Your browser is out-of-date!

Update your browser to view this website correctly. Update my browser now

×

Taxonomy term

Português, Portugal
Foto César Santos

“Estamos preparados para iniciar esta caminhada”

Por Jornal Sporting
15 Set, 2018

Técnico leonino assegurou muita entrega para a estreia da Liga SportZone

Nuno Dias, treinador de futsal do Sporting CP, fez a antevisão à primeira jornada da Liga SportZone (domingo, 14h20), frente ao Belenenses, em que garantiu que a equipa está ‘nos trincos’ depois de uma pré-época de sucesso.

“A equipa está bem. Terminámos bem o período pré-competitivo, com a vitória em troféus importantes, apesar de serem apenas de preparação. Mas, como toda a gente sabe, queremos sempre ganhar seja que troféu for. Conseguimos conquistar um troféu oficial, que era um objectivo nosso e penso que terminámos essa fase preparados para aquilo que vem a seguir. E, aquilo que vem a seguir, é a primeira jornada da Liga SportZone. Estamos preparados para iniciar esta caminhada da melhor maneira possível”, começou por dizer.

O míster dos leões fez também questão de garantir o favoritismo, ainda que salientando a qualidade aos azuis. “O Belenenses é uma equipa practicamente nova, tal como a equipa técnica, com um treinador muito experiente e conhecedor daquilo que é a nossa Liga. Têm jogadores com qualidade, já tivemos a oportunidade de os observar e de os analisar em conjunto e análise que fizemos foi mesmo essa. Vamos ter um jogo difícil, mas em que somos favoritos e queremos vencer em nossa casa. Queremos começar da melhor maneira possível e isso claro que é feito com boas exibições e bons resultados”, sublinhou.

Por último, Nuno Dias deixou uma promessa, juntamente com um pedido. “Queremos que compareçam no Pavilhão João Rocha, para a primeira jornada após a conquista inédita de um tricampeonato. Penso que a melhor maneira de voltarmos às competições oficiais é com um pavilhão repleto de Sportinguistas. Da nossa parte, o que podem esperar é mais do mesmo: Uma entrega enorme e uma vontade muito grande de fazer bons resultados e boas exibições”, terminou.

Foto FPF

“Os nossos jogadores são de um nível superior”

Por Jornal Sporting
08 Set, 2018

Nuno Dias comentou a vitória leonina e a conquista de mais uma Supertaça para a conta pessoal

“Mais importante é continuarmos a engradecer e a enriquecer o nosso Museu com títulos”. Quem o disse foi Nuno Dias, treinador da equipa de futsal do Sporting Clube de Portugal, depois de conquistar a Supertaça da modalidade, goleando o Fabril por 11-0, esta tarde em Loulé. 

35 títulos leoninos, 18 com o dedo do actual treinador. Oito Supertaças, metade também do míster, o que faz com que seja o comandante de mais de metade das conquistas do futsal verde e branco. Satisfeito e consciente, Nuno Dias sublinhou que os números apenas foram conseguidos graças ao trabalho de muita gente que passou pela modalidade. 

“Os títulos são de muita gente que trabalha comigo e que conseguiu este troféu, assim como eu. Vários foram os lotes de jogadores e de pessoas que tornaram possíveis estes registos.. Hoje foi mais um e é sempre importante começar da melhor maneira, sobretudo quando a supertaça é um dos nossos objectivos. É aproveitar e festejar, para depois começarmos com o trabalho para a Liga SportZone”, explicou.

Marcar muitos e não sofrer. Sempre foi este um dos lemas da equipa dos leões e isso ficou bem expresso da partida desta tarde, assim como a qualidade da formação, algo que o técnico teve necessidade de valorizar. “Foi dentro do que perspectivámos. A história das falsas modéstias, do 50/50 e de que tudo pode acontecer, toda a gente sabe que é assim, mas a probabilidade de isso acontecer é pequena. Os nossos jogadores são claramente de um nível e de um patamar superior”, referiu.

Para terminar, o técnico lembrou o respeito constante pelo adversário, além da importância da atitude dos seus jogadores ao longo de todo o duelo. “O nosso papel passa por encarar todos os jogos da mesma forma. O resultado espelha isso e que apesar do aglomerado do resultado, fizemos sempre as coisas certas. Não deixámos o jogo fluir para o contra-ataque nem relaxámos no marcador. Os jogadores estão de parabéns pelo título e pelo profissionalismo que demonstraram”, rematou.

