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Clube

Um senhor a pensar positivo

Por Jornal Sporting
11 Jun, 2015

Osvaldo Silva, um predestinado para jogar e ensinar

A caminho do Estádio José Alvalade, não se ouvia uma mosca no autocarro do Sporting. A pesada derrota em Manchester, por 4-1, tinha deixado marca. A crença na reviravolta, apesar de existir, era exígua. Até que alguém falou, naquele seu jeito sempre brincalhão. “Mas isto é algum funeral? Vamos levantar a cabeça porque somos capazes”. Osvaldo Silva deu o mote para aquele que seria um dos encontros mais emblemáticos da história. Pessoal, porque marcou três golos, e do Clube, porque a vitória por 5-0 frente ao United de Bobby Charlton, Law ou Best ficou como a mais pesada de sempre dos ‘red devils’ na Europa. E a caminhada só terminou com a vitória na Taça dos Vencedores das Taças, na finalíssima de Antuérpia diante do MTK Budapeste, em Maio de 1964.

Depois de dois anos no FC Porto e três no Leixões, o brasileiro rumou ao Sporting onde venceu um Campeonato Nacional, uma Taça de Portugal e, mais importante, a única prova europeia de futebol que os ‘leões’ contam no seu historial. Em 1966, saiu para arriscar duas aventuras como treinador-jogador, no Olhanense e no Ac. Viseu, antes de voltar a Alvalade para comandar os juniores e, mais tarde, ser adjunto de Mário Lino na grande ‘dobradinha’ de 1974. Depois passou a dirigir os mais novos... bem como sempre.

Osvaldo era um Homem daqueles que deixam marca, que não são indiferentes a quem teve a sorte de com ele se cruzar. Bem disposto, com refinado sentido de humor. E um professor como poucos para os mais novos, como se viu durante os anos. Alguém se consegue esquecer daquelas expressões disparadas no meio do pelado como o ‘pé de chumbo’ quando um jogador não respeitava o que tinha sido combinado anteriormente? Ou quando chamava um jogador à parte para lhe dar um bola e brincar sozinho por não estar a jogar com o resto da equipa? Provavelmente não. Assim como alguns dos maiores talentos formados no Clube também não esquecem porque foi assim que atingiram o topo.

Osvaldo Silva morreu a 15 de Agosto de 2002, com 68 anos.

No próximo domingo, a partir das 17h, venha a Alvalade homenagear a figura de Osvaldo Silva no SCP Legends, jogo cujas receitas reverterão para a Fundação Sporting.

Filho de peixe sabe voar

Por Jornal Sporting
11 Jun, 2015

Perfil de Vítor Damas, um dos melhores guarda-redes portugueses de sempre

Todos erram. “Jogava pela Selecção júnior contra a Checoslováquia na Holanda. Bati mal o pontapé de baliza e a bola foi parar aos pés do avançado deles...”. Mas nem todos dão a volta aos erros da mesma maneira, com a mesma capacidade de reacção. Essa faceta está reservada a seres cujas características são especiais. “...Assim que ele recebeu a bola rematou. Vi a bola passar-me por cima. Sem outro recurso, voei na direcção da baliza e consegui defender”. Foi a melhor defesa de e para Vítor Damas, sem contar com o cabeceamento de Eusébio, em 1973, que ainda não tinha sido defendido no momento em que o então jovem guarda-redes fazia tal consideração.

