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Opinião

Um exemplo de dedicação

Por Miguel Braga *
17 Set, 2021

A maior parte terá começado esta ligação ao Clube por via familiar. É assim com muitos de nós. Ainda em criança temos o privilégio de alguém zelar pelo nosso Sportinguismo. Com a maioridade, chega a responsabilidade de assumir por completo essa relação.

São os nossos Sócios mais antigos, sinal de vitalidade do Clube e de dedicação sem par. 75 anos são mais do que uma vida e, neste caso em particular, prova de uma ligação emocional sem paralelo. Num país onde tanta vez se critica a falta de cultura cívica e associativa da população, estes casos são verdadeiros exemplos a seguir. A maior parte terá começado esta ligação ao Clube por via familiar. É assim com muitos de nós. Ainda em criança temos o privilégio de alguém zelar pelo nosso Sportinguismo. Com a maioridade, chega também a responsabilidade de assumir por completo essa relação. Segundo os nossos estatutos, no artigo 16.º, “são Sócios efectivos os cidadãos que tenham, de acordo com a lei, atingido a maioridade”. E estes “integram, de modo permanente e directo, a vida do Clube, contribuindo, designadamente, para a sua manutenção e desenvolvimento”.

Neste particular, é uma construção de uma vida. Mês a mês, ano após ano e aqui, década após década. Mais do que as vitórias e as conquistas, o que está em causa são os valores que o Clube defende e representa. A todos, sem excepção, o nosso profundo reconhecimento e obrigado.

O Sporting CP realizou frente ao FC Porto uma exibição personalizada que merecia mais golos e um melhor resultado final. A (in)justiça do futebol tem destas coisas e, infelizmente, também continua a ter outras. Por essa razão, o Sporting CP enviou à Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) um pedido para a elaboração de um auto de flagrante delito a Pepe. Em causa, um lance dentro da área do FC Porto, aos 32 minutos, que passou em claro à equipa de arbitragem de campo e também à equipa que está confortavelmente sentada na Cidade do Futebol e sem a pressão do público ou dos bancos no estádio. Não está em causa a qualidade do central azul e branco, internacional por Portugal. Está em causa uma agressão clara aos olhos de todos. Estes lances não devem fazer parte do “normal” do futebol português.

O regresso à Liga dos Campeões não correu como esperado. No entanto, apesar do resultado, a reacção que se pede à equipa – e que os próprios jogadores e treinador frisaram no final da partida – começou logo após o apito final. A forma como os Sportinguistas presentes em Alvalade se despediram dos jogadores representa um excelente sinal para que o grupo regresse aos triunfos já no domingo, na difícil deslocação ao reduto do GD Estoril Praia, uma das boas sensações do campeonato nestas primeiras jornadas. 

A dor de cada Sportinguista é partilhada por todos no balneário. Mas tal como disse Luís Neto no final da partida “como grupo vamos sair mais fortes. Fomos formados na vontade de fazer mais e melhor, somos muito unidos e um grupo que se conhece muito bem. Às vezes, estes golpes vêm pelo melhor motivo. Amanhã já todos estarão fortes no treino." Do lado de Paulinho, a receita para o futuro próximo: “O Sporting no ano passado também foi eliminado em casa por números desta natureza. Reagiu bem e é isso que vamos fazer: reagir”. Não nos esqueçamos que esta é a equipa campeã nacional, que venceu também a Taça da Liga e a Supertaça. Não nos esqueçamos que estes são os primeiros passos de uma longa e difícil caminhada. Não nos esqueçamos que os jogadores e equipa técnica merecem todo o nosso apoio. E ontem, no estádio, demos prova disso mesmo. Somos da raça que nunca se vergará. Que ninguém duvide.

Editorial da edição n.º 3837 do Jornal Sporting

* Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal

ORGULHO LEONINO

Por Rodrigo Pais de Almeida
17 Set, 2021

Se há coisa que hoje sentimos é que voltámos a ter um treinador, jogadores e uma EQUIPA ao nível do melhor dos nossos Sócios e adeptos!

O futebol é como a vida. Feito de momentos. Momentos que mudam o curso de um encontro. Que condicionam uma substituição. Uma lesão. Uma decisão, seja ela de um jogador ou do árbitro. Uma jogada. Uma ideia para um jogo. Cada jogo é, por si só, um conjunto de múltiplos momentos sequenciais. Apenas uma pequena alteração num deles e tudo o resto será diferente e levará a um percurso e um final potencialmente diferenciado!

Na mesma semana assistimos a dois jogos completamente assimétricos.

No sábado o Sporting CP rubricou uma exibição de grande nível, com solidez e coesão no meio, a construir inúmeras oportunidades de golo. Só o guarda-redes adversário adiou o dilatar de uma vantagem tão curta que foi desfeita no único remate enquadrado do adversário em todo o jogo. Injusto e doloroso. Uma equipa empolgante. Sem medo de ter bola e de construir jogo em linhas baixas para chegar com espaço mais na frente. Com passes de rotura e longitudinais que criaram desequilíbrios na estrutura defensiva adversária. Uma equipa que mostrou ter crescido muito face aos duelos com o FC Porto da época passada e que nos deixa esperançosos de uma época condizente com as nossas ambições.

