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17.ª jornada do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão
21-02-2016 15:00
OC Barcelos
1 - 3
Sporting
Resumo do Jogo

Pavilhão Municipal de Barcelos

Árbitros: Paulo Almeida e António Santos (Aveiro)

Ao intervalo: 1-1

OC Barcelos: Ricardo Silva, Hugo Costa, Luís Querido, Pedro Mendes (1) e Reinaldo Ventura. Jogaram ainda: José Pedro e João Guimarães

Treinador: Paulo Freitas

Exclusões: Luís Querido

SPORTING: Ângelo Girão, Ricardo Figueira, André Centeno, João Pinto e Luís Viana. Jogaram ainda: Cacau (1), Tiago Losna (1) e Poka (1)

Treinador: Nuno Lopes

Exclusões: -

Crónica de Jogo

Barcelos esteve em festa no domingo com a habitual Procissão dos Passos, a rondar bem perto do Pavilhão Municipal onde o Óquei queria confirmar o terceiro lugar, podendo ganhar um avanço de nove pontos em relação ao Sporting em caso de triunfo. No entanto, e com uma das exibições mais consistentes, inteligentes e com maior superação da época, os ‘leões’ provaram que o caminho do Campeonato ainda vai no adro, arrancando uma vitória relevante para as contas finais da prova na sequência de uma reviravolta que começou a ser escrita mesmo antes do intervalo: Girão fechou o cofre e o resto da solução estava no banco, com Losna, Cacau e Poka a marcarem os três golos do triunfo.

O encontro começou praticamente com um golo anulado a Hugo Costa, após saída em transição 3x2, e apresentou desde início características que iriam marcar a primeira parte: conjuntos a respeitarem-se, com ataques organizados sem grandes riscos e à espreita do erro alheio para fazer disso a sua fortuna. Foi assim que, aos sete minutos, Pedro Mendes inaugurou o marcador, numa saída rápida com remate forte aproveitando uma nesga na muralha ‘leonina’.

Apesar do equilíbrio, a vantagem premiava a mobilidade minhota em termos ofensivos, sem que reflectisse a escassez de oportunidades. A meio da primeira parte, os comandados de Nuno Lopes começaram a esboçar uma reacção, com João Pinto a ameaçar por três vezes a baliza de Ricardo Silva em jogadas individuais (11’ e 14’) e na sequência de uma boa assistência de Figueira (12’). Pouco depois, Reinaldo Ventura aproveitou um ressalto após meia-distância de Poka para surgir isolado frente a Girão, mas o guardião levou a melhor.

A cinco minutos do intervalo, os ‘leões’ aproveitaram uma paragem técnica para fazerem alterações tácticas, subindo linhas e a agressividade na pressão ainda em terrenos avançados. Foi a melhor fase do Sporting no primeiro tempo... e com direito a prémio: já depois de um bom tiro de Cacau com recarga de Poka travada por Ricardo Silva (21’), Losna recebeu um passe na área do brasileiro, rodou e disparou enrolado para o empate a três minutos do descanso, fixando o resultado verificado ao intervalo.

A etapa complementar começou de forma mais mexida e com o OC Barcelos a beneficiar de uma hipótese flagrante de livre directo, aos quatro minutos, com o remate a bater no poste e Girão a conseguir evitar a recarga com reflexos apurados. Todavia, notava-se que os ‘leões’ estavam bem e mais desenvoltos nas acções ofensivas com Losna e Cacau na pista, conseguindo mesmo a reviravolta aos sete minutos com o brasileiro, de forma oportuna, a não perdoar após remate do número 9 ‘verde e branco’.

O Sporting passava para a frente do jogo e fez o xeque... a pensar no mate. Ainda assim, essa jogada que poderia definir o jogo acabou por ser adiada em virtude da falta de eficácia nas bolas paradas, com Cacau (10’) e Luís Viana (11’) a não aproveitarem livres directos para fazerem o 3-1, nem mesmo em situação de ‘power-play’ . Não se pense, com isso, que só a formação ‘verde e branca’ estava em tarde ‘não’ nas bolas paradas: em quatro minutos, Girão travou um ‘penalty’ de Querido (15’) e um livre directo de Ventura (18’), mantendo a equipa a ganhar na ponta final. Na jogada seguinte, Centeno atirou ao poste.

Nos últimos cinco minutos, os visitados tentaram subir linhas de pressão e arriscaram tudo no ataque mas seriam os ‘leões’ a dar a estocada final a dois minutos do fim, com Poka a transformar bem um livre directo.