Foto José Cruz

“Não nos passa pela cabeça nada que não seja levantar a Supertaça”

Por Jornal Sporting
07 Set, 2018

Técnico leonino assumiu o favoritismo para a final de amanhã

Com a confiança e o realismo de sempre, Nuno Dias abordou o jogo contra o Fabril, que vale o primeiro título da temporada. “O Sporting CP é claramente favorito e não podemos estar com falsas modéstias. Sou muito mais real com aquilo que são as diferenças entre as duas equipas e assumo claramente que o Sporting CP tem obrigação de conquistar mais um troféu”, começou por dizer.

Do outro lado vai estar um conjunto que desceu de divisão, mas que causou dificuldades na decisão da prova rainha. “De facto é uma equipa completamente diferente da que encontrámos na final da Taça de Portugal, mas o desconhecimento não é total. Não recolhemos tantas informações como costumamos fazer, mas estamos precavidos para algumas situações”, revelou. O técnico leonino espera um adversário orgulhoso e com vontade de surpreender. “Vamos encontrar uma equipa extremamente motivada e satisfeita por poder disputar este jogo. Vão dar tudo o que têm e o que não têm para nos criar dificuldades. Uma equipa aguerrida, atrevida, sem nada a perder, ao contrário do Sporting CP. Temos a ganhar uma Supertaça, mas isso é uma obrigação nossa”, explicou.

O favoritismo terá de ser demonstrado na quadra e Nuno Dias garante que os leões não vão facilitar. “Os meus jogadores são profissionais, sabem a importância deste jogo e de levar mais um troféu para o museu. Não nos passa pela cabeça nada que não seja levantar a Supertaça, com todo o respeito pelo Fabril. Acho que falta de respeito seria estar aqui com falsas modéstias e dizer que tudo pode acontecer. Vamos trabalhar de maneira a que não aconteça nenhuma surpresa”, assumiu. 

Foto César Santos

“Para mim, sempre foi fácil trabalhar com fasquias elevadas”

Por Jornal Sporting
06 Set, 2018

Nuno Dias já guardou um lugar especial no Museu Sporting. A primeira entrevista de 2018/19 – em exclusivo ao Jornal Sporting e à Sporting TV – realizou-se ao lado dos 17 troféus que o treinador de futsal juntou ao palmarés leonino, servindo de inspiração

JORNAL SPORTING – Se vencer a Supertaça, o futsal verde e branco chegará aos 36 títulos, 18 deles com Nuno Dias. Considera-se um exemplo de sucesso e longevidade neste Clube? 
NUNO DIAS – Atendendo aos troféus e às conquistas que temos alcançado, talvez sim. Mas, acima de tudo, há que realçar que conseguimos manter esta longevidade por tudo aquilo que trabalhamos diariamente. Quando há uma interacção deste género entre as duas partes há sempre motivos para continuarmos a querer conquistar cada vez mais títulos. 

Na fase de preparação, o Sporting venceu cinco troféus nos cinco torneios que disputou. Pela história desta pré-época, podemos esperar mais uma temporada histórica? 
Foram vários momentos difíceis, todos contra adversários da Liga SportZone ou de topo mundial, como são o Magnus Futsal, o Inter ou o Palma. Estes jogos de preparação servem para ver o que estamos a fazer, para ver a maneira como os novos atletas se estão a integrar, para ver como os atletas que já cá estavam vão ajudando na adaptação dos novos às nossas ideias. Parece-me que esses objectivos foram todos alcançados, não só por conquistarmos troféus, mas pela qualidade de jogo que conseguimos evidenciar. Percebemos que estamos no caminho certo em termos de modelo de jogo. Correu da melhor maneira possível e estamos preparados para aquilo que vem aí. 

Entraram cinco caras novas no plantel do Sporting. A renovação era necessária? 
Por acharmos que era necessária é que a fizemos. Mas sempre que saem atletas que eram muito especiais para todos nós, tanto pelas conquistas como pelo que representavam em termos profissionais… deixam-nos saudades. Eram jogadores com muitos anos de Sporting, que me merecem todo o respeito e admiração. Apesar de o BI não contar para ganhar ou perder jogos, havia a necessidade de mexer, até para garantir o futuro nas próximas épocas. Baixando o nível etário do plantel, que era importante para manter estes registos, fizemos o que achámos essencial para o Sporting continuar neste caminho. 

