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Foto César Santos

O Pavilhão é nosso!

Por Jornal Sporting
22 Jun, 2017

Mensagem de Bruno de Carvalho, Presidente do Sporting CP, no suplemento do Jornal Sporting sobre o Pavilhão João Rocha

O dia 21 de Junho de 2017 foi um dos dias mais felizes da minha vida. Poder concretizar o sonho de mais de 3 milhões e meio de Sportinguistas, trazendo de volta à Cidade Sporting as nossas modalidades. “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”. É assim que começa o poema “Mar Português” de Fernando Pessoa. Nesta obra-prima da literatura portuguesa, o poeta, um dos maiores de sempre, propõe-se a analisar o sacrifício de todos os portugueses durante a era dos Descobrimentos. Tudo o que o nosso Povo fez para conquistar o Mar. Para que tivéssemos um dos maiores impérios de todos os tempos. Normalmente é assim: quando queremos muito algo, sabemos que é preciso sacrifício.

Pois bem, neste dia 21 de Junho de 2017, o esforço de todos os Sportinguistas tem a merecida recompensa. Todos sonhámos com este momento e a obra, finalmente, nasceu e aqui está. Penso que conseguem imaginar a alegria, o orgulho e a satisfação com que digo a frase que se segue: estamos a inaugurar o Pavilhão João Rocha!

Todos sonhámos? Sim, sem dúvida. A obra nasceu? Claro. Todos quisemos? Bem, se calhar uns quiseram mais do que outros.

A 4 de Janeiro de 2004, foi marcado o último golo na Nave de Alvalade. No mítico pavilhão de então, conquistámos inúmeras vezes a Glória, resultado de tanto Esforço, Dedicação e Devoção.

Na história do Sporting Clube de Portugal ficam as conquistas de oito títulos europeus, dos 28 títulos de Campeão Nacional e das 19 Taças de Portugal repartidas entre o futsal, o andebol, o hóquei em patins, o voleibol e o basquetebol, nas eras Pavilhão e Nave de Alvalade. 

Passaram 13 anos e foram vários os pavilhões do Sporting que nasceram: em reuniões, em entrevistas, em desenhos, em esboços, e sei lá em que formatos mais. Enfim, em promessas. A verdade é que, durante todo este tempo, jogámos fora do conforto da nossa casa, apesar de termos sido sempre bem recebidos e de, fosse onde fosse, nunca termos deixado de sentir o calor e o apoio dos nossos Sócios e adeptos. Por isso, para os responsáveis de todos os pavilhões que nos acolheram, o meu, o nosso, agradecimento.

Mas agora, e 15 anos depois de termos inaugurado neste mesmo dia a nossa Academia Sporting, a Casa do Futebol, passamos a dispor também a nossa Casa das Modalidades. Desta vez a sério. Com a Direcção a que tenho o privilégio de presidir, aqui está ele: o nosso Pavilhão João Rocha!

Estamos orgulhosos. E, claro, muito felizes. Mas sabemos perfeitamente que nunca o teríamos conseguido sem o Esforço, Dedicação e Devoção dos 22.956 Sportinguistas que participaram na Missão Pavilhão, e de tantos outros que, de alguma forma, deram o seu contributo para que este sonho se tornasse realidade.

Um desses Leões foi o Vítor Araújo que nos deixou. Sócio cinquentenário, nomeado na categoria Sócio do Ano na quarta edição da Gala Honoris Sporting, o Vítor, além de um grande amigo, era um exemplo de Sportinguismo. Apaixonado pelo Clube e pelo ecletismo, era presença constante em todos os pavilhões onde as nossas equipas jogavam, marcando-nos a todos com o seu apoio fervoroso e incansável aos nossos atletas. Assisti a muitos desses confrontos ao seu lado, muito antes de ser Presidente do Sporting Clube de Portugal, e com ele muito aprendi. Creio por isso ser mais do que justo homenagear o Vítor, e na figura dele, todos os que partiram sem verem concretizado este sonho de todos os Sportinguistas.

