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Opinião

Arranques e paragens

Por Miguel Braga*
14 Jan, 2021

(...) continuem a lutar e a trabalhar como Leões, com todas as forças e empenho que nos caracterizam. Frente ao Rio Ave FC, o Sporting CP vai à procura da sua décima segunda vitória em catorze jogos

A viagem do Sporting CP ao arquipélago da Madeira ficou marcada por sentimentos contraditórios, fruto de resultados opostos frente ao CD Nacional e ao CS Marítimo. No arranque para o campeonato, a equipa de Rúben Amorim deu uma prova cabal do seu valor, numa noite de tempestade, muita chuva e uma dose generosa de vento que transformaram o relvado numa piscina pouco recomendável para a prática do desporto-rei. 72 horas depois, no jogo da Taça frente ao CS Marítimo, o objectivo não foi cumprido, provando que o futebol é, por vezes, inglório e que, quando assim é, os audazes ficam a descoberto. 

Se no primeiro jogo, a equipa conseguiu atingir patamares exibicionais de excelência, na segunda partida ficou a sensação amarga de que tantos remates poderiam e deveriam ter dado em golo. A uma equipa que tem marcado em todos os jogos, que lidera a classificação da Liga com o segundo melhor ataque da prova e o melhor marcador a nível individual, só se pode pedir que continue a lutar e a trabalhar como Leões, com todas as forças e empenho que nos caracterizam. Frente ao Rio Ave FC, o Sporting CP vai à procura da sua décima segunda vitória em catorze jogos – perdeu apenas pontos nos famigerados jogos contra FC Porto (em casa) e FC Famalicão (fora).

Ainda no futebol, tanto a equipa B como a de sub-23 assinaram vitórias nos respectivos jogos, com destaque natural para o regresso aos golos de Bruno Tavares e no feminino, a equipa de Susana Cova conseguiu a proeza de alcançar a décima vitória consecutiva da época. Estamos na luta.

Também nesta edição do Jornal Sporting, damos conta de mais uma vitória dos pupilos de Luís Magalhães. Na partida mais equilibrada até ao momento, o Sporting CP venceu e convenceu frente à bicampeã UD Oliveirense, num jogo com direito a prolongamento, conseguindo ainda os feitos de terminar a primeira volta isolado na frente da Liga Placard e de manter a invencibilidade. Travante Williams, mais uma vez, foi considerado o MVP do jogo, com 27 pontos da sua responsabilidade. De igual forma, destacamos a vitória no hóquei em patins sobre o HC Tigres, que mantém a equipa de Paulo Freitas invicta e em primeiro lugar do campeonato, sendo, até à data, a única equipa que ainda não provou o sabor da derrota na prova.

Na terça-feira o nosso futsal alcançou mais uma vitória folgada – 4-0 frente ao CRC Quinta dos Lombos – e prepara agora a participação na UEFA Futsal Champions League, competição que vencemos em 2018/2019. O voleibol também entrou em 2021 com o pé direito, depois de duas vitórias que nos dão a possibilidade de alcançar o quarto lugar em caso de nova vitória no próximo domingo.. 

Saímos dos campos e courts, directamente para a pista, com duas entrevistas a dois valores do atletismo nacional. No passado fim-de-semana, no Meeting Moniz Pereira, Rosalina Santos regressou à competição e fê-lo em força, batendo o seu recorde pessoal dos 60 metros em pista coberta, tornando-se a terceira melhor portuguesa de sempre na distância – atingindo também os mínimos de qualificação para os próximos Campeonatos da Europa em pista coberta, que se realizam na cidade de Toruń, na Polónia, no próximo mês de Março. Já Sara Catarina Ribeiro, especialista nas várias vertentes do fundo e meio-fundo, campeã da Europa em pista e corta-mato, revela que só acredita na sua estreia nos Jogos Olímpicos quando se vir na pista. São estes os tempos de indecisão e dúvida que vivemos, fruto da pandemia da COVID-19. Os próximos meses serão determinantes para ver como o país e o mundo reagem a mais uma vaga eminente. 

 

Editorial da edição n.º 3802 do Jornal Sporting

* Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal

Amanhã há jogo!

