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No pasa nada

Por Jornal Sporting
13 Jul, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3632

É  continuar a assobiar para o lado porque não se passa nada! Três secretários de Estado demitiram-se por terem aceitado o convite de uma empresa privada para assistirem à final do Euro 2016 que teve lugar em França e que levou a nossa Selecção Nacional a sagrar-se campeã europeia. Nestes casos, embora se considere que não seria pelas viagens que os secretários de Estado alterariam as suas decisões políticas, houve o entendimento que esta não foi a conduta adequada para os cargos que exerciam, pelo que assumiram as respectivas consequências e demitiram-se.

Talvez agora as virgens ofendidas, os “encartilhados”, os hipócritas e alguns ingénuos percebam melhor o que estava, ou melhor, o que está em causa no caso “vouchers dourados”. Há, no entanto, para já, pelo menos, uma questão que distingue os casos anteriores, é que contrariamente ao primeiro, nos “vouchers dourados” não houve, para já, qualquer tipo de consequência. Mas se não é considerado adequado um secretário de Estado aceitar uma oferta de uma entidade privada com quem se relaciona, e sobre a qual toma decisões, já o será no caso nos nossos eternos rivais com os “vouchers dourados”?

De facto com o “manto sagrado” que os protege, como dizem “nuestros hermanos”, no pasa nada. O modus operandi, apesar de denunciado, continua a permitir que os seus responsáveis continuem impávidos e serenos a cumprirem o seu habitual expediente. Veja-se, por exemplo, os últimos episódios com a directora executiva da Liga, Sónia Carneiro, em que as práticas habituais da actual gestão do nosso rival dão uma vez mais o ar da sua graça. Esta que é a mesma que lhes permite continuarem a usar as denúncias de que são alvo como argumento das suas campanhas publicitárias, um sentimento típico de quem goza e tem um sentimento de impunidade. Resta saber apenas até quando…

Enquanto isto, como denúncias não pagam dívidas, há que continuar a criar cortinas de fumo para desviar as atenções, anunciando investimentos em universidades, ninhos de empresas e centros de investigação & desenvolvimento. Acreditamos que não tardará também uma estação orbital, sim, porque astral já terão por certo, pois esta fará parte do quotidiano… ou será bruxaria?

A propaganda, essa, continua cada vez mais intensa, com o vermelho a dominar boa parte da comunicação social. E não se pense que é com a cor da nossa Selecção Nacional, nem com a evocação da conquista europeia que agora completou um ano. Embora aqui se continue a fazer passar que um jogador oriundo da formação rival vale por 10 dos nossos, precisamente o número dos jogadores oriundos da nossa Academia que integraram os catorze jogadores utilizados na final de Paris. Por isso, apenas por ser curioso, sem questionarmos a transparência ou a metodologia dos Prémios da Liga, debrucemo-nos sobre a coerência da sua atribuição. Vejamos, por exemplo, o caso de Gelson Martins, nomeado para “jogador revelação do ano” e simultaneamente também para “jogador do ano”, sendo o único a ser nomeado para esta categoria entre os três que foram nomeados para a “revelação do ano”. A lógica diz-nos que se nenhum dos outros dois tiverem lugar nos três melhores da Liga, que é o prémio maior, então num prémio de outro patamar o nomeado para “jogador do ano” vence naturalmente o prémio revelação, certo? Errado, pois não foi isso que aconteceu com Gelson, e nem será necessário revelarmos qual a cor da equipa do jogador que venceu, pois os leitores já perceberam há muito!

A nossa equipa de futebol já iniciou os seus trabalhos, estando neste momento na Suíça, onde decorre a pré-época e onde estão a ser realizados jogos de preparação com equipas de topo. Uma primeira nota que aqui queremos registar é o apoio incondicional que, uma vez mais, os melhores Sócios e Adeptos do mundo têm demonstrado à nossa equipa desde a sua chegada a terras helvéticas.

