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Opinião

Sporting Num Minuto

Por André Bernardo
25 Fev, 2021

(…) espero que cada vez mais as nossas plataformas se “possam olhar ao espelho” e reflectirem o mesmo orgulho que nós quando dizemos Eu Sou, de verde e branca vestida!

O caso dos “Elevadores lentos”

A história é real e remonta aos anos 50 do século XX. Num edifício em Nova Iorque, após queixas dos utentes, detectou-se que o tempo médio de espera para os elevadores era seis vezes superior ao standard. Mais precisamente, nesse edifício de escritórios, o tempo de espera era em média de dois minutos e 12 segundos.

Após análise da situação foram apresentadas três soluções para o problema: adicionar mais elevadores, substituir aqueles por novos ou instalar um computador de controlo com algoritmo.

O problema das soluções propostas é que economicamente nenhuma se revelou viável, e além disso apenas permitiam reduzir o tempo de espera para metade, cerca de um minuto, causando assim um dilema.

A solução revelou-se bem mais simples, mas já lá vou.

Aquilo que queria destacar é que, dependendo da situação, um minuto ou alguns segundos podem parecer muito pouco ou uma eternidade. Basta pensarmos na sensação que temos quando o quarto árbitro revela o tempo extra e, para exactamente os mesmos minutos, conforme o resultado, ele nos parece pouco ou muito.

A regra dos três segundos

Guardiola terá aparentemente instituído a regra dos “cinco segundos” como tempo máximo para recuperação de bola ao adversário após perda da mesma, antes de recuar as linhas.

Hoje em dia, no mundo digital, impera a regra dos “três segundos”. De acordo com dados do Google, a taxa de abandono de uma página de internet pode ir até 87% caso demore mais de três segundos a ser carregada.

Isto demonstra o nível de exigência que os utilizadores têm actualmente e o grande impacto que estes detalhes e outros podem ter. Se estar no online já se tornou uma obrigatoriedade, fazê-lo proporcionando uma experiência de excelência faz toda a diferença.

Hoje anunciamos o lançamento do Sporting Num Minuto, site online que permitirá um avanço significativo na proximidade de entregar o mais funcional com a melhor experiência possível ao Sócio. 

Juntámos assim ao Sócio Num Minuto a possibilidade de, em apenas dois passos, os Sócios poderem também aderir ao débito directo ou regularizar as suas quotas através do seu computador ou telemóvel, sem terem de sair de casa. 

É um processo que inclusive pode ser mais rápido se utilizado um “token” que pré-autentica o Sócio e permite de imediato aceder às opções de adesão. Algo que temos já estado a utilizar e que aliás consiste hoje no principal método de adesão ao débito directo dado a facilidade e rapidez do mesmo.

A plataforma estará também desenvolvida em Progressive Web App, o que significa que os Sócios a poderão instalar como se fosse uma aplicação (app) no seu ecrã e utilizá-la como tal, inclusive guardando os dados da mesma caso estejam offline sem acesso à internet.  

É um pequeno passo numa maior caminhada que o Sporting CP vai fazer na evolução do seu ecossistema digital, com o lançamento de uma nova Loja Verde Online, app e site, o que a seu tempo acontecerá.

Importa referir, porém, que não basta apenas alterar estas plataformas, mesmo que elas obedeçam às melhores práticas de UX/UI*. É igualmente fundamental que elas assegurem a melhor performance de resposta (o que aos dias de hoje somos conscientes que não acontece), para que se assegure a excelência da experiência na sua plenitude.

Neste sentido, assegurámos também que o alojamento do ‘Sporting Num Minuto’ será efectuada na cloud, através de uma solução da Microsoft Azure escalável, o que significa que à medida que os acessos vão aumentando, são automaticamente geradas máquinas virtuais para dar resposta aos acessos.

Na história dos elevadores que mencionei acima, a solução para o problema acabou ser a colocação de espelhos nos locais de espera dos elevadores. O problema era mais de percepção de “aborrecimento” de espera, do que do tempo em si. Os espelhos permitiram “distrair” as pessoas e resolver o problema.

Neste caso, a evolução digital do Sporting CP na missão de entrega de uma experiência de excelência, exige mesmo investimento em recursos humanos, físicos, de hardware, software e tempo. O que posso assegurar a todos os Sócios é que, não está apenas o caminho identificado, como progressivamente a ser trilhado na medida do possível.

Até lá espero que possam desfrutar desta nova plataforma e que cada vez mais as nossas plataformas se “possam olhar ao espelho” e reflectirem o mesmo orgulho que nós quando dizemos Eu Sou, de verde e branca vestida!

 

* User experience e user interface: expressões que se referem à experiência do utilizador de uma plataforma digital no que diz respeito à sua usabilidade e interface.

