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Português, Portugal
Foto José Cruz

Três leões no 'top-10' da Clássica da Arrábida

Por Jornal Sporting
05 Mar, 2017

Chegada difícil a Palmela teve boa resposta colectiva do Sporting-Tavira com o primeiro resultado de destaque por parte de Joni Brandão

O tempo das Clássicas chegou ao panorama velocipédico nacional. A prova de um dia na Arrábida teve Amaro Antunes (W52 FC Porto) como o mais forte dos 186,6 quilómetros, conseguindo superar Sérgio Paulinho (Efapel) e o norueguês Andreas Vangstad ((Team Sparebanken Sor), ambos a dois segundos. O Sporting-Tavira foi a única equipa a conseguir colocar mais do que dois atletas nos primeiros dez da tirada, com Joni Brandão e Frederico Figueiredo a alcançarem os melhores registos pelo Clube na época, fazendo sétimo e oitavo, respectivamente.

A prova ligou Setúbal ao Castelo de Palmela e tinha a meta colocada em alto, após uma subida de 2,6 quilómetros, primeiro percorrida em terra batida, depois em empedrado. Foi na fase mais acidentada do percurso que Amaro Antunes ganhou um avanço irrecuperável, tal como já havia feito na subida ao Alto do Malhão na Volta ao Algarve. Com uma fase inicial muito veloz, a segunda metade de prova englobou cinco contagens de montanha e tinha o final estabelecido no Miradouro de Palmela depois de uma ascensão com médias de 6% e 7% de inclinação.

Colectivamente, o Sporting CP tentou aproveitar o isolamento de Amaro Antunes na última subida, mas os reforços Joni Brandão e Frederico Figueiredo acabaram a 31 e 36 segundos, denotando, ainda assim, uma melhor condição física e em crescendo na época. O espanhol Mario Gonzalez, a 41 segundos do vencedor, fechou o 'top-10' da tirada. O italiano Rinaldo Nocentini, líder do ranking Ciclista do Ano, não alinhou na partida em Setúbal.

No próximo fim-de-semana disputa-se a Clássica Aldeias do Xisto.

 

Classificação Clássica da Arrábida 
1.º Amaro Antunes (W52-FC Porto, 4:36.34 horas 
2.º Sérgio Paulinho (Efapel), a 2s 
3.º Andreas Vangstad (Team Sparebanken Sor), mt 
4.º Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé), a 17s 
5.º Edward Dunbar (Axeon Hagens Berman), a 19s 
6.º Manuel Sola (Caja Rural-Seguros RGA), a 26s 
7.º Joni Brandão (Sporting-Tavira), a 31s 
8.º Frederico Figueiredo (Sporting-Tavira), a 36s 
9.º Igor Merino (Burgos BH), a 38s 
10.º Mario González (Sporting-Tavira), a 41s 

69.º David Livramento (Sporting-Tavira), a 7.18 minutos

Fábio Silvestre, Shaun Nick-Bester, Luís Fernandes e Oscar Brea participaram na corrida, mas não a completaram dentro dos limites de tempo.

Foto José Cruz

Domínio a toda a linha no ranking de Fevereiro

Por Jornal Sporting
27 Fev, 2017

Três ciclistas no 'top-10' e liderança colectiva consagram Sporting-Tavira como o mais forte do primeiro mês de provas

O mais importante ranking nacional de ciclismo comprovou pontualmente o muito capaz mês de Fevereiro do Sporting-Tavira. Rinaldo Nocentini termina o primeiro mês de competição da época de 2017 na frente da lista elaborada pela Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais. O chefe-de-fila dos sportinguistas foi nono na Volta ao Algarve e segundo na Volta ao Alentejo, onde ganhou a primeira etapa, somando 370 pontos, mais 125 do que o ciclista da W52-FC Porto Amaro Antunes (ausente no Alentejo, mas quinto e vencedor de uma etapa na Volta ao Algarve).

 O terceiro é Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), com 148 pontos, resultantes de posições no 'top-10' no Algarve e no Alentejo.

O Sporting-Tavira junta o comando coletivo ao individual. Os corredores às ordens de Vidal Fitas amealharam 460 pontos, bem distanciados da W52-FC Porto, com 255. Segue-se a LA Alumínios-Metalusa BlackJack, com 153.