Na próxima segunda, a nossa Sporting TV completa três anos, depois de em 17 de Julho de 2014, pelas 19:06 ter dado início às emissões regulares, sete dias por semana, 24 horas por dia. Actualmente, somos distribuídos em Portugal em todas as plataformas, e estamos a alargar a nossa presença internacional, sendo os conteúdos da Sporting TV também já presença assídua em voos de longo curso de algumas companhias aéreas. Nestes três anos temos vindo a crescer nas audiências e em qualidade, um caminho a continuar. Parabéns a todos quantos tornaram a Sporting TV possível e àqueles que diariamente trabalham afincadamente para levar aos Sportinguistas, tal como aqui no Jornal, toda a verdade verde no branco.

Boa leitura!

Foto César Santos

"Um ‘até logo’ é bem melhor do que um adeus"

Por Jornal Sporting
07 Jul, 2017

Uma temporada foi suficiente para Léo Jaraguá, de regresso ao Cazaquistão após o período de empréstimo do Kairat Almaty, ficar apaixonado pelo Sporting

JORNAL SPORTING – A pergunta é inevitável: de mala pronta para as férias, e já depois de ter terminado o período de empréstimo ao Sporting, encara esta saída como um adeus ou um até já?
Léo Jaraguá – Como um até logo. Não posso falar em adeus porque tenho muita vontade de voltar e defender o Sporting. Quero mesmo muito voltar. Sem dúvida que um ‘até logo’ é bem melhor do que um ‘adeus’.

Chegou ao Sporting na condição de quarto melhor jogador do Mundo, com dois títulos da UEFA Futsal Cup no palmarés, confirmando toda a sua qualidade nas quadras portuguesas. Olhando para trás, sente que valeu a pena?
Pessoalmente, foi muito bom. Vim para Portugal na esperança de evoluir, crescer e tornar-me melhor. Penso que no final desta época foi isso que aconteceu. Gostei muito de trabalhar no Sporting. Só tenho pena, e fico triste, de não ter ajudado a equipa na final da UEFA Futsal Cup, em que não conseguimos o título e também nas finais do campeonato, por estar lesionado.

Como foi vestir a Listada verde e branca?
Foi muito gostoso. Fiquei apaixonado por vestir a camisola do Sporting.

Realizou quase 30 jogos de leão ao peito, tendo apontado 11 remates certeiros. Sentimento de dever cumprido?
Acredito que poderia ter sido um pouco melhor. Depois da fase de adaptação, comecei a render mais. O problema é que assim que fiquei bem lesionei-me.

Qual considera o seu momento alto nesta passagem por Alvalade?
Foi na altura em que vencemos a Taça da Liga. E também posso falar na UEFA Futsal Cup. Até à meia-final, fizemos grandes jogos.

Ainda assim, regressa ao Kairat Almaty com os galões de campeão nacional português…
Festejámos muito. Apesar de não ter jogado, fiquei muito feliz. Cheguei com o Sporting campeão e estou a sair com o Sporting a ser campeão novamente.

Leia mais na edição impressa do Jornal Sporting, já nas bancas

Foto César Santos

Filho de Gil sabe patinar

Por Jornal Sporting
06 Jul, 2017

Pedro e Killyan. Diz-se que estão para o hóquei como o peixe para a água. Sem nunca largarem o stick, pai e filho falaram ao Jornal Sporting sobre a herança de família

Killyan nasceu com uns patins calçados. Gil, Killyan Gil, sinónimo de legado no hóquei, de quem tem de gostar de hóquei. Ironia das ironias: Killyan não adorava aquelas botas com rodinhas. “Quando ele era pequenino, tinha dois anos e tal, levei-o até à pista para lhe pôr os patins. Não quis. Começou a chorar”, contou Pedrito, como é conhecido no seu mundo. Sim, porque Pedro Gil não foi feito para o hóquei. Pedro Gil é feito de hóquei. Aos quatro anos e meio quando, por entre as sombras das ruas de San Sadurní d’Anoia (província de Barcelona), via os miúdos trocarem a bola de futebol pelos sticks quando se encaminhavam para a porta do pavilhão. “Vivia ao lado do recinto. Era só atravessar a estrada. Costumava observar os meninos a chegar com os sticks pendurados nos sacos. Na escola, também havia hóquei. Era o desporto rei no meu povo”, relatou o eterno número nove da selecção espanhola, dono de uma carreira ímpar. Estava escrito nas entrelinhas… filho de Gil tinha de saber patinar. E sabe. 