 

Editorial da edição n.º 3808 do Jornal Sporting

A angústia do adepto antes do penálti

Por Miguel Braga*
25 Fev, 2021

(...) além de liderar com números expressivos a tabela dos penálti a favor, o FC Porto também se arrisca a ganhar o prémio Fair Play da Liga NOS – é actualmente a equipa menos amarelada do Campeonato...

Foi em 1972 que Peter Handke escreveu “A angústia do guarda-redes antes do penálti”, livro onde a angústia causada pelo pontapé da marca dos nove metros é uma metáfora da própria vida. Na edição desta época da Liga NOS, a ansiedade tomou conta dos adeptos no que se refere a pontapés de penálti: uns porque sim, outros porque não, muitos porque acreditam que o que importa é ganhar, mesmo que seja por meio a zero. Mas independentemente da razão que assiste (ou não) aos adeptos nacionais, olhemos para alguns números:

- Nas primeiras 20 jornadas, o FC Porto foi a equipa com mais pontapés de penálti a favor, num total de 12, o que representa um castigo máximo a favor em 60% dos jogos. Segue-se o FC Famalicão com seis pontapés de penálti a favor (30%) e um grupo de equipas – Gil Vicente FC, SC Farense, CD Santa Clara e Sporting CP – com cinco penáltis, ou seja, com 25%;

- Para se ter uma ideia do feito, numa competição com 18 equipas, o FC Porto tem sozinho 19,04% da totalidade dos penáltis marcados esta época na Liga (até ao momento foram assinalados 63 pontapés de penálti em 180 jogos) – sim, leu bem, apenas uma equipa tem um quinto de todos os penáltis marcados esta temporada;

- E apesar de em Junho deste ano, Sérgio Conceição ter dito “temos de ter mais penáltis a favor, criar mais ocasiões para termos penáltis”, o FC Porto não só lidera a tabela este ano, como na época de 2019/2020 também foi a equipa com mais penáltis: um total de 14 em 34 jogos, representando 41,1% de jogos com penáltis a favor. Seguiram-se Rio Ave FC e CD Tondela, com 11;

- Recuando mais um ano, para a época 2018/2019, o pódio dos pontapés de penálti dividiu-se entre Sporting CP (15 a favor, ou seja, 44,1%), Vitória SC (dez) e SL Benfica (nove). E na temporada anterior, de 2017/2018, quem liderou foi o SL Benfica (11 a favor, num total de 32,3%), GD Chaves (dez) e Rio Ave FC (nove).

- Nas últimas dez temporadas, em seis delas, a equipa com mais penáltis a favor em 34 jogos, não atingiu a marca do FC Porto em 20;

- Do lado dos árbitros, o trio com mais pontapés de penálti assinalados é composto por: Rui Costa (em 14 jogos assinalou seis penáltis), Manuel Mota (11 jogos/seis penáltis) e João Pinheiro (nove jogos/cinco penáltis). Do lado oposto, está António Nobre que em nove jogos não assinalou qualquer pontapé de penálti.

Deixemos o poder dos números para a balança de Justiça de cada um e notar que além de liderar com números expressivos a tabela dos pontapés de penálti a favor, o FC Porto também se arrisca a ganhar o prémio Fair Play da Liga NOS – é actualmente a equipa menos amarelada do Campeonato –, o que não deixa de ser perversamente peculiar.

 

* Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal

Os filhotes do Leão

Por Juvenal Carvalho
25 Fev, 2021

Se existe algo que é inequívoco que o nosso Clube já ganhou esta época, porque no campo só se ganha no fim e respeitando os adversários, foi o regresso ao nosso cunho de antanho e imagem de marca de Clube que lança jogadores jovens como nenhum outro

Como canta como só ele, Caetano Veloso, no seu “Leãozinho”, todos nós ficamos encantados com os filhotes do Leão, que são também o nosso raio da manhã, num sol que nos irradia e que é parte integrante do ADN do Sporting Clube de Portugal.

Os filhotes do Leão, com crias atrás de crias que nos distinguem dos demais, e que leva o mundo do futebol a ter pelo nosso Clube não só respeito, como nos acham ainda uma referência mundial a este nível.

Somos ‘só’ o Clube que formou Luís Figo e Cristiano Ronaldo, que conseguiram o estatuto de melhores jogadores do mundo, trazendo o nome do Sporting CP para a ribalta. Somos também o Clube que desde sempre, mas que a minha memória só chega ao velho pelado em frente à Porta 10‑A, formou craques atrás de craques. Em que vários deles, no passado, bem como aos dias de hoje, espalham talento pelos relvados de diversos países.

O estatuto de Clube formador é mesmo aquilo que nos diferencia dos demais. Está na génese do Sporting CP. Se aqui ou ali parecia que se estava a perder fulgor, eis que como que ressurgiu o rugido do Leão através das suas crias.

