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Português, Portugal
Sporting CP
6 - 5
FC Porto
Época 23/24 - 11/05/2024
Foto João Pedro Morais

Alejandro Domínguez: "A maior preocupação é não abandonar o nosso ADN"

Por Sporting CP
10 maio, 2024

Sporting CP e FC Porto em duelo por final europeia (sábado, 12h00)

Na véspera do duelo das meias-finais da WSE Champions League, onde a equipa principal de hóquei em patins do Sporting Clube de Portugal vai enfrentar o FC Porto, Alejandro Domínguez e Ângelo Girão, respectivamente, treinador e capitão dos Leões, fizeram a antevisão do clássico em conferência de imprensa.

Numa final-four cem por cento portuguesa - UD Oliveirense e OC Barcelos discutem a outra meia-final -, o palco de todas as decisões também será português: o Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota, na cidade do Porto. Um recinto que mereceu elogios, desde logo, por parte de Alejandro Domínguez.

“O hóquei merece palcos como este para continuar a crescer. Quando entrámos, em termos de cenário, luzes, ecrãs, a pista, não recordo um palco tão adaptado aos novos tempos e à forma como se concebe o desporto enquanto espectáculo”, atirou o técnico, antes de desvalorizar, a nível pessoal, a influência da vertente emocional neste fim-de-semana, uma vez que Alejandro Domínguez e o Sporting CP já acordaram a saída no final da temporada por motivos pessoais.

“A equipa está concentrada e a trabalhar como sempre”, apontou, realçando que este será, acima de tudo, “um fim-de-semana para competir”. Por isso, o treinador verde e branco apontou baterias para o duelo com os dragões e projectou aquilo que pode acontecer em pista entre dois conjuntos que se conhecem mutuamente.

“Quando preparamos jogos como este, a nossa maior preocupação é não abandonar o ADN que temos tentado implementar desde que cheguei. Eu e o Ricardo [Ares, treinador do FC Porto] conhecemo-nos há muito tempo e ele sabe que eu não abandono as minhas ideias”, destacou, acrescentando que “não há receitas mágicas”.

“Sabemos que nos enfrentamos ao campeão europeu, que está num grande momento e que tem muitíssimos recursos ofensivos e defensivos, mas as nossas ferramentas têm de nos fazer conseguir a vitória”, indicou, por fim, Alejandro Domínguez.

Ao seu lado, Ângelo Girão, guarda-redes e capitão dos Leões, também considerou que esta final-four vai decorrer num “pavilhão emblemático”, só falta que em pista “seja proporcionado um espectáculo ao nível desta organização e do pavilhão”, completou.

“A pista é boa, claramente diferente das que estamos habituados, mas o nosso foco está no FC Porto. São provavelmente os favoritos pelo momento que estão a atravessar, mas nós não temos medo e vamos à luta. Sabemos o que temos de fazer e vamos dar o nosso máximo”, traçou de seguida, reafirmando a ambição do grupo verde e branco de voltar a disputar uma final europeia.

“Sabemos de todas as dificuldades que vamos ter para estar na final, mas chegámos com esse objectivo de ganhar”, concluiu Girão.

Tanto o Sporting como o FC Porto já venceram por três vezes a máxima prova continental de hóquei em patins e nesta edição só um poderá alcançar uma vaga no jogo decisivo. Até lá, a única certeza é que o título ficará em Portugal.

BACKSTAGE SPORTING | FC Porto x Sporting CP

FC Porto
37 - 35
Sporting CP
Época 23/24 - 27/04/2024
Sporting CP
2 - 3
FC Porto
Época 23/24 - 27/04/2024
FC Porto
2 - 2
Sporting CP
Época 23/24 - 28/04/2024
Foto José Lorvão

"Há dias que não correm tão bem e o importante é a forma como reagimos"

Por Sporting CP
29 Abr, 2024

Rúben Amorim reagiu ao clássico em conferência de imprensa

Terminado o Clássico no Estádio do Dragão (2-2), Rúben Amorim, treinador dos Leões, analisou o empate em declarações aos jornalistas presentes na sala de imprensa do Estádio do Dragão.