Quero estender os meus agradecimentos ao arquitecto que projectou este sensacional Pavilhão João Rocha, e a todos os que ergueram esta obra de que nos orgulhamos, e a todos os nossos parceiros porque também sem eles, nada disto seria possível, e a todos os funcionários e colaboradores do Sporting Clube de Portugal que, directa ou indirectamente, se envolveram nesta cerimónia.

A partir de hoje, e para futuro, dispomos de condições ímpares para que os nossos atletas conquistem ainda mais títulos, honrando a camisola que têm o privilégio de envergar. Como tenho dito, neste Clube temos que estar todos comprometidos. Em cada campo, em cada pavilhão, em cada prova em que entramos, os atletas do Sporting têm que se superar.

Desde que esta Direcção chegou, houve um investimento sem precedentes nas nossas modalidades. Não só elas cresceram em vez de diminuírem, como a sua dotação orçamental teve um aumento exponencial. E a nossa perspectiva futura é que este Pavilhão João Rocha seja o palco privilegiado para que a maior potência desportiva nacional que é o Sporting Clube de Portugal se afirme, definitivamente, como um Clube tão grande quanto os maiores do Mundo, conquistando títulos nacionais e europeus.

Queremos que a Cidade Sporting que a partir de hoje é uma realidade seja também um espaço privilegiado para que as famílias de Sportinguistas vivam o Clube na sua plenitude e ainda com mais fervor e paixão, nunca abrandando a exigência de vencer. Sempre com mérito, nunca a qualquer preço. Porque as vitórias, isto é, a Glória de que nos orgulhamos e que nos enobrecem e engrandecem são aquelas que são conquistadas com Esforço, Dedicação e Devoção.    

Este Pavilhão é de todos nós.

É de todos os Sportinguistas.

Este Pavilhão é de Portugal!

Porque este é um Clube que se orgulha de ter sempre formado jovens, não só como atletas, mas também como homens e mulheres de carácter e valores. É isto também que está no nosso ADN.

Viva o Sporting Clube de Portugal!

Foto DR

“E as portas abriram-se de par-em-par...”

Por Jornal Sporting
22 Jun, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3629

E eis que a 21 de Junho de 2017, data que vai ficar perpetuada na história dos maiores feitos do nosso Clube, o Sporting Clube de Portugal voltou a ter a sua Casa das Modalidades, o tão ansiado Pavilhão João Rocha. 

O sonho tornado realidade! Após anos de promessas, de incertezas e desalento, eis que alguém tomou conta do leme de uma nau à deriva e lhe deu o rumo certo…

Esta inigualável infraestrutura multiusos, que vem enriquecer o património do nosso Clube, permitirá mais e melhores condições competitivas, sendo simultaneamente uma homenagem que eternizará uma figura ímpar que liderou os destinos do nosso Clube. Foi com João Rocha na presidência que Bruno de Carvalho cresceu e aprendeu a paixão e a defesa acérrima das modalidades e o respeito pelos Sócios e Adeptos como factor identitário do ADN do Sporting, e que lhe confere uma dimensão global permitindo-lhe ultrapassar fronteiras e que o tornam na maior potência desportiva nacional. Este foi um contributo decisivo para moldar e alicerçar toda a visão que permitiu que Bruno de Carvalho, enquanto líder de uma resiliente e determinada equipa, se propusesse e concretizasse a edificação daquilo que poucos já acreditariam como possível, o Pavilhão João Rocha. Esta obra vem evidenciar, mais do que nunca, dois Presidentes como símbolos maiores do ecletismo do nosso Clube e marcar de forma indelével o nosso rico historial: João Rocha e Bruno de Carvalho. 

Até no voleibol os seus percursos acabam por se cruzar. Esta modalidade, que ao longo dos tempos foi intermitente no nosso Clube, depois de um período de inatividade regressou de novo à competição em 1981, na vigência da Direcção de João Rocha – que fora também ele praticante nos anos de 1950. Bruno de Carvalho não praticou voleibol, mas é na sua presidência que o voleibol regressa, após novo período de inactividade, com a curiosidade de se estrear no Pavilhão João Rocha quando este receber as suas primeiras competições. Aqui, para além do voleibol, será a casa que acolherá as equipas seniores masculinas de andebol, futsal e hóquei em patins.

