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Foto César Santos

"Foi uma vitória histórica"

Por Jornal Sporting
13 Set, 2017

Jorge Jesus mostrou-se satisfeito com o triunfo europeu conquistado frente ao Olympiacos em Atenas

Jorge Jesus desvalorizou esta terça-feira os dois golos tardios sofridos no triunfo frente ao Olympiacos (3-2), naquele que foi o arranque da fase de grupos da Liga dos Campeões. O importante, frisou, foi a "vitória histórica" conquistada no Georgios Karaiskakis Stadium.

"A sofrer? Quem ganhou foi o Sporting CP. Ganhar aqui e fazer três golos... não sei quem é que vem cá fazer isso. A equipa do Sporting CP, na primeira parte, fez uma exibição de gala. Podiam ter sido cinco ou seis, derivado à forma como montámos o jogo estrategicamente. Tirámos o Olympiacos e os adeptos do jogo. Chegando ao fim da primeira parte, a ganhar 3-0, na segunda parte, de facto, tinha de ser mais fácil. Os jogadores do Sporting CP foram enganados por estarem a ganhar 3-0 aos 89 minutos. Não se pode prever que poderíamos levar dois golos. Podíamos ter saído daqui com um resultado histórico e não soubemos aproveitar a facilidade que tivemos. Esta foi uma vitória histórica, saímos satisfeitos. Ganhar é ganhar, que é o nosso objetivo", começou por dizer o técnico leonino em conferência de imprensa, apontando a "falta de intensidade" como o motivo para a quebra de rendimento dos leões no segundo tempo.

"Tínhamos montado uma estratégia e tínhamos dito quais eram os problemas do Olympiacos. E fizemo-lo muito bem na primeira parte. Na segunda não fomos uma equipa com intensidade, estivemos parados completamente e isso dificultou a dinâmica", explicou.

Por último, uma garantia: "Não há equipas invencíveis, quanto mais o Sporting CP. Somos uma equipa que está a crescer", concluiu.

Foto César Santos

Sporting CP quebra o gelo no inferno de Atenas

Por Jornal Sporting
12 Set, 2017

Nove anos depois, os leões voltaram a vencer fora na fase de grupos da Liga dos Campeões

É tudo uma questão de números (e parecem música nos ouvidos dos Sportinguistas): pela primeira vez na história, uma equipa portuguesa apontou três golos em casa do Olympiacos, naquela que foi a primeira derrota dos gregos frente a equipas lusas no Georgios Karaiskakis. Mérito do Sporting CP, que esta terça-feira visitou e venceu o campeão incontestável da Grécia nos últimos sete anos por 3-2, no pontapé de saída do Grupo D da Liga dos Campeões.

Um triunfo com contornos históricos, não só pela exibição memorável dos leões nos primeiros 45 minutos da partida, como pelo resultado final: nove anos depois, a formação verde e branca voltou a vencer fora na fase de grupos da prova milionária da UEFA - a última vitória forasteira havia sido carimbada frente ao Basileia, por intermédio de um golo de Djaló (1-0). Mais: é preciso recuar quase dois anos até encontrar o último jogo em que o Olympiacos sofreu três golos em sua casa... tendo em conta todas as competições: 3-0 frente ao Arsenal em 2015. 

Cortesia de Doumbia, Gelson Martins e Bruno Fernandes, que despacharam a ameaça que vinha de Atenas com três remates certeiros em apenas 43'. Mas já lá vamos, caro leitor. Não perca o 'fio à meada' da história do encontro. Comecemos pelo início. O relógio assinalava 19h45. Hora de Champions, portanto. Ouve-se o apito do húngaro Viktor Kassai no Georgios Karaiskakis e sai William Carvalho com bola. Pé direito na ‘redondinha’ e segue a jogar para os comandados de Jorge Jesus. Um bom prenúncio, pensámos nós. E bem, já que a teoria foi confirmada logo aos dois minutos de jogo por Doumbia.

Após uma falta de Marko Marin sobre Acuña, no lado direito do ataque verde e branco, o próprio argentino assumiu a 'despesa' e apontou a mira à pequena área adversária, onde Doumbia (na pele de Bas Dost), solto de marcação, teve tempo e espaço para desviar para o fundo das redes. O avançado marfinense não só apontou o seu 15.º golo da carreira nestas andanças como ainda rubricou o golo mais rápido do Sporting CP na Champions. Motivos mais do que suficientes para se festejar no banco leonino. Mais ainda quando pouco tempo depois Gelson Martins aumentou a contagem após um contra-ataque letal: Doumbia, ainda antes do meio campo, lançou o camisola 77 em profundidade que, isolado, não teve problemas em bater o guardião Stefanos Kapino. Impõe-se um novo momento de estatística: Gelson nunca marcou tantos golos num arranque de uma temporada, somando já cinco em apenas oito partidas.