Largo do Leão, Estefânia, Lisboa. Uma pedra do lado esquerdo e outra à direita. Não era o mais pesado, bem pelo contrário. Uma excepção às regras do futebol de rua. A baliza estava-lhe sempre reservada, mesmo que fosse o ataque a sua grande ambição. Mas entre jogar a guarda-redes ou não jogar, preferiu a primeira. Daí até ao Clube do coração, foi um pequeno pulo, daqueles abstractos, que se dão com os pés no chão. “Diz o Sr. Calado que não há fruto sem raízes e é preciso que estas se solidifiquem. Ora eu quero que as minhas estejam bem presas ao chão”, dizia Damas, esperando pacientemente pela hora de chegar à equipa principal, o que conseguiu em 1966, tinha 19 anos. Até lá, o pequeno Vítor, por vezes cansado e a dizer a Travassos “já chega sôr Zé”, não confundia a elegância que portava em campo com a falta de empenho. Fizesse chuva ou sol, por vezes na lama, atirava-se à bola no pelado à porta da 10 A, da mesma forma que o fez mais tarde no Estádio. Chegou mesmo a ser considerado o melhor em campo numa derrota por 5-1 quando ainda era jovem. 

Para os dias de hoje, outro exemplo é pertinente para os mais novos e respectivos pais. Vítor Damas era um aluno exemplar. O futebol não o impediu disso. “Era um aluno cumpridor. O meu pai nunca me fez ameaças ou proibiu de jogar. Exigia, sim, o cumprimento das minhas obrigações. Aliás, foi ele que me ensinou a dar os primeiros toques, querendo talvez fazer de mim o jogador que ele não pôde ser”, afirmava o internacional português sobre o pai, um jogador que “não foi de nomeada apenas porque não calhou”. Ainda assim, registe o nome: António Damas de Oliveira. Casado com Maria Rita Damas, natural de Lousal, na fronteira entre os distritos de Setúbal e Beja. Junto ao rio Sado e às minas, a 15 quilómetros de Alvalade, mas do Alentejo, era aqui que Vítor Damas passava as suas férias de Verão na infância, nas calmas planícies, não havendo “lugar a grandes aventuras”. Talvez desta melancolia, combinada com a azáfama de Lisboa, tenha surgido a principal razão pela paixão que o guardião tinha por viagens. Provavelmente, a necessidade de mudar de ares. No seu ‘Espadinha’, as ‘voltinhas’ por esse Portugal fora eram frequentes. Quando lhe perguntaram se era capaz de se aventurar numa viagem interplanetária, respondeu: “Por que não? O perigo atrai-me. Não se esqueçam de que sou guarda-redes”.

Para Vítor Damas, a vida era muito mais do que defender uns remates. Para além das viagens, também tinha os seus gostos naturais por películas, leitura ou música. Era apreciador de um tal Dino Segre, mais conhecido no mundo da escrita e do jornalismo por Pitigrilli, imortalizado por frases como: “os homens que amam uma só mulher são como os fósforos amorfos que têm a infelicidade de só se acenderem na própria caixinha”; mas também do cantor Tom Jones, célebre pelo tema ‘It’s not Unusual’ (‘Não é Incomum’, em português). Uma canção que até nem fica bem à grandeza de Vítor Damas, autor de diversos feitos raros, como a realização de 456 partidas de ‘leão’ ao peito, só ultrapassado por Hilário (494), ou a longevidade alcançada ao serviço da Selecção – onde, apesar de ter vestido a camisola das ‘quinas’ apenas por 29 vezes, fê-lo entre 1969 e 1986, uma diferença temporal jamais igualada por qualquer outro futebolista luso. 

A opção pelo Racing Santander em detrimento do FC Porto na época de 1975/1976, numa operação conjunta com o Presidente ‘verde e branco’ João Rocha, acabou por prejudicá-lo na Selecção – o então seleccionador nacional e treinador do FC Porto, José Maria Pedroto, acabou por afastá-lo das convocatórias, também suportado pela qualidade do outro guarda-redes português, Bento. Ainda assim, pela equipa nacional – onde regressou mais tarde para o Euro 84 e para o Mundial 86 – algumas estórias ficaram, como os dois beijos recebidos do ‘matulão’ capitão jugoslavo, após troca de galhardetes. Uma reacção natural nos países balcânicos, mas que deixou o guardião português “vermelho que nem um pimento”. 