Na quarta-feira vimos uma equipa com uma entrada nervosa e que após o primeiro e segundo momentos do jogo se viu a perder por dois golos de diferença. Condicionou tudo e todos. Dos jogadores ao adepto. Das decisões ao treinador. Uma equipa sem a sua referência defensiva (o capitão e melhor jogador da Liga Portuguesa 2020/2021, Coates) num jogo em que era obrigatório ser sólido. Uma equipa sem o grande impulsionador da fase ofensiva (o melhor marcador da Liga 2020/2021, Pedro Gonçalves) quando precisávamos de agitar o jogo.

Uma equipa que defrontou o poderio do campeão dos Países Baixos. Dotados de uma dupla de centrais que são os primeiros construtores de jogo ofensivo e que estudou muito bem a equipa de Rúben Amorim. Percebendo que a dinâmica da dupla Palhinha-Matheus tinha de ser contrariada, colocou Berghuis e especialmente Gravenberch (19 anos de puro talento deste já titular da sua selecção) entre linhas ofensivas por detrás da dupla leonina, e não a jogar de frente como é usual.

Sempre em superioridade numérica no meio-campo fruto desse “falso” posicionamento, Gravenberch apoiava os centrais e o trinco Alvarez na saída de jogo cuidada ora pelo corredor central ou em tabelas laterais. Mas ainda aparecia nas costas de Palhinha-Matheus na cabeça da área a apoiar Haller, Tadic e Antony criando quase que uma linha de cinco atacantes para cinco defensores e onde a rapidez e o sentido de jogo de quem tem bola dá a vantagem aos atacantes.

Quando o Sporting começava a tentar construir a partir de Adán e do trio defensivo (sempre demasiado fechado no corredor central ao invés da habitual abertura para criar espaço para o passe entrar), o peso de dois golos de desvantagem muito prematuros condicionaram o jogo. Alterou dinâmicas. Mexeu com a confiança dos nossos jovens e ainda pouco experientes jogadores nestas quentes noites europeias. Aglomerou homens onde devia haver espaço. Facilitou a pressão intensa do adversário em linhas avançadas, e raramente conseguiu passar essa primeira linha de pressão que poderia ter sido transposta (como se viu em alguns lances) com o apoio baixo de Paulinho ou com a profundidade de Jovane e Nuno Santos depois do apoio curto do nosso homem mais avançado.

A inexperiência da nossa jovem equipa também ficou bem patente num dado estatístico interessante: 11 vs 27 foram as faltas que cada equipa fez. Os jogadores do Ajax nunca hesitaram em travar as nossas transições com faltas que matavam a jogada antes ainda de ela se tornar perigosa.

A primeira parte da nossa estreia na Liga dos Campeões é feita de três momentos. Os únicos três remates à baliza do AFC Ajax. Os três resultaram em golo. Os três mudaram o curso do jogo. Sorte para uns. Eficácia para outros. São momentos marcantes porque dois deles abrem um jogo nos primeiros nove minutos em que o Sporting CP tinha de gerir para controlar a ansiedade natural, e o outro fecha (42’) a mesma primeira parte restabelecendo a vantagem de duas bolas.

Ao momento da possível viragem com o 2.º golo de Paulinho anulado milimetricamente pelo VAR sucede-se o 1-4. E ainda ao momento do derradeiro grito de revolta Leonino com a bola a embater milagrosamente no poste da baliza e a sair quando podia ter entrado, responde no remate seguinte com o 1-5. Sempre que mostrava que não se rendia, o Leão era impiedosamente abatido com mais um golpe de eficácia neerlandesa. Nunca se rendeu. Mas aos momentos de possível reacção, respondeu sempre o adversário com um momento de desequilíbrio e de golo.

Muitos dos melhores momentos da minha vida estão associados ao Sporting CP. Ao Estádio de Alvalade. Ao Jamor. Aos amigos e familiares nas romarias a acompanhar o Sporting CP. A percorrer estádios por esse mundo fora atrás do nosso grande amor. Momentos de alegria. Outros menos bons. Perdoem-me a sinceridade, mas houve momentos no passado em que a equipa não estava à altura dos Sócios que tinha. Infelizmente, no passado, num ou noutro dia menos bom, nós, os Sócios, esquecemo-nos da nossa verdadeira essência e pontualmente não estivemos nós à altura da equipa.

Mas poucos momentos se comparam ao que vivi na 4.ª feira no final do jogo após uma derrota pesada por 1-5 na nossa própria casa. O estádio, de norte a sul, de nascente a poente, em uníssono a despedir-se da equipa com uma salva de palmas arrebatadora e com cânticos de apoio, recordando o verdadeiro sentido leonino. Os valores inegociáveis do que é ser Sporting CP. De quem não tem memória curta. De quem sabe o que custou chegar até aqui e não quer dar um passo que seja atrás! De quem sabe que tem de fazer muito mais com muito menos que os outros. De quem sente que o Clube se reergue e precisa de todos ao seu lado empurrando-o com o que pode para influenciar positivamente a equipa, rumo às ambicionadas vitórias.

