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As três vidas do ‘leão’ nos areais

Por Jornal Sporting
17 Dez, 2015

Grande Livro das Modalidades é dedicado ao futebol de praia

Nas três vidas do futebol de praia dos ‘leões’, há um denominador comum: Madjer. E na carreira de Madjer e no futebol de praia do Sporting há outro: Carlos Xavier. Confuso? O ex-futebolista que, como tantos outros, passou a dedicar-se aos areais quando terminou a carreira, foi um dos principais dinamizadores do futebol de praia no Clube nos primeiros anos, que remontam ao início dos anos 2000, sendo simultaneamente jogador e responsável pela modalidade. E foi também Carlos Xavier que convenceu Madjer a investir na variante do desporto-rei, quando um acidente de mota lhe hipotecou a carreira.

A modalidade deu os primeiros passos ainda numa rota embrionária, disputando alguns torneios não oficiais, inclusive a Liga Nacional de Futebol de Praia, que mais tarde daria origem ao Campeonato Nacional – que o Sporting venceu por uma vez, em 2010, já depois do primeiro interregno da modalidade no Clube. A esse seguiu-se outro, que culminou com a mais recente existência do futebol de praia no Sporting, iniciada em Maio de 2014 pelo Presidente Bruno de Carvalho, com a colaboração de Madjer, que disponibilizou toda a estrutura que estava criada na sua Escolinha. De lá para cá, o Sporting foi por duas vezes vice-campeão nacional, com uma política de aposta nos jogadores portugueses e na formação, que, espera-se, deverá ter efeitos a curto prazo.

Paralelamente, Madjer falou ao Jornal Sporting sobre a experiência de jogar contra o emblema ‘verde e branco’, o que aconteceu na semana passada no IV Mundialito de Clubes (o capitão ‘leonino’ alinhou pelo Al Ahli e marcou um golo ao seu Clube do coração). “Foi dos momentos mais difíceis da minha carreira. Como profissional cumpri o meu papel, mas fiquei de rastos”, desabafou o jogador, campeão do Mundo pela selecção portuguesa.

Leia a reportagem completa nesta edição do Jornal Sporting, que já está nas bancas.

No grupo restrito dos ‘centenários’

Por Jornal Sporting
17 Dez, 2015

Pedro Cary é o décimo jogador a atingir a 100.ª internacionalização por Portugal

São 3938 minutos, quase 66 horas a jogar com o símbolo das ‘quinas’ ao peito. Ainda não foi suficiente para Pedro Cary conquistar um troféu pela Selecção, mas deu para cumprir, na sexta-feira passada, aos 31 anos, a 100.ª internacionalização por Portugal, no jogo frente à Noruega de apuramento para o Mundial de 2016. Cary não aparenta dar grande importância aos números, mas com o correr das palavras vai soltando o “orgulho” por ser apenas o décimo jogador a ter atingido esta marca ao serviço da Selecção Nacional.

“É um número redondo, bonito de se alcançar e que poucos atingiram. É verdade que nos dias de hoje é mais fácil, porque há mais jogos amigáveis, mais acontecimentos desportivos de futsal, mas não retirando mérito, sei que sou um felizardo por ser o décimo jogador a atingir esta marca”, afirma o ‘leão’, que garante que não é por estes ou quaisquer outros números que corre por Portugal. “O meu objectivo é sempre do ponto de vista da qualidade de jogo, é por isso que luto. O mais importante é sentir-me confortável, ter qualidade de jogo individual para poder acrescentar qualidade ao colectivo. Serem 100, 150 ou 200 jogos não me provoca nenhum sentimento para além do orgulho de aqui estar”, acrescenta Cary, que recorda ainda os momentos mais importantes com a camisola das ‘quinas’ e perspectiva o ano de 2016, onde a equipa nacional vai disputar o Europeu e já garantiu presença no ‘playoff’ de apuramento para o Mundial.

Leia a reportagem completa nesta edição do Jornal Sporting, que já está nas bancas.

“Os ataques ganham jogos, as defesas conquistam títulos”

Por Jornal Sporting
16 Dez, 2015

Alguns destaques do Jornal Sporting de 17 de Dezembro

Os números falam por si: em 13 jogos, o Sporting sofreu apenas seis golos, o que faz com que a defesa ‘leonina’ versão 2015/16 apresente uma das melhores médias de sempre a nível de golos sofridos da história do Clube. Este é um o principal destaque da próxima edição do Jornal Sporting, disponível a partir de amanhã, 17 de Dezembro, e que pode ser adquirida em Portugal ou no estrangeiro, em papel ou em formato electrónico.