Por Juvenal Carvalho
14 Jan, 2021

Pedras no caminho vão existir. Temos adversários fortes em compita. Mas como invariavelmente digo em tertúlias de Sportinguistas esta equipa quer muito e o que não mata torna‑nos mais fortes. Amanhã há jogo. Ganhem por todos nós!

Poderia escrever esta coluna de opinião sobre outra coisa qualquer. O Sporting Clube de Portugal tem uma história tão vasta e uma cultura tão ganhadora que temas não me faltariam seguramente. E como eu gosto de falar na história e nas referências de uma instituição secular como a nossa.

No momento em que estou a escrever a mesma, estou até ainda a quente de uma derrota na Madeira que nos afastou da Taça de Portugal. E como eu sofro quando as coisas nos correm mal.

Foi a primeira derrota da época em provas nacionais. O jogo não foi tão bem conseguido como os anteriores. O adversário teve cem por cento de eficácia num jogo em que o Sporting CP teve mais bola e mais oportunidades. Foi futebol e o tempo não é para pôr tudo em causa. É sim de olhar em frente e como escrevi no título desta coluna de opinião, amanhã há jogo.

E esse jogo, para a competição mais importante do calendário, será num momento em que os mais optimistas não esperariam tão brilhante desempenho. Esta época foi planeada com o foco na luta pelos lugares cimeiros sem vacilar. Com treze jornadas disputadas, lideramos e espalhamos classe. Que mais se poderia exigir, perguntam vocês? Respondo que a exigência faz parte do nosso ADN, mesmo que não ganhemos o campeonato vai para duas décadas.

E é na base da exigência que os comandados de Rúben Amorim têm estado irrepreensíveis e não é uma derrota que pode colocar tudo em causa.

E para caminhar ao lado destes rapazes existe uma mole humana Leonina espalhada de Norte a Sul, e não só.

Amanhã, o jogo com o Rio Ave FC, será importante – todos o são –, mas tenho uma fé inabalável que a continuidade dos êxitos está ao virar da esquina. Nem o furacão “Filomena” nos abateu na Choupana. Foi um Leão anfíbio e na lama que saiu por cima. Terá de ser um Leão de terra, mar e ar para o que resta do campeonato. O foco é no jogo a jogo. O todo será a soma das partes. E para este todo ser de glória, contamos com o esforço, a dedicação e a devoção dos rapazes que envergam o símbolo do Leão rampante, mas como acima referi, também de todos nós. Unos e indivisíveis seremos mais fortes.

Não éramos imbatíveis. Provou‑se. Não passámos a ser os piores. É uma realidade objectiva. Porque além da valia evidente do plantel, existe um não sei quê que me leva a acreditar numa grande época.

Pedras no caminho vão existir. Temos adversários fortes em compita. Mas como invariavelmente digo em tertúlias de Sportinguistas esta equipa quer muito e o que não mata torna‑nos mais fortes. Amanhã há jogo. Ganhem por todos nós!

Força, Leões!!!!

Por Tito Arantes Fontes
14 Jan, 2021

(...) os nossos bravos Leões lutaram denodadamente, jogaram mesmo futebol... e ganharam sem apelo nem agravo! Foi uma bela vitória na raça, no querer, na luta, na garra! Dois belos golos!

Temos uma Grande Equipa! Temos mesmo uma Grande Equipa de futebol! E esta equipa tem-no demonstrado jogo atrás de jogo! Jornada após jornada! E merece! Merece todo o nosso carinho! Todo o nosso apoio!

O jogo da Choupana foi épico! Viagem para a Madeira... atribulada, muitíssimo atribulada... mais de cinco horas de voo, duas abordagens à pista... “borregadas”... desvio do avião para Porto Santo... pressões e mais pressões – como já se sabe da Liga (inacreditável colocarem a vida de seres humanos atrás dos seus interesses de calendário ou até de outros insondáveis desejos... tiveram sorte... pois se tem corrido mal... não lhes perdoaríamos... a Nação Sportinguista não lhes perdoaria!) – e depois, na terceira tentativa, uff... sim, lá aterrámos no Funchal!

No dia seguinte... o jogo... não, não foi o espectáculo que todos queríamos... o ciclone Filomena não deixou! A bola – como bem se viu na televisão – rolava sozinha... queria mesmo jogar sozinha! Ainda