“A verdade é que no início do jogo ajudámos o FC Porto a crescer no jogo. Perdemos bolas fáceis, principalmente nos centrais, com muito nervosismo, e o FC Porto até não nos pressionou como em Alvalade. Depois, nunca tivemos fluidez, sobretudo na primeira parte, podíamos ter assentado o jogo de outra forma. O FC Porto, mais agressivo nos duelos, fez dois golos, fomos para o intervalo, voltámos mais agressivos, mas faltou alguma qualidade com bola”, começou por considerar, antes de destacar as melhorias conseguidas ao longo da segunda parte, fruto também das várias substituições e mudanças promovidas.

“Conseguimos esticar mais o jogo com o Viktor [Gyökeres], levámos o jogo mais para o meio-campo adversário, entrou o Nuno [Santos] e fomos empurrando o FC Porto mesmo sem grandes oportunidades, mas com mais velocidade”, apontou o técnico verde e branco, que enalteceu ainda a importância do primeiro golo aos 87 minutos.

“Assim que fizemos um golo, a equipa acreditou toda e acabámos por ter o momento logo a seguir do segundo golo. Não foi um jogo brilhante, mas conseguimos mais um ponto”, realçou Amorim.

Depois, questionado sobre a titularidade de Gonçalo Inácio como ala esquerdo, o treinador dos Leões referiu que o jovem defesa “joga bem em qualquer lado” e, além disso, escolheu-o “sabendo da importância das bolas paradas”. Por seu turno, Amorim acrescentou que, sem Matheus Reis disponível, Nuno Santos “ia sofrer muito com o Francisco Conceição”.

Mais do que a pressão de estar na liderança, Rúben Amorim considerou que as dificuldades sentidas no clássico foram fruto, sobretudo, de “uma equipa do FC Porto que sabe bem o que faz e estava bem preparada”, destacou.

“A nós faltou-nos energia e alguma qualidade. No primeiro golo [sofrido] foi o Franco a dar mal a bola ao Ousmane, noutras o Ousamane passou ou controlou mal… E no segundo golo há um jogador a escorregar”, enumerou o treinador, que, apesar destas contrariedades, destacou a reacção conseguida perto do fim.

“Há dias que não correm tão bem e o importante é a forma como reagimos. Reagrupámos, os jogadores que entraram deram muito ao jogo, melhorámos e acabámos por empatar”, sublinhou, acrescentando: “É menos um ponto que precisámos para vencer o campeonato”.

Já sobre o que disse ao intervalo, quando o Sporting CP perdia 2-0, Amorim realçou que “mais do que o aspecto táctico” focou-se “no mental”. “Foi relembrar a equipa do que já passamos e que temos de ganhar o campeonato”, completou.

Curiosamente, à homenagem feita a Manuel Fernandes na entrada em campo – os titulares Leoninos entraram em campo com a edição ‘retro’ da sua camisola número nove – seguiu-se uma exibição decisiva de Gyökeres, o actual ‘nove’ dos Leões. Questionado sobre essa curiosidade, Rúben Amorim admitiu que espera que esse “seja um sinal de que vamos ganhar o campeonato”, traçou, antes de falar sobre a delicada situação de saúde da lendária figura do Clube.

“O nosso Manuel Fernandes está a passar um momento muito difícil. Ficou muito feliz por vestirmos a camisola dele num jogo e numa fase tão importante. O Viktor é mais um avançado que vai ficar na História do Sporting CP, mas ainda tem de fazer muito para chegar a esse patamar”, atirou, por fim.

Foto José Lorvão

Rajada final valeu empate no Dragão

Por Sporting CP
28 Abr, 2024

‘Bis’ supersónico de Gyökeres decidiu perto do fim (2-2)

A equipa principal de futebol do Sporting Clube de Portugal deslocou-se, este domingo, ao Estádio do Dragão e empatou 2-2 com o FC Porto no jogo da 31.ª jornada da Liga Portugal.