Superada que estava a fase da negação, pois Killyan tem ar de quem não gosta que lhe imponham alguma coisa, foi o ‘aprendiz de feiticeiro’ a procurar o calçado que rejeitara em tempos. “Um dia, calçou os patins e foi sozinho. É normal, via-me a mim e ao tio. O interesse acabou por surgiu naturalmente. Nunca lhe pedi nada”, assumiu o pai, sob o olhar aprovador do 'discípulo', que actualmente já soma várias internacionalizações ao serviço da famosa La Roja (sub-17) com apenas 15 anos. Os genes trataram mesmo de desenhar o percurso de Killyan. Espanha, Itália e Portugal são alguns dos países de onde tem vindo a retirar diferentes ensinamentos, sempre guiado pelos passos de Pedro.

Há quem diga que muitos hoquistas profissionais têm inveja do seu currículo. Bem… pelo menos hão-de cobiçar o seu ‘professor’. “Comecei a gostar da modalidade porque é muito rápida. Depois, claro, via vários jogos do meu pai e adoro a técnica dele. Fui praticando nos vários clubes que ele representou: Noia [Espanha], Valdagno [Itália], Forte dei Marmi [Itália], Porto e, agora, Sporting. Em Espanha, ensinaram-me imensa técnica. Mais tarde, em Itália, principalmente aspectos tácticos. Finalmente, de Portugal, retirei a patinagem, porque se patina de forma excelente neste País. Gosto de estar no Sporting. Sinto uma grande diferença a nível individual comparativamente com a temporada passada”, revelou o ‘pequeno Gil’, carregado de independência na voz. Na verdade, esse é um conceito que lhe assenta que nem uma luva.

Leia mais na edição impressa do Jornal Sporting, esta quinta-feira nas bancas

Foto D.R.

IV Gala Honoris Sporting faz a manchete do Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
06 Jul, 2017

111.º aniversário do Clube foi celebrado numa noite de muitas emoções. Destaque ainda para uma entrevista ao treinador de futsal Nuno Dias e para a contratação de Doumbia

“111 anos de uma história ímpar”. É esta a grande manchete do Jornal Sporting desta semana, com o destaque desta edição é ir, como é natural, para a IV Gala Honoris Sporting e para o 111.º aniversário do Clube leonino. Uma noite de muitas emoções e de muitas surpresas que foi acompanhada ‘in loco’ pelos jornalistas André Pacheco, Hugo Alegre, João Almeida Rosa e Sofia Oliveira (página 2 a 7).

Realce ainda nesta edição para a contratação do avançado internacional pela Costa do Marfim Seydou Doumbia, com a jornalista Sofia Oliveira a apresentar o cartão-de-visita do jogador que chega a Alvalade por empréstimo dos italianos da Roma (página 9).

Outro dos grandes destaques da edição desta semana do semanário é a entrevista que o jornalista João Almeida Rosa fez ao treinador bicampeão nacional de futsal, Nuno Dias (página 12 e 13).

Não perca estes e outros assuntos que marcaram a vida do universo Sporting no Jornal Sporting, que já está nas bancas.

Foto José Cruz

“Só me concentro no processo porque o resultado não controlo”

Por Jornal Sporting
06 Jul, 2017

Dos três cursos superiores às três nomeações para melhor treinador do Mundo, Nuno Dias tem mais títulos ganhos do que anos de carreira

Jornal Sporting – Começou a tirar o curso de treinador enquanto ainda era jogador. Quando é que pensou nisso pela primeira vez?
Nuno Dias – Já era professor na altura e há sempre essa vontade de enveredar pela carreira de treinador. Aí nem sonhava representar o Sporting. Foi passo a passo. Tirei o primeiro e o segundo nível enquanto ainda jogava e, à medida que o gosto pelo treino cresceu, surgiu a oportunidade de tirar os seguintes. Agora aqui estamos, no melhor Clube português da modalidade.