Rúben, não te surpreendas com este momento! Sei que ainda te estás a habituar a ter os Sócios e os adeptos no estádio atrás de ti. E, se tens esse orgulho imenso e genuíno nos teus jogadores, acredita que nós também e que nunca vos deixaremos cair! Porque por muito que nos tentem vergar, vocês lutam até à última gota de suor especialmente quando as coisas vos correm menos bem e isso mexe connosco. Porque se há coisa que hoje sentimos é que voltámos a ter um treinador, jogadores e uma EQUIPA ao nível do melhor dos nossos Sócios e adeptos!

Até Sempre, Leões

Por Juvenal Carvalho
17 Set, 2021

Por sermos um clube centenário, lei natural da vida, já vimos tantas e tantas figuras que partiram e que marcaram indelevelmente a História do Sporting Clube de Portugal e também do nosso País.

O Sporting Clube de Portugal é Desporto, e como digo repetida e invariavelmente, feito de um historial ímpar e de um eclectismo único no nosso País, que é igualmente reconhecido, e de que maneira, no plano internacional. Mas é - tem sido sempre assim - feito por homens e mulheres de uma dedicação e amor únicos ao nosso símbolo.

Sem eles não haveria um Clube desta dimensão, desta grandeza. Todas as semanas o Sporting CP tem competições nas mais diversas modalidades. Todos os dias o nosso Clube é vivido com intensidade. E por sermos um clube centenário, lei natural da vida, já vimos tantas e tantas figuras que partiram e que marcaram indelevelmente a História do Sporting Clube de Portugal e também do nosso País.

Entre as que marcaram a história de Portugal, e que nunca escondeu o seu amor incondicional ao Sporting CP, foi Jorge Sampaio. De um passado político conhecido por todos nós, e uma figura altamente reconhecida... um Presidente da República que foi um verdadeiro Senhor. Mas aqui neste espaço, e porque o nosso Clube, pela sua grandeza alberga as mais diversas raças, credos e ideologias, tendo como denominador comum a mesma paixão, o mesmo ideal, quero falar apenas do nosso consócio que partiu.

E a Jorge Sampaio, um socialista, mas também um Leão de longa data, bem como a sua família, sempre foi reconhecido um Sportinguismo imaculado. Lembro mesmo, entre outras declarações de amor ao clube, quando após uma cirurgia a que foi sujeito enquanto Presidente, ter perguntado, mal acordou da anestesia, o resultado do futebol do seu/nosso Clube. Dizia quem o conhecia, infelizmente não tive esse privilégio, que sofria como poucos pelo Leão rampante. Partiu aos 81 anos, este imenso Leão, que em 1996, aquando do discurso da tomada de posse como PR afirmou "Não há portugueses dispensáveis", e a quem elogiosamente, na hora do adeus, o rotularam de " O Herói Doce", ou "Um Compositor de Interesses". Ficámos mais pobres pela partida de alguém que nunca cedeu à demagogia ou a populismos. O País e o Sporting CP.

Mais pobres ficámos também, e com a ironia do destino de ter sido no mesmo dia, 10 de Setembro, com a morte de Jorge Sousa. Também ele uma vida de Sporting CP, mais concretamente 38 dos 60 anos que viveu. Cruzei-me com ele anos a fio nos corredores de Alvalade. Respirava o clube por todos os poros, desempenhou diversos cargos. Partiu cedo do mundo dos vivos, fica uma dedicação como só ele.

Não era esta a coluna de opinião que decididamente quereria escrever. Gosto de falar de futuro, de vida e de Sporting CP, pela positiva.

Hoje não foi possível, infelizmente. Estes dois Leões caíram, outros Leões se levantarão. Tem sido assim. Assim continuará a ser, até porque somos enormes. Jorge Sampaio foi o "pai" do célebre e eternizado “25 de Abril Sempre”. Para ele e para nós, será igualmente Sporting Sempre... e para sempre. Onde ele estiver. Onde nós estivermos!

O Caso do VAR

Por Pedro Almeida Cabral
17 Set, 2021

Na grande área portista, na sequência de uma jogada de envolvimento com Coates, Pepe dá um soco no queixo do nosso central.

O campeonato ficou indelevelmente marcado pelo que se passou na última jornada. Deu-se um grave ocaso do VAR. Trocadilhos à parte, o que se passou no jogo em que recebemos o FC Porto foi preocupante. Erros a mais e com demasiada influência no resultado para passarem em claro.