Se fotos houvesse desse momento, com certeza fariam parte da vasta colecção que Vítor Damas tinha de recortes de jornais, “mais do que notas de Banco”, dizia, apesar de se considerar um homem poupado e, acrescente-se, corajoso – como ficou demonstrado na sua resposta a uma pergunta feita no início da carreira. O que lhe mete medo? “Na vida nada me mete medo. Nem o avançado mais perigoso! O único receio que sinto é o da morte, mas essa já está além da vida”.

No próximo domingo, a partir das 17h, venha a Alvalade homenagear a figura de Vítor Damas no SCP Legends, jogo cujas receitas reverterão para a Fundação Sporting.

Bom a jogar, exímio a ensinar

Por Jornal Sporting
11 Jun, 2015

As lições do 'professor' César Nascimento

As memórias do antigo Estádio José Alvalade, do Pavilhão ou da Nave deixam sempre uma janela aberta para outra realidade bem presente no imaginário ‘verde e branco’: a subida para os dois campos relvados e, mais abaixo, onde é hoje o interface do Campo Grande, o pelado. Jogadores que tinham as pernas pouco maiores do que a bola saíam da 10A com as botas ruças e desgastadas do piso rumo a mais um treino. Com a passagem do tempo, as obras mudavam mas o criador continuava a ser o mesmo: César Nascimento.

Antes de treinador, formador e ‘pai’, César foi... jogador. E campeão: depois de vários anos no Palmense, chegou ao Sporting em 1949 e venceu o Campeonato Nacional na época de 1950/51, jogando ao lado de nomes como Travassos, Vasques, Albano, Juca ou Azevedo. Alinhou nessa temporada em quatro encontros (Sp. Covilhã, Oriental, Boavista e Olhanense), por norma no lugar ocupado por Albano. Saiu no final dessa época para o V. Setúbal (subiu de divisão), antes de passagens por Oriental, Caldas, Alhandra e Futebol Benfica, já na 3.ª Divisão e Regionais.

Passou depois a treinador de formação e tornou-se mestre na arte de bem ensinar. Pelas suas mãos passaram gerações tão distintas como as de Freire, Ademar, Barão, Inácio, Freire ou Mário Jorge até às últimas vagas do pelado, que deram nomes como Quaresma. Duro em situações limite, pedagógico quando assim se impunha, César Nascimento tinha uma invulgar capacidade para ensinar os princípios de jogo e de vida a futuros homens e profissionais, contribuindo, no início das etapas, para o desenvolvimento de muitas figuras que mais tarde fizeram história no futebol do Clube, do País e da Europa.

César Nascimento morreu a 19 de Agosto de 2012, com 84 anos.

No próximo domingo, a partir das 17h, venha a Alvalade homenagear a figura de César Nascimento no SCP Legends, jogo cujas receitas reverterão para a Fundação Sporting.

Mensagem do Presidente

Por Jornal Sporting
11 Jun, 2015

Caros Sportinguistas,

Encerramos uma época desportiva mas, mais do que isso, encerramos um ciclo na vida do nosso Clube. Um se fecha, para que outro se abra mais à frente.

E para que este se feche definitivamente remeto-vos esta mensagem.

Transportaremos sempre connosco o que de melhor tenhamos conquistado.

Desde logo uma situação financeira que conseguimos estabilizar, fruto do esforço, trabalho competente e dedicação de toda a minha equipa. Posso hoje dizer-vos que pertencemos a um Clube que apresentou um lucro de 22 milhões de euros, que acaba de concluir o mais bem sucedido empréstimo obrigacionista da sua história, que soube reduzir as despesas, honrar os compromissos e preparar ambiciosa, mas prudentemente, o seu caminho.

Conseguimos aumentar os índices competitivos em todas as nossas modalidades e assim, estamos certos, criar condições sustentadas para que a conquista de mais títulos seja regular.

Dentro de 21 meses estaremos em condições de festejar muitas dessas vitórias no Pavilhão João Rocha, que será inaugurado em Março de 2017

Temos lucro e temos títulos mas este não seria o Sporting Clube de Portugal se não tivéssemos desde sempre, hoje e para sempre valores!

