando tudo à sua volta. Aliás, basta perceber a importância que o futebol assume entre as dezenas de modalidades que compõem os Jogos Olímpicos para se perceber o alcance do que devem ser as boas práticas de uma saudável cultura desportiva.

A secção de atletismo do Sporting Clube de Portugal, considerada como uma verdade universidade nacional da modalidade, proporcionou um novo momento de Glória ao Clube e aos seus Sócios e adeptos, no passado fim-de-semana, em Leiria, no Campeonato de Portugal de pista ao ar livre, individual. Foram 21 títulos de campeão nacional, 48 pódios, três deles completamente lotados de camisolas verdes de leão rampante ao peito: nos 5.000m, Sara Moreira (1.ª), Catarina Ribeiro (2.º) e Susana Godinho (3.º); nos 200m, Rosalina Santos, Lorene Bazolo e Filipa Martins; no salto com vara, Marta Onofre, Leonor Tavares e Cátia Pereira.

Falamos precisamente das mesmas especialidades do atletismo que colam os espectadores à televisão, de quatro em quatro anos, para as ver.

A secção, liderada por Carlos Lopes – primeira medalha de ouro nacional em Jogos Olímpicos – e com a coordenação técnica de Carlos Silva, não podia dar melhor seguimento ao riquíssimo legado deixado pelo professor Mário Moniz Pereira, ele próprio a eterna referência do atletismo nacional e figura maior da história centenária do nosso Clube.

Temos sempre de colocar as diferentes realidades numa perspectiva de modo a que não haja injustiças nas avaliações quanto ao grau de importância de um título conquistado. Seja em que modalidade for. Isto num Mundo ideal, naturalmente. Mundo ideal que continua nas mãos de cada um, tal como a reciclagem. É um trabalho individual, a de separar convenientemente os resíduos, em nome de um bem maior, comum. A cultura desportiva pode inserir-se no mesmo plano. Apoiar a equipa de futebol não constitui, por si só, argumento de defesa aos amantes do desporto. Esses, sentem tanto gosto e orgulho no título nacional de hóquei em patins, celebrado 30 anos depois do último, como com o título dos iniciados de Pedro Coelho, alcançado na última jornada do campeonato e frente ao eterno rival.

O Sporting, pelo seu extraordinário ecletismo, é um clube que propicia essa veia mais apurada de uma cultura desportiva que se quer no caminho da ideal. A grandeza leonina, tão bem espelhada no nosso Museu, percorre as modalidades apresentando como cartão de visita uma das histórias mais brilhantes do deporto nacional. De sempre. Entre os maiores, há sempre um leão. Ou vários. E leoas! Para além da diversidade, há também a igualdade de género. Mulheres de e com garra!

Obrigado a todos os nossos atletas. O trabalho do Jornal Sporting também fica, assim, muito fácil, pelo orgulho dos relatos que fazemos.

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Império Leonino

Por Jornal Sporting
06 Jul, 2018

Editorial do Director interino do Jornal Sporting na edição n.º 3.683

Não há, porventura, na história da humanidade, maior imperador do que Alexandre, o Grande, macedónio que em 12 anos de poder expandiu o território original herdado do seu pai desde a ponta oriental da Europa, nas primeiras batalhas balcânicas, até às margens do Índico, espalhando Alexandrias e Alexandrópolis por uma extensão de terra que o tornaram um dos maiores conquistadores de sempre. Segundo rezam as lendas, chorou ao perceber que, chegado às costas do que é hoje o Paquistão, não tinha mais território para conquistar.

As lágrimas que se verteram no Pavilhão João Rocha no sábado passado, no desfecho do derradeiro campeonato, que fechou as contas das modalidades para a época 2017/18, tiveram o mesmo significado. Nada mais havia para conquistar. Não foram, contudo, de angústia ou frustração, como as de Alexandre, mas de Glória alcançada como nunca havia sido feito nos 112 anos de história do Sporting Clube de Portugal, comemorados no dia seguinte à tão importante conquista.