Esta é uma enorme obra dos Sócios e Adeptos que a todos nos orgulha e onde esperamos viver grandes alegrias e conquistas. MUITO OBRIGADO a todos aqueles que contribuíram das mais diversas formas para a sua concretização, nomeadamente através da Missão Pavilhão, e ao Presidente Bruno de Carvalho, como o primeiro dos adeptos e enquanto líder responsável para que este sonho de todos nós se concretizasse.

O Pavilhão João Rocha é motivo mais do que suficiente para deixar para depois um qualquer outro tema, até porque temo que, mesmo que quisesse, não me lembraria qual é! Poderei tentar ler e-mails, talvez de um qualquer “primeiro-ministro”, membros do “clero” – ordenados ou não – e as suas “práticas religiosas” quer se tratem de “missas” mais ou menos “bem rezadas”, mas não sei se será suficiente. Mas há uma coisa que nos parece clarividente: a “eucaristia”, ou seja, a suposta ressurreição de práticas que há muito se queriam erradicadas e que se querem eliminadas. No entanto, percebe-se agora que, além de uma cartilha, há também uma catequização onde todos aprendem a rezar em uníssono e de igual forma. Quem assim o fizer é premiado e ascende na hierarquia, caso contrário, sofrem represálias e são votados ao ostracismo. Como corolário da partilha pública das supostas “práticas religiosas” e das suas tentativas de (in)justificação, foi espoletada um(a) Guerra sem fim. Sabendo-se que abyssus abyssum invocat (um abismo atrai o outro) a vinda à Luz de um “acólito” vindo da sombra num acto desesperado e com um esfarrapado argumentário para tentar salvar a “catedral”, é apenas mais uma evidência. Com uma narrativa que na gíria futebolista se definiria como “a melhor defesa é o ataque”, veio o referido “acólito” ler uma epístola num processo (des)culpabilizante que mais não faz do que atirar atoardas, tentando criar cortinas de fumo como é timbre, mas à laia de disputas de crianças: “Ele é que começou primeiro”, “eles é que começaram” ou ainda “eles também se portaram mal”. Neste despautério verbal não faltam alucinações, numa prática habitual de vale tudo… com inverdades, mentiras e difamações como ingredientes deste repasto (sem direito a voucher), numa ladainha incriminatória, embora sem se aperceberem disso, que acaba por ser um acto de confissão, um mea culpa, o reconhecimento público e em “on” de tais supostas práticas criminosas.

Boa leitura!

Foto D.R.

Pavilhão João Rocha em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
22 Jun, 2017

'Sonho real' faz manchete na edição desta semana, que conta com um suplemento sobre a nova casa das modalidades

A primeira página desta semana faz manchete com a expressão 'Sonho real', que é como quem diz: Pavilhão João Rocha. O dia 21 de Junho de 2017 não mais sairá da memória dos muitos Sportinguistas que estiveram presentes na inauguração da nova casa das modalidades e daqueles que acompanharam a transmissão pela Sporting TV ou pelo Facebook oficial do Sporting CP. Como não podia deixar de ser, o Jornal leonino acompanhou a par e passo todas as incidências da gala, recolhendo também reacções de atletas, dirigentes e vários Sócios e adeptos. Nesse sentido, apresentamos-lhe um suplemento de oito páginas com conteúdos exclusivos (nota para a planta da infraestrutura e o primeiro esboço desenhado pelo arquitecto Andreas Morschel). 

Também a meia tonelada de fruta reunida em 150 minutos, no Estádio José Alvalade, para ajudar os bombeiros que lutam no incêndio de Pedrogão Grande, mereceu destaque no semanário verde e branco. Mais uma prova de solidariedade dos Sportinguistas. 
 
Finalmente, o assinalar do 15.º aniversário do maior berço de talento do país, mais conhecido por: Academia Sporting. Se acredita que a data da inauguração do Pavilhão João Rocha foi escolhida ao caso, desengane-se. 15 anos depois da casa-mãe dos leões ter visto a luz do dia (22 de Junho de 2002), abriram-se as portas do "maior, melhor e mais bonito pavilhão de um clube em Portugal", tal como vincou o Presidente Bruno de Carvalho. 
 