Começando pelo futebol jogado, o Sporting CP fez uma das melhores primeiras partes contra a equipa portista dos últimos anos. Enquanto o FC Porto mal conseguiu esboçar uma jogada de ataque, o Sporting CP não apenas marcou o seu golo, como podia ter encostado a bola nas redes adversárias mais uma ou duas vezes. No segundo tempo, o ritmo diminuiu, mas continuou a ser o Sporting CP a dominar as dinâmicas do jogo. Os portistas acabaram por marcar o golo do empate no único remate enquadrado que fizeram à baliza, o que resume na perfeição o ascendente leonino.   

Onde o jogo torceu o resultado foi nas desastradas intervenções arbitrais. Podia falar da chuva de cartões amarelos: antes de cinco minutos de jogo, já havia três. Também podia descrever a mudança de critério nesta febre amarela: se o árbitro Nuno Almeida o mantivesse, teria que ter mostrado o segundo amarelo e expulsado Marcano por rasteira fora de tempo a Paulinho, aí pelos 20 minutos. Igualmente podia mencionar o cartão amarelo que ficou por mostrar a Otávio, já perto do intervalo, por ter causado enorme confusão. Ou então, o vermelho que ficou por exibir a Toni Martinez por agarrões a camisolas de dois jogadores do Sporting CP, só tendo levado um amarelo. Como se vê, não foi uma noite feliz para a arbitragem.

Porém, o que foi mesmo incompreensível foi como o VAR falhou por omissão de forma pornográfica, tal a evidência do lance. Na grande área portista, na sequência de uma jogada de envolvimento com Coates, Pepe dá um soco no queixo do nosso central. Foi um soco porque Pepe fecha o punho e até cerra os dentes, demonstrando a sua intencionalidade. Nas sempre férteis teorias de alguns comentadores, inventou-se (não há outro verbo possível, foi mesmo uma invenção) que Coates quase fez com que Pepe tivesse que lhe dar um soco para se libertar. Semelhante delírio mereceria uma distinção honorífica pela criatividade. Foi, simplesmente, uma agressão que ficou por punir com expulsão e grande penalidade e que falseou o resultado do jogo. Num campeonato ainda no início, este lance deve ser exibido à exaustão para demonstrar como não deve o VAR actuar. Sobra muita preocupação se assim não for. 

UM HOMEM DECENTE… e UM MUNDO INDECENTE!!

Por Tito Arantes Fontes
17 Set, 2021

Jorge Sampaio, Presidente da Republica durante 10 anos, de 1996 a 2006, mas – para nós, Sportinguistas – um Sócio de toda a vida do nosso Clube

No passado fim-de-semana foi recebida com geral consternação no país a notícia da morte de Jorge Sampaio, Presidente da Republica durante 10 anos, de 1996 a 2006, mas – para nós, Sportinguistas – um Sócio de toda a vida do nosso Clube, ilustre, muito ilustre, advogado de profissão (com quem, em cujo exercício, tive o gosto de me cruzar), que nunca escondeu a sua filiação clubística e que – com garbo – sempre mostrou e exibiu o seu amor ao Sporting CP! Como político que foi, e político assumido na 1.ª linha, aquela que mais desgasta, terá – certamente – tido atitudes e decisões que agradaram a uns e desagradaram a outros. É a vida de quem tem de decidir. Mas foi sempre – como e bem sintetizou Manuel Alegre quando, em intervenção aos meios de comunicação social, deu nota que a sua geração – em variadas situações, incluindo no exílio – se perguntava a si própria… “e o Jorge Sampaio, o que pensa”? É o que sucede com poucas pessoas e só sucede mesmo aos que – naturalmente, por força da sua qualidade intelectual e de princípios e valores - têm o respeito e consideração dos seus pares. Jorge Sampaio deixou obra. Mas deixou sobretudo, mesmo nos que não eram da sua área politica, como é o meu caso, a ideia de que nos deixou um homem bom! Um homem por quem nutríamos genuíno respeito e consideração! Porque era, hélas, um homem decente! Coisa rara, mesmo rara… um Homem Decente! Paz à alma deste grande Leão! E sinceras condolências à sua família, nomeadamente aos Leões de têmpera como são Daniel e João Sampaio. E ao nosso Sporting CP que fica mais pobre sem este verdadeiro referente de decência!

E com o futebol passamos rapidamente deste homem decente para o mundo da indecência! Com efeito, a ultima jornada foi um momento alto da pouca vergonha que grassa no futebol português! O zénite foi atingido no ultimo sábado… em pouco mais de quatro horas, entre as 18h e as 22h… nos Açores e em Lisboa, no Estádio José Alvalade! Mas, afinal, o que aconteceu? Pois… mais uma despudorada e torpe exibição do conhecido e vil “poder bicolor”… o tal que vai das “infernais cores” até aos “celestiais azuis”… foi um fartar vilanagem! Nos Açores, valeu de tudo… desde agressões a jogadores que não são punidas com a devida expulsão até descarado penálti não assinalado por evidente pontapé na cara de um desgraçado avançado açoriano! Vergonha total… e depois marcam cinco golos e ainda festejam… manchados com o opróbrio da infâmia! No Estádio José Alvalade assistiu-se a mais um jogo do Sporting CP com o seu “celestial e azul adversário”… e – tal como no ano passado – o Sporting CP foi espoliado por tudo quanto podia ser por uma inenarrável “pseudo” arbitragem de Nuno Almeida, coadjuvado pelo seu amigo João Pinheiro no VAR! Esta dupla fez de tudo para prejudicar o Sporting CP … máxime os dois penátis que não assinalou a nosso favor, em claro benefício do nosso adversário. Um por manifesto soco de Pepe no nosso Coates… um “uppercut” de nível mundial! E outro, já no fim do jogo, por pisão evidente do guarda redes do FCP no Matheus Nunes!!! Dois evidentes penáltis!!! O primeiro com evidente expulsão… nem amarelo foi… ao Pepe do FCP tudo a servil arbitragem nacional perdoa!!!