Um deles, porventura o principal, é o do intransigente compromisso com a verdade.

Quem hoje vos fala não o faz por ter um contrato de longa duração a ligá-lo a uma Instituição mas antes um contrato eterno e irrevogável com o Sporting Clube de Portugal. Como todos saberão, decidiu a Administração da Sporting SAD, por unanimidade, esgotada a tentativa de chegar a um acordo com o treinador Marco Silva, instaurar um processo disciplinar com vista ao seu despedimento com justa causa não por consequência da falta de acordo, mas pelo número significativo de ocorrências que tiveram lugar e que, a nosso ver, causaram uma ruptura de relacionamento com o treinador do Clube.

Marco Silva não será apagado nem da nossa História nem das fotografias do nosso Clube e em ambas, ficará registado como o treinador que venceu a Taça de Portugal 2014/2015, contribuindo desse modo, para terminar com um ciclo de sete anos sem vitórias nas competições principais.

O reconhecimento ao seu trabalho e mérito ficará para sempre registado porque nunca foi o seu valor como treinador que esteve em causa.

As qualidades técnicas de um jovem treinador em formação, foram por mim próprio reconhecidas, quando tomei a decisão de assinar um contrato por quatro anos. Tal como muitos Sportinguistas partilhei dessa percepção.

Todavia, ao trabalhar com Marco Silva, vi-me involuntariamente envolvido num conjunto de episódios em que este demonstrou, no nosso entendimento, falta de respeito para com o clube e para com a estrutura que com ele trabalhava.

Inevitavelmente, isso mudou a minha opinião.

Não está em causa o treinador, cujas qualidades técnicas não se colocam em causa, mas sim circunstâncias pessoais que naquelas ocasiões nos deixaram revoltados e desapontados, de forma extremamente grave.

Foram esses (vários) episódios que serviram como factor de constante desestabilização do normal relacionamento institucional, tornando a situação insustentável.

Assinalamos ainda que, durante vários destes episódios, e porventura por pelo nosso silêncio, não foi dada qualquer ênfase na comunicação social aos actos de Marco Silva, ou procurada qualquer justificação para um elevado conjunto de atitudes e frases enigmáticas que este proferiu. Foi igualmente visível o aproveitamento da natural simpatia, que os sócios e adeptos do nosso clube sentiam para com o treinador, para se procurar provocar instabilidade.

O último episódio foi, após ter sido convocado para uma reunião com o seu Presidente na passada 4ª-feira , ter dado a informação de que não podia reunir nessa data porque estaria presente num acção de renovação da licença “UEFA Pro”, a decorrer em Fátima. Situação que se veio a verificar não correspondia à verdade, com a agravante de ao mesmo tempo  – e como tantas vezes aconteceu – ter sido passada para os jornais a informação de que era o treinador que estava à espera para ser recebido.

O mesmo sucede agora, com uma selecção adjectivada de factos que vemos patente nos escaparates e pela qual os sportinguistas não devem deixar-se enganar.

Por exemplo, o Sporting tem parceiros e patrocinadores que lhe permitem alcançar determinados níveis económicos. Diminuir-se publicamente as necessidades de um parceiro e patrocinador do Sporting Clube de Portugal, que entrega ao Clube receitas em troca de visibilidade, e que vê o seu retorno de visibilidade injustificadamente diminuído por alguém que, por algum motivo, entendeu não lhe serem aplicáveis as regras de um grupo, nem de que um mero fato estejamos a falar, não é só deselegante como é pouco sério.

Em prol do superior interesse do cumprimento dos objetivos desportivos, optámos por não causar a ruptura quando ela se impunha, tendo mantido uma posição de tolerância quase involuntária para que os objectivos do Sporting Clube de Portugal pudessem ser alcançados.    