Estes e outros pontos de interesse para ler nas páginas que escrevem os acontecimentos do universo leonino. Não perca.

Reconhecer o Mérito

Por Jornal Sporting
15 Jun, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3628

Os Prémios e Galardões Honoris Sporting estão agrupados em quatro categorias (Universo Sporting, Modalidades, Futebol e Honra) e destinam-se a reconhecer o mérito individual de atletas, de equipas e ainda pessoas ou entidades que pela sua contribuição para a difusão e prestígio do Sporting Clube de Portugal mereçam ser, publicamente, distinguidos.

Reconhecer o mérito daqueles que dignificam o nome do Sporting Clube de Portugal e que pela sua dedicação e devoção contribuem para o seu engrandecimento e glória são propósitos dos Prémios Honoris Sporting que conhecem este ano a sua quarta edição. Embora felizmente existam muitos e reputados prémios no seio do universo leonino, os Prémios Honoris Sporting são os únicos que são estatutariamente reconhecidos pelo Clube, o que lhes conferem um factor distintivo único.

A lista de nomeados das diversas categorias já começou a ser pública e os nomes continuarão a ser revelados até domingo, para que na próxima segunda-feira se iniciem as votações pelos Sócios na página oficial do clube em www.sporting.pt. Os nomeados foram deliberados pelo Conselho Directivo, após ouvidos os responsáveis das diversas modalidades desportivas e com as respectivas fundamentações. As votações decorrerão de segunda-feira até às 00h00 de dia 30 de Junho, tendo agora a palavra os Sócios do Clube.

Este ano há duas novidades, com dois novos prémios exclusivamente dedicados ao futebol feminino que como é sabido regressou nesta última época ao nosso Clube: “Jogadora Revelação do Ano” e “Futebolista Feminino do Ano”. As restantes categorias mantêm-se, sendo os prémios e galardões os seguintes:

- Universo Sporting: Núcleo e Delegação do Ano; Funcionário do Ano; Sócio do Ano; Iniciativa do Ano; Parceiro do Ano.

- Modalidades: Atleta Masculino do Ano; Atleta Feminina do Ano; Equipa do Ano; Atleta Revelação; Treinador do Ano; Dirigente do Ano.

- Futebol: Escola Academia Sporting - EAS do Ano; Equipa Formação do Ano; Jogador Revelação do Ano; Jogadora Revelação do Ano; Treinador do Ano; Melhor Futebolista Masculino do Ano; Melhor Futebolista Feminino do Ano.

- Honra: Prémio Saudade, Prémio Carreira e Prémio Especial.

A entrega dos Prémios terá como habitualmente lugar na Gala Honoris Sporting que este ano será realizada uma vez mais no Coliseu dos Recreios, no próximo dia 30 de Junho. Tal como no ano passado também numa sexta-feira e de igual forma, no sábado, a Corrida Sporting que este ano será denominada de “Corrida Moniz Pereira”. Mais um tributo e uma justa homenagem que perpetuará a memória do “Senhor Atletismo” no dia em que o Clube celebra 111 anos de vida. Se à meia-noite os parabéns serão cantados na Gala Honoris Sporting para assinalar o aniversário do Clube, abrindo assim as festividades desta data tão simbólica, os festejos irão no entanto, manter-se durante todo o dia, com uma diversidade de iniciativas no Estádio José Alvalade e no Pavilhão João Rocha que entretanto será inaugurado no dia 21 de Junho. As actividades incluem, entre outras, visitas ao Estádio, ao Pavilhão e ao Museu Sporting, bem como um open day de um conjunto de modalidades que os Sócios poderão experimentar e praticar, para culminar mais à noite na Corrida Moniz Pereira.

Poderá encontrar nas próximas edições deste Jornal, bem como nas restantes plataformas de comunicação do Sporting CP informações detalhadas sobre os Prémios e a Gala Honoris Sporting e sobre a Corrida Moniz Pereira, pelo que não há desculpa para não participar e celebrar da melhor forma o aniversário do nosso Clube.