Tratou-se, assim, de uma verdadeira entrada de leão que deixou os gregos atordoados - excepto nas bancadas, onde não se 'calaram' um segundo (um verdadeiro 'inferno' tendo em conta o ambiente criado). Com a lição bem estudada, diga-se, a equipa leonina foi aproveitando a subida no terrenos dos jogadores do Olympiacos, desesperados em inverter o rumo dos acontecimentos, e até poderia ter dilatado a vantagem por mais duas vezes antes da meia hora de jogo, não fosse Bruno Fernandes ter enviado uma bola ao poste (18') e Coates, após ter corrido mais de metade do campo, ter falhado apenas com Kapino pela frente (22').

Sem tirar o pé do acelerador, a falta de pontaria continuou a 'tramar' os leões, que aos 40' enviar uma bola à barra. Até que Bruno Fernandes voltou a fazer o gosto ao pé com toda a calma e classe do mundo. Isolado por Coates, o médio leonino 'picou' a bola por cima do guarda-redes contrário (43') e gelou mais de 30.000 gregos incrédulos com o resultado ao intervalo (3-0).

Aguenta coração (de leão)

No segundo tempo, o ritmo de jogo baixou de intensidade. No controlo das operações, e também do marcador, o Sporting CP optou por gerir a partida e poupar forças. Com sentido, já que o mês de Setembro é longo. O problema é que acabaram por 'adormecer', tendo em conta as oportunidades que o Olympiacos, inofensivo até então, foi criando. Primeiro aos 60', quando Uros Djurdjevic ficou a centímetros do desvio final, após um cruzamento bem medido de Marko Marin, no flanco direito.

Logo a seguir, o mesmo jogador voltou a cruzar-se com Patrício, mas Coates evitou o golo dos gregos com um corte sublime. A desconcentração da formação verde e branca era, pelo meio do segundo tempo, evidente. Prova disso foi o erro do camisola 1 dos leões, que aos 63' entregou a bola de pé esquerdo a Emenike, dentro da sua área. Valeu Mathieu!

Galvanizados pelo seu público, o conjunto grego foi-se aproximando, aos poucos, da baliza leonina. Sem sucesso em termos práticos até ao minuto 89', altura em que Pardo (um velho conhecido do futebol português) descobriu a chave do cadeado leonino: depois de tirar Jonathan do caminho, rematou de pé esquerdo, com a bola a entrar junto ao poste esquerdo. Sem (qualquer) hipótese de defesa. 

Jorge Jesus respirou fundo, visivelmente irritado com o golo tardio sofrido. Mais ainda um minuto depois (90'), já que Pardo repetiu a 'brincadeira'. Após um cruzamento de Diogo Figueiras (mais um jogador que alinhou na Liga portuguesa), Jonathan voltou a falhar o corte, permitindo ao colombiano marcar o segundo da noite. Um final impróprio para cardíacos, que só deixou os Sportinguistas sossegados quando, logo a seguir aos festejos emotivos do adversário, Viktor Kassai deu seguimento ao apito final.

Nada que belisque o domínio do Sporting CP, que não só leva três pontos na bagagem no regresso a Lisboa como ainda lançou um 'aviso' à navegação do Grupo D, a ter em conta por Juventus e Barcelona. Este leão europeu está bem de saúde e recomenda-se (se possível com menos sofrimento)!

Foto José Cruz

Golo de Bruno Fernandes é o melhor de Agosto

Por Jornal Sporting
12 Set, 2017

O primeiro golo marcado pelo médio leonino ao Vitória de Guimarães foi eleito como o melhor do mês passado

Eleito pelo Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF), numa votação promovida pelo seu site, o primeiro (do jogo e) dos dois golos marcados por Bruno Fernandes frente aos ‘vimaranenses’ no triunfo do Sporting CP por 0-5, na terceira jornada da Liga NOS, foi considerado o melhor do mês de agosto. O remate foi o escolhido com 32% dos votos.

Bruno Fernandes leva já quatro golos na sua conta pessoal (dois frente ao V. Guimarães, um frente ao Estoril e outro no último encontro, frente ao Feirense), os mesmos que o goleador Bas Dost, Bola de Prata da Liga NOS na época 2017/17.