“O ataque ganha jogos mas a defesa conquista Campeonatos”, diz Rui Patrício, que, juntamente com Marcelo Boeck, é protagonista de uma reportagem em que explica o sucesso da defensiva ‘leonina’. Os guardiães da baliza ‘verde e branca’ garantem que toda a equipa está comprometida em não sofrer golos para com isso estar mais próxima da vitória e de manter a liderança na Liga. Confira ainda a estatística das melhores defesas de sempre do Clube, assim como os golos sofridos à 13.ª jornada pelos vários conjuntos ‘leoninos’ ao longo dos anos.

Ainda no futebol, leia as crónicas do triunfo da equipa principal frente ao Moreirense, que permitiu manter a liderança do Campeonato, e da reviravolta perante o Besiktas, que garantiu ao conjunto ‘verde e branco’ a passagem aos oitavos-de-final da Liga Europa, bem como dos principais jogos do futebol de formação.

Nas modalidades, além das vitórias do andebol e do hóquei em patins, destaque para a reportagem com Pedro Cary, que atingiu esta semana a marca das 100 internacionalizações ao serviço da Selecção de futsal. O ala ‘leonino’ recorda os períodos mais marcantes com a camisola das ‘quinas’ e antevê o próximo ano da equipa nacional, que vai disputar o Campeonato Europeu e lutar por uma vaga no Mundial no ‘playoff’ de apuramento. Destaque ainda para a reportagem sobre o Grande Prémio de Natal de atletismo, que terminou com a vitória de Sara Moreira e o segundo lugar de Jéssica Augusto, e para o trabalho com Manuela Rodrigues, adepta incansável do Sporting e que é a nova directora técnica da equipa de Sub-16 do râguebi do Clube.

O Grande Livro das Modalidades é esta semana dedicado à história do futebol de praia do Sporting, contada pelo capitão Madjer, que esteve presente nas três vidas da modalidade no Clube.

Este e outros temas sobre o Universo Sporting no Jornal que coloca tudo ‘verde no branco’.

Quo Vadis, futebol?

Por Jornal Sporting
10 Dez, 2015

Leia ou releia artigo de opinião de Bruno de Carvalho no Jornal Sporting

Depois de uma semana entre Moscovo e Pequim, volto a Portugal para ver um País com um novo Governo, novas expectativas, novos anseios e novas incertezas. Afinal, a vida é feita de mudança e evolução.

Depois de refeita a minha ‘curiosidade social’, dei uma espreitadela ao nosso futebol. E, confesso sem grande espanto, tudo na mesma. Nada se altera, nada evolui, nada se integra, nada se conjuga. A mesma lengalenga de sempre. E ninguém diz nada, somos supérfluos de conteúdos e parcos de palavras. Vive-se num clima de ‘terror’. Uns porque querem ser tão populares que cometem o pecado da uniformização de respostas, quer se faça bem ou mal. Outros porque decidem colocar processos, a torto e a direito, para tentar desesperadamente silenciar quem os incomoda.

Alguns exemplos do nosso futebol:

Chego a Portugal e sou brindado com uma carta do Tribunal onde o Benfica, num processo sem qualquer interesse, de um ‘merchandising’ que nunca vi, alarga o espectro dos visados a mim. A estratégia agora passa por qualquer processo que o Benfica levanta ao Sporting me colocar, a mim, enquanto cidadão em causa (com a desculpa de ser Presidente do Sporting Clube de Portugal) a fim de me tentar condicionar na vida profissional e pessoal. Maior baixeza apenas tenho visto em animais rastejantes. Mas isso é feito com requintes muito próprios: em vez de me fazerem notificar no domicílio profissional, colocam em documentos que serão públicos a minha morada familiar, o que acredito ser a primeira vez que é feito na história do futebol.

Sou confrontado com processos contra “tudo o que mexe” no Sporting: eu, Jorge Jesus, Octávio Machado, Jaime Marta Soares... enfim, quem comete o ‘delito’ de se referir ao Benfica leva com um processo jurídico. Mas estes processos têm claramente duas finalidades:

a) Tentar escamotear o caso da caixa e dos vouchers, o não cumprimento do artigo 62.º do Regulamento Disciplinar e a respectiva condenação prevista que é a descida de divisão, com a criação de ruído e barulho para que a opinião pública ache que, também o SCP, corre algum perigo de penalização similar. Esta chama-se a táctica da contra-informação: fazer muito barulho para que as pessoas deixem de se focar no essencial e comecem a ficar apenas com os famosos ‘soundbites’;

b) Com tantos processos em tribunal, fica claro que a grande luta do Benfica de conquista do ‘tri’ se fica numa estratégia de conquista do ‘tri-bunal’. Como diz o povo “quem não tem cão, caça com gato”.