E a partir de segunda-feira se é Sócio – se não é, tem aqui mais uma razão para se fazer de imediato em www.socionumminuto.pt –, vá à página oficial do Sporting CP na Internet (www.sporting.pt) e vote naqueles que entre os nomeados quer que subam ao palco para receber os Prémios Honoris Sporting 2017.

Eu vou lá estar!

Boa leitura!

Foto D.R.

Títulos em várias modalidades em destaque no Jornal Sporting

Por Jornal Sporting
14 Jun, 2017

Fim-de-semana com 'ADN de campeão' mereceu destaque. Judo e futsal foram algumas das modalidades em evidência

O passado fim-de-semana revelou-se de glória para várias das modalidades do Sporting CP. Dessa forma, o Jornal leonino escreve 'ADN de campeão' na manchete, referindo-se aos títulos de futsal juvenil, ginástica, futebol feminino, judo e atletismo. A primeira página quase que se revelava demasiado pequena para tantos festejos, mas ainda teve espaço para apresentar o poster da secção de futebol feminino 2016/2017 (juvenis, juniores e seniores). 

Na página quatro, André Pacheco apresenta-lhe os pormenores da festa da equipa de Tiago Varanda, técnico dos sub-17, que conquistou o pentacampeonato depois de vencer o sétimo dérbi da temporada (5-2 frente ao Benfica). Aliás, os juvenis de futsal terminaram a época invictos, somando por vitórias as 32 partidas disputadas - um registo incrível dos jovens leões, deixando bons indicativos para o futuro do departamento. E por falar em futuro, também está garantido no que ao futebol feminino diz respeito, já que as sub-17 seguiram as pisada das seniores e também fizeram a 'dobradinha' (Campeonato Distrital de Lisboa e, agora, a Taça Nacional). Isto depois de baterem o Albergaria Manzel por uns categóricos 5-1. João Almeida Rosa esteve na Cidade do Futebol para lhe poder explicar, na página 14, como é que é possível vencer e desenvolver. 
 
Para terminar as chamadas de capa, de referir, ainda, o título nacional de Diogo Ganchinho em trampolim seniores no primeiro ano ao serviço dos leões (página 16), assim como o bicampeonato de judo – sexta conquista nos últimos sete anos (página 17). A hegemonia do ecletismo verde e branca termina com a ‘cereja no topo do bolo’, que é como quem diz o atletismo do Sporting CP. No Campeonato de Portugal de pista ao ar livre, os atletas leoninos arrecadaram 25 primeiros lugares, sendo que o sector feminino esteve em destaque. Segundo Carlos Silva, coordenador da modalidade, o "balanço não foi perfeito". Palavras recolhidas por João Almeida Rosa e que pode perceber melhor na página 17.

Campeões e mais campeões. Na edição desta quinta-feira (dia 15 de Junho) é provável que se perca em tantos troféus.

Foto DR

Raios Te Partam

Por Jornal Sporting
08 Jun, 2017

Editorial do Director do Jornal Sporting na edição n.º 3627

Há quantos anos nos conhecemos? Sabes bem que te vimos nascer, tínhamos nós já 51 anos. Que bem te recebemos, uma excitação e enorme alegria. Eras o centro de todas as conversas…

É fácil perceberes porque para nós és tão especial, és a primeira, nossa desde o primeiro dia que nasceste e te vimos naquela curiosa caixinha mágica.

Foste tu que a partir de 1957 começaste também a mostrar ao mundo os feitos da maior potência desportiva que tanto enriqueceram as tuas emissões e o teu tesouro, o teu rico arquivo, onde guardas por exemplo a chegada dos nossos heróis de 1964 ou a conquista da primeira medalha de ouro nos Jogos Olímpicos, do nosso Carlos Lopes.

O tempo e carinho que sempre te dedicámos, vendo-te e ouvindo-te, acompanhando-te no crescimento, fizeram de ti uma companhia diária. Começaste a entrar na nossa casa sem avisares, a qualquer hora do dia ou da noite, porque tu és da casa.

Mas nos últimos tempos, é já uma série de maldades que nos fazes e não nos venhas com desculpas esfarrapadas, com conversas de prémios e audiências para justificar os teus desvarios, porque nós conhecemos-te demasiado bem.