Quero também deixar expresso, de forma muito clara, o sentimento de que terminado este processo, para o Sporting Clube de Portugal, são indiferentes as opções profissionais que o treinador Marco Silva venha a tomar, inclusivamente no que se refere ao clube que decida treinar, seja ele rival ou não.

O meu único dever de lealdade é para com o Sporting Clube de Portugal.

Hoje como amanhã estarei sempre única e exclusivamente ao serviço do Sporting Clube de Portugal.

A minha dedicação 24 horas por dia é com esta Instituição que tanto amo e me orgulho de presidir.

Instituição que merece o máximo de respeito, lealdade e verdade por parte de todos os que a servem.

O nosso Sporting Clube de Portugal pauta-se por princípios de rigor e exigência muito claros, demonstrados de forma inequívoca nas contas que já apresentámos e nos resultados desportivos que melhoram de época para época.

E quero dizer a todos os Sportinguistas que existem valores que para nós são inalienáveis. 

Estando eles em questão é todo um projeto que é posto em causa.

E para mim o projeto que conta é só um: o sucesso e o futuro do nosso Sporting Clube de Portugal!

Fecho este ciclo com a absoluta convicção de que, mais uma vez e como sempre, decidimos com a consciência e a obrigação de agir no melhor interesse do Sporting Cube de Portugal e na defesa intransigente dos seus valores e princípios que sempre nos diferenciaram.

Presidente do Sporting Clube de Portugal

Bruno de Carvalho

Football AID em Alvalade

Por Jornal Sporting
11 Jun, 2015

Jogo de carácter solidário a favor da Fundação Sporting

O Estádio José Alvalade recebe amanhã, sábado, às 10h30, um jogo de carácter solidário promovido pela Football AID, instituição de solidariedade inglesa parceira da Premier League que já realizou cerca de 500 iniciativas deste género com clubes como Chelsea, Manchester United, Arsenal, Liverpool ou Barcelona.

Como é habitual, os interessados inscritos pagaram uma quantia para poderem participar no encontro (variável mediante o tempo de utilização e a posição no terreno), com os valores angariados a reverterem para a Fundação Sporting.

Esta será a segunda ocasião em que o encontro se realiza fora de Inglaterra.

Directivo XXI lança CD

Por Jornal Sporting
10 Jun, 2015

Receitas vão reverter para a Missão Pavilhão

O Grupo Organizado de Adeptos Directivo Ultras XXI, numa altura em que comemora o seu 13.º aniversário, irá lançar um CD que estará disponível na Loja Verde do Clube, no Multidesportivo de Alvalade.

À imagem da iniciativa que já tinha sido tomada pela Torcida Verde, as receitas desta acção vão reverter para a Missão Pavilhão.

Um capítulo dedicado ao Sporting

Por Jornal Sporting
10 Jun, 2015

Maria João Rego publica um livro sobre a freguesia do Lumiar

Maria João Rego apresentou, hoje, no Salão Nobre do Paços do Concelho, um livro sobre as colectividades de Lisboa inseridas na freguesia do Lumiar, contendo um capítulo inteiramente dedicado ao Clube de Alvalade.

“O Sporting tem uma grande parte histórica e culturaL na freguesia do Lumiar. Como tal, não podia deixar de incluir” começou por referir a autora. “No capítulo dedicado ao Sporting, as pessoas conseguem perceber que o Sporting não é só futebol e que tem uma enorme dedicação às suas modalidades. O Sporting não é só um Clube desportivo mas também uma grande marca cultural”, revelou.

Algumas personalidades ‘leoninas’ marcaram presença na apresentação deste livro. “A autora teve um grande trabalho de investigação sobre o nosso Clube. O Sporting é uma grande representação da freguesia do Lumiar e a sua presença neste livro mostra o valor do Clube não só na freguesia e no País, mas também na Europa e no Mundo”, salientou o Comandante Vicente Moura, vice-presidente 'leonino' para as modalidades.