A estratégia assumida pelos clubes sobre os direitos televisivos foi pública: centralização dos mesmos. Já com esta Direcção da Liga, todos os seus membros votaram a favor do ‘business plan’ que previa essa mesma centralização. O Benfica foi um dos que votou a favor desse plano. Agora faz mais um ‘negócio do século’ e renega  toda a estratégia por si próprio votada colocando o futebol português em causa – e não falo do Sporting, pois tem contrato até 2018, o que significa que estamos serenos. Coloca em causa os médios e pequenos clubes e traça um destino de quase fatalidade para a 2.ª Liga.
A Direcção da Liga faz um comunicado ambíguo “a bem da estabilidade do futebol português” e guarda uma posição para depois da sua reunião da próxima semana. Coincidentemente, ou não, o Benfica promete explicações do negócio em conferência na mesma data.


Fico feliz de ver o futebol tão ‘alinhado’, mas fico com uma curiosidade: depois dos comunicados à CMVM da NOS e do Benfica, o que existe para explicar? Será que, afinal, esses comunicados omitiam informação relevante ao mercado, situação gravíssima, ou teremos aqui mais um compasso de espera para alinhar posições e discursos? Vamos todos ser brindados com uma conferência de “somos 14 milhões, por isso todos nos querem” ou virão com a teoria dos bastidores que são apenas 25 milhões de euros pelos direitos televisivos e 15 milhões pelo exclusivo da BTV? Ou teremos uma terceira via de dizer que o comunicado não estava certo e existiam outros ‘activos’ envolvidos? Confesso que a curiosidade mórbida me leva a querer ver o próximo episódio. Ao estilo de novela mexicana, acho que a próxima semana vai ser recheada de ‘flique-flaques’ e cambalhotas mortais.

Por fim, Rui Vitória adoptou um discurso que termina sempre nos árbitros: os erros, tem de lhes ser dito que erram, estão sempre a errar, erram muito. Agora o Benfica incumbiu o seu treinador da tarefa de pressionar a arbitragem. Não chegava ter de treinar uma equipa que está em processo de conhecimento do seu novo treinador e suas metodologias, e integração de novos jogadores... dar-lhe, em acumulação, esta tarefa de pressão contínua é, na minha opinião, contraproducente. Ficam desde já novamente convidados os dirigentes do Benfica a assinar a nossa proposta de vídeo-
-árbitro e começarmos em conjunto a lutar pela implementação da mesma. Assim, em vez de andarmos a lamentar constantemente, seremos pró-activos. Mas acrescento hoje um novo convite: falemos em conjunto, e de forma pública, demonstrando a capacidade de elevação e de ‘fair-play’ do futebol português num evento onde analisaremos ao pormenor a arbitragem e, já agora, as exibições em cada jogo desta época dos dois clubes, estando este convite alargado a mais clubes que o queiram fazer. Assim, todos demonstrarão que não se fala só por falar, que a linguagem não é utilizada para pressionar, mas que todos apenas queremos mostrar os factos verdadeiros e contribuir para um futebol melhor.

Depois desta minha análise a uma semana fora de Portugal, vamos para a Madeira e venha de lá esse futebol, o bonito, o atractivo, o que mexe com os corações de milhões de pessoas, aquele que até ao momento lideramos!