Foi para a Rússia ser adjunto já depois de ter sido treinador principal. Isto pode parecer um passo atrás. Foi assim?
Só para quem acha que o adjunto é alguém que está ali para distribuir coletes e carregar pinos. Para quem entende o treinador-adjunto como um membro de uma equipa técnica em que as tarefas são bem definidas e divididas – e foi assim que o convite me foi feito –, tendo cada um o seu momento do jogo e do treino, certamente percebe que não dei um passo atrás. Ainda hoje é assim que trabalho. Para se perceber melhor, fui ser adjunto do Paulo Tavares que, nesse ano, tinha sido eliminado por mim em Portugal. 

Diz que o que atingiu enquanto jogador custou mais do que aquilo que atingiu como treinador. Vendo os títulos que venceu como técnico e não como jogador, parece estranho…
É estranho e não é. Se virmos que estou no melhor Clube, com todas as condições, obviamente que aquilo que consegui como atleta teve de ser forçosamente mais difícil. Estive num contexto completamente amador, onde as conquistas eram mais complicadas. Esta época, no Sporting, tivemos apenas uma derrota. Num clube amador isto é impossível. No Instituto D. João V vencemos a Taça de Portugal e a Supertaça, estivemos nas meias-finais da Liga e foi tudo graças a muito esforço. Claro que aqui também o é, mas no Sporting é uma obrigação. 

O que é que nos diz a tese de mestrado “Representatividade dos Exercícios de Treino em Relação ao Jogo no Futsal”?
Foi mais um estudo que fiz, com a orientação do Bruno [Travassos], que agora é treinador do Fundão, e que para mim foi muito importante. Conseguir perceber, e era esse o grande objectivo, se aquilo que treinava tinha ou não alguma ligação com o que acontecia em jogo. Foram analisadas quase 1.500 tarefas de treino e todos os golos de uma época de forma a perceber objectivamente se a quantidade de tarefas de treino que distribuímos por cada momento do jogo tinham ou não algo a ver com o número de golos, marcados e sofridos, a partir desses mesmos momentos. No fim, felizmente para quem é treinador, percebi que existe essa relação: quanto mais se treina determinada situação, maior é a probabilidade de ocorrer sucesso através dela. 

Vence muito, mas preocupa-se mais com o processo

Sendo o objectivo do treinador ganhar, no que é que se foca mais: processo ou resultado?
No processo. O resultado chega por via do processo. Só me concentro no processo, através de actividades no treino, porque o resultado não controlo. No jogo, mesmo existindo um Merlim, que de um momento para o outro resolve a partida, tudo surge a partir do que trabalhamos, e mesmo essas características individuais deles são potenciadas pelo que planificamos semanalmente. Depois é esperar que as coisas resultem em campo.

Nesse sentido, sente que as pessoas entendem bem as tarefas do treinador e o julgam convenientemente?
Algumas. Falta um pouco de cultura desportiva. É um passo que temos de dar de forma a entender melhor que por vezes a diferença entre ganhar e perder é tão pequena que temos de nos focar no processo. Quando jogamos muito bem e perdemos, a maior parte das pessoas não percebem que estamos muito perto do sucesso. E o contrário também. Costumo dizer que o que interessa é se a bola bate no poste e sai ou se bate e entra. Quando bate e entra, parece que está tudo muito bem feito; quando bate e sai, já parece que foi tudo mal feito. Não é assim, mas infelizmente é a realidade.