Última nota: o jogo de ontem do Ajax… pois, custou-nos o resultado, custou-nos esta primeira experiência “Champions” desta nossa equipa que tantas alegrias nos tem dado… há que recuperar e aprender! Sofremos e ansiámos pelo fim do jogo! Bonito foi ver o apoio que os Sócios – no final do jogo – tributaram aos nossos jogadores, apesar do resultado! Aliás, o comportamento do público foi fantástico em toda a partida!

Agora é fazer desta derrota uma vitória… a exemplo do que sucedeu na época passada… após o jogo do Lask Linz! Curiosamente também na mesma altura fomos roubados no jogo com o FCP na 4.ª jornada do campeonato passado, em Alvalade… o resultado foi o mesmo deste ano, um empate! Aproveitemos, pois, esse bom exemplo do ano passado e partamos agora para uma Grande Época… a Época que todos ambicionamos!

VIVA o SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!!!

Três anos depois, um Novo Sporting

Por Frederico Varandas
09 Set, 2021

Afastámos as nuvens que pairavam sobre nós, resistimos à tempestade da COVID e construímos as bases para um futuro vencedor.

Caros Consócios,

Escrevo-vos hoje, no exacto dia em que se cumprem três anos desde que assumimos a Presidência do Sporting Clube de Portugal.

É com enorme orgulho que o faço no nosso Jornal Sporting, também no exacto dia em que damos destaque a um dos maiores reconhecimentos do nosso trabalho nestes 36 meses – o prémio de ECA de Youth Football Award pelo Modelo Centrado no Jogador.

Há três anos, no dia de 9 de Setembro 2018, quando tivemos a honra de assumir a Direcção do Sporting CP, a situação do Clube era bastante diferente.

A sombra do cepticismo pairava sobre nós, a possibilidades de reerguer o Clube num futuro próximo parecia uma quimera e a alteração do ciclo vicioso dos últimos 40 anos afigurava-se uma ilusão.  

O Sporting CP de hoje é um Novo Sporting.

Afastámos as nuvens que pairavam sobre nós, resistimos à tempestade da COVID e construímos as bases para um futuro vencedor.

1096 dias passados e:

ADN Sporting

Resgatámos das nossas origens aquilo que nos faz Ser Sporting e nos distingue dos demais: os nossos princípios e valores. O Sporting CP foi construído por aqueles que olham para a frente com esperança, encarando as situações frontalmente e com realismo, e que visionam um Sporting CP à frente no seu tempo. E fazem-no sem contornar as regras ou quebrar os seus princípios. Se o sistema está mal, lutamos contra o sistema, mesmo que em contracorrente.

Formação

Fomos ao nosso código genético de melhor Clube formador e definimos a formação como um pilar mestre do nosso modelo de sustentabilidade.

O Sporting CP de ontem tinha abandonado a formação, a equipa B e o investimento nos recursos humanos e infraestruturas que lhe dão suporte.

O Sporting CP de hoje é reconhecido novamente como uma referência mundial, como atesta o prémio da ECA.

Hoje a formação do Sporting tem um modelo - o Modelo Centrado no Jogador.

Um novo modelo, Made in Sporting, que tem apenas três anos de vida e cujos melhores frutos virão da sua consolidação no médio-longo prazo.  

Hoje a formação do Sporting tem de novo equipa B, parte fundamental na pirâmide de evolução dos jogadores neste modelo.

Hoje a formação do Sporting tem de novo investimento, que não tinha desde a construção da Academia em 2002.

Requalificámos ainda as instalações do Pólo do Estádio Universitário de Lisboa.

Houve investimento na captação de recursos humanos altamente qualificados para os vários departamentos.

Há uma Unidade de Performance, criação nova que arrancou logo em Novembro de 2018.

Temos uma nova ala de formação e uma nova ala profissional, ambas remodeladas este ano.

Todos os relvados são novos. E temos um novo projecto que desenhámos e submetemos a aprovação em 2019, entretanto já aprovado, para expansão da Academia com novos campos, novos edifícios e novos espaços – uma Nova Academia.

Uma nova Academia que tem uma nova marca à imagem da sua ambição - Academia Cristiano Ronaldo.

Marca Sporting

Iniciámos uma nova era na criação de valor de marca no ecossistema desportivo português.