Bruno de Carvalho

Lisboa, 4 de Dezembro de 2015

Adeus? Não. Até já

Por Jornal Sporting
10 Dez, 2015

Leia no Jornal Sporting as razões para suspensão da criação do ciclismo

O Sporting Clube de Portugal anunciou, no passado domingo, em comunicado, a suspensão do processo de criação de uma equipa de ciclismo, como o Jornal Sporting tinha divulgado na passada semana. “Já após a apresentação à imprensa do regresso do ciclismo ao Sporting e na sequência de diversos contactos por parte de Sportinguistas seguidores da modalidade, teve o Clube conhecimento de diversos factos e situações que suscitaram e suscitam as maiores e mais sustentadas dúvidas sobre procedimentos relacionados com análise e controlo anti-doping por parte dos promotores do projecto. Imediatamente, o Sporting procurou obter esclarecimentos, informações e respostas por parte dos promotores do projecto em relação aos atletas que iriam fazer parte da equipa, ao suporte de patrocinadores para a mesma e também em relação a questões de que nos chegavam ecos, já que estavam em causa valores de Ética e verdade desportiva da qual o nosso Clube não abre mão em circunstância alguma”, explicou a missiva colocada no site oficial do Clube a meio da tarde, completando: “Por parte dos promotores do projecto, as respostas não foram inicialmente dadas e, após reiteradas tentativas, foram insuficientes e não esclarecedoras quando o que está em causa é a imagem e o bom nome de uma instituição centenária e uma tradição, da qual nos podemos orgulhar, de luta pela verdade no desporto. Em vez de responder às perguntas do Sporting, os promotores do projecto e os seus responsáveis contactavam com a comunicação social, procurando na notoriedade pública das notícias, entrevistas e declarações uma chancela de validade para a sua associação com o Sporting. Desta forma, o Sporting entendeu suspender imediatamente o processo em curso com os promotores do projecto com vista à formação de uma equipa de ciclismo conjunta. Mais uma vez, demonstramos a mesma preocupação de sempre com a verdade desportiva: doa a quem doer!”. O Clube anunciou também que deu indicações ao seu departamento jurídico para analisar eventuais procedimentos.

Mais tarde, e após o anúncio entre a W52 e o FC Porto, Bruno de Carvalho, Presidente do Clube, comentou a situação. “Antecipando a falta de pedalada no futebol, assistimos a um sprint do FCP para ganhar uma meta volante no ciclismo numa etapa que será longa e cuja subida para a montanha ainda nem começou. O casamento com a W52 é válido até porque nas núpcias anteriores o Sporting não o consumou com a mesma noiva. Sugere-se que a boda seja apadrinhada pela Doyen”, ironizou o líder ‘leonino’, prosseguindo: “Mesmo após o comunicado, quero pedir desculpa a todos os Sportinguistas pelo erro cometido ao negociar com os ‘parceiros deste projecto’, pelas expectativas que foram criadas com o anúncio do regresso do Sporting Clube de Portugal ao ciclismo e a certeza que, depois deste lamentável episódio, irei trabalhar pessoalmente com o Comandante Vicente Moura no regresso do nosso Clube ao ciclismo no período mais breve possível, num projecto que tenha ambição mas onde a ética e a verdade desportiva sejam uma constante. É uma modalidade de resistência, coragem física e muito trabalho e não tenham dúvidas de que são características que não nos faltam no Sporting”.

Também Vicente Moura, vice-presidente para as modalidades, deu mais pormenores sobre a suspensão já depois do apoio público de Mário Martins, antigo médico da Volta a Portugal durante nove anos, à decisão dos ‘leões’. “Negociámos bastante com um senhor chamado Jorge Mendes, que apareceu com um projecto dele para liderar o regresso do Sporting ao ciclismo. O negócio foi progredindo, criámos acordos, um protocolo com uma associação. Na quarta-feira apareceu com cinco pessoas que não conhecia a não ser o Nuno Ribeiro, director desportivo, para assinar um protocolo. Tínhamos tudo: Sporting, sponsors em número e qualidade, um mediador e uma equipa liderada pelo Nuno Ribeiro. No dia seguinte, era necessário transformar a parceria a dois numa parceria a três e deixámos tudo entregue aos nossos assessores jurídicos. Passado algum tempo, fui começando a receber telefonemas de Sócios do Sporting ligados ao ciclismo que me queriam avisar das suspeitas que pairavam sobre esta equipa. Avisei o Presidente, que deu ordem para a suspensão do processo para avaliar tudo e recolher o máximo de informação possível. Passado o fim-de-semana, tinham decidido ligar-se ao FC Porto. Fiquei triste com este comportamento de desrespeito mas só mostra que fizemos bem em não avançar. Tomámos a decisão correcta”, comentou.

Vamos encher Alvalade!

Por Jornal Sporting
09 Dez, 2015

Alguns destaques do Jornal Sporting de 10 de Dezembro

Os próximos três jogos do Sporting para outras tantas competições são o principal destaque da próxima edição do Jornal Sporting, disponível a partir de amanhã, 10 de Dezembro, e que pode ser adquirida em Portugal ou no estrangeiro, em papel ou formato electrónico. Encher Alvalade é o mote para as importantes recepções a Besiktas – uma vitória assegura o apuramento para a próxima fase da Liga Europa – e Moreirense (para manter a liderança somando o sétimo triunfo consecutivo), bem como a deslocação a Braga, que poderá dar acesso aos quartos-de-final da Taça de Portugal. Leia as antevisões ao encontro e as palavras de João Pereira, Tobias Figueirdo, Ricardo Esgaio e Bruno César sobre as partidas que se avizinham.