O que se passa contigo? É a crise da meia-idade? Os 60 anos estão-te a pesar?

É necessário abanar-te para caíres na real? Há coisas que tens que ter sempre presente para não perderes a tua identidade e consequentemente pirares da cabeça de vez.

Lembra-te que também tu tens um historial inigualável, com excelentes profissionais ao longo dos tempos, uma reputação que não podes desbaratar e por isto tens também responsabilidades acrescidas. Não desbarates o legado que te deixaram. Sabemos, como tu sabes que o mundo mudou mas não pode valer tudo, não podes ceder à tentação fácil.

Tu és nossa! És pública, dos cidadãos, dos contribuintes e da inclusão! E isto não podes em momento algum esquecer, nem os teus profissionais que têm de ser o seu principal garante.

Aquilo que fizeste no passado Domingo é inqualificável e é o corolário do desrespeito e ingratidão com que nos últimos tempos nos tens tratado. Tal como as crianças, quiseste os brinquedos pensando que podias brincar com todos em simultâneo mas como já deves ter percebido, isso não é possível. Isto foi aquilo que parece ter sucedido contigo e com isto não só desiludiste como desrespeitaste as mulheres, os nossos 3,5 milhões de adeptos mais os adeptos do Sporting Clube de Braga, além de todos os outros cidadãos e contribuintes nacionais.

Quando as instituições internacionais e nacionais tanto esforço centram na igualdade de género, conseguiste apenas numa emissão destruir o investimento na paridade de género mas não só! Tu que tanto apregoas inclusão e paridade de género fizeste precisamente o contrário porque se tratava de uma final da Taça de Portugal feminina…farias o mesmo se fosse a masculina? Terias coragem de o fazer na última transmissão deste troféu que levaste a cabo no passado mês de Maio?

E o investimento que o Sporting CP e o Sporting de Braga fizeram neste regresso ao futebol feminino não te merece um mínimo de respeito? E os patrocinadores? E a Federação Portuguesa de Futebol que tanto apostou e investiu? Os bilhetes para promover o futebol feminino foram gratuitos, bateu-se o recorde de assistências que anteriormente tinha sido também batido em Alvalade. A FPF cedeu-te os direitos de transmissão com legítimas expectativas que tu cumprisses o expectável e te era exigido, a transmissão do jogo na íntegra e sem interrupções ou divisões, tal como fazes nos masculinos e que nos mostrasses a festa da consagração. Apesar da autorização da FPF para a Sporting TV difundir o jogo em simultâneo tu não permitiste, porquê? Para isto?

Se querias transmitir um concerto de música, tinhas que programar melhor, pois tens outras opções e canais… mas não, quiseste mostrar um jogo de futebol a ouvir música e ver um concerto de música a ouvir relato de futebol… assim não! Raios Te Partam! Não nos podias ter feito isto! Imagino também o que devem estar a sentir todos aqueles que queriam assistir calmamente ao Concerto de Manchester…

Face a esta tua atitude discriminatória não podemos ficar impávidos e serenos pelo que não iremos ficar por aqui, mesmo que como se diz usualmente, no final e para a história, o que fica é o resultado! Este ficará com certeza até porque a Taça conquistada irá permanecer no Museu Sporting ao lado do troféu de Campeão Nacional, uma dobradinha que permanecerá para memória futura. Nós honramos o nosso passado, demonstrando respeito no presente e assim sermos considerados no futuro.

Boa leitura!

Foto José Cruz

Convites para a IV Gala Honoris disponíveis a partir de hoje

Por Jornal Sporting
08 Jun, 2017

O pin comemorativo que vale entrada no mais prestigiado evento do Clube de Alvalade pode ser adquirido na Loja Verde já esta quinta-feira

A IV GALA Honoris Sporting, a ter lugar este ano no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, vai decorrer já no próximo dia 30 de Junho. A “Passadeira Verde” terá início às 19h45, para a recepção aos convidados, seguindo-se o espectáculo que começa às 20h45, hora a partir da qual serão entregues os “Prémios Honoris Sporting”.