Qual o reforço que está a ter a integração mais demorada? O Erick Mendonça está a surpreendê-lo?
Vou começar pelo Erick Mendonça, que não me está a surpreender nada. É um jogador da nossa formação, que esteve emprestado ao Fundão, e tivemos a possibilidade de acompanhá-lo mais facilmente e perceber até que ponto estaria apto a regressar à base. Por tudo aquilo que fez, tanto na Quinta dos Lombos como no Fundão, parece-me que era um jogador preparado para chegar ao Sporting CP e poder dar o contributo dele. Aquilo que analisámos do Erick na época passada está a verificar-se. É um jogador que admiro bastante, por isso é que está cá. Vai certamente chegar longe. Na minha opinião, vai ser o futuro fixo da selecção portuguesa. Não tenho dúvidas nenhumas disso e o futuro vai dar-me razão, certamente. O Léo já esteve no Sporting e tem apenas de relembrar o que é a nossa ideia e o nosso modelo. Jogava na Europa também, o que é uma vantagem. Está habituado a disputar jogos competitivos e não vai ter qualquer dificuldade, ao contrário do que aconteceu quando cá esteve no primeiro ano. Pela posição específica que ocupa e pela forma como joga, o Guitta não deverá ter dificuldades. O Alex já esteve em Espanha, numa liga bastante competitiva, e parece-me que também não terá dificuldades. Sobra-nos o Rocha, um pivô de referência, que vem ocupar a posição do Fortino. Não nos podemos esquecer de tudo aquilo que fez no Sporting, não só pelo que jogava, mas pelo profissionalismo que sempre demonstrou. Deixa-nos enormes saudades. Agora temos um miúdo com 23 anos, que poderá ser o melhor pivô do mundo no futuro. Veio para o Clube certo e, se continuar a trabalhar como tem feito nestas quatro semanas, parece-me que vai atingir esse nível. Não quero dizer que está a ter mais dificuldades. Está a ter as dificuldades normais de vir para uma liga diferente e para um modelo diferente. Pela evolução que teve nestas quatro semanas, vai lá chegar muito rapidamente. 

Sente que este ano o plantel é mais forte e equilibrado do que o do ano passado? 
Façam-me essa pergunta em Junho e eu vou responder com toda a certeza. Neste momento, também respondo com toda a certeza que não poderá ser. Por tudo o que era o entrosamento e o conhecimento mútuo que os atletas tinham uns dos outros, pela forma como estavam rotinados dentro de um modelo, obviamente este plantel não está ao nível do que era o plantel da época passada. Estamos apenas com quatro semanas de trabalho. Espero que, quando chegarmos aos momentos de decisão, estejamos num bom patamar de entrosamento. 

“Vencer o tricampeonato no Pavilhão João Rocha é algo que vai ficar sempre gravado nas minhas memórias”

Na época passada, o Sporting fez a melhor fase regular de sempre do futsal português. É possível superar esse registo? 
É muito difícil, mas é possível. O Sporting já leva um registo de jogos sem perder para a fase regular desde Outubro de 2015. São 72 jogos, quase três anos sem conhecer a derrota. Vamos tentar prolongá-los, mas por isso é que são recordes. Cada vez são mais difíceis de atingir. Esses números norteiam-nos. Não nos dão títulos, mas se os conseguirmos é sinal de que estamos mais perto das boas exibições, dos bons resultados e das conquistas. 

A final com o Benfica foi decidida apenas nos penáltis. Isso pode significar que foi um ano de maior equilíbrio? 
Já no ano em que o Sporting perdeu o título a final foi em penáltis. Também foi equilibrado. Este ano mais ainda, porque houve dois jogos decididos em penáltis. O equilíbrio foi notório. Estamos a falar do playoff, porque na fase regular não se verificou. Aquilo que perspectivo é que esse equilíbrio vai manter-se. Pelas análises que já fizemos, por aquilo que já observámos dos nossos adversários, parece-me que vão estar melhor. 