 
Ainda no futebol, leia as crónicas e análises ao triunfo da equipa principal na Madeira e aos dois jogos da equipa B frente a Benfica B e Desp. Aves, bem como os principais jogos do futebol de formação. Veja também a reportagem da inauguração da Escola Academia Sporting Sintra e saiba onde andam e o que fazem os jogadores ‘leoninos’ que estiveram presentes há 29 anos nos célebres 7-1 ao Benfica para o Campeonato.
 
Nas modalidades, conheça todas as razões para a suspensão da nova equipa de ciclismo do Sporting, além das reportagens com Sara Moreira, que foi esta semana eleita atleta europeia do ano de Novembro; Alexis Santos, que conseguiu uma final, duas meias-finais e dois recordes pessoais no Campeonato da Europa de Piscina Curta; e Sergiu Oleinic, que conseguiu mais um excelente quinto lugar no Grand Slam de Tóquio.
 
Leia também o marco histórico conseguido pela equipa de futsal, que somou mais uma goleada e leva já 199 minutos sem sofrer golos, além das análises aos triunfos do andebol e do hóquei em patins, no Campeonato Nacional e na Taça de Portugal.
 
Estes e outros temas sobre Universo Sporting no Jornal que coloca tudo ‘verde no branco’.

Conquistar o Mundo empurrado pelo carinho dos portugueses

Por Jornal Sporting
04 Dez, 2015

João Soldado tornou-se o primeiro campeão do Mundo ITTADS de ténis de mesa

Sempre acreditei que o João faria alguma coisa bonita no ténis de mesa, mas nunca pensei que fosse logo na primeira competição internacional e com a conquista de um Campeonato do Mundo”, confessa António Soldado, pai de João Soldado – o primeiro campeão do Mundo ITTADS de ténis de mesa e melhor jogador da prova. Para tal proeza, o jovem ‘leão’ deslocou-se até Bloemfontein, na África do Sul, onde se disputava a edição inaugural da prova, em simultâneo com o terceiro Campeonato do Mundo IAADS de atletismo. “Estava muito calor. A viagem de avião e autocarro deixou-o nervoso. O problema dele é controlar a ansiedade e precisava de se sentir acarinhado e motivado por quem está à sua volta. Se tiver esse conforto, ultrapassa a barreira psicológica e joga como jogou”, conta o pai, que acompanhou o ‘leão’ na missão. 

A competição começou bem, com João Soldado a conquistar a medalha de bronze em pares masculinos, fazendo dupla com o italiano Daniel D’Oria. Estava dado o mote para o que viria a acontecer no dia seguinte, perante uma armada francesa disposta a levar o português aos seus limites. “A medalha no primeiro dia galvanizou-o bastante para a prova que seria bastante complicada. Os franceses eram de muito bom nível, traziam oito miúdos e já jogavam um ténis de mesa com grande qualidade. Do seu lado, o João tinha a habilidade inata para a modalidade e o meu apoio e do seleccionador nacional, Nuno Machado. O carinho e motivação que foram incutidos no João foram essenciais para a vitória dele”, explica António Soldado.

E assim foi: o ‘leão’ começou por bater o francês Alexandre Sol (3-2) e o sul-africano Carlo Cemmers (3-0), antes de terminar a fase de grupos com a única derrota do dia, por 3-1, frente ao italiano Alberto Mondino. Seguiram-se rondas a eliminar, até ao derradeiro desafio. “Nos quartos-de-final, o Nuno Machado disse-me logo que o sorteio tinha sido desfavorável. O João ia jogar com o número um francês e não se esperava nada fácil. Acontece que, nesse jogo, supostamente o mais difícil, ele conseguiu vencer logo por 3-0. O Nuno Machado voltou a passar por mim e, desta vez, disse-me: ‘Hoje vamos ouvir o Hino Nacional’”, confessa António Soldado. De facto, depois de eliminar o francês Cerci Courrilaud com facilidade, João Soldado enfrentou outro gaulês, Jean Bachevillier, e bateu-o por 3-2, dando a volta ao parcial de 2-0 com que se deparava. 