Convocados para o Olympiacos-Sporting CP

Por Sporting CP
12 Set, 2017

Lista de eleitos para o encontro da 1.ª jornada da Liga dos Campeões, em Atenas

O treinador da equipa principal de futebol do Sporting Clube de Portugal, Jorge Jesus, divulga a lista de jogadores convocados para o encontro frente ao Olympiacos, referente à 1.ª jornada da Liga dos Campeões. A saber:

1 – Rui Patrício
3 – Jonathan Silva
4 – Sebastian Coates
6 – André Pinto
8 – Bruno Fernandes
9 – Marcos Acuña
10 – Alan Ruiz
11 – Bruno César
13 – Stefan Ristovski
14 – William Carvalho
16 – Rodrigo Battaglia
18 – Romain Salin
21 – Mattheus Oliveira
22 – Jérémy Mathieu
25 – Radosav Petrovic
28 – Bas Dost
45 – Iuri Medeiros
55 – Tobias Figueiredo
66 – João Palhinha
77 – Gelson Martins
82 – Pedro Silva
88 – Seydou Doumbia
92 – Cristiano Piccini

Foto César Santos

Leões subiram ao relvado do Georgios Karaiskakis Stadium

Por Jornal Sporting
11 Set, 2017

Equipa do Sporting CP, acompanhada pelo mister Jorge Jesus, fez o reconhecimento do terreno de jogo

Georgios Karaiskakis Stadium. Será este o palco dos sonhos, ou dos milhões, se preferir, para o Sporting CP, que esta terça-feira defronta o Olympiacos (19h45) no arranque da fase de grupos da Liga dos Campeões.

De forma a adaptarem-se ao terreno de jogo, os jogadores leoninos, liderados pelo mister Jorge Jesus, subiram esta tarde ao relvado do reduto da formação grega, tendo estado alguns minutos a conversar e a tirar fotografias, num clima de boa-disposição.

Conforme ficou patente na conferência de imprensa realizada pelo técnico leonino e ainda o guardião Rui Patrício, realizada logo a seguir, 'confiança' é a palavra de ordem no balneário verde e branco.

Foto César Santos

"Viemos à Grécia para ganhar"

Por Jornal Sporting
11 Set, 2017

Rui Patrício deu mote para o embate europeu frente ao Olympiacos

Rui Patrício alertou esta segunda-feira em conferência de imprensa para as dificuldades que o Sporting CP irá encontrar frente ao Olympiacos. Ainda assim, garante, o objectivo é só um: ganhar!

"Vai ser um jogo difícil, contra uma excelente equipa. Queremos começar com uma vitória na Liga dos Campeões. O nosso objetivo é ganhar e vimos aqui para isso. Dos três adversários, dois são candidatos a ganhar a Champions. O mais importante é fazermos bem o que temos de fazer para ganhar. As vitórias dão confiança e chegamos aqui com a máxima confiança e força", começou por dizer o guardião leonino, que considera que não existem jogos "fáceis" na Liga dos Campeões.

"Sem dúvida que dos três adversários, dois são candidatos a ganhar a Liga dos campeões [Juventus e Barcelona], mas todos queremos estar nesta prova, não há jogos fáceis, queremos desfrutar e dar o nosso melhor. Cada jogo é para ganhar seja contra quem for. Vivemos é de vitórias", explicou.

Responsável por fechar a 'sete chaves' a baliza verde e branca, Rui Patrício deu o mote para a vitória: "Já temos mais golos do que o queríamos [no campeonato]. Para nós, já é demais. Será um jogo difícil. O Olympiacos tem bons jogadores na frente de ataque. Sabemos o que fazer, em que nos focar. O objectivo passa por não sofrer e marcar. Não sofrer é meio caminho andado para vencer", defendeu.

Foto César Santos

"Queremos dar o pontapé de saída na Grécia com uma vitória"

Por Jornal Sporting
11 Set, 2017

Jorge Jesus afirmou que o Sporting CP está preparado para o ambiente que irá encontrar frente ao Olympiacos

O treinador do Sporting CP, Jorge Jesus, fez esta segunda-feira a antevisão ao encontro de amanhã frente ao Olympiacos, naquele que será o primeiro desafio do Grupo D da Liga dos Campeões. O ambiente, habitualmente fervoroso, que se vive no Georgios Karaiskakis Stadium foi um dos temas em discussão.