Se existe algo que é inequívoco que o nosso Clube já ganhou esta época, porque no campo só se ganha no fim e respeitando os adversários, foi o regresso ao nosso cunho de antanho e imagem de marca de Clube que lança jogadores jovens como nenhum outro.

Apresentar no onze titular jogadores ainda do escalão júnior (sub‑19) como Nuno Mendes, Gonçalo Inácio, Eduardo Quaresma e Tiago Tomás, acrescentando ainda a estes, outras crias do Leão como Luís Maximiano, Daniel Bragança, Jovane Cabral, João Mário e João Palhinha é decididamente algo de que nos orgulhamos. Na antecâmara do sucesso estão ainda alguns jovens da equipa B, felizmente regressada esta época à competição, e ainda nos sub‑23, com jogadores, vários ainda sub‑17, sub‑18 e sub‑19, queimando etapas, e crescendo a olhos vistos.

Decididamente, o rumo parece encontrado para que o sucesso passe a ser o nome do meio a este nível. O Sporting Clube de Portugal tem no futebol de formação muito do seu ADN. Os adversários plagiaram até muito do nosso trabalho para chegar ao sucesso. Vivemos mesmo momentos de fulgor que nos levou em 2016 a classificar de “Aurélios” os jogadores que foram Campeões da Europa “made in Sporting”. 

Muito disto passa também pela aposta dos treinadores na juventude. Rúben Amorim já mostrou que arrisca na juventude, complementando‑a com a experiência, numa simbiose a roçar o perfeito.

Uma coisa é certa, e volto ao “Leãozinho” de Caetano Veloso: “Os filhotes do Leão são o nosso raio da manhã”.

São ainda, e continuando a apostar assertivamente, o nosso futuro, num caminho que está traçado. É mesmo por aqui!

Clássico nas Antas

Por Pedro Almeida Cabral
25 Fev, 2021

(...) Como tanta coisa que passa, esta caduca maneira de estar do FC Porto passará também. Que ganhe o melhor e que o melhor seja o Sporting CP

À medida que se aproxima um dos clássicos do futebol português, o jogo contra o FC Porto no Dragão, recordo‑me quando ia ao antigo Estádio das Antas ver a nossa equipa, ainda nos anos 90 do século passado. A preparação era exigente. Arranjar bilhete, o que nem sempre era fácil, garantir transporte (gasolina repartida por todos, claro) e abalar estrada fora, evitando portagens, com camisolas e cachecóis pendurados nas janelas do carro. O mais importante era ter a certeza que se ia em número suficiente para não ser apanhado sozinho nas imediações das Antas. Os tempos eram outros. Os estádios antigos, o policiamento insuficiente, as cenas de violência habituais e todo o cuidado era pouco. Mesmo com algumas peripécias, umas quantas perigosas, fui muitas vezes às Antas. E lembro‑me bem da mais saborosa, ali por 1997, quando ganhámos por 2‑1, golos de Beto e Pedro Barbosa. 

O clássico que se avizinha parece outra coisa. Não terá público, não haverá viagens para o Dragão e nem com amigos se poderá ver em casa ou num núcleo do Sporting CP. Também há outras diferenças. A equipa do Sporting Clube de Portugal jogará num corajoso esquema de três centrais e alinhará, provavelmente, com o maior número de jogadores da formação do Clube em clássicos. Aliás, como cerca de 75% do plantel do Sporting CP é de origem nacional, será também uma das equipas mais portuguesas do Sporting CP nos últimos anos. Outra diferença importante é que Rúben Amorim terá o discurso certo de antevisão ao jogo. Sem desvalorizar o adversário, elevando os nossos jogadores e a falar do futebol como gostamos de ouvir. Já para não mencionar a vantagem pontual de dez pontos, invulgar para o Sporting CP em décadas.

Infelizmente, também há coisas que não mudam. Há um certo ambiente, com tentativas canhestras de condicionamento arbitral, que é tirado a papel químico de qualquer clássico dos anos 90. Ainda há poucos dias, estava o FC Porto a colocar tarjas no estádio a dizer “Basta” e Pinto da Costa quase a velar ameaças contra os árbitros. Junte‑se a isto o banco do FC Porto em arruaça permanente nos 90 minutos e o hábito do FC Porto de pôr jogadores a discutir lances banais como se estivessem a jogar o último minuto da final da Champions. Fechando os olhos, é, sem tirar nem pôr, como estar no velhinho Estádio das Antas. Mas os tempos mudaram. Estas anacrónicas estratégias têm os dias contados, assentam numa diabolização do adversário e, cada vez mais, quando comparadas com a vivência do futebol nas melhores ligas europeias, parecem algo medieval. Como tanta coisa que passa, esta caduca maneira de estar do FC Porto passará também. Que ganhe o melhor e que o melhor seja o Sporting CP.

 

Vamos a isto… a caminho do Dragão!!!