Uma marca do ecletismo do Sporting

Por Jornal Sporting
03 Dez, 2015

O golfe em destaque n’O Grande Livro das Modalidades

A gala de encerramento da época do golfe ‘leonino’, que se realizou no passado fim-de-semana no Casino Estoril, contou com um ilustre convidado: Carlos Xavier, antigo jogador ‘verde e branco’. Central, lateral direito, médio ofensivo, podia jogar onde o treinador quisesse e sempre com a mesma qualidade. Dono de uns “pés de veludo”, sobretudo o direito, com o qual desmarcava colegas com passes teleguiados e, segundo dizia John Toshack, antigo técnico do Sporting, “conseguia abrir uma garrafa de Sumol”.

Terminou a carreira em 1996, após 12 anos de ligação ao Sporting (com um interregno de três para jogar na Académica, com o irmão, e na Real Sociedad de Espanha), abraçou um novo desporto e é agora um dos 205 Associados que compõem a secção de golfe do Clube.

“A ligação ao golfe surgiu pouco depois de ter terminado a minha carreira como futebolista, em 1998. Na altura tinha umas escolas de futebol e nas férias fazíamos um programa chamado ‘Férias Desportivas’, onde íamos com os miúdos para a Quinta da Beloura para fazermos ténis, futebol e golfe. Um dia estavam os miúdos com o professor e eu aproveitei e fui bater umas bolas”, conta o ex-futebolista ao Jornal Sporting.

O golfe é esta semana o protagonista d’O Grande Livro das Modalidades, onde se conta a história da secção, desde a sua fundação, em Maio de 2012, até à época que agora terminou com a conquista de dois importantes troféus nacionais, o Tejo Golfe Tour e o Campeonatos de Clubes sem Campo.

Leia a reportagem completa nesta edição do Jornal Sporting, que já está nas bancas.

Conquistar o Mundo empurrado pelo carinho dos portugueses

Por Jornal Sporting
03 Dez, 2015

Reportagem com João Soldado, o primeiro campeão mundial ITTADS de ténis de mesa

“Sempre acreditei que o João faria alguma coisa bonita no ténis de mesa, mas nunca pensei que fosse logo na primeira competição internacional e com a conquista de um Campeonato do Mundo”, confessa António Soldado, pai de João Soldado – o primeiro campeão do Mundo ITTADS de ténis de mesa e melhor jogador da prova.

Para tal proeza, o jovem deslocou-se até Bloemfontein, na África do Sul, onde se disputava a edição inaugural da prova, em simultâneo com o terceiro Campeonato do Mundo IAADS de atletismo. “Estava muito calor. A viagem de avião e autocarro deixou-o nervoso. O problema dele é controlar a ansiedade e precisava de se sentir acarinhado e motivado por quem está à sua volta. Se tiver esse conforto, ultrapassa a barreira psicológica e joga como jogou”, conta o pai, que acompanhou o ‘leão’ na missão.

Leia a reportagem completa nesta edição do Jornal Sporting, que já está nas bancas.

Uma amizade que deu mestrado

Por Jornal Sporting
03 Dez, 2015

Reportagem com os treinadores do futsal, Nuno Dias e Paulo Luís

Não é um Campeonato, mas é como se fosse; é também uma prova de regularidade, exige trabalho que se farta e dá um título – neste caso de mestre. O treinador principal do futsal, Nuno Dias, e o seu adjunto, Paulo Luís, acabaram de concluir o mestrado na Universidade da Beira Interior, sob a orientação de Bruno Travassos, treinador do Fundão, e terminaram com classificações de campeão: Nuno Dias com 17 valores e Paulo Luís com 18. Ambos garantem que as interrogações levantadas foram mais importantes que as conclusões, mas a verdade é que essas conclusões já estão a ser transportadas para o método de treino no Sporting.

Nuno Dias defendeu a tese com o tema ‘Representatividade dos exercícios de treino em relação do jogo no futsal’. “Queria saber se existe um transfer entre as tarefas de treino que escolhemos e a origem do golo em jogo”, explica o técnico. Já Paulo Luís trabalhou o tema ‘Controlo do treino e avaliação do desempenho em futsal’, pretendendo testar a utilização de um método de controlo de treino e jogo (utilizado pelos dos treinadores no Sporting), para melhorar a compreensão da relação entre os dois contextos.

Leia a reportagem completa nesta edição do Jornal Sporting, que já está nas bancas.

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