Que dimensão teve o Pavilhão João Rocha e o apoio dos adeptos naqueles momentos de tensão na final? 
Fora ou em casa, o Sporting é sempre muito apoiado por todos os adeptos. Desde que cá estou, já jogámos no Multiusos de Odivelas, no Pavilhão Paz e Amizade, em Mafra, no Entroncamento, em Almada, no Casal Vistoso, na Quinta dos Lombos, em Porto Salvo... Sempre conseguimos bons resultados nestas casas emprestadas e é justo agradecer a todos estes clubes e às autarquias que tornaram isso possível. Felizmente chegámos à nossa verdadeira casa. É claramente um upgrade de qualidade, e isto não é só para o futsal, é para todas as modalidades. No primeiro ano de existência, conseguir algo inédito no desporto nacional e no ano em que inauguramos o nosso pavilhão é gratificante. O apoio que sentimos ali é indescritível. Vencer o tricampeonato no Pavilhão João Rocha é algo que vai ficar sempre gravado nas minhas memórias. 

A fasquia no que diz respeito aos resultados está muito elevada. É mais fácil ou mais difícil trabalhar assim?
Para mim, sempre foi fácil trabalhar com fasquias elevadas. Quando os objectivos são difíceis, e quando a pressão de ganhar existe, a mim não me preocupa nada. Até prefiro assim. Mau é quando a equipa não tem qualidade. A pressão de ganhar é boa e obriga-nos a trabalhar sempre nos limites, independentemente de quem é o adversário, independentemente de ser em treino ou em jogo, independentemente de o resultado estar decidido. É esse tipo de objectivos que perseguimos. Quero continuar a ter essa pressão por esse futuro fora. 

Venceu pela terceira vez consecutiva o prémio de melhor treinador da Liga SportZone. Considera-se o melhor treinador de futsal em Portugal?
Os resultados têm ajudado. Se o Sporting não vencesse, não seria considerado o melhor treinador. Felizmente estou bem rodeado e isso ajuda-me a conseguir bons resultados. O facto de ter um grupo de jogadores extraordinário, o facto de estar num grande Clube, o facto de ter uma equipa técnica de excelência ajuda-me a ter estes reconhecimentos, que não considero meus. São de todo um grupo. Todos eles têm uma quota-parte de responsabilidade nestes títulos. 

No ano passado, o Sporting foi a segunda melhor equipa da Europa. Este ano pode ser a melhor? 
Pode. Se não estivéssemos a disputar esse troféu é que não podíamos. Estando lá, acreditamos que podemos chegar ao título. Conhecemos as nossas limitações, conhecemos a valia dos adversários e sabemos que cada vez será mais difícil. Um passo de cada vez. Primeiro teremos a Main Round e é muito importante ficarmos no primeiro lugar, para sermos cabeças-de-série na fase seguinte. 

Qual foi o momento mais difícil que viveu de leão ao peito?
Há muitos que me tiram o sono, pela forma como trabalhamos e queremos analisar os adversários. Todas as nossas derrotas são momentos difíceis para mim, mas felizmente não tem havido muitas. Também me recordo do jogo três da final do ano passado, em que fui expulso e não pude dar o meu contributo. E obviamente a final em Almaty. Foi extremamente difícil, não só por termos sido derrotados, mas acima de tudo pelos números. Por tudo o que fizemos, não merecíamos ter saído daquela final com uma derrota tão pesada. Estamos perto dos 300 jogos oficiais e foi a única vez em que não marcámos um golo. Temos de saber conviver com a derrota e reconhecer quando o adversário é melhor, mas os números tão expressivos deixaram-nos tristes. 

E o melhor momento? 
Todas as conquistas são muito especiais. A primeira de todas, a Taça de Portugal, em Guimarães, foi extremamente importante. Apesar de não ser traduzido em conquistas, apenas em medalhas, também foram momentos extraordinários quando ultrapassámos adversários difíceis, como foi o caso do Inter ou o Dínamo de Moscovo na Ronda de Elite. E, claro, não nos podemos esquecer deste último. É o primeiro no Pavilhão João Rocha e é o primeiro tricampeonato. 

Imaginemos que chega ao final da época como tetracampeão e como campeão europeu. O que fica a faltar? 
O penta. Se conseguirmos ser tetracampeões, fica a faltar ser pentacampeão. Se conseguirmos ganhar a UEFA, fica a faltar ser bicampeão europeu. Quem me conhece sabe que não chega aquilo que vamos alcançando, por muito bom que seja.

