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Foto César Santos

"Estamos felizes porque queríamos a Liga Europeia"

Por Jornal Sporting
08 Jun, 2017

Ferran Font destaca o apuramento para a principal competição internacional de clubes, garantindo que o propósito é vencer todos os jogos

Na antevisão à deslocação ao Sp. Tomar, Ferran Font reconhece que a época não teve o desfecho ideal, mas realça que carimbar o quarto posto garantiu um objectivo importante: "Por infortúnio não conseguimos chegar mais acima. Os nossos objectivos eram muito maiores, mas, dentro do mau, estamos felizes pelo quarto lugar porque queríamos estar na Liga Europeia".

O hoquista espanhol adiantou à Sporting TV que o plantel tem noção da dificuldade do embate diante do oitavo, referindo a defesa compacta do mesmo como principal entrave à conquista dos três pontos: "Esperamos um jogo dificil. Na sua casa costumam jogar muito fechados. Será uma partida equilibrada, mas estamos a trabalhar bem e esperamos conseguir os três pontos".

Com dois jogos por disputar e com a classificação definida no Campeonato Nacional, qual será, então, o foco até final da época? Font responde sem rodeios: "Queremos o máximo de pontos possível". 

 

Foto César Santos

"Queremos evitar o esforço adicional de um terceiro jogo"

Por Jornal Sporting
09 Jun, 2017

Nuno Dias ressalva a importância de seguir em frente para a final da Liga SportZone, precavendo, no entanto, a equipa para a capacidade do Modicus

Nuno Dias quer resolver a eliminatória ante o Modicus sem precisar de um terceiro confronto na meia-final do play-off do Campeonato Nacional: "Em caso de vitória estamos na final. Queremos evitar um esforço adicional de um terceiro jogo e sabemos o que temos de fazer. Se estivermos ao nosso melhor nível, estaremos mais próximo do nosso objectivo que é passar à final".

O perigo está estudado. Na antevisão ao jogo de sábado, o técnico verde e branco elogia o processo do adversário e a competência individual dos seus intérpretes, mas realça o treino e as rotinas trabalhadas durante os últimos treinos: "O Modicus tem jogadores experientes como são os casos do Ricardo [Ferreira] e do Gabriel. Depois, mesmo individualmente, têm jogadores que fazem a diferença: o Ricardinho, o Coelho, o Pedrinho... Têm um misto de experiência e irreverência. Normalmente, não utilizam muito o jogo de pivot com o Marinho, mas é uma equipa que movimenta muito e bem. Corre para os sítios certos e isso é uma grande arma que o Modicus tem. É uma formação que gosta de ter a bola, de controlar e, acima de tudo, apresenta jogadores de qualidade. É com essas características que temos de nos preocupar. Ainda assim, estamos mais focados naquilo que é o nosso jogo e no que temos trabalhado nas últimas três semanas. Acima de tudo, queremos fazer uma boa exibição para uma boa vitória".   

A recepção de sábado ao Modicus disputa-se no recinto do Leões de Porto Salvo (21h), mas nem por isso há desculpas segundo Nuno Dias, que não deixou de abordar o treino de 5x4: "Apesar de mais uma vez não jogarmos naquela que tem sido a nossa casa, em Odivelas, não é por isso que não faremos um grande jogo e que não atingiremos o nosso objectivo. Contamos com o apoio dos Sportinguistas e relembro que, da última vez que jogámos no Pavilhão do Leões de Porto Salvo, fizemos uma grande partida diante do Belenenses. Todos os jogos vão terminar em 5x4. Sabemos disso. Ou estamos a vencer e o adversário coloca o 5x4 ou precisamos de o colocar para poder dar a volta. É um conteúdo de trabalho em que insistimos porque sabemos que em todos os jogos vai existir. Tanto defensivamente como ofensivamente, é uma preocupação grande da nossa parte".