Na lista individual, o Sporting-Tavira é a única formação que consegue incluir três ciclistas nos dez mais. Alejandro Marque é sexto, após amealhar o 13.º posto, tanto no Algarve como no Alentejo. Fábio Silvestre é oitavo graças ao terceiro lugar na Prova de Abertura.

ranking Ciclista do Ano
1.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), 370 pontos
2.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), 245
3.º Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), 148
4.º Francisco Campos (Miranda/Mortágua), 70
5.º Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé), 60
6.º Alejandro Marque (Sporting-Tavira), 55
7.º César Martingil (Liberty Seguros/Carglass), 50
8.º Fábio Silvestre (Sporting-Tavira), 35
9.º Rafael Silva (Efapel), 35
10.º Ivo Oliveira (Axeon Hagens Berman), 30

ranking Equipa do Ano
1.ª Sporting-Tavira, 460
2.ª W52-FC Porto, 255
3.ª LA Alumínios-Metalusa BlackJack, 153
4.ª Louletano-Hospital de Loulé, 116
5.ª Miranda/Mortágua, 70

Foto José Cruz

Nocentini termina a Volta ao Alentejo no segundo posto

Por Jornal Sporting
26 Fev, 2017

O italiano ficou a 16 segundos de Carlos Barbero, saindo da ‘Alentejana’ com uma vitória de etapa e três presenças no ‘top-10’

Não conseguiu vencer, mas a Volta ao Alentejo ficará com um espaço reservado nas boas memórias de Rinaldo Nocentini. O italiano do Sporting-Tavira, nono na Volta ao Algarve, foi o primeiro líder da prova, depois de vencer a tirada inaugural.

Carlos Barbero (Movistar Team) foi o primeiro a vencer por duas vezes a ‘Alentejana’. O espanhol ‘roubou’ a amarela e não mais a perdeu, mesmo com ‘Noce’ a conseguir dois quintos lugares (etapas 3 e 4) e um sexto, neste domingo, na chegada a Évora (de 168,9km com partida de Ferreira do Alentejo), ganha pelo colombiano Juan Sebastian Molano, em 4:05.50 horas, (Manzana Postobon) que também havia triunfado na sexta-feira.

Numa prova com apenas um dia de média montanha (onde acabou por vencer), Nocentini ainda resgatou um segundo numa meta-volante, mas não foi capaz de superar as características explosivas de Barbero, que também bateu o experiente italiano, segundo numa Paris-Nice, na camisola dos pontos.

Em termos colectivos, a formação leonina finalizou em terceiro, a 51 segundos da Axeon Hagens Berman e a 32’ da colombiana Manzana Postobon e carimbou o estatuto de melhor formação nacional. Alejandro Marque repetiu o 13.º na Volta ao Algarve, voltando a ser o segundo mais forte dos verdes e brancos. O trepador Frederico Figueiredo estreou-se em provas por etapas pelo Sporting-Tavira com um competente 28.º lugar.

Classificação da 5.ª etapa: 
1.º Juan Sebastán Molano (Manzana Postobón), 4h05m50s (41,223 km/h) 
2.º Christopher Lawless (Axeon Hagens Berman), mt 
3.º Dylan Page (Caja Rural-Seguros RGA), mt 
4.º Jhonatan Narvaez (Axeon Hagens Berman), a 3s 
5.º Carlos Barbero (Movistar Team), mt 
6.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), mt 
7.º Samuel Caldeira (W52-FC Porto), mt 
8.º Jan Tratnik (CCC Sprandi Polkowice), mt 
9.º Krister Hagen (Team Coop), mt 
10.º Evgeny Shalunov (Gazprom-RusVelo), mt 

Geral Individual:
1.º Carlos Barbero (Movistar Team), 20h28m04s 
2.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), a 16s 
3.º Jasper de Laat (Metec-TKH Mantel), a 25s 
4.º Krister Hagen (Team Coop), a 28s 
5.º Edward Dunbar (Axeon Hagens Berman), a 29s 
6.º Logan Owen (Axeon Hagens Berman), a 30s 
7.º Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), a 31s 
8.º Jan Tratnik (CCC Sprandi Polkowice), mt 
9.º Garikoitz Bravo (Euskadi Basque Country-Murias), mt 
10.º Jhonatan Narvaez (Axeon Hagens Berman), mt 