Por Tito Arantes Fontes
25 Fev, 2021

(...) queremos, ainda assim, um jogo sério no Dragão! Queremos um jogo bem apitado! Não queremos interferências da arbitragem nem no jogo, nem no resultado! Estaremos atentos!

Está concluída a 20.ª jornada do Campeonato Nacional. Mais uma vitória segura, tranquila e autoritária do Sporting CP! Golos de Feddal, depois de assistência de Coates (os nossos centrais são mesmo “mortíferos”!), e de Nuno Santos, a aproveitar um erro da defensiva portimonense provocado pela pressão que o SCP faz no campo todo. No dia seguinte assistimos a mais um triste jogo dos nossos rivais da Segunda Circular… que tanto “truplicaram” que “arrasados” ficaram com o empate em Faro! A disputa com o Paços pelo quinto lugar promete, pois o SC Braga fugiu… ganhou e consolidou, assim, o seu terceiro lugar. Ficou para último lugar o jogo do FCP no Funchal. Foi mais um espectáculo deprimente… com uma arbitragem que prejudicou o futebol, porque atentou contra a Verdade Desportiva! Corona devia ter visto quinto cartão amarelo… não viu! Manafá devia ter sido expulso por bárbara agressão a jogador do CS Marítimo… não foi! O CS Marítimo marcou o golo da igualdade… o seu marcador estava um metro em jogo… pois, ainda assim, foi preciso o VAR para ver o que o fiscal de linha e o árbitro não viram… que o marcador não estava fora‑de‑jogo, como quiseram fazer crer ao – mal! – anularem inicialmente o golo! O VAR corrigiu! Para o fim, nos “descontos”, estava reservado o “prato forte”… o tal penálti para o FCP que nunca falha… desta vez como resultado de uma falta de um tal Rúben Macedo, jogador formado no FCP, portista ferrenho… que “involuntariamente” fez o que não era preciso, ou seja carregou o filho do Sérgio Conceição (o miúdo é mesmo um prodígio… “recordista mundial” de penáltis… em pouco mais de 30 minutos de jogo neste campeonato já tem à sua conta dois penáltis!)! Pareceu mesmo um “lance de encomenda”… mas foi só mesmo uma “parecença”… só faltou foi a “lágrima” no final…

Real, real nesse jogo foi o benefício escandaloso do FCP de modo a evitar que o fosso pontual para o SCP aumentasse… para 12 ou 13 pontos (como no último quarto de hora ainda esteve quase para acontecer!)… assim, com essa “injusta” vitória, o FCP manteve dez pontos de diferença para o SCP! E tenta agora arregimentar todo um “clima folclórico” de que o jogo no Dragão é o jogo do título! E sim, até é... para eles, FCP, até é… e por isso tudo fizeram, tudo moveram para jogarem completos contra o SCP! Uribe por uma “cabeçada” com o SC Braga levou… um jogo de suspensão! Em qualquer país que se preze teria sido sancionado no mínimo com três jogos… e não jogaria contra o SCP! Corona devia ter visto o quinto amarelo neste último jogo… e deveria cumprir o seu jogo de suspensão contra o SCP! Manafá agrediu um jogador adversário também neste último jogo… a expulsão que deveria ter sofrido impedi‑lo‑ia de jogar contra o SCP! Só aqui, assim de rajada, estão três jogadores que vão jogar… e não deveriam! É o famigerado “sistema” na sua plenitude!

Dito isto, o SCP vai ao Dragão com uma grande equipa, como já nos demonstrou nesta época! Esta mescla de juventude e experiência merece – sem qualquer dúvida – toda a nossa fé! Desde logo porque é treinada, preparada, trabalhada pelo nosso Rúben Amorim! Temos – como sabemos – uma equipa madura, séria, corajosa! E com confiança! Vamos com arreganho, com garra mostrar a esta gente que somos SCP! Vamos apresentar‑lhes a melhor defesa do campeonato! Com menos de metade dos golos sofridos que o FCP (dez contra 22!)! Vamos apresentar‑lhes – se se descontarem os golos de penálti – o melhor ataque da prova! Vamos apresentar‑lhes o nosso melhor futebol! Certo é que esta época já vencemos este mesmo FCP! Na meia‑final da Taça da Liga… com uns dez minutos finais – em que virámos o resultado! – verdadeiramente empolgantes do nosso SCP! E dois golos da nossa “arma secreta”… Jovane de seu nome! E certo é que na primeira volta, em Alvalade, só não ganhámos porque o inefável Luís Godinho nos “roubou”… na expulsão do Zaidu por agressão ao Porro, na reversão do penálti do mesmo Zaidu sobre o Pote, no perdão de mais essa expulsão do Zaidu… etc., etc… foi demais!

E sim, sabemos que vamos jogar contra a equipa que – apesar de tanto “chorar”, de tanto “clamar”, de tanto hipócrita “basta” – tem quase o triplo dos penáltis que o SCP já teve nesta época… o triplo! E tem menos de metade dos cartões amarelos com que o SCP já foi mimoseado nesta temporada!