“O ambiente pode ter alguma influência em termos de motivação para o Olympiacos, mas também para o Sporting CP. Os nossos jogadores estão habituados a jogar em ambientes com paixão, onde os nossos adeptos estão sempre com a equipa. Isto também nos galvaniza. O factor determinante irá ser a qualidade dos jogadores do Sporting CP, em quem confiamos muito. Sabemos que vamos passar por momentos do jogo complicados. Isso faz parte do que já pensámos em termos de estratégia de jogo. Queremos dar o pontapé de saída aqui na Grécia com uma vitória”, começou por dizer o treinador leonino, que não se mostrou preocupado por estar num grupo com Juventus e Barcelona. Muito pelo contrário. 

"Nós não vamos separar o Olympiacos dos nossos adversários. Estamos na Champions, temos de ter capacidade de lutar com os melhores. Olhamos para eles como para o Barcelona e a Juventus. Para além daquilo que o treinador do Olympiacos disse, ele conhece muito bem a equipa do Sporting, porque treinava o Légia quando estivemos na Champions, no ano passado. Está a fazê-lo com um grande conhecimento", acrescentou, garantindo ainda: "Não há favoritismo. Isso vê-se dentro de campo, aí vê-se quem são os melhores".

Por último, o mister Jorge Jesus comentou ainda as dúvidas no onze que irá entrar em campo frente à formação grega. "O Piccini lesionou-se no último jogo [Feirense]. Até amanhã não temos a certeza absoluta se ele pode jogar. Pode jogar de início ou então ir para o banco. O jogo de Santa Maria da Feira deu-me mais uma alternativa. O Battaglia fez essa posição com muita qualidade. E temos ainda a possibilidade do Stefan Ristovski. Do jogo de Santa Maria da Feira saímos também com mais dois jogadores 'carregados', mas temos opções", concluiu.

Foto César Santos

Arrancou a 'operação' Olympiacos

Por Jornal Sporting
10 Set, 2017

Sporting CP já se encontra na Grécia, onde defronta esta terça-feira o Olympiacos no pontapé de saída da Champions

Pouco passava das 22h15 quando a equipa profissional de futebol do Sporting CP aterrou em Atenas, na Grécia, onde na próxima terça-feira irá medir forças com o Olympiacos (19h45), no Georgios Karaiskakis Stadium, em jogo da primeira jornada do Grupo D da Liga dos Campeões.

Junto da comitiva verde e branca, liderada pelo técnico Jorge Jesus e ainda André Geraldes, Team Manager dos leões, seguiu também a equipa de juniores, orientada por Tiago Fernandes, que no mesmo dia, mas um pouco mais cedo (17h), irá dar o pontapé de saída na Youth League (Olympiacos FC Training Centre).

Foto César Santos

"Tivemos alma para o 3-2"

Por Jornal Sporting
08 Set, 2017

Jorge Jesus, apesar de não ter apreciado a exibição no primeiro tempo, sublinhou a mentalidade da equipa que ainda teve espírito para ir buscar a vitória. Até ao fim

O treinador da equipa principal de futebol do Sporting Clube de Portugal, Jorge Jesus, admitiu que a vitória alcançada em Santa Maria da Feira foi sofrida face aos dois golos de vantagem que os leões conseguiram atingir. “Estávamos em vantagem por 2-0, só por esse motivo. Fizemos tudo para ganhar e ganhámos nos últimos minutos porque acreditámos até ao fim. A entrada do Iuri e do Doumbia foi porque acreditava que ainda podíamos ganhar. O treinador do Feirense tentou defender o 2-2 e acabou por ser o jogador que entrou a fazer o penálti".

Reconhecendo que a primeira parte não foi das melhores actuações da equipa, o técnico leonino explicou porquê. "Não fomos uma equipa quando não tínhamos a bola. Muitos jogadores chegaram há pouco tempo, estiveram fora da equipa durante duas semanas. Os dois centrais, por exemplo, não deixam tanto espaço aos avançados. Mathieu esteve toda a semana doente e esteve para não jogar. Fez o que pode. Coates chegou marcado pela diferença horária e isso também teve interferência no Marcos Acuña. Ao intervalo falei com os jogadores e só havia uma forma de ganhar. Mudámos a ideia do jogo, fizemos dois golos fáceis – quando comparado com o que havia sido feito na primeira parte –, com muita qualidade e quando parecia que estávamos confortáveis, não quis defender o 2-0, deixei a equipa na mesma. O treinador do Feirense jogou bem, no equilíbrio do meio-campo e arriscou”.