Fez 229 jogos, mais de 1.150 golos e tem mais títulos do que anos de carreira. Qual é o segredo?
Muita coisa [risos]. Primeiro é, como disse, o estar rodeado de qualidade. O Paulo Luís [treinador-adjunto] e o Raul Oliveira [treinador de guarda-redes] são extraordinários, todo o staff que nos acompanha também faz um grande trabalho, da rouparia à observação e análise, passando pela liderança do Miguel Albuquerque e do José Manuel. Depois, claro, o mais importante são os atletas. Nestes cinco anos tivemos grupos diferentes, mas todos muito bons e com uma característica única, que é a mais importante: a vontade de treinar e de aprender, apesar de muitos terem chegado com enorme experiência. Talvez algo contagiados por mim, mas tenho tido a felicidade de estar sempre bem rodeado, por bons atletas que são também excelentes seres humanos. Quem chega de fora só tem uma opção: ou é boa pessoa ou torna-se numa. Por isso os grupos são sempre extraordinários.

Leia mais na edição impressa do Jornal Sporting, esta quinta-feira nas bancas

Foto José Cruz

Conheça os locais e horários dos jogos na Suíça

Por Jornal Sporting
06 Jul, 2017

Fenerbahçe, Valência e Basileia serão os adversários do Sporting CP

Para além do jogo já agendado para amanhã, frente ao Belenenses, no Estádio do Algarve, pelas 20 horas, os leões têm igualmente a agenda do estágio de pré-época na Suíça totalmente preenchida, no que a encontros de preparaçãoo diz respeito.

O primeiro será logo ao segundo dia de trabalho em terras helvéticas, frente aos turcos do Fenerbahçe, na localidade de Renens, no Stade du Censuy, pelas 19h30 em Portugal. Os preços variam entre os 27,4 euros e 13,7 (este para jovens entre os cinco e os 16 anos).

Sem perder tempo, os comandados de Jorge Jesus voltam a entrar em acção no dia a seguir, desta feita frente aos espanhóis do Valência, em Martigny, no Stade D’ Octodure, também 19h30 em território luso, sendo que os bilhetes à venda estão divididos por: bancada (22,9 euros e 9,1) e tribuna (36,5 euros e 18,2).

O terceiro e último encontro será frente aos suíços do Basileia, no dia 15 de Julho, pelas 18 horas em Portugal, no Stade des Gréves, em Delley-Portalban e o preçário dos ingressos é igual do encontro anterior.

Recorde-se que a equipa principal de futebol do Sporting CP estará na sua terceira semana de trabalhos e na qual poderá ver-se já alguns dos reforços em acção. Um período importante na equipa, já que no dia em que defrontar o Basileia, estará precisamente a um mês de serem jogadas as primeiras mãos do play-off de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões, na qual estará o Sporting e cujo sorteio será a 4 de Agosto.

Foto DR

Puedes no hablar de los emails, pero que los hay, hay

Por Jornal Sporting
06 Jul, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3631

Percebemos agora melhor o porquê da resistência e desvalorização do vídeo-árbitro, bem como de outras inovações que possam trazer mais fiabilidade e verdade ao processo desportivo. Esta deve-se àqueles que acreditam mais em bruxarias do que na objectividade e factualidade das tecnologias.

Gianni Infantino, presidente da FIFA, considerou a utilização do vídeo-árbitro (“VAR”) durante a Taça das Confederações um sucesso, evitando grandes erros, contribuindo assim para uma competição mais justa. Curiosamente quanto mais são as evidências dos benefícios do “VAR”, que sabemos não ser a cura para todos os males, há quem insista e persista em denegrir a sua introdução no nosso Campeonato, ignorando as suas virtudes e apontando-lhe só os seus eventuais defeitos ou limitações.

É bom recordar que um dos grandes impulsionadores da luta pela introdução do vídeo-árbitro, enquanto auxiliar e instrumento de defesa do trabalho dos árbitros, foi o Sporting, pela mão do seu resiliente Presidente Bruno de Carvalho que contra ventos e marés não cedeu, resistindo às pressões e tentativas de ridicularização pela causa que protagonizava. Foi acusado de ser lunático ou apenas de estar a utilizar o “VAR” como arma de arremesso contra os árbitros quando o que se passava era exactamente o contrário.