Com tudo isto… queremos, ainda assim, um jogo sério no Dragão! Queremos um jogo bem apitado! Não queremos interferências da arbitragem nem no jogo, nem no resultado! Estaremos atentos! Sim, porque quem diz, quem pode dizer “basta”, somos nós! É o SCP! E basta mesmo! Tem a palavra a Liga! Tem a palavra a arbitragem! Queremos seriedade! Queremos Verdade Desportiva!

Do resultado falaremos na nossa próxima crónica. Com uma certeza: ou seguimos na nossa caminhada invencível até ao momento ou teremos tido um percalço. Em qualquer dos casos estaremos sempre em primeiro lugar do Campeonato Nacional e manteremos a extraordinária equipa com que este ano nos deleitamos! Não somos de quebrar! Somos de unir! E juntos, já sabemos, somos poderosos! O Leão está de volta!

VIVA O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!!!

Tornando o Invisível Visível

Por André Bernardo
18 Fev, 2021

A propósito de bastidores, esta semana que passou estreámos nas nossas redes sociais duas novas rubricas – “Backstage Sporting” e “Duelos de Leão” – com o objectivo de dar a conhecer aos Sócios e adeptos um pouco mais do “behind the scenes*” do Clube

 

Dia de Sporting

No meu primeiro editorial escrevi que “esta nova versão (do Jornal Sporting) carrega uma linha editorial diferente, que visa aproximar ainda mais o leitor da vivência com o Clube e, se o faz com uma visão futura em sincronização com o actual contexto da era digital, recupera também 113 anos de história”.

No seguimento deste compromisso, na edição de hoje damos a conhecer parte dos bastidores do Sporting CP que asseguram que os jogos no Pavilhão João Rocha se possam realizar, e que será complementada com uma peça em vídeo que será divulgada nas nossas redes sociais e na Sporting TV.

É um trabalho invisível sem o qual nenhum de nós poderia desfrutar da parte visível que tanto nos move.

A eles a nossa enorme gratidão e uma reportagem que representa apenas um pequeno reconhecimento para que o Universo do Sporting CP conheça este precioso e fundamental contributo.  

Para que o Dia de Sporting se torne uma realidade existem três colaboradores que têm a tarefa hercúlea de trocar as balizas, retirar a rede ou levantar as tabelas entre jogos e treinos, e outros sete que asseguram o funcionamento da lavandaria, a manutenção e a limpeza do Pavilhão João Rocha. 

Todos os dias são Dias de Sporting

A propósito de bastidores, esta semana que passou estreámos nas nossas redes sociais duas novas rubricas – Backstage Sporting” e “Duelos de Leão” – com o objectivo de dar a conhecer aos Sócios e adeptos um pouco mais do “behind the scenes*” do Clube.

Completamos assim um primeiro ciclo da nossa estratégia de comunicação em que todos os dias, com ou sem jogos, publicamos conteúdos, para que todos os dias sejam Dias de Sporting. Estes conteúdos desvelam um pouco mais do dia-a-dia do Clube, nas suas mais variadas vertentes – Raio-X, ADN de Leão, Inside Sporting, Jornal Sporting, Backstage Sporting, Duelos de Leão e Sporting Corporate – com o intuito de construir pontes que estreitem a relação do Clube com os seus seguidores e mostrem o lado menos conhecido e também mais humano. 

Sporting Sempre

E porque todos os dias são mesmo dias de Sporting, na próxima semana lançaremos a campanha Sporting Sempre, que visa premiar todos os Sócios que têm débito directo anual activo, através de um sorteio mensal com vários prémios, entre eles dez Gamebox (para a próxima época). 
Terminámos também a obra de expansão do nosso armazém e até ao final desta época há muito trabalho invisível que continua a ser feito e que vamos tornar visível. 

O Futuro está a chegar.


*por trás das cenas

 

Editorial da edição n.º 3807 do Jornal Sporting

Medalhas de hoje e de sempre

Por Miguel Braga*
18 Fev, 2021

O professor Moniz Pereira costumava dizer que “a sorte dá muito trabalho”. (…) Um exemplo hoje e será, com certeza, um exemplo sempre no amanhã

Na semana após o centenário do nascimento do professor Mário Moniz Pereira, o atletismo do Sporting Clube de Portugal fez uma justa homenagem ao Homem cuja memória perdura por cada medalha conquistada pela modalidade. Foi este fim-de-semana, nos Campeonatos de Portugal de Atletismo em pista coberta de 2021, que Leões e Leoas deram uma demonstração de força e talento no Altice Fórum, em Braga.