 

Os dragões marcaram cedo e durante a primeira parte alimentaram-se com eficácia dos erros Leoninos (2-0 ao intervalo), mas quando o clássico parecia decidido foi muito perto do fim que tudo mudou - apenas numa questão de um minuto - graças à inabalável crença verde e branca. Com dois golos de rajada (87’ e 88’), ambos do inevitável Viktor Gyökeres, que entrou ao intervalo, os Leões responderam e foram a tempo de resgatar um ponto – e prolongar a série de invencibilidade para 18 jornadas consecutivas.

 

Com este desfecho, o líder Sporting CP, com 81 pontos, viu o SL Benfica reduzir para cinco a diferença pontual quando faltam três jornadas para o fim.

 

No Estádio do Dragão estiveram frente-a-frente o ataque mais concretizador da Liga, o do Sporting CP (89 marcados), e aquela que era, à entrada para esta jornada, a defesa menos batida, pertencente ao FC Porto (agora 26 sofridos), embora as duas equipas se encontrem em lutas diferentes nesta recta final do campeonato: separados por 18 pontos na tabela, os dragões (63) já não podem ir além do terceiro lugar e, por sua vez, os Leões continuam a comandar a classificação.

 

Para enfrentar um FC Porto de Sérgio Conceição que vinha de duas vitórias seguidas, embora não ganhasse em casa há duas jornadas, Rúben Amorim, do lado verde e branco, promoveu duas alterações - e uma surpresa - relativamente ao onze inicial apresentado diante do Vitória SC (3-0): o defesa Ousmane Diomande - como central pela esquerda - e o avançado Paulinho foram titulares em detrimento de Nuno Santos e Viktor Gyökeres (estava em dúvida), que começaram o clássico no banco de suplentes, enquanto Antonio Adán e Matheus Reis continuaram fora das opções por lesão. Para lá das mudanças, a aposta de Gonçalo Inácio na ala esquerda foi também uma novidade.

 

Antes de a bola começar a rolar, os jogadores Leoninos entraram em campo com a edição ‘retro’ da mítica listada verde e branca, com o nove nas costas, que Manuel Fernandes - a viver um momento delicado de saúde - imortalizou como jogador.

 

De seguida, dado o apito inaugural, o início do clássico não podia ter sido mais penalizador para o Sporting CP, que cedo se viu obrigado a correr atrás do resultado – três jogos depois, a turma de Alvalade voltou a sofrer um golo.

Depois de um primeiro aviso azul e branco num remate de longe, o FC Porto castigou os Leões com o 1-0 logo aos oito minutos: um erro na construção Leonina deixou a bola à mercê bem perto da área e um passe de Pepê isolou Evanilson na cara de Franco Israel para inaugurar o marcador.

 

Apesar disso, um imediato remate espontâneo de Pedro Gonçalves, ligeiramente ao lado, deu início à reacção verde e branca, à qual se juntou também, em cima do quarto de hora de jogo, um cabeceamento de Paulinho pouco acima da trave na sequência de um canto - e já se faziam ouvir os milhares de Sportinguistas que marcaram presença nas bancadas, preenchidas no total por 45230 espectadores.

 

Desde logo, tornou-se ainda mais evidente que o Sporting CP procuraria assumir a iniciativa com bola, mas sentiu várias dificuldades perante o jogo mais directo do FC Porto, sempre atento e pronto para aproveitar - e provocar - qualquer erro verde e branco de forma a sair rápido para o ataque. Nesta fase, o melhor que os Leões de Amorim conseguiram foi uma iniciativa de Francisco Trincão que acabou por ‘morrer’ nas mãos do guarda-redes Diogo Costa, enquanto, do outro lado, Evanilson, em lance individual, atirou à malha lateral da baliza de Israel.