Classificação dos ciclistas Sporting-Tavira 
2.º Rinaldo Nocentini, a 16s 
13.º Alejandro Marque, a 39s 
28.º Frederico Figueiredo, a 1.35 minutos 
58.º Jesus Ezquerra, a 13.45 minutos 
62.º Mario Gonzalez, a 15.19 minutos 
74.º Shaun Nick-Bester, a 21.02 minutos 
89.º Fábio Silvestre, a 22.18 minutos 
119.º Oscar Brea, a 28,59 minutos

Pode consultar a classificação completa aqui.

Foto José Cruz

Nocentini mais longe da amarela no Alentejo

Por Jornal Sporting
25 Fev, 2017

Italiano voltou a ser quinto na Volta ao Alentejo, mas o líder da prova não facilitou e ganhou mais cinco segundos em bonificações

O italiano Rinaldo Nocentini continua a dar o seu melhor e voltou a imiscuir-se num sprint pela discussão da quarta etapa da Volta ao Alentejo, finalizando novamente em quinto (depois de o ter conseguido na terceira etapa) num terreno plano, bem longe das suas características preferenciais. O norte-americano Logan Owen (Axeon Hagens Berman) venceu a ligação entre Alcácer do Sal e Odemira (175,2km), com o tempo de 3:58.53 horas, mas Carlos Barbero (Movistar Team), o camisola amarela, fechou em segundo lugar, acumulando maior avanço para o italiano do Sporting-Tavira, vencedor da tirada inaugural e primeiro líder da 'Alentejana'.

Barbero e Nocentini voltaram a marcar presença nas bonificações de metas-volantes, mas o espanhol foi superior, garantindo agora 17 segundos sobre o experiente ciclista verde e branco, nono classificado na última Volta ao Algarve.

A equipa do Sporting-Tavira mantém-se como a terceira melhor formação da prova, a mais forte do pelotão nacional, estando a três segundos dos colombianos da Manzana Postobón e a 35' da norte-americana Axeon Hagens Berman.

Para a última tirada, entre Ferreira do Alentejo e Évora (168,9km), há apenas uma contagem categorizada de montanha, mas há várias inclinações durante o percurso e a última, a 25km da meta, pode dar espaço a um ataque bem-sucedido dos melhores ciclistas de média montanha. Os últimos quilómetros competem-se a descer, mas a meta estabelecida em Évora apresenta uma ligeira inclinação nos últimos 1.500 metros, possivelmente decisivos para o vencedor desta 35.ª Volta ao Alentejo.

Foto José Cruz

"Fechámos bem uma corrida com patamar elevado"

Por Jornal Sporting
20 Fev, 2017

Vidal Fitas elogiou comportamento dos ciclistas na primeira prova de etapas

O director-desportivo do Sporting-Tavira, Vidal Fitas, era um homem satisfeito com o desempenho dos seus atletas nesta 43.ª edição da Volta ao Algarve: “Fechámos bem uma corrida com patamar bastante elevado. Colocámos dois ciclistas no ‘top-15’, exibimos qualidade. A classificação por equipas mostra que somos uma formação completa e equilibrada”.

Sobre a última etapa, não ficou amargo de boca pela falta de vitórias, realçando que a ascensão ao Malhão foi diferente do que perspectivara: “Pensava que os ciclistas próximos do camisola amarela na geral movimentariam a corrida. De qualquer forma, foi excelente”.

O plantel leonino também exibia alegria pela prestação colectiva. Alejandro Marque, 13.º na geral da ‘Algarvia’, gostou do esforço da equipa, salientando o feito de conseguirem ser a melhor das divisões continental e pro continental: “Creio que os adeptos do Sporting-Tavira têm de estar contentes. Nocentini fez ‘top-10’, fomos a primeira equipa que não de World Tour. A subida ao Malhão não é comprida, beneficia ciclistas mais explosivos com características nas quais eu não me encaixo tão bem. Tivemos destaque logo no segundo dia [na Fóia] e temos noção da responsabilidade de correr para este Clube. Esperamos estar sempre na frente e é motivante ter o nome escrito nas estradas, enquanto sobes a montanha. A Volta a Portugal é o grande objectivo e importa é vencê-la, seja comigo, por intermédio do Joni Brandão ou do Rinaldo Nocentini”.