Comecemos pelas medalhas de ouro, onde Auriel Dogmo (lançamento do peso), Anabela Neto (salto em altura), Carlos Nascimento (60 metros), Lorène Bazolo (60 metros), Evelise Veiga (salto em comprimento), Cátia Azevedo (400 metros), Marta Onofre (salto com vara) e Patrícia Mamona (triplo salto), atingiram a glória na respectiva competição. Conquistámos ainda mais oito medalhas de prata e oito de bronze, com direito a vários recordes pessoais e um nacional – no lançamento do peso, Auriol Dongmo deu mais uma demonstração de talento, mas Jéssica Inchude, além da medalha de prata levou para casa um novo recorde pessoal e melhor marca de sempre da Guiné-Bissau.

Hoje é também dia de aniversário de outra Lenda do Sporting CP, outro dos grandes nomes do atletismo do nosso Clube e do desporto nacional, Carlos Lopes. Provavelmente, a corrida da sua vida foi naquela tarde de Verão, de 12 de Agosto, em Los Angeles, nos Jogos Olímpicos de 1984, onde (literalmente) de forma olímpica fez com que o hino nacional ecoasse naquele imponente estádio, depois de vencer e estabelecer um novo recorde olímpico que só foi batido 24 anos depois. Lembro-me bem de estar a ver na televisão em Lisboa, sentado no chão de casa dos meus pais, a vibrar com aquele momento, com aqueles largos minutos de orgulho nacional. Mas os feitos de Carlos Lopes tive a sorte de acompanhar, sempre através da televisão, ao vivo e a cores, não um, mas vários; em pista (Meeting de Estocolmo), na estrada (em Los Angeles ou São Silvestre) e em inúmeras provas de corta‑mato, num misto de relva e lama, consoante o que as condições meteorológicas impunham, mas com a marca vencedora de um dos grandes do desporto Leonino e nacional.

O professor Moniz Pereira costumava dizer que “a sorte dá muito trabalho”. E é esse trabalho que sabemos que dá resultados e que forma mulheres e homens para a competição e para a vida, até porque “viver é treinar e treinar é quase vencer”. Um exemplo hoje e será, com certeza, um exemplo sempre no amanhã.

 

* Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal

Amo‑te, Sporting!

Por Juvenal Carvalho
18 Fev, 2021

Neste amor de uma vida com o nosso Clube ri e chorei. Vi levantar centenas de troféus, mas também tive profundas noite de tristeza em que não conseguia dormir. Todas as relações intensas têm momentos bons e maus

Falar do nosso grande amor não requer inspiração, é normal e recorrente. É incontornável. É algo que sai de dentro de nós de forma natural.

Contudo, decidi escrever esta coluna de opinião que hoje estão a ler no passado domingo. E quis a data que a mesma fosse alusiva ao Dia dos Namorados e fez‑me abrir o coração para o amor de uma vida, o meu/nosso Sporting Clube de Portugal.

Como todos nós, no processo de vida, namorei, casei, tive filhos. Sou, afinal, comum dos mortais, igual a tantos outros nestas etapas da passagem terrena.

Contudo, com o Sporting Clube de Portugal o meu namoro é de uma vida e para a vida. Começou em menino. Cresceu com o tempo. É algo quase inexplicável, mas tão belo... direi mesmo inolvidável.

Aquando criança começou mesmo por ser às escondidas dos meus pais, de quem fugia literalmente de casa para ir ver os treinos da equipa de futebol, muitas vezes em vão por serem à porta fechada, mas onde ficava no final dos mesmos junto da mítica Porta 10‑A para ver os meus ídolos. E eram todos, não fazia distinções.

Chegado o fim‑de‑semana fazia os trabalhos escolares a correr e lá ia a caminho de Alvalade para ver tudo. Do futebol às modalidades. Era também o tempo em que pedia aos meus pais a semanada antecipada para ir ver o Sporting CP de lés‑a‑lés de Portugal e até ao estrangeiro. Tempos em que a minha mãe, que nunca se opôs a este namoro, embora uma fervorosa adepta do CF “Os Belenenses”, me dizia para levar a cama para o estádio e dormir lá, tal a minha loucura pelo Clube.

Este fervor podia ir caindo com a idade. Mas não. Depois do namoro, acabei por casar com o Sporting CP ao entrar ainda tão jovem para o dirigismo pela porta do basquetebol. Passei ainda pelo futsal – então futebol de cinco, onde comecei a escrever crónicas de jogos para o nosso jornal –, andebol e futebol juvenil.

Passei sempre tanto ou mais tempo ao lado deste grande amor do que com a minha família real. Passei também o Sportinguismo à minha filha, numa família de Belenenses. Foi um troféu para mim que jamais esquecerei.

Neste amor de uma vida com o nosso Clube ri e chorei. Vi levantar centenas de troféus, mas também tive profundas noite de tristeza em que não conseguia dormir. Todas as relações intensas têm momentos bons e maus. Ajudam até a fortalecer. Foi e ainda é assim com o meu/nosso grande amor.