Foto César Santos

"Claro que queremos resolver rápido"

Por Jornal Sporting
08 Jun, 2017

Diogo dá o mote para a recepção ao Modicus, tendo em perspectiva o desejo de ganhar e carimbar o acesso à final logo ao segundo jogo

Diogo revelou a vontade do grupo de resolver a meia-final do play-off da Liga SportZone diante do Modicus ao segundo jogo. Depois do triunfo em Sandim, o jogador de futsal do Sporting CP quer manter os índices: "Queremos resolver rápido. O objectivo é esse. Por mais respeito que tenhamos pelo Modicus, queremos fazer o 2-0, de forma a preparar mais rapidamente a final. Queremos entrar da mesma maneira que em Sandim, com a mesma velocidade, para, assim, conseguirmos uma vitória".

O 5-2 frente ao Modicus começou a ser construído com uma vantagem de 2-0 ainda nos primeiros cinco minutos, contudo a dificuldade está aprendida e Diogo projectou na antevisão à partida a importância de voltar a marcar cedo: "Eles [Modicus] têm jogadores muito rápidos, com muita qualidade, e uma defesa zona também muito forte e com muita intensidade. Já preparámos bastante a partida e sabemos que se fizermos o mesmo que fizemos no primeiro jogo, vamos ser bem-sucedidos".

O canhoto não deixou de avaliar o seu desempenho, sempre valorizando a vertente colectiva e o apoio que se espera no Pavilhão do Leões de Porto Salvo (21h, sábado): "Espero ajudar dentro da quadra seja a fazer golos ou conseguindo assistências. O mais importante é sairmos vitoriosos e o factor casa favorece-nos. Quem joga no Sporting CP sabe que é sempre para ganhar, mas em casa somos quase imbatíveis e é mais fácil jogar".

Foto César Santos

O paintball no Sporting: além dos tiros e das cores, os métodos e o trabalho invisível

Por Jornal Sporting
08 Jun, 2017

Actualmente a liderar o Campeonato Nacional, os leões abriram portas ao Jornal do Clube

Talvez devido às cores múltiplas e fluorescentes que funcionam como balas nesta modalidade inofensiva que simula uma frente de guerra, o paintball é por norma visto com uma ligeireza com que, no balneário da equipa do Sporting, ninguém se revê. A primeira lição a entender sobre esta modalidade é que há dois tipos de paintball: o recreativo, jogado entre amigos apenas por diversão e normalmente em recintos naturais como matas, e o de competição, entre equipas que treinam e se preparam para se apresentarem na melhor forma. Não é difícil entender o género em que se enquadra o colectivo verde e branco, liderado por António Mestre, simultaneamente treinador e jogador da equipa.

Com três treinos semanais no pavilhão localizado em Sassoeiros, que se encontra devidamente equipado e preparado para as vicissitudes da modalidade, os jogadores realizam ainda algum trabalho extra de ginásio e de preparação física, mas é dentro de portas que o trabalho mais importante é realizado. E desengane‐se quem acha o oposto: é tudo pensado ao pormenor. António Mestre, jovem técnico de somente 25 anos, explica melhor. “O paintball, além da componente física, porque jogamos a alta intensidade com uma máscara na cara, o que dificulta a respiração, também exige técnica e é muito táctico. É um jogo de equipa em que temos de saber defender, atacar, ser inteligentes e controlar o nosso cansaço. Há coisas que temos de incutir. Há jogadores que jogam por fora, outros por dentro, os pontas, etc., apesar de eles terem de ser completos e saberem ajustar‐se a qualquer posição. Num dia da semana trabalha‐se a equipa que joga de um lado, no outro o contrário, situações de um contra um, de técnica, de finalização...”, começou por clarificar, esclarecendo também como surgiu, num meio pouco desenvolvido, a metodologia utilizada.