 

Já em cima do minuto 40, o conjunto da casa - novamente eficaz - chegaria ao 2-0, voltando a castigar o Sporting CP. Numa jogada que começou num lançamento lateral muito discutido pela equipa Leonina, o jovem Martim Fernandes arrancou e, beneficiando de uma escorregadela de Morten Hjulmand, encontrou na área Pepê, autor do segundo dos dragões.

 

E pouco depois, após um pontapé de recarga de Trincão à figura, um jogador dos Leões voltou a escorregar nas imediações da sua área e só Franco Israel evitou males maiores, frente a Francisco Conceição, antes do intervalo.

Com uma castigadora diferença de dois golos para recuperar no clássico, Rúben Amorim não esperou mais e arriscou com a entrada de Viktor Gyökeres para os derradeiros 45 minutos no Estádio do Dragão – saiu Daniel Bragança, ficando ‘Pote’ com o lugar no meio-campo. Cinco minutos depois, Jeremiah St. Juste deu o lugar a Eduardo Quaresma.

 

Seria o FC Porto a deixar a primeira ameaça, saída dos pés de Francisco Conceição, com o Sporting CP, do outro lado, a procurar as investidas do matador sueco na profundidade, mas sem sucesso. Assim, para agitar mais o jogo em busca de uma resposta, o banco dos Leões voltou a mexer e entraram Hidemasa Morita e Nuno Santos em cima da hora de jogo – Pedro Gonçalves voltou para a frente e Inácio regressou ao trio de centrais.

 

E numa sequência de bolas paradas Leoninas, o médio japonês só não causou perigo imediato porque o seu cabeceamento ficou bloqueado num adversário quando a bola seguia para a baliza azul e branca. Depois foi ‘Pote’, novamente de longe, a tentar a sua sorte, mas Diogo Costa encaixou a tentativa.

 

Com o adiantar do relógio e tudo na mesma no marcador, o FC Porto foi baixando as suas linhas, também forçado pela turma de Alvalade, que apesar da vontade e da maior posse de bola continuou com problemas para encontrar o caminho do golo – algo que o Sporting CP fez em todas as jornadas deste campeonato. Numa das melhores combinações encadeadas, uma falta em zona frontal impediu que Quaresma pudesse dar outro seguimento à jogada.

 

Sem desistir, os Leões foram cercando a área azul e branca até ao fim e seriam felizes já em cima do minuto 90. Os estragos chegaram aos 87 minutos e em grande escala, com muito peso dos jogadores que entraram no decorrer do clássico, sobretudo do goleador Gyökeres.

 

Primeiro, um belo cruzamento de Nuno Santos encontrou o cabeceamento certeiro do ponta-de-lança sueco e nem o Sporting CP, nem Gyökeres ficaram por aqui. Galvanizados, os Leões voltaram à carga em menos de um minuto e ‘num abrir e fechar de olhos’ chegaram de rompante ao 2-2 para surpreender tudo e todos.

 

Desta feita, Geny Catamo recuperou a bola no meio-campo adversário, a equipa balanceou-se rumo à baliza de Diogo Costa e, já na área, Marcus Edwards, recém-entrado, transformou uma das primeiras bolas em que tocou numa assistência de luxo para o matador sueco, que só teve de encostar para o fundo das redes para soltar a festa Sportinguista na bancada num silenciado Estádio do Dragão. E vão 26 golos para Gyökeres, melhor marcador da Liga cada vez mais destacado – e 40 já em todas as competições de Leão ao peito.

 

A seguir, o ímpeto verde e branco dissipou-se tão rapidamente como apareceu devido ao vermelho directo mostrado a Edwards e os papéis de domínio inverteram-se em campo, mas os dragões de Sérgio Conceição já não conseguiram esboçar uma resposta até ao apito final.

 

Depois da vitória verde e branca em Lisboa (2-0) e, agora, o empate no Porto, Leões e dragões ainda estarão frente-a-frente mais uma vez esta época, na final da Taça de Portugal, no Jamor.

 

Antes disso, no horizonte dos Leões de Rúben Amorim está a recta final do campeonato, seguindo-se, este sábado (18h00), uma jornada em casa diante do Portimonense SC.