Recordo‑me como se fosse hoje, e já está perto de chegar aos 50 anos – o tempo voa, o dia em que pelas mãos de meu pai entrei na secretaria do antigo estádio e assinei o contrato de fidelidade de uma vida com o Sporting CP. Quando me fiz Associado até hoje, e sempre cumprindo escrupulosamente as minhas obrigações, ganhando, perdendo... gostando mais deste jogador, treinador ou dirigente. Todos nós passamos. Eterno só o Sporting Clube de Portugal.

Estarei a teu lado até ao fim do meu percurso de vida ou mesmo para além dele.

Só assim sei estar nesta nossa relação tão intensa.

Amo‑te, Sporting!

Clássico nas Antas

Por Pedro Almeida Cabral
18 Fev, 2021

(...) Como tanta coisa que passa, esta caduca maneira de estar do FC Porto passará também. Que ganhe o melhor e que o melhor seja o Sporting CP

À medida que se aproxima um dos clássicos do futebol português, o jogo contra o FC Porto no Dragão, recordo‑me quando ia ao antigo Estádio das Antas ver a nossa equipa, ainda nos anos 90 do século passado. A preparação era exigente. Arranjar bilhete, o que nem sempre era fácil, garantir transporte (gasolina repartida por todos, claro) e abalar estrada fora, evitando portagens, com camisolas e cachecóis pendurados nas janelas do carro. O mais importante era ter a certeza que se ia em número suficiente para não ser apanhado sozinho nas imediações das Antas. Os tempos eram outros. Os estádios antigos, o policiamento insuficiente, as cenas de violência habituais e todo o cuidado era pouco. Mesmo com algumas peripécias, umas quantas perigosas, fui muitas vezes às Antas. E lembro‑me bem da mais saborosa, ali por 1997, quando ganhámos por 2‑1, golos de Beto e Pedro Barbosa. 

O clássico que se avizinha parece outra coisa. Não terá público, não haverá viagens para o Dragão e nem com amigos se poderá ver em casa ou num núcleo do Sporting CP. Também há outras diferenças. A equipa do Sporting Clube de Portugal jogará num corajoso esquema de três centrais e alinhará, provavelmente, com o maior número de jogadores da formação do Clube em clássicos. Aliás, como cerca de 75% do plantel do Sporting CP é de origem nacional, será também uma das equipas mais portuguesas do Sporting CP nos últimos anos. Outra diferença importante é que Rúben Amorim terá o discurso certo de antevisão ao jogo. Sem desvalorizar o adversário, elevando os nossos jogadores e a falar do futebol como gostamos de ouvir. Já para não mencionar a vantagem pontual de dez pontos, invulgar para o Sporting CP em décadas.

Infelizmente, também há coisas que não mudam. Há um certo ambiente, com tentativas canhestras de condicionamento arbitral, que é tirado a papel químico de qualquer clássico dos anos 90. Ainda há poucos dias, estava o FC Porto a colocar tarjas no estádio a dizer “Basta” e Pinto da Costa quase a velar ameaças contra os árbitros. Junte‑se a isto o banco do FC Porto em arruaça permanente nos 90 minutos e o hábito do FC Porto de pôr jogadores a discutir lances banais como se estivessem a jogar o último minuto da final da Champions. Fechando os olhos, é, sem tirar nem pôr, como estar no velhinho Estádio das Antas. Mas os tempos mudaram. Estas anacrónicas estratégias têm os dias contados, assentam numa diabolização do adversário e, cada vez mais, quando comparadas com a vivência do futebol nas melhores ligas europeias, parecem algo medieval. Como tanta coisa que passa, esta caduca maneira de estar do FC Porto passará também. Que ganhe o melhor e que o melhor seja o Sporting CP.

 

Vamos a isto… a caminho do Dragão!!!

Por Tito Arantes Fontes
18 Fev, 2021

(...) queremos, ainda assim, um jogo sério no Dragão! Queremos um jogo bem apitado! Não queremos interferências da arbitragem nem no jogo, nem no resultado! Estaremos atentos!