David Livramento reforçou a felicidade, sem deixar de referir que a prestação é positiva, mas que os momentos de forma estão programados para outra fase da época: “A equipa está de parabéns. Há-que continuar a trabalhar e a melhorar sensações. Dei tudo o que tinha e consegui estar perto dos líderes”, referiu, antes de Shaun Nick-Bester, o sul-africano contratado esta época, projectar 2017 como uma época de evolução: “Nocentini conseguiu ficar nos melhores dez da geral e todos devem estar satisfeitos com a equipa. Creio que vamos ter melhores resultados do que em 2016. Queremos ter possibilidades para ficar nos cinco primeiros da Volta a Portugal, um objectivo importante e em que podemos estar muito bem”.

A terminar, Jesus Ezquerra falou com os meios de comunicação do Clube à chegada no Alto do Malhão, ciclista que, apesar de ter maiores hipóteses de sucesso no Alentejo, ‘fechou’ a contabilização deste domingo e permitiu o segundo lugar colectivo na etapa e o sexto da formação na classificação geral: “Foi uma subida dura, superada com o apoio dos portugueses. Conseguimos estar bem colectivamente e o Nocentini ficou perto do pódio. Vamos satisfeitos”, asseverou.

Foto José Cruz

Nocentini no 'top-10' e Roglic conquista a amarela

Por Jornal Sporting
17 Fev, 2017

Italiano defendeu-se no contra-relógio vencido por Castroviejo, com Marque a registar o melhor tempo entre equipas portuguesas

O espanhol Jonathan Castroviejo (Movistar) venceu a terceira etapa da Volta ao Algarve, completando o contra-relógio individual de 18km, em  Sagres, com a marca de 21.24 minutos contra-relógio. O Movistar, campeão europeu de contra-relógio, bateu o alemão Tony Martin (Katusha), campeão mundial da especialidade e à procura do quarto triunfo na 'Algarvia' e sobe a terceiro da geral. Roglic (Lotto-Jumbo) foi terceiro na etapa (21.29), com poucas milésimas de avanço para o polaco Michal Kwiatkowski (Sky), e é o novo camisola amarela da prova.

O espanhol Alejandro Marque foi o melhor registo leonino e das equipas portuguesas a cortar a meta junto à Fortaleza de Sagres (21.º), com 22.15 minutos e Nocentini é 10.º classificado na geral, a 1.56 de Roglic, depois de terminar em 55.º, com 22.46. Marque subiu ao 14.º posto da geral (a 2.08 do novo líder) e o Sporting-Tavira assume-se não só como a melhor equipa portuguesa, mas também a mais forte na 'rivalidade' entre equipas da divisão Continental, ultrapassando o W52 FC Porto.



O irlandês Daniel Martin (Quick-Step Floors) desceu a sexto (também atrás de Gallopin da Lotto Soudal e de Luis León Sánchez da Astana), mas mantém as camisolas da montanha e dos pontos. Na juventude, o belga Benoot (Lotto Soudal) continua a ser o melhor, subindo até ao oitavo da geral individual.

Nélson Oliveira (Movistar) foi o melhor luso com o tempo de 21:44 minutos, quedando-se em nono lugar, a 20 segundos do vencedor.

O percurso de 18km, em Sagres, era maioritariamente plano, mas longe de ser fácil. Tanto nos quilómetros iniciais como nos finais, o empedrado fazia-se sentir. As curvas apertadas complicavam o princípio da prova, mas foi na subida até ao Farol Cabo de São Vicente que as dificuldades aumentaram. Também nova ascensão nos últimos 700 metros da tirada voltou a exigir um último esforço de superação aos ciclistas. 