Foto José Cruz

Nuno Dias considerado melhor treinador da Liga SportZone

Por Jornal Sporting
27 Ago, 2018

Tricampeão nacional arrecadou mais uma conquista numa época de sonho

O treinador da equipa tricampeã nacional de futsal, Nuno Dias, foi escolhido – pela terceira vez consecutiva – para melhor treinador da Liga SportZone de 2017/18.

De relembrar ainda que, o técnico leonino, que está ao serviço do Sporting CP desde a temporada de 2012, é também o treinador com mais títulos em Portugal.

Foto Miguel Vererano/Unisports

Sporting CP vence o campeão europeu e ergue a Masters Cup

Por Jornal Sporting
26 Ago, 2018

Critério da disciplina fez a diferença a favor da turma de Nuno Dias

Era o jogo do título e os leões não perdoam quando se fala em levantar troféus. Na reedição das últimas duas finais da UEFA Futsal Cup, o Sporting CP “vingou-se” do Inter Movistar (4-2) e conquistou a Masters Cup por ter melhor folha disciplinar do que o SL Benfica – que terminou com os mesmos seis pontos e o mesmo goal average. Em Portimão, e com muitos adeptos leoninos nas bancadas, os tricampeões nacionais tornaram-se a primeira equipa portuguesa a vencer o importante troféu de pré-época.

Depois de baterem o Magnus Futsal, rival brasileiro, a turma de Nuno Dias entrou com a mesma determinação para superar um adversário que não traz boas memórias. Quem saiu em vantagem até foi o Inter, com Ricardinho a desviar para a baliza de Guitta na sequência de um canto, mas a resposta dos leões não tardou. Rocha, um dos reforços para a nova temporada, mostrou créditos na posição de pivô e empatou depois de uma grande jogada individual. O 2-1 chegou por intermédio de outro brasileiro, que não quis ficar atrás do compatriota. Dieguinho saiu rápido para o ataque, ganhou espaço para fuzilar o guarda-redes adversário e a bola só parou nas redes da baliza de Alex. Com o equilíbrio entre as duas equipas, não houve mais golos até ao intervalo.



Foi o suspeito do costume a empatar de novo a partida, já na segunda metade. Numa fase em que o Sporting CP até estava mais perigoso, Ricardinho ameaçou e à segunda conseguiu mesmo deixar André Sousa sem resposta. Os leões mantiveram o ritmo de jogo, tentando pressionar o Inter no seu meio campo. A oportunidade para chegar ao 3-2 surgiu precisamente numa recuperação em zonas altas, com Dieguinho a oferecer um presente a Varela – só teve de encostar. Como no primeiro tempo, os pivôs quiseram igualar-se. Rocha, que viria a ser considerado o melhor jogador da prova, trabalhou de costas para a baliza, aguentou a bola e esperou que Léo chegasse para marcar um grande golo de meia distância. Estava feito o 4-2 final, resultado que daria o troféu ao conjunto de Nuno Dias. Além da conquista, sempre importante, fica o nível exibicional frente a duas grandes equipas do panorama internacional, como afirmou o técnico leonino. “Estamos a melhorar e a subir o rendimento. Quem está no Sporting CP sabe que, independentemente de ser particular ou oficial, o nosso pensamento é sempre ganhar. Começámos a treinar no dia 7 de Agosto e apresentarmos já este nível é muito bom, ainda mais com um plantel que se alterou”, assumiu.

Mesmo com várias caras novas, a dinâmica de triunfos mantém-se neste início de época “Sabíamos que não ia ser uma competição fácil. O Sporting CP fez bem o seu trabalho e conseguimos estas duas vitórias. Isso mostra o poder que a nossa equipa tem, mesmo com a saída de muitos jogadores e a entrada de outros. O grupo está a reagir bem e os que chegaram também”, confirmou Dieguinho.



Já o melhor jogador do torneio, Rocha, mostrou-se entusiasmado por integrar uma das equipas mais forte da Europa. “Quero agradecer ao Sporting CP por me ter dado a oportunidade. É uma estrutura de grandes pessoas. Estou feliz por ter sido campeão e agora é continuar a trabalhar. É uma realidade bem diferente daquela que eu tinha no Brasil”, disse.

Depois da Masters Cup, os leões vão jogar o Torneio de Viseu, na próxima semana, e a Supertaça, no arranque oficial da época, a 8 de Setembro. 