Eliminámos o muro que separava atletas dos Sócios e adeptos e construímos no seu lugar várias pontes com a criação de conteúdos inéditos.

Pontes que dão a conhecer o lado humano daqueles que tomamos por heróis.  

Lançámos um novo formato de Jornal Sporting.

Criámos a Cidade Sporting sob um novo conceito pioneiro de cidade-museu para atrairmos cada vez mais pessoas, contando com um singular projecto que combina desporto e arte urbana.    

Estabelecemos uma parceria com uma nova marca – a Nike.

Abrimos uma nova Loja, a maior de sempre e de novo no Estádio – a primeira Megastore do Sporting CP. 

Lançámos uma nova Loja Verde Online.

Colocámos novas cadeiras no estádio e verdes, numa consolidação da nossa identidade e do nosso compromisso de melhorar a experiência do Sócio e adepto em todos os pontos de contacto com o Sporting.

Do melhor Sporting Ecléctico em 115 anos

E é assim que em 1096 dias o Sporting CP se reergueu das cinzas, sacudiu a poeira do velho e se libertou do status quo para criar um Novo Sporting. E o epílogo destes três anos resultou numa das melhores épocas dos seus 115 anos de História, numa demonstração de pujança do nosso Eclectismo.

Conquistámos em três anos tantos títulos no futebol como os nossos rivais somam em conjunto.

Passados 19 anos fomos de novo campeões nacionais de futebol.

Em três anos conquistámos variadíssimos títulos nas modalidades, dos quais dez europeus, o que representa mais de ¼ da totalidade (dez em 39 totais).

Erguemos duas Champions League no futsal e conquistámos todos os títulos possíveis.

Fomos bicampeões europeus em hóquei.

Trouxemos o basquetebol sénior masculino de novo ao Sporting passados 24 anos, fomos campeões nacionais e conquistámos duas Taças de Portugal.

Temos ainda um longo caminho pela frente, com enormes desafios recentes causados pela COVID, e somos todos, sem excepção, responsáveis pelo futuro que desenhamos, pela estabilidade que garantimos ao nosso Clube e pelo legado que deixamos. 

Daqui a seis dias disfrutemos de novo da música oficial da Champions League em Alvalade, de novo (quase) todos juntos.

Quero agradecer a todos os atletas, treinadores, elementos de staff e colaboradores por três anos de um Sporting digno, com valores, corajoso e…vencedor.

Viva o Sporting!


Editorial da edição n.º 3836 do Jornal Sporting

A melhor formação do Mundo

Por Miguel Braga *
09 Set, 2021

O Sporting CP venceu o prémio de 2021 da Associação Europeia de Clubes (ECA) na categoria Futebol de Formação.

É um reconhecimento merecido e inteiramente justo de um trabalho multidisciplinar. O Sporting CP venceu o prémio de 2021 da Associação Europeia de Clubes (ECA) na categoria Futebol de Formação. A vitória foi anunciada durante a 26.ª assembleia-geral da ECA, que teve lugar em Genebra, na Suíça. Estes prémios têm como objectivo “promover e recompensar os grandes feitos dos clubes membros que podem servir como inspiração para a comunidade do futebol", segundo a própria ECA.

O modelo de futebol de formação implementado no Sporting CP nos últimos três anos – que assenta no Modelo Centrado no Jogador (MCJ) - é assim elogiado e reconhecido fora de portas, batendo a concorrência de várias equipas e países, nomeadamente do Valencia CF (Espanha), PFC Ludogorets (Bulgária) e Aberdeen FC (Escócia) – as outras equipas nomeadas. Sobre este tema, de referir também referir que desde que o MCJ foi implementado chegaram 16 atletas da formação à equipa principal. Este é o caminho.

No início da semana, lançámos o livro Sporting 20_21, uma obra que pretende guardar para memória futura as conquistas alcançadas ao longo da última época: da bolha imposta pela pandemia no Algarve ao último jogo da época e despedida dos relvados de João Pereira, passando por todas as caras da campanha “Eu Sou” – que viu duas das imagens serem seleccionadas para fazer parte da 200 Best Digital Artists 2020/21 da Archive. Um livro icónico de uma época em que o Sporting CP venceu Campeonato e Taça da Liga – e já em Julho deste ano a Supertaça correspondente – e que, com certeza, orgulha todo o universo Sportinguista.

O próximo fim-de-semana marca o regresso dos clássicos do futebol português, com o Sporting CP vs. FC Porto, e um aumento da lotação do Estádio José Alvalade de 33% para 50%. Pouco a pouco, tentamos regressar à normalidade. Esperamos que a pandemia não obrigue a mais recuos por parte das autoridades. Trabalho, intensidade e concentração são alguns dos ingredientes necessários para a conquista dos 3 pontos. Até à próxima edição do Jornal Sporting, a equipa fará também a sua estreia nesta edição da Liga dos Campeões, mas sendo a nossa preocupação e foco jogo a jogo, ficamos pelo embate com os azuis brancos com dois desejos apenas: vitória do Sporting CP e festa nas bancadas.

* Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal

Um dia especial, 'à Sporting'

Por Juvenal Carvalho
09 Set, 2021

Hoje, em vez dos anteriormente denominados treinos de captação, passaram a estar em voga os open day.

Falar do open day, ou dia aberto, na tradução literal para português, é muito mais do que um dia, é mesmo para muitas crianças um momento marcante para uma vida, em que para alguns, embora apenas envergando fugazmente o símbolo do Leão rampante, acabarão por vir a contar a filhos, e posteriormente a netos, a forma como conseguiram um dia ir desfrutar da modalidade que sonharam em vir a ter oportunidade de jogar no seu clube do coração, no caso o nosso Sporting Clube de Portugal.

A poucos dias das nossas modalidades começarem a lutar por títulos oficiais, e esses acabarão por chegar no plano nacional e até internacional, é claro e notório que se todos os olhares estão na vertente competitiva, e com eles, como é óbvio, nas equipas seniores, os departamentos das modalidades não querem viver à sombra do sucesso, que felizmente tem sido recorrente, e apostam no futuro.

E que melhor futuro, para além de um bom scouting espalhado pelo país, que nos faz ficar muito mais perto de trazer jovens valores que nos façam brilhar posteriormente com a prata da casa, do que a criação destes open day nos poderão proporcionar.

Estes open day, que são literalmente com o fito de captar jovens para a prática das modalidades que amam, servem não só para captar jovens com talento inato, que vão experimentar a oportunidade única de vir a jogar no seu clube de coração, como também, e como atrás referi, para que aqueles que acabem por não ficar, e outros que só lá foram para vivenciar este momento único, com as fotos para mais tarde recordar, a serem nota de destaque.

Estes open day têm não só o efeito desportivo, que visam a captação de talentos, e por lá passam alguns com tanto para dar, como serve como estratégia de marketing, vector tão importante aos dias de hoje, num Clube que tem um rumo traçado para o futuro.

É repetitivo, mas por verdadeiro, que o Sporting Clube de Portugal tem sido pioneiro de tanta acção que visa o incremento do desporto. Não vem de hoje, numa modalidade em que tanto título conquistámos ao longo do nosso percurso de vida, este tipo de iniciativas. Recordo a criação do "Primeiro Passo", que visava a captação de jovens para o atletismo. Eram muitos os que vinham à procura do sonho. Hoje, em vez dos anteriormente denominados treinos de captação, passaram a estar em voga os open day. Hoje muito mais mediáticos. Muito mais fáceis de divulgar, sinal dos novos tempos em que tudo parece estar à distância de um simples clique.

Fazer a divulgação do Sporting CP e das suas modalidades, e ao mesmo tempo fazer felizes tantas crianças, faz-me ser definitivamente fã destes open day. São como os momentos Kodak, daqueles para mais tarde recordar.

Venham muitas mais iniciativas destas... 'à Sporting'.

Futuro

Por Pedro Almeida Cabral
09 Set, 2021

O que sabemos é que o Sporting CP deve criar condições para que os jovens atletas com valor possam estar sempre mais perto do que querem alcançar.

Sportinguista que é Sportinguista tem vários desejos para o seu Clube. E espera que sejam todos cumpridos. As aspirações Leoninas passam por conquistar títulos, tanto nacionais como europeus, e por manter o histórico do eclectismo sportinguista, competindo em todo o lado: quadras, pavilhões, pistas de atletismo, estradas, piscinas e até no mar. Só isto chegava para nos caracterizar como um Clube único. Mas há ainda outro anseio que nos define: formar atletas desde tenra idade para que vinguem no desporto de Leão ao peito. Há quanto tempo desejávamos ter jogadores de futebol da formação no plantel principal que fossem campeões? Há tempo demais. Finalmente, conseguimos.

Fomos campeões com Rúben Amorim a revelar Gonçalo Inácio, Eduardo Quaresma, Nuno Mendes, Matheus Nunes e Tiago Tomás. À excepção de Matheus Nunes, todos os outros têm 20 anos ou menos. A evolução não é toda igual. Enquanto Nuno Mendes está num dos maiores clubes do mundo, o PSG, Quaresma está a crescer no CD Tondela. Cada um deles foi determinante na conquista do nosso 23.º campeonato. E ainda serão mais na época que agora se iniciou. Gonçalo Inácio promete continuar a evoluir, deslumbrando nos seus passes longos e com uma maturidade invulgar para a idade. Matheus Nunes não se atemorizou com as novas tarefas que lhe deram no meio-campo e lá vai ele dando consistência e rompendo as linhas defensivas adversárias de forma inesperada. E Tiago Tomás aperfeiçoará o seu estilo combativo, acabando por ser mais concretizador. Se me atrevo nestas previsões, não é por ter gosto em arriscar. É porque este trio mostrou que deu, com distinção, o salto da formação para o profissionalismo. Não se julgue que é fácil. É aqui que muitos soçobram, pelas mais variadas razões. Como me disse há muitos e muitos anos Aurélio Pereira, não se controla completamente esta passagem e não se sabe bem o que determina que uns consigam dar este salto e outros não.