 

Sporting CP: Franco Israel [GR], Jeremiah St. Juste (Eduardo Quaresma, 50’), Ousmane Diomande (Nuno Santos, 60’), Sebastián Coates [C], Gonçalo Inácio, Geny Catamo, Morten Hjulmand, Daniel Bragança (Viktor Gyökeres, 46’), Francisco Trincão, Pedro Gonçalves (Marcus Edwards, 86’), Paulinho (Hidemasa Morita, 60’)

 

 

 

Foto Fernando Veludo/NFactos

Ricardo Costa: "Vamos preparar-nos para as finais que aí vêm"

Por Sporting CP
27 Abr, 2024

Técnico reagiu ao clássico de andebol

Após o desaire por 37-35 no Dragão Arena, Ricardo Costa, treinador dos Leões do andebol, analisou o clássico com o FC Porto em conferência de imprensa.

"Foi um jogo dominado pelo FC Porto na primeira parte, onde as defesas não foram tão intensas como gostaríamos, mas sabíamos que era um jogo que ia cair para a parte final e todos os intervenientes do jogo tinham de estar à altura para poder decidir para um lado ou para o outro", começou por dizer em sala de imprensa, acrescentando: "Tenho pena que os árbitros e o andebol tenham uma ferramenta que não é usada. Quando falta um minuto há um lance decisivo para o jogo, bem como ao longo do jogo outros lances poderiam ter sido analisados que não o foram".

Depois, o treinador verde e branco reconheceu que a sua equipa podia “fazer um jogo melhor”, mas realçou que o Sporting CP continua na posição que deseja. "Entendo a festa do FC Porto por ter ganho à nossa equipa, mas seguimos em frente e terça-feira temos um jogo importante para entrarmos na final-four [europeia]. Estamos onde queremos, em primeiro, e vamos decidir tudo em nossa casa", sublinhou Ricardo Costa, acrescentando: "Vamos preparar-nos para as finais que aí vêm. Foi para isso que trabalhámos ao longo da primeira fase, muita gente queria espectáculo até ao fim e teremos espectáculo até ao fim".

Com três jogos em falta para o fim do campeonato e dois deles em casa, o técnico dos Leões lembrou “o poder do Pavilhão João Rocha” e enalteceu o apoio “inexcedível” sentido também no Dragão Arena.

"Uma palavra aos adeptos que aqui estiveram, gostávamos muito de ganhar por eles. Fizeram o que tinham a fazer e o seu apoio foi inexcedível. Sabemos o poder do Pavilhão João Rocha, foi para isso que lutámos até aqui e queremos disputar essas finais em nossa casa", apontou, antes de reforçar a confiança no seu grupo.

"Os meus atletas sãos uns guerreiros, dá gosto trabalhar com eles e mesmo na derrota somos uma equipa de gente muito acima da média. Tenho total confiança e tenho a certeza absoluta de que vamos ganhar este campeonato e vai ser no João Rocha", traçou Ricardo Costa, por fim.

Foto Fernando Veludo/NFactos

Luta até ao fim sem recompensa

Por Sporting CP
27 Abr, 2024

Reacção Leonina foi insuficiente no Dragão Arena (37-35)

A equipa principal de andebol do Sporting Clube de Portugal deslocou-se ao Dragão Arena e perdeu 37-35 com o FC Porto, este sábado à noite, no embate da terceira jornada do grupo A da fase final do Campeonato Nacional.

Depois de uma primeira parte mais errática (20-16), os Leões de Ricardo Costa responderam na segunda parte e fizeram do clássico uma batalha até bem perto do fim, mas sem conseguir recuperar em pleno a desvantagem. Assim, no final de Abril, chegou a primeira derrota da equipa verde e branca no campeonato, 24 jogos depois.

Apesar do desaire, o Sporting CP continua líder isolado da prova com 40 pontos, mais dois que o FC Porto, que assim reduziu a diferença.