Foto José Cruz

Troféu Stromp marca regresso a casa

Por Jornal Sporting
20 Ago, 2018

Andebol e futsal apresentam-se aos Sócios do Sporting CP

Na última vez que ali jogaram, uns sagraram-se tricampeões nacionais e outros chegaram ao bicampeonato. Para 2018/19, o objectivo é continuar a ganhar. O futsal e o andebol leonino disputam amanhã, no Pavilhão João Rocha, mais uma edição do Troféu Stromp, frente a Leões de Porto Salvo (19h30) e Belenenses (21h30), respectivamente.

Nuno Dias destacou a vontade de conquistar o troféu, mas também de continuar a preparação para a nova temporada. “É mais um jogo de preparação que queremos vencer. É mais um momento em que avaliamos a evolução dos nossos atletas neste início de época, apesar de estarmos numa fase precoce. E é um bom indicador daquilo que tem sido o nosso trabalho”, explicou.

Pedindo a presença dos adeptos, o técnico verde e branco deseja corresponder com o triunfo e uma exibição à altura. “Esperamos, num troféu que nos diz muito, regressar a casa da melhor forma. É a apresentação aos nossos adeptos e queremos brindá-los com um bom resultado e uma boa exibição. Estamos no bom caminho para os objectivos”, garantiu.

Apesar de haver cinco caras novas no elenco, Nuno Dias destacou a facilidade com que se adaptaram. “A integração tem sido muito boa e há uma palavra a dirigir aos atletas que já pertenciam ao Sporting CP, que têm sido fantásticos”, elogiou.

Hugo Canela também se mostrou motivado com o arranque de temporada e com este Troféu Stromp. “Vai ser mais um jogo para vermos em que ponto estamos e que processo temos para melhorar. Será muito bom regressar a casa. Com certeza podemos estar junto dos nossos familiares que irão estar aqui e também dos nossos adeptos”, salientou.  

O técnico bicampeão nacional pretende dar uma alegria a quem se deslocar ao Pavilhão João Rocha para apoiar a equipa leonina. “Nunca queremos defraudar as expectativas dos adeptos. Temos a ambição de fazer mais e melhor aqui no Sporting CP e a nossa ambição é dar o melhor espectáculo aos nossos adeptos. Deixa-nos motivados dar-lhes alegrias”, afirmou.

É já no próximo domingo que os leões disputam a Supertaça, frente ao Benfica, e Hugo Canela não esqueceu essa competição. “Se os atletas não estiverem motivados para um título, como é a Supertaça, será difícil perceber quando é que estarão motivados. Não tenho dúvidas de que a minha equipa vai ter os maiores índices de motivação. E aí também precisamos de controlo emocional para decidir bem nas alturas certas. Esta semana de trabalho será muito importante”, finalizou. 

Foto César Santos

“Estamos a um passo de atingirmos mais uma final”

Por Jornal Sporting
07 Jun, 2018

Nuno Dias lançou o jogo 2 frente ao Modicus, deixando um apelo aos Sportinguistas

O objectivo: carimbar a presença na final. A equipa de futsal do Sporting CP está focada em voltar a vencer o Modicus no jogo 2 do playoff do Campeonato Nacional, que se irá disputar no Pavilhão João Rocha, esta sexta-feira (20h). Nuno Dias, técnico leonino, garantiu que a equipa está preparada para as dificuldades.

“Sabemos que estamos a um passo de atingirmos mais uma final. Estamos cientes das dificuldades que o adversário nos vai criar. Ficaram em 4.º lugar, jogam bem, têm muita qualidade e, normalmente, criam-nos muitas dificuldades. Vamos estar ao nosso melhor nível para conseguirmos carimbar mais uma final”, começou por assegurar.

Apesar das dificuldades, Nuno Dias mostrou-se confiante nas capacidades da equipa. “O Modicus vai tentar fazer aquilo que fez no jogo 1: vai apostar em situações de transição, tentar adiar as nossas finalizações e apostar em guarda-redes avançado para nos retirarem a iniciativa e tempo de ataque. São equipas que sabem que o Sporting CP é forte. Reconhecem essa superioridade e vão tentar minimizá-la”.