As ondas de choque pela revelação do “Apito Abençoado” parece estar a ter impacto. Na comunicação social, alguns comentadores incómodos e não coniventes com o “estado da coisa” estão a ser silenciados, outros profissionais em outras áreas da comunicação a serem vítimas de castigos condicionadores, tanto pelas molduras exageradas como pelo despropósito das penas. Percebe-se melhor que aqueles que dão a voz pela defesa da verdade e não só da desportiva, são considerados persona non grata e alvos a abater. Há indícios de movimentações ao nível do submundo, pelo que aquilo que tememos esperamos que não seja o que de facto está a acontecer.

Admitimos que a publicidade possa ser muito divertida ao brincar e ridicularizar, até com algum humor, servindo como forma de desvalorizar aquilo que são indícios fortes de tráfico de influência e da alteração da verdade desportiva, mas isso não apaga nem menoriza as evidências.

 “No lo creo en brujas pero que las hay las hay” e esta pode ser a justificação para o branqueamento, desvalorização ou mesmo ocultação mediática por parte de alguma comunicação social, jornalistas e comentadores sobre os “emails gate” também conhecido como “Apito Abençoado”. Alguns também por estarem encartilhados, por convicção e devoção ao “primeiro-ministro” e aos restantes membros do clérigo, não descurando porém que poderá haver também um qualquer mau-olhado. Isto permite-nos, recorrendo ao método científico, formular uma hipótese por certo confirmada: Se mesmo que não acreditemos em bruxas elas existem, então “puedes no hablar de los emails, pero que los hay, hay”.

O fim-de-semana passado foi repleto de Sportinguismo. A IV Gala Honoris Sporting abriu na sexta-feira aquilo que foi uma grande jornada verde-e-branca. Distinguindo e premiando aqueles que mais se evidenciaram na defesa e promoção do nosso Clube, os Prémios Honoris Sporting foram entregues no decorrer da Gala num ambiente único. Foi uma noite verde, com muitas surpresas e animação, com os novos equipamentos a serem revelados, para gáudio de todos os Sócios e adeptos que podem encontrar neles mais uma originalidade que é simultaneamente uma demonstração de inclusão do nosso Clube, o lema: Esforço, Devoção, Dedicação e Glória, está gravado nas camisolas em braile.

Volvidas as 00h00, do dia 1 de Julho, os Órgãos Sociais do Sporting e premiados puderam, em pleno palco do Coliseu, em uníssono com os presentes na plateia e aqueles que nos acompanhavam pela Sporting TV, cantar os parabéns ao nosso Clube pelos 111 anos de vida iniciando-se assim, da melhor maneira, a comemoração desta efeméride.

Durante todo o dia a Cidade Sporting foi povoada por milhares de Sportinguistas, numa jornada aberta, onde puderam visitar o Pavilhão João Rocha, o Estádio José Alvalade, o Museu Sporting, participar em actividades lúdicas na Praça Centenário e ainda ter um verdadeiro almoço de Leão, no restaurante do estádio.

Mas o dia não terminaria sem que cerca de 6.000 atletas participassem na 7.ª Corrida Sporting, agora com a feliz denominação de Corrida Moniz Pereira e colorissem as ruas da cidade de lisboa de verde-e-branco, a sua cor natural.

Boa leitura!

"Estado Paralelo"

Por Jornal Sporting
29 Jun, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3630

Face à gravidade dos últimos acontecimentos, há que ter real consciência do que se está a passar e da guerra desenfreada que o nosso Clube e o Presidente estão a ser alvo. Os seus protagonistas estão devidamente identificados bem como as suas condenáveis práticas, altamente estruturadas, profissionais e sem escrúpulos. 

“A guerra subversiva, de espionagem ou de guerrilha, é um tipo de guerra não convencional de confronto directo, na qual um dos grupos envolvidos pretende subverter a ordem estabelecida. Normalmente a principal estratégia utilizada é a ocultação e a extrema mobilidade de agentes autónomos, dos combatentes, (…), são exemplos (…), guerras urbanas modernas, contra os diversos tipos de tráfico ilegal, que confrontam com a sociedade e a cidadania, tentando formar um ‘Estado Paralelo’, no exercício de poder”. (in laifi.com)

Esta é uma definição encontrada na internet, das muitas que definem um(a) Guerra subversiva(o). Se tivermos presente as últimas revelações públicas sobre o futebol português, e se consideramos que uma das vertentes da guerra subversiva é o facto de se caracterizar por “a principal estratégia utilizada ser a ocultação e a extrema mobilidade de agentes autónomos…” e que deste tipo são exemplo “as guerras urbanas modernas contra os diversos tipos de tráfico ilegal, que confrontam com a sociedade e a cidadania, tentando formar um ‘Estado Paralelo’, no exercício de poder», então parece não restarem dúvidas sobre o tipo de teatro que enfrentamos.