No ano de estreia de uma das mais importantes obras erguidas pelo Clube dos últimos anos, o Pavilhão João Rocha (PJR) abriu o seu ciclo de vida prometendo fazer plena justiça ao eterno nome que carrega. Pleno foi, também, o registo de títulos da nova, elegante e bela casa das modalidades leoninas. Todas as secções que se serviram do edifício que mudou a face da Cidade Sporting conseguiram ser campeões nacionais: voleibol, andebol, ténis de mesa, goalball, ginástica, hóquei em patins e, a fechar, futsal – a mais titulada modalidade verde e branca dos últimos anos, com um registo impressionante de sete vezes campeã nacional em nove épocas.

O jogo 5 da final da Liga Sport Zone, a negra frente ao rival – tal como já havia acontecido com o primeiro título celebrado no PJR, o de voleibol –, proporcionou novo momento de catarse familiar, como quem exorciza fantasmas que apregoam o estado calamitoso de um Clube que atravessa o mais forte e pujante momento da sua história. Que não se embarque, por isso, em discursos fatalistas ou se dê crédito a manchetes como "hecatombe". Se este cenário de verdadeiro império leonino nas modalidades é uma tragédia para alguns, então que a 'catástrofe' se prolongue ad aeternum.

Basta recordar que as sete modalidades acima referidas vão entrar em 2018/19 em qualquer recinto de jogo com as quinas ao peito – ou no braço –, não deixando a mínima dúvida de quem se sagrou e defende o estatuto de maior equipa nacional, qual primus inter pares. Uma responsabilidade que algumas destas equipas irão repetir: o andebol foi bicampeão e vai entrar em 2018/19 com o 'tri' em mente; o futsal sagrou-se tricampeão – tal como o ténis de mesa e o goalball – e vai (vão) lutar pelo tetra.

Neste balanço provisório, uma palavra para outras modalidades que, mesmo não usando o PJR, conseguiram os mesmos desideratos: judo; atletismo, não apenas campeão nacional mas também europeu, de pista e corta-mato, masculinos e femininos; natação; râguebi; tiro à bala; kickboxing; boxe; karaté; padel; bilhar...

Ficou conhecido esta quarta-feira [ver página 30] o segundo candidato oficial à Presidência do Sporting. Fernando Tavares Pereira surge com o lema "Unidos Venceremos", juntando-se ao "Unir o Sporting" de Frederico Varandas, o primeiro candidato a avançar publicamente. Pedro Madeira Rodrigues, ontem, deu-se a conhecer como o terceiro nome na corrida. Estamos agora, praticamente, a dois meses das eleições e a família leonina ficará tanto mais esclarecida quanto aos projectos em causa quanto mais clara, concisa e correcta – usando a velha terminologia da regra dos três cês jornalísticos – for a mensagem.

Por último, mas não menos importante, uma mensagem de apoio e de desejo das maiores felicidades a José Peseiro no cargo de treinador da equipa principal de futebol [ver pág. 6]. Recordo as palavras do ensaísta, filósofo e poeta libanês, Khalil Gibran: "Não se pode chegar à alvorada a não ser pelo caminho da noite". O amanhã é já hoje.

Foto D.R.

“Pleno no João Rocha” em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
05 Jul, 2018

Semanário leonino evidenciou o ano histórico para as modalidades, que fechou com o tricampeonato do futsal

Mais uma semana, mais um título nacional no Pavilhão João Rocha. O tricampeonato da equipa de futsal faz a manchete da edição n.º 3.683, sobretudo por remeter à conquista do pleno das modalidades do Sporting Clube de Portugal.

Especial atenção também para o início da pré-época da equipa principal, orientada pelo míster José Peseiro – apresentado esta semana -, que recebeu Sousa Cintra no balneário para dar o pontapé de saída na nova temporada. O Jornal Sporting esteve presente no primeiro treino e conta-lhe tudo ao longo das páginas 7, 8 e 9.

Com chamada à primeira página está ainda a Corrida Mário Moniz Pereira, ganha por José Moreira (masculinos) e Catarina Ribeiro (femininos) no dia de aniversário do Clube e, ainda, uma entrevista a João Pinto, capitão da equipa campeã de hóquei em patins, que contou a história do árduo caminho até ao título.

Estes e muitos outros temas nesta edição do semanário verde e branco, esta sexta-feira (excepcionalmente) nas bancas.

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