A entrada pode ser adquirida mediante convite disponível (oferecido na compra de um pin comemorativo, que custará 15 euros) na Loja Verde, a partir desta quinta-feira, dia 8 de Junho de 2017.

Os Prémios e Galardões Honoris Sporting são atribuídos pelo Conselho Directivo e pelos Sócios, por votação na área que lhes é reservada no website do Clube, logo após a divulgação pública dos nomeados, a anunciar oportunamente. Além destes, haverá, como é habitual, muitas surpresas a ter em conta durante o evento.

Foto José Cruz

Corrida Sporting vai homenagear Moniz Pereira

Por Jornal Sporting
08 Jun, 2017

Evento realizar-se-á no dia 1 de Julho e segue para a sétima edição, tendo este ano chegada especial ao Pavilhão João Rocha

Uma das grandes celebrações de Sportinguismo, a corrida Sporting Moniz Pereira, vai acontecer no dia 1 de Julho, respectivo ao aniversário do emblema do Clube verde e branco. Depois de a noite de 30 de Junho ser destinada à Gala Honoris Sporting, no sábado seguinte percorre-se a já habitual corrida, este ano celebrando já a sua sétima edição e a mítica referência do atletismo português, Mário Moniz Pereira, falecido em 2016.

Uma das novidades será a modalidade de caminhada, que terá a extensão de quatro quilómetros, com partida marcada para as 19h30 junto à Praça Promenade, tendo passagens pelo Campo Grande, Entrecampos e com chegada ao Pavilhão João Rocha, um ponto de natural atracção para todos os participantes.

Na prova de corrida, o início está definido para as 20h30, também da Praça Promenade. Os 10 quilómetros vão ter passagens pelo Campo Grande, Saldanha, com viragem na Avenida Fontes Pereira de Melo e a meta está colocada no Estádio de Alvalade. As inscrições podem ser feitas no Centro de Atendimento do Pavilhão Multidesportivo, em Alvalade ou em qualquer Núcleo do Sporting Clube de Portugal e os preços já são conhecidos.

Além da Corrida Sporting, o dia será igualmente marcado por outras actividades alusivas ao aniversário do Clube, nas diversas instalações do mesmo, do Estádio José Alvalade ao Pavilhão João Rocha, Loja Verde, Museu ou Alvaláxia. Um dia a não perder!

Foto César Santos

O paintball no Sporting: além dos tiros e das cores, os métodos e o trabalho invisível

Por Jornal Sporting
08 Jun, 2017

Actualmente a liderar o Campeonato Nacional, os leões abriram portas ao Jornal do Clube

Talvez devido às cores múltiplas e fluorescentes que funcionam como balas nesta modalidade inofensiva que simula uma frente de guerra, o paintball é por norma visto com uma ligeireza com que, no balneário da equipa do Sporting, ninguém se revê. A primeira lição a entender sobre esta modalidade é que há dois tipos de paintball: o recreativo, jogado entre amigos apenas por diversão e normalmente em recintos naturais como matas, e o de competição, entre equipas que treinam e se preparam para se apresentarem na melhor forma. Não é difícil entender o género em que se enquadra o colectivo verde e branco, liderado por António Mestre, simultaneamente treinador e jogador da equipa.

Com três treinos semanais no pavilhão localizado em Sassoeiros, que se encontra devidamente equipado e preparado para as vicissitudes da modalidade, os jogadores realizam ainda algum trabalho extra de ginásio e de preparação física, mas é dentro de portas que o trabalho mais importante é realizado. E desengane‐se quem acha o oposto: é tudo pensado ao pormenor. António Mestre, jovem técnico de somente 25 anos, explica melhor. “O paintball, além da componente física, porque jogamos a alta intensidade com uma máscara na cara, o que dificulta a respiração, também exige técnica e é muito táctico. É um jogo de equipa em que temos de saber defender, atacar, ser inteligentes e controlar o nosso cansaço. Há coisas que temos de incutir. Há jogadores que jogam por fora, outros por dentro, os pontas, etc., apesar de eles terem de ser completos e saberem ajustar‐se a qualquer posição. Num dia da semana trabalha‐se a equipa que joga de um lado, no outro o contrário, situações de um contra um, de técnica, de finalização...”, começou por clarificar, esclarecendo também como surgiu, num meio pouco desenvolvido, a metodologia utilizada.