“Já tenho mais de 10 anos disto e adquiri muito conhecimento. Investi muito da minha vida aqui. O paintball é uma modalidade radical que ainda não está muito desenvolvida. Não há uma escola, uma academia ou uma metodologia. Isso estou eu a tentar criar. Faço‐o a partir do meu background de várias modalidades em que es‐ tive, com atletas e treinadores com que trabalhei”, diz, referindo‐se ao passado no polo aquático, futebol, futsal e râguebi, que jogou enquanto jovem e cujos ensinamentos diz serem úteis para a sua actual função. “Peguei nessas experiências e adaptei à actividade em que estou, com a intensidade e as variantes que acho adequadas. Criei a minha própria metodologia, mas também entendo que, além de perceber de paintball, tenho de perceber de pessoas”, adiantou António que, até ao momento, tem visto os resultados – com os quais diz não ser obcecado – acompanharem o desenvolvimento da equipa.



Perante um modelo de treino e de jogo desenvolvido ‘dentro de casa,’ os jogadores serão sempre os que mais fundamento têm para avaliar o trabalho realizado. Alexandre Ferro, de 23 anos, não tem dúvidas: nota máxima para o míster. “Sempre quis jogar com o ‘Tony’ e com o Sven [colega de equipa]. Assim que comecei fui a uma prova onde eles estavam, e já aí eram umas máquinas. Sempre quis chegar ao nível deles e trabalhar com eles para aprender mais”, recorda, abordando o trabalho além dos momentos de jogo: “Não tinha noção da complexidade e das metodologias que estavam por trás da performace. É mais fácil trabalhar com alguém como o ‘Tony,’ que estuda tudo em casa e chega aqui e em cinco palavras nos ex‐ plica o que quer e deixa tudo pronto para colocar em prática. Sinto muita evolução em mim próprio. Todos os dias há algo a aprender”, concretizou o jovem proveniente do Algarve.

Uma entrevista que pode ler na íntegra na edição impressa do Jornal Sporting, esta quinta-feira nas bancas.

Foto José Cruz

“Não é obrigatório que o colega de posição me complemente”

Por Jornal Sporting
08 Jun, 2017

Daniel Bragança é um dos capitães dos juniores do Sporting e acabou de juntar o título nacional do escalão ao de juvenis

JORNAL SPORTING – Juvenis ou juniores, qual o título que teve um sabor mais especial? 
DANIEL BRAGANÇA
– Foram os dois. Ser campeão é sempre um grande objectivo e conquistar o título, seja em que escalão for, é incrível. Cada um tem um significado diferente, mas a felicidade é a mesma.

Foste campeão pelo Sporting em dois anos consecutivos e dois escalões diferentes. Qual é o sentimento? 
É algo que me deixa muito orgulhoso. É uma recompensa do trabalho que realizámos nestes dois anos de trabalho. É merecido e nunca vou esquecer.

Se tivesses de escolher o momento mais difícil desta época, qual seria? 
[Suspiro] A eliminação na Youth League. Foi definitivamente a altura mais difícil da temporada para nós. Tínhamos qualidade para ir mais longe e termos consciência disso deixou-nos um bocado abalados.

Foi teu primeiro ano como júnior, além do campeonato tiveste a oportunidade de participar na Youth League. Foi importante para o teu crescimento?
Foi uma experiência muito positiva, apesar da eliminação precoce. Como equipa, evoluímos bastante e individualmente não tenho dúvidas de que todos os jogadores cresceram. Nós gostamos é de jogar e por isso ficámos muito felizes por ter a oportu- nidade de ter jogos a meio da semana e ao fim-de-semana.

O nível de dificuldade que encontram nessa competição é totalmente distinto do que têm a nível nacional? 
A nível competitivo é uma diferença enorme. Tivemos pela frente equipas de grande qualidade, de países diferentes e que por isso tinham estilos de jogo completamente diferentes.

Uma entrevista que pode ler na íntegra na edição impressa do Jornal Sporting, esta quinta-feira nas bancas.

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