Sporting SAD assina protocolo com IEFP

Por Jornal Sporting
10 Jun, 2015

Protocolo para a formação formativa estabelecido

“Sporting Training Academy” é a aposta do Clube de Alvalade na formação formativa. Este projecto, que assenta em quatro pilares (Educação, Saúde, Planeamento e Treino e Gestão) pretende proporcionar aos seus atletas uma oportunidade de aposta na sua formação.

Na sequência deste projecto, a Sporting SAD assinou, esta manhã, um protocolo com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), de forma a arrancar já com o primeiro pilar, a Educação. 

“Enquanto serviço público que somos, a nossa missão é proporcionar formação aos jovens e este protocolo dá corpo a essa missão, principalmente quando são estabelecidos com entidades de grande importância e tão credíveis como é o caso do Sporting”, referiu Vítor Gil, Delegado Regional do IEFP da zona de Lisboa.  

Numa primeira parte, o Clube de Alvalade apostou na criação do curso de formação profissional Técnico de Gestão Desportiva, em parceria com o IEFP, que terá a duração de três anos e dará a equivalência ao 12.º ano. Este curso será ministrado no Estádio José Alvalade e terá como público-alvo não só os atletas ‘leoninos’ mas também jovens sinalizados pela Fundação Sporting, podendo chegar à sociedade civil, desde que esses jovens cumpram determinados requisitos.

“É muito importante para o Sporting apostar neste tipo de projectos, uma vez que temos como base trabalhar com jovens e com a sua formação. Queremos ser mais do que formadores desportivos, queremos ser formadores a nível escolar. O Sporting preocupa-se com o futuro dos seus atletas, a todos os níveis”, salientou Carlos Vieira, vice-presidente da área financeira do Sporting.

O pilar da Educação inclui também o ATL – “Férias de Leão”, direccionado a jovens entre os oito e os 14 anos, que pretende, com diversas actividades, apostar na cultura Sportinguista. O ATL decorre no Estádio José Alvalade, em blocos semanais, e arranca já na primeira semana de Julho. 

Jogo de homenagem em Alvalade

Por Jornal Sporting
29 maio, 2015

Receitas vão reverter para a Fundação Sporting

O Sporting Clube de Portugal vai organizar no próximo dia 7 de Junho, às 17 horas, no Estádio José Alvalade, um jogo de homenagem a quatro grandes figuras da história do Clube: Vítor Damas, César Nascimento, Osvaldo Silva e Vitorino Bastos.

Para já, estão confirmados nomes como Ricardo, Nélson, Paulo Santos, Luís Boa Morte, Futre, Sá Pinto, Dimas, Dani, Beto, Chainho, Cadete, Filipe, Joaquim Evangelista, Manuel Fernandes, Melo, Romeu, Fernando Mendes, José Eduardo, João Pinto, Luís Loureiro, Freire, Carlos Xavier, Esmoriz e Édel.

À medida que forem sendo confirmados outros grandes nomes de ex-jogadores, o Clube irá anunciando os mesmos, naquela que promete ser uma grande festa em Alvalade.

Em breve serão divulgados os preços dos bilhetes e a data a partir da qual estarão à venda, naquela que será mais uma grande iniciativa com todos os fundos angariados a serem entregues à Fundação Sporting. No entanto, pode já marcar na sua agenda: dia 7 de Junho é dia de 'bola' em Alvalade!

Supporting participa na Missão Pavilhão

Por Jornal Sporting
29 maio, 2015

Banda ‘leonina’ doa parte da receita do último concerto

A banda ‘leonina’ Supporting doou, esta tarde, parte da receita angariada no concentro da última sexta-feira, no Bar Grande República, para a Missão Pavilhão.

A quantia angariada corresponde ao valor de 200 euros.

Mais uma iniciativa assinalável que mostra a capacidade de todos os Sportinguistas conseguirem contribuir para aquele que é um dos grandes objectivos do Clube: atingir o valor desejado para a Missão Pavilhão.

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