A questão neste momento é que um dos principais trunfos deste tipo de guerra, “a ocultação e a extrema mobilidade de agentes autónomos, dos combatentes” passaram de ocultos a ser conhecidos à Luz do dia, e a verem a sua mobilidade condicionada fazendo perigar o “Estado Paralelo” que evidenciam ter criado. Esta é uma alteração profunda, que obriga a atitudes e comportamentos desesperados em que não se olham a meios para atingir fins, numa lógica extrema de tentativa de sobrevivência. Aqui, a ética, os valores e os princípios não existem… é Guerra. A mentira e a calúnia são agora, uma vez mais, das principais armas de arremesso a par da coacção. 

O condicionamento e o tal “Estado Paralelo”, que os e-mails tornados públicos vêm fazer crer a par de uma inadmissível e condenável intromissão na esfera privada a que eventuais SMS’s dão lugar, vem naturalmente colocar em alarme máximo o futebol português. Neste caso há questões de vária índole: ética, deontológica, jurídica, desportiva,… 

Por tudo isto importa desde logo confirmar a existência dos referidos e-mails e SMS’s, o que parece não haver dúvidas. Em segundo, há que certificar que os conteúdos dos e-mails são aqueles que foram publicamente revelados, o que parece confirmar-se. Finalmente, se os intervenientes nos e-mails, seus conteúdos e práticas evidenciadas são as reveladas o que, uma vez mais, parece também confirmar-se. A partir daqui as autoridades competentes que façam o seu trabalho, com celeridade, doa a quem doer!

Entretanto, um dos principais intervenientes em todo este caso e sobejamente conhecido pelo tipo de expedientes usados, está desesperado a tentar salvar a sua pele e a daqueles que comprometeu. Embora as suas práticas não recolham aprovação mesmo entre alguns dos seus – sendo até alvo de críticas por parte daqueles que com ele não se identificam –, há no entanto outros que parecem achar que está na hora de o deixar cair, ser abatido por fogo amigo, constituindo um dano colateral necessário para circunscrever a praga.

Nesta tentativa desesperada de “salvar o coiro” foram anunciadas “novas” revelações “comprometedoras” sobre o Presidente do Sporting numa prática habitual e continuada de maledicência, calúnia e difamação. Nada que nos surpreenda e que faz parte de uma campanha orquestrada, e já denunciada em devido tempo, pelo Presidente Bruno de Carvalho e por Nuno Saraiva, Director de Comunicação.

Como afirmou Benjamin Frankelin “nunca houve uma guerra boa nem uma paz ruim”, seja como for, Guerra é por definição uma coisa má…

Boa leitura!

Bicampeões do futsal em destaque

Por Jornal Sporting
29 Jun, 2017

Jornal verde e branco traz em manchete o segundo título de campeão consecutivo da equipa de futsal, para além da contratação de Bruno Fernandes

A edição desta semana do Jornal Sporting, n.º 3630, traz em manchete o feito alcançado esta terça-feira pela equipa de futsal, em Braga. Na casa do adversário, os leões bateram por 3-1 os arsenalistas e carimbaram assim o título de bicampeão nacional, evitando assim o quinto jogo. Uma noite de celebrações e emoções, contadas no semanário exclusivamente dedicado à vida do Sporting Clube de Portugal e dos seus feitos.