Em busca também de dar uma resposta após o desaire europeu (32-29 em casa dos alemães do Rhein-Neckar Lowen), os Leões de Ricardo Costa entraram no Dragão Arena com André Kristensen, Edy Silva, Natán Suárez, Pedro Portela, Orri Þorkelsson, Kiko Costa e Martim Costa de início, tendo pela frente um FC Porto que vinha de cinco vitórias consecutivas - a última derrota azul e branca tinha sido, precisamente, às mãos do Sporting CP (35-32) em Março.

Cumprido um minuto de silêncio pelo falecimento de Paulo Abreu, andebolista e capitão do CD Xico Andebol, o clássico iniciou-se com eficácia máxima de parte a parte nos primeiros seis minutos (4-4). A seguir, no entanto, os dragões assumiram a liderança no marcador por dois golos de diferença, aproveitando um par de erros Leoninos (7-5).

Kristensen, pouco depois, emergiu com uma defesa e Þorkelsson até falhou um livre de sete metros pelo meio, mas rapidamente os Leões responderam com o empate (10-10), autoria de Edy Silva após passe interior de Natán Suárez.

Contudo, à entrada para os últimos dez minutos da primeira parte, uma nova perda no ataque verde e branco resultou em nova desvantagem no marcador (14-12), que foi dilatada de forma sucessiva até uma diferença de cinco golos (18-13). O FC Porto aproveitou a exclusão de Christian Moga e as falhas Leoninas na ligação com o pivô, apostando com sucesso em rápidos e eficazes contra-ataques.

Logo a seguir, seria Kiko Costa, desde a linha de sete metros, a colocar um ponto final na ‘seca’ ofensiva, contando ainda com os contributos imediatos de Leo Maciel (defesa) e um golo de Þorkelsson para o 18-15, porém um novo ascendente azul e branco antes da buzina levou, para o intervalo, o marcador em 20-16.

Os Sportinguistas presentes nas bancadas fizeram ouvir-se antes do reatamento do clássico, apoiando os Leões de Ricardo Costa em busca da reviravolta no segundo tempo - missão que se complicou ainda mais logo no início (22-16).

Ainda assim, Kiko Costa continuou a dar oxigénio à equipa a partir de livres de sete metros e, depois, também com um importante roubo de bola que lançou um rápido ataque finalizado por Natán Suárez para reduzir a desvantagem (25-21).

Edy Silva, muito lutador, cresceu no ataque, mas, defensivamente, faltava ao Sporting CP encontrar colectivamente o antídoto para o ímpeto ofensivo do FC Porto, o que conseguiria de forma mais consistente à entrada para os últimos dez minutos. Após uma série de roubos de bola e uma falta atacante da formação da casa, Martim Costa apontou o 30-28 que trouxe uma nova esperança e mais incerteza.

Já com pouco mais de três minutos por jogar, uma defesa de Kristensen e uma bola na barra da sua baliza permitiram aos Leões dar mais um passo em frente e Martim Costa, com dois golos (acabou com 12), reduziu a diferença para apenas um golo (34-33). Num final de nervos, porém, apesar do enorme esforço verde e branco, o FC Porto não desarmou e levou a melhor por 37-35.

Três clássicos consecutivos depois – e quase um ano depois, desde 13 de Maio de 2023 -, o Sporting CP voltou a perder com o emblema azul e branco e terminou a sua invencibilidade em território nacional. Agora, para os Leões de Ricardo Costa segue-se a recepção decisiva ao Rhein-Neckar Lowen para a segunda mão dos ‘quartos’ da EHF European League, enquanto no que toca ao campeonato têm encontro marcado com o ABC para iniciar a segunda volta do grupo A desta fase final.

Sporting CP: Edy Silva (3), Pedro Portela, Edmilson Araújo, Kiko Costa (7), Natán Suárez (5), Jan Gurri (2), Salvador Salvador [C], Espen Våg, Orri Þorkelsson (4), Mamadou Gassama (2), André Kristensen [GR], João Gomes, Étienne Mocquais, Leo Maciel [GR], Christian Moga, Martim Costa (12)

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