Está concluída a 20.ª jornada do Campeonato Nacional. Mais uma vitória segura, tranquila e autoritária do Sporting CP! Golos de Feddal, depois de assistência de Coates (os nossos centrais são mesmo “mortíferos”!), e de Nuno Santos, a aproveitar um erro da defensiva portimonense provocado pela pressão que o SCP faz no campo todo. No dia seguinte assistimos a mais um triste jogo dos nossos rivais da Segunda Circular… que tanto “truplicaram” que “arrasados” ficaram com o empate em Faro! A disputa com o Paços pelo quinto lugar promete, pois o SC Braga fugiu… ganhou e consolidou, assim, o seu terceiro lugar. Ficou para último lugar o jogo do FCP no Funchal. Foi mais um espectáculo deprimente… com uma arbitragem que prejudicou o futebol, porque atentou contra a Verdade Desportiva! Corona devia ter visto quinto cartão amarelo… não viu! Manafá devia ter sido expulso por bárbara agressão a jogador do CS Marítimo… não foi! O CS Marítimo marcou o golo da igualdade… o seu marcador estava um metro em jogo… pois, ainda assim, foi preciso o VAR para ver o que o fiscal de linha e o árbitro não viram… que o marcador não estava fora‑de‑jogo, como quiseram fazer crer ao – mal! – anularem inicialmente o golo! O VAR corrigiu! Para o fim, nos “descontos”, estava reservado o “prato forte”… o tal penálti para o FCP que nunca falha… desta vez como resultado de uma falta de um tal Rúben Macedo, jogador formado no FCP, portista ferrenho… que “involuntariamente” fez o que não era preciso, ou seja carregou o filho do Sérgio Conceição (o miúdo é mesmo um prodígio… “recordista mundial” de penáltis… em pouco mais de 30 minutos de jogo neste campeonato já tem à sua conta dois penáltis!)! Pareceu mesmo um “lance de encomenda”… mas foi só mesmo uma “parecença”… só faltou foi a “lágrima” no final…

Real, real nesse jogo foi o benefício escandaloso do FCP de modo a evitar que o fosso pontual para o SCP aumentasse… para 12 ou 13 pontos (como no último quarto de hora ainda esteve quase para acontecer!)… assim, com essa “injusta” vitória, o FCP manteve dez pontos de diferença para o SCP! E tenta agora arregimentar todo um “clima folclórico” de que o jogo no Dragão é o jogo do título! E sim, até é... para eles, FCP, até é… e por isso tudo fizeram, tudo moveram para jogarem completos contra o SCP! Uribe por uma “cabeçada” com o SC Braga levou… um jogo de suspensão! Em qualquer país que se preze teria sido sancionado no mínimo com três jogos… e não jogaria contra o SCP! Corona devia ter visto o quinto amarelo neste último jogo… e deveria cumprir o seu jogo de suspensão contra o SCP! Manafá agrediu um jogador adversário também neste último jogo… a expulsão que deveria ter sofrido impedi‑lo‑ia de jogar contra o SCP! Só aqui, assim de rajada, estão três jogadores que vão jogar… e não deveriam! É o famigerado “sistema” na sua plenitude!

Dito isto, o SCP vai ao Dragão com uma grande equipa, como já nos demonstrou nesta época! Esta mescla de juventude e experiência merece – sem qualquer dúvida – toda a nossa fé! Desde logo porque é treinada, preparada, trabalhada pelo nosso Rúben Amorim! Temos – como sabemos – uma equipa madura, séria, corajosa! E com confiança! Vamos com arreganho, com garra mostrar a esta gente que somos SCP! Vamos apresentar‑lhes a melhor defesa do campeonato! Com menos de metade dos golos sofridos que o FCP (dez contra 22!)! Vamos apresentar‑lhes – se se descontarem os golos de penálti – o melhor ataque da prova! Vamos apresentar‑lhes o nosso melhor futebol! Certo é que esta época já vencemos este mesmo FCP! Na meia‑final da Taça da Liga… com uns dez minutos finais – em que virámos o resultado! – verdadeiramente empolgantes do nosso SCP! E dois golos da nossa “arma secreta”… Jovane de seu nome! E certo é que na primeira volta, em Alvalade, só não ganhámos porque o inefável Luís Godinho nos “roubou”… na expulsão do Zaidu por agressão ao Porro, na reversão do penálti do mesmo Zaidu sobre o Pote, no perdão de mais essa expulsão do Zaidu… etc., etc… foi demais!

E sim, sabemos que vamos jogar contra a equipa que – apesar de tanto “chorar”, de tanto “clamar”, de tanto hipócrita “basta” – tem quase o triplo dos penáltis que o SCP já teve nesta época… o triplo! E tem menos de metade dos cartões amarelos com que o SCP já foi mimoseado nesta temporada!

Com tudo isto… queremos, ainda assim, um jogo sério no Dragão! Queremos um jogo bem apitado! Não queremos interferências da arbitragem nem no jogo, nem no resultado! Estaremos atentos! Sim, porque quem diz, quem pode dizer “basta”, somos nós! É o SCP! E basta mesmo! Tem a palavra a Liga! Tem a palavra a arbitragem! Queremos seriedade! Queremos Verdade Desportiva!

Do resultado falaremos na nossa próxima crónica. Com uma certeza: ou seguimos na nossa caminhada invencível até ao momento ou teremos tido um percalço. Em qualquer dos casos estaremos sempre em primeiro lugar do Campeonato Nacional e manteremos a extraordinária equipa com que este ano nos deleitamos! Não somos de quebrar! Somos de unir! E juntos, já sabemos, somos poderosos! O Leão está de volta!

VIVA O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!!!

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