Em relação a Piccini, que saiu lesionado aos 20 minutos de jogo, Jesus admitiu que a substuição não foi de fácil solução: "E agora?, perguntei-me. Não trouxe o Ristovski, que também tinha chegado da selecção e não tinha ninguém que estivesse adaptado. Pensei em vários cenários e acreditei no Battaglia, que esteve muito bem. Não nos posicionámos bem no início, mas depois foi melhorando e ao intevalo e ainda falámos mais. Não houve período de desconcentração. O primeiro golo foi de bola parada. No segundo, tivemos uma perdida fácil à entrada do meio-campo do Feirense e a partir daí não soubemos fazer as coisas bem. Normalmente, o Seba não deixa o jogador finalizar", recordou, acrescentando que segundo informações do responsável pelo departamento médico, dr. Frederico Varandas, a situação de Piccini é traumática e não muscular, mas que amanhã serão realizados exames para avaliar em pormenor o problema.

Ainda assim, Jorge Jesus elogia a equipa. "Estamos com uma mentalidade muito boa e só assim é que se passa de 2-0 para 2-2 e ainda ter alma para ir à procura do 3-2. Parabéns aos jogadores e obrigado aos adeptos que na segunda parte deram fogo àquela baliza", rematou.

Foto César Santos

Bas Dost para um final feliz

Por Jornal Sporting
08 Set, 2017

Vitória em Santa Maria da Feira garantida nos últimos segundos, numa recuperação que revelou enorme espírito de resiliência

Não foi fácil conquistar o Castelo das Terras da Feira e não vai sê-lo para quem lá for. Uma manta longe de ser de retalhos, bem composta, cobriu as entradas de leão que a equipa do Sporting CP foi habituando a família esta época. Ainda para mais com as contrariedades que os imprevistos trazem à gestão da equipa, nomeadamente a lesão de Piccini (20’) que obrigou Jorge Jesus a adaptar Rodrigo Battaglia à posição de lateral direito, fazendo entrar Alan Ruiz para a saída do malogrado defesa.

Fez, aliás, todo o sentido a alteração operada. Os leões estavam a demonstrar alguma incapacidade de finalização, não por culpa dos avançados mas porque o último passe parecia não resultar na eficácia pretendida e já bem demonstrada pelos números apresentados até agora.

O Feirense começou a tornar-se mais perigoso a partir minuto 30 quando usufruiu do seu primeiro pontapé de canto, sem consequências. Mas nos cinco minutos seguintes foram mais dois (cantos) assinalados. No último, depois de alguma confusão, foi mesmo Mathieu a aliviar pelas alturas (35’).

O Sporting CP ia chegando com perigo à área de Seco, bastando para isso recordar o lance que começou em Alan Ruiz (40’), passou por Acuña e só não terminou da melhor maneira em Bruno Fernandes porque, lá está, o último passe não saía de acordo com os cânones tradicionais.

O primeiro tempo não terminaria sem uma perda de bola de Mathieu em zona proibida, mas Edson Farias, isolado, rematou ao lado da baliza de Patrício.

No segundo tempo, a história foi outra. Em dois minutos (62’ e 64’), Coates primeiro e Bruno Fernandes (em dia de aniversário) de seguida, colocaram os leões em vantagem, com especial apontamento para a simulação de Bas Dost ao cruzamento de Gelson na direita, deixando o camisola n.º 8 dos leões, o novo patrão do miolo verde e branco, completamente livre de marcação para o 2-0.

Tudo parecia mais fácil e, acima de tudo, mais seguro do que poderia vir. No entanto, a tal manta de Nuno, treinador do Feirense, esticou sem destapar em lado algum e, de cabeça, João Silva reduz a desvantagem. Dez minutos depois, o empate por Etebo. Pelo meio (76’), Acuña ainda tirou as medidas à baliza de Seco, mas o remate saiu ao lado.

O empate não servia as intenções do Sporting CP e Jorge Jesus coloca, a cinco minutos dos 90, Iuri Medeiros e Doumbia na última tentativa de levar os três pontos para Alvalade. Bruno Fernandes (90’) ainda tentou armadilhar uma das suas bombas de fora da área, mas Kakuba cortou no limite.

Nuno Manta tentou defender o empate e colocou o central Luís Rocha no jogo (90+5’), que viria a ser o carrasco da própria equipa, ao fazer falta sobre Coates dentro da grande área. Lance que Artur Soares Dias não teve dúvida no penálti e que Bas Dost, com uma frieza impressionante, não desperdiçou, garantindo assim a invencibilidade da equipa no campeonato e os três pontos para segurar a liderança.

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