“Se o Sporting CP vencer na sexta-feira, chega à final do playoff com um total de 30 jogos, 29 vitórias e um empate. Algo que nunca aconteceu no Campeonato Nacional desde que existem playoffs. Mas, como tenho dito, estes recordes não têm significado nenhum se não os traduzirmos em conquistas e títulos. Vamos aliar os recordes porque são motivações internas e queremos deixar na história, mas o importante é as conquistas. Temos de marcar presença na final e prepará-la bem”, destacou o técnico, aproveitando para apelar à presença dos Sportinguistas.

“Agora que terminaram todas as competições no Pavilhão, temos o futsal em competição até ao final do mês de Junho. Esperamos que os adeptos compareçam e nos ajudem a alcançar os nossos objectivos”, finalizou.

Foto César Santos

“Este troféu era importante para o Clube”

Por Jornal Sporting
13 maio, 2018

Técnico leonino sublinhou a qualidade demonstrada na segunda parte

Foi com a “menina” – a taça, pois claro – para a conferência de imprensa, tal o orgulho. Nuno Dias destacou a importância da conquista e o esforço que foi necessário para acontecer. “Este troféu era importante para o Clube e significa que enriquecemos o nosso museu. Também significa muito trabalho, muito sacrifício, mas acima de tudo significa muita qualidade, que é o que temos evidenciado ao longo dos 45 jogos oficiais que fizemos esta época”, reforçou.

Questionado sobre a primeira parte, que não correu como esperado, o técnico leonino colocou de lado a hipótese de a sua equipa ter desvalorizado o adversário. “Motivados estamos sempre, mas as outras equipas também estão. Pelos resultados que aconteceram na liga, talvez na primeira parte possa ter havido algum relaxamento. Não é desleixo. Mas tivemos algumas falhas de concentração e não estávamos a fazer nada para que o jogo alterasse aquela rotina macia”, explicou.

De seguida, realçou a forma como os verdes e brancos reagiram à desvantagem. “Tivemos de pensar ao intervalo o que tínhamos de mudar, principalmente no nosso comportamento. Tínhamos de pressionar melhor o portador da bola e ser mais agressivos. A entrada na segunda parte correspondeu. A forma como a disputámos é dentro daquilo que é o Sporting CP. Uma equipa disponível, concentrada, que quer sempre mais e que alia o jogar bem ao resultado”, afirmou.

Nuno dias aproveitou também para valorizar o desempenho do adversário nesta final. “Queria deixar uma palavra ao Fabril pela forma como chegou aqui com todo o mérito e, sobretudo, pelo facto de serem uma equipa que joga com alegria e com dinâmica. Admiro este tipo de equipas e de treinadores, que não dão nada por perdido e lutam pelos lances como se fossem os últimos”, disse.

Para não variar, agradeceu a presença dos adeptos verdes e brancos em Gondomar. “O nosso sucesso é o sucesso dos nossos adeptos. A maior ajuda que nos dão é quando o jogo não está a correr bem. Na segunda parte eles levaram-nos para um bom resultado. Sem vaidade nenhuma, fazemos por merecer esse apoio pela forma como trabalhamos e como jogamos. Mas estamos muito agradecidos por isso”, terminou. 

Foto César Santos

"O resultado espelha o que foi a nossa não-eficácia"

Por Jornal Sporting
23 Abr, 2018

Nuno Dias lamentou os erros estratégicos cometidos frente ao Inter Movistar, mas garantiu estar orgulhoso do esforço dos jogadores do Sporting CP

Após o apito final no deslize do Sporting CP frente ao Inter Movistar (5-2), na final da UEFA Futsal Cup, a segunda consecutiva para as duas formações, Nuno Dias reconheceu mérito ao adversário, mas deixou elogios ao plantel verde e branco.

"Acho que o Inter venceu com justiça, foram melhores. Estou triste com o resultado, como toda a equipa, mas orgulhoso com aquilo que foi a prestação e o esforço dos meus jogadores", começou por dizer o treinador leonino, acrescentando que o "resultado espelha o que foi a nossa não-eficácia".

O maior entrave ao sucesso europeu acabou por estar "ao nível da estratégia", que "falhou", uma vez que os leões não conseguiram "defender bem alguns aspetos individuais do Inter", explicou o técnico do Sporting CP, que deixou fortes críticas aos árbitros da partida.

"Hoje, o Inter foi melhor e não tem nada a ver com a arbitragem. O que estou a dizer é que a dualidade com que arbitram e o critério é uma vergonha", concluiu.

Páginas

Subscreva RSS - nuno dias