“Já tenho mais de 10 anos disto e adquiri muito conhecimento. Investi muito da minha vida aqui. O paintball é uma modalidade radical que ainda não está muito desenvolvida. Não há uma escola, uma academia ou uma metodologia. Isso estou eu a tentar criar. Faço‐o a partir do meu background de várias modalidades em que es‐ tive, com atletas e treinadores com que trabalhei”, diz, referindo‐se ao passado no polo aquático, futebol, futsal e râguebi, que jogou enquanto jovem e cujos ensinamentos diz serem úteis para a sua actual função. “Peguei nessas experiências e adaptei à actividade em que estou, com a intensidade e as variantes que acho adequadas. Criei a minha própria metodologia, mas também entendo que, além de perceber de paintball, tenho de perceber de pessoas”, adiantou António que, até ao momento, tem visto os resultados – com os quais diz não ser obcecado – acompanharem o desenvolvimento da equipa.



Perante um modelo de treino e de jogo desenvolvido ‘dentro de casa,’ os jogadores serão sempre os que mais fundamento têm para avaliar o trabalho realizado. Alexandre Ferro, de 23 anos, não tem dúvidas: nota máxima para o míster. “Sempre quis jogar com o ‘Tony’ e com o Sven [colega de equipa]. Assim que comecei fui a uma prova onde eles estavam, e já aí eram umas máquinas. Sempre quis chegar ao nível deles e trabalhar com eles para aprender mais”, recorda, abordando o trabalho além dos momentos de jogo: “Não tinha noção da complexidade e das metodologias que estavam por trás da performace. É mais fácil trabalhar com alguém como o ‘Tony,’ que estuda tudo em casa e chega aqui e em cinco palavras nos ex‐ plica o que quer e deixa tudo pronto para colocar em prática. Sinto muita evolução em mim próprio. Todos os dias há algo a aprender”, concretizou o jovem proveniente do Algarve.

Uma entrevista que pode ler na íntegra na edição impressa do Jornal Sporting, esta quinta-feira nas bancas.

Foto José Cruz

“Não é obrigatório que o colega de posição me complemente”

Por Jornal Sporting
08 Jun, 2017

Daniel Bragança é um dos capitães dos juniores do Sporting e acabou de juntar o título nacional do escalão ao de juvenis

JORNAL SPORTING – Juvenis ou juniores, qual o título que teve um sabor mais especial? 
DANIEL BRAGANÇA
– Foram os dois. Ser campeão é sempre um grande objectivo e conquistar o título, seja em que escalão for, é incrível. Cada um tem um significado diferente, mas a felicidade é a mesma.

Foste campeão pelo Sporting em dois anos consecutivos e dois escalões diferentes. Qual é o sentimento? 
É algo que me deixa muito orgulhoso. É uma recompensa do trabalho que realizámos nestes dois anos de trabalho. É merecido e nunca vou esquecer.

Se tivesses de escolher o momento mais difícil desta época, qual seria? 
[Suspiro] A eliminação na Youth League. Foi definitivamente a altura mais difícil da temporada para nós. Tínhamos qualidade para ir mais longe e termos consciência disso deixou-nos um bocado abalados.

Foi teu primeiro ano como júnior, além do campeonato tiveste a oportunidade de participar na Youth League. Foi importante para o teu crescimento?
Foi uma experiência muito positiva, apesar da eliminação precoce. Como equipa, evoluímos bastante e individualmente não tenho dúvidas de que todos os jogadores cresceram. Nós gostamos é de jogar e por isso ficámos muito felizes por ter a oportu- nidade de ter jogos a meio da semana e ao fim-de-semana.

O nível de dificuldade que encontram nessa competição é totalmente distinto do que têm a nível nacional? 
A nível competitivo é uma diferença enorme. Tivemos pela frente equipas de grande qualidade, de países diferentes e que por isso tinham estilos de jogo completamente diferentes.

Uma entrevista que pode ler na íntegra na edição impressa do Jornal Sporting, esta quinta-feira nas bancas.

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