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1.ª mão dos oitavos-de-final da Taça CERS
12-12-2015 19:00
Cronenberg
5 - 17
Sporting
Resumo do Jogo

Alfred-Henckels-Halle, em Wuppertal (Alemanha)

Árbitros: Xavier Jacquart e Pascal Hanras (França)

Ao intervalo: 1-6

Cronenberg: Eric Soriano, Marco Bernadowitz, Kai Riedel, Marcel Mirscheidt e Jordi Malet (5). Jogaram ainda: Leon Geisler, Jan Vester, B. Nusch, Rath e Lucas Siedlers

Treinador: M. Berenbeck

Exclusões: -

SPORTING: Ângelo Girão, Tuco (1), André Centeno (2), João Pinto e Luís Viana (5). Jogaram ainda: Cacau (2), Tiago Losna (3), Poka (3), Ricardo Figueira (1) e Zé Diogo

Treinador: Nuno Lopes

Exclusões: -

Crónica de Jogo

Por vezes algumas pessoas têm (ou querem ter) memória curta sobre a história de um Clube e os feitos que o colocaram no patamar mais alto em termos europeus. O hóquei em patins do Sporting é um exemplo paradigmático dessa situação e, quando as atenções pareciam estar mais centradas na campanha irregular no Campeonato e não no facto de, até agora, os ‘leões’ terem conquistado o único troféu já atribuído no País, eis que a equipa ‘verde e branca’ arrancou uma goleada por 17-5 frente ao Cronenberg, na Alemanha, a contar para a primeira mão dos oitavos-de-final da Taça CERS. É um desnível enorme? Sim. Mas é aqui que entra a parte histórica – o triunfo alcançado em Wuppertal, perante muitos adeptos ‘leoninos’ que chegaram da Alemanha, da Holanda, da Suíça e do Luxemburgo, é ‘apenas’ o décimo maior de sempre nas competições europeias. Aliás, a maior goleada de sempre foi conseguia pelo Sporting: 33-1 ao Gujan Mestras em 1984.

Antes disso, os ‘leões’ tinham ‘castigado’ por quatro vezes os suíços do Montreux (21-7 e 22-2 em 1976; 18-1 em 1977; e 20-8 em 1983) e uma os franceses do Fresnay (26-1 em 1981). Após essa goleada por 33-1 com o Gujan Mestras, que teve continuidade na segunda volta (23-4), ainda houve mais uma eliminatória esmagadora em 1985 frente aos franceses do La Vandéene, com triunfos por 21-6 e 19-3. Assim é a história ‘leonina’.

Em relação ao encontro, e como se percebe pelo resultado, não há grande história: após sete minutos iniciais a procurar o golo sem sucesso, Luís Viana, na conversão de uma grande penalidade cometida sobre si, inaugurou o marcador, seguindo-se o 2-0 de André Centeno após boa assistência de Tuco (10’). Molet, num lance aparentemente inofensivo, reduziu a desvantagem aos 13 minutos mas os ‘leões’ chegariam ao intervalo já a ganhar por 6-1 com tentos de Cacau (15’, livre directo), Viana (17’, após assistência de Tuco), Tuco (18’, isolado em frente ao guarda-redes) e Poka (20’, grande penalidade após falta cometida sobre Cacau).

Num segundo tempo com um total de 15 (!) golos e onde todos os jogadores foram utilizados, não há muito mais a dizer a não ser... descrever a marcha do marcador: Molet reduziu para 6-2 de grande penalidade (1’); Luís Viana fez o 7-2 num lance individual bem concluído (3’); Molet, de livre directo, recolocou a diferença em quatro golos (6’); Cacau, de livre directo também apontou o 8-3 (9’); Molet fez o seu quarto golo num remate enrolado (11’); Losna (13’) e Luís Viana (14’ e 15’) fizeram o 11-4; Molet voltou a marcar de livre directo para o 11-5 (15’); e Poka (19’ e 25’), Centeno (19’), Ricardo Figueira (21’) e Losna (22’ e 23’) fecharam o resultado final.