Igualmente com honras de 1.ª página, está também a contratação, por cinco épocas, do médio Bruno Fernandes. As primeiras palavras de leão ao peito foram feitas em exclusivo aos órgãos do Clube e a Sofia Oliveira conta-lhe não apenas o percurso de Bruno até chegar a Alvalade como os seus desejos para este novo desafio na sua carreira.

Destaque ainda para o arranque dos trabalhos do plantel profissional de futebol, com os respetivos exames médicos, bem como o Sarau de ginástica "Sporting Tem Talento", que esgotou as três sessões que tiveram lugar na Aula Magna, no passado domingo.

Não perca estes e outros assuntos que marcaram a vida do universo Sporting esta última semana no Jornal Sporting.

Foto César Santos

15 anos depois, a Academia Sporting é como o algodão: não engana

Por Jornal Sporting
22 Jun, 2017

Esta quarta-feira foi dia de soprar as velas em Alcochete. Quase tantas quanto os títulos (19) conquistados na formação desde 2002. De forma a colocar a cereja no topo do bolo, passámos a bola a Virgílio Lopes e Luís Martins

Logo a abrir, uma pergunta para queijinho – o verde, claro (imagine que está a jogar a versão leonina do célebre jogo de tabuleiro). Ora aí vai: o que têm em comum Cristiano Ronaldo, Nani ou mais recentemente João Mário? Sim, tem razão caro leitor, a resposta era óbvia: ambos são made in Sporting. O mesmo que dizer que têm o carimbo de qualidade da Academia do Clube, localizada em Alcochete, que esta quarta celebrou o 15.º aniversário – foi inaugurada a 21 de Junho de 2002.

Mas atenção que há mais exemplos de jogadores consagrados com origens neste viveiro de talentos verde e branco: Hugo Viana, Ricardo Quaresma, Miguel Veloso ou Daniel Carriço, por exemplo. E ainda há Gelson Martins, Daniel Podence e Francisco Geraldes a despontar… ficamos (provisoriamente) por aqui, é que a lista é interminável. Atrevo-me a dizer que se esta peça se tratasse de um filme, só poderia ter como título: “Desde 2002 a formar os melhores” – qualquer semelhança com o anúncio do Azeite Gallo é pura coincidência.

O argumento é simples de explicar: 15 anos (!) de talento e superação por parte de mais de 250 jogadores dos escalões mais jovens, e também do futebol feminino, que diariamente envergam o leão ao peito. À sua disposição contam com vários campos relvados e sintéticos, ginásios, refeitórios, auditórios, gabinetes médicos e de apoio. Até a equipa principal leonina, às ordens do míster Jorge Jesus, tem a sua própria área de trabalho.

“Valeu a pena. Durante este tempo, conseguimos desenvolver o futebol do Sporting e fabricar jogadores profissionais com qualidade para a nossa equipa principal, que eram os principais objectivos”, começou por dizer ao jornal do Clube o director Virgílio Lopes, elogiando a casa da formação dos leões.

“Academias há muitas, mas esta é uma das melhores do Mundo, não tenho a mínima dúvida disso. Foi pioneira em Portugal e uma das primeiras a ser construída a nível internacional. Nos últimos quatro anos, temos melhorado ainda mais as condições de trabalho, que permitem que muitos miúdos com talento possam crescer. Algo que acaba por ter reflexo nos resultados desportivos”, acrescentou o dirigente leonino.

De facto, os números não mentem: desde a criação da Academia, o Sporting detém o maior número de conquistas nos três principais escalões do futebol jovem: 19, no total, entre juniores (sete), juvenis (seis) e iniciados (seis). Um registo que se traduz em quase o dobro de Benfica (11) e FC Porto (11) juntos. Um factor que suscita orgulho, embora não seja a principal prioridade.

“Não procuramos directamente os títulos, queremos é que as nossas equipas sejam competitivas ao ponto de serem as melhores ao nível nacional. A excelência da formação não tem a ver só com resultados desportivos. Queremos melhorar mais no futuro”, explicou Luís Martins, coordenador do futebol de formação e técnico da equipa B verde e branca.

Uma reportagem para ler na íntegra no Jornal Sporting, esta quinta-feira nas bancas

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