Etapa:

21.º, Alejandro Marque, 22.15 minutos, a 51 segundos

38.º, Oscar Brea, 22.33 minutos, a 1.08

55.º, Rinaldo Nocentini, 22.46 minutos, a 1.21 

63.º, Jesus Ezquerra, 22.51 minutos, a 1.26

123.º, Joni Brandão, 23.48 minutos, a 2.23 

154º, Shaun Nick-Bester, 24.12 minutos, a 2.47

176.º, Fábio Silvestre, 24.36 minutos, a 3.12

180.º, David Livramento, 24.55 minutos, a 3.31

A quarta etapa liga Almodôvar a Tavira, num total de 203,4km de extensão, a mais longa tirada da 'Algarvia'. Prevê-se uma chegada ao sprint e Fábio Silvestre voltará a ser a aposta maior para o Sporting-Tavira brilhar perante os seus milhares de aficionados. Só há uma contagem de montanha (de quarta categoria), mas a 20km da meta há uma subida que pode condicionar alguns velocistas. A colocação voltará a ser chave, uma vez que, nos últimos 1.500 metros, existem duas rotundas para percorrer, terminando a tirada numa recta antecedida por uma apertada viragem à direita.

Foto José Cruz

Sporting-Tavira a postos para a Volta ao Algarve

Por Jornal Sporting
14 Fev, 2017

Agora considerada a mais importante prova em Portugal, o Algarve trará os melhores ciclistas da actualidade

A equipa do Sporting-Tavira está pronta para o início da 43.ª edição da Volta ao Algarve, marcado para amanhã, dia 15, em Albufeira, na primeira vez que a prova tem a categoria 2.HC.
 
O projecto entre os leões e a equipa mais antiga do pelotão nacional participa pela segunda vez na ‘Algarvia’, procurando bater as 25 equipas competidoras (12 destas da principal divisão do ciclismo mundial) e fazer melhor do que o 14.º na primeira tirada de 2016.
 
O plantel verde e branco é composto por Rinaldo Nocentini, Jesus Ezquerra, David Livramento, Fábio Silvestre, Oscar Brea, Alejandro Marque, Nick Shaun-Bester e Joni Brandão. Para a geral, pela capacidade do contra-relógio e nas subidas, o italiano Nocentini e o espanhol Marque – já vencedor de uma Volta a Portugal – são os eleitos. Joni Brandão está, principalmente, reservado para a grande prova nacional, no Verão, vindo ao Algarve para ganhar condição física e ambientar-se à nova equipa. Fábio Silvestre (ex-Trek) é o escolhido para o sprint e Ezquerra pode surpreender em fugas ou em ataques no plano ou a subir.
 
Em concentração na unidade hoteleira onde ultimam preparativos para a competição, o director-desportivo, Vidal Fitas, explicou ao Jornal Sporting os objectivos da equipa para a primeira prova por etapas da época: “É sempre difícil avaliar o nosso momento, tendo em conta só termos feito uma corrida e bem diferente desta, que tem aqui os melhores do pelotão mundial. Vamos fazer o melhor possível. Temos o Fábio Silvestre para a chegada ao sprint, em que ele está habituado a intrometer-se pelos primeiros lugares contra os adversários que aqui vai encontrar. A segunda etapa permitirá avaliar como estão os ciclistas. O Alejandro Marque pode fazer um bom contra-relógio e o Rinaldo Nocentini é experiente e cremos que pode disputar a etapa da Fóia ou no Alto do Malhão”. 
 
A ‘Algarvia’ reúne alguns dos melhores do Mundo. Desde Tony Martin no contra-relógio (que já venceu duas vezes a prova), Kwiatkowski (uma vez vencedor), Daniel Martin e Luis Leon Sanchez para a geral, sobra espaço ainda para um ramalhete de sprinters de alto nível: Cavendish, Degenkolb, Bouhanni, Greipel, Boasson Hagen, Démare, Gaviria e Groenewegen. 

Segue a lista de tiradas a acompanhar:
 
15 de Fevereiro: 1.ª etapa – Albufeira/Lagos 182,9km, plana
16 de Fevereiro: 2.ª etapa – Lagoa/Alto da Fóia, 189,3km, montanha
17 de Fevereiro: 3.ª etapa – Sagres/Sagres, 18km, contra-relógio individual
18 de Fevereiro: 4.ª etapa – Almodôvar/Tavira, 203,4km, plana
19 de Fevereiro: 5.ª etapa – Loulé/Malhão, 179,2, montanha 

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