O que sabemos é que o Sporting CP deve criar condições para que os jovens atletas com valor possam estar sempre mais perto do que querem alcançar. Não é por acaso que o modelo de formação implantado na Academia tem dado frutos, perdão, tem dado jogadores. É, por isso, natural, que o Sporting CP tenha sido distinguido com o prémio de 2021 da Associação Europeia de Clubes devido ao projecto do Modelo Centrado no Jogador. Como disse Tomaz Morais, director do futebol de formação, ao todo foram 11 os jogadores da Academia que foram campeões. A formação completa do atleta, em todas as vertentes, técnica, psicológica, motivacional, erguendo carácter e compromisso, dá títulos. O amanhã está aí. E é feito de outros jogadores ainda mais jovens. Nomes como Dário Essugo, Diego Callai, Flávio Nazinho, Tiago Ferreira ou Gonçalo Esteves vão dar que falar. O futuro constrói-se no passado. E o nosso futuro promete.

FREDERICO VARANDAS… 3 ANOS DEPOIS… e o PRÉMIO ECA 2021!!!

Por Tito Arantes Fontes
09 Set, 2021

Um SPORTING renovado, cada vez mais organizado, pujante, ganhador…

As últimas eleições no SPORTING tiveram lugar no dia 8 de Setembro de 2018… há três anos! Vínhamos – como todos sabemos – de um período de vida do Clube extremamente complicado, muito turbulento, com o foco nos acontecimentos de 15 de Maio desse ano, com a invasão da Academia na sequência da derrota do SPORTING na Madeira, com o Marítimo, que nos atirou para o terceiro lugar da I Liga na última jornada do campeonato desse ano… sem acesso à Champions!

Nessas eleições de 2018 a massa Associativa do SPORTING elegeu Frederico Varandas para seu presidente e – naturalmente – foram também eleitos os demais candidatos aos diversos órgãos sociais que faziam parte da sua lista. Foi um caminho de recuperação e reconciliação do Clube que – nessa altura – foi iniciado. Um caminho com dificuldades, com escolhos, com momentos muito bons e outros difíceis, duros e onde foi necessário ter fibra, ter querer e ter amor ao SPORTING para tudo fazer em prol e defesa do nosso SPORTING! Todos sabemos que a segunda época do mandato de Frederico Varandas foi difícil… com muita critica, com contestação de vários Sócios… com algum desalento até, com cepticismo… e tão cépticos que fomos que até logo colocámos em causa a contratação de Rúben Amorim… afinal certa, ajustada, no momento exacto!

Três anos passados da eleição de Frederico Varandas… que temos? Um SPORTING renovado, cada vez mais organizado, pujante, ganhador… aureolado com vários títulos europeus nos últimos três anos e com vários títulos nacionais em várias modalidades! Nomeadamente no futebol!  Sim, no futebol – a “mola real” do Clube, como todos sabemos – fomos finalmente Campeões Nacionais ao fim de 19 longas épocas… superando o anterior “fosso” de 18 anos entre 1982 e o título do ano 2000!

E - já no inicio desta época de 2020/2021 - que verificamos, máxime no denominado “mercado de transferências”? Que o SPORTING passou de um Clube onde os jogadores queriam sair e rescindiam contratos para um Clube onde os jogadores querem estar, querem vir… somos “chamariz” e “escolha” de figuras cimeiras do futebol espanhol e, concomitantemente, do futebol europeu! Estamos a falar de Sarabia! Mas também de Adán e de Porro! Três internacionais de Espanha, dois deles mesmo na selecção A! Estamos a falar da enorme atracção que o SPORTING neste momento tem para jovens de grande qualidade e de diferentes escalões etários que nos escolhem e procuram… e que vêm quer do mercado nacional, quer de mercados e países de primeira linha do mundo do futebol!

Nesta semana este caminho do nosso SPORTING é coroado com mais um prémio de enorme prestígio: o prémio de 2021 na categoria Futebol de Formação da Associação Europeia de Clubes (ECA)! Este é um prémio a valer, atribuído pelos nossos pares! E não um “arabesco qualquer”… comprado sabe-se lá onde, como e por quanto… É um prémio da e para a nossa renovada, nos seus múltiplos aspectos, Academia!

O caminho que percorremos! O caminho que o nosso SPORTING fez! O caminho de que nos podemos orgulhar!

A verdade é que se nos perguntassem em 8 de Setembro de 2018 onde é que achávamos que poderíamos estar em 8 de Setembro de 2021… pois, nunca, nem nos melhores sonhos, poderíamos sequer imaginar que estaríamos nos patamares em que estamos! É obra! É mesmo obra!

Obrigado, pois, Frederico Varandas! Obrigado pela liderança! Obrigado pela persistência! Obrigado pelo rumo! Obrigado pelos valores! Simplesmente… obrigado mesmo!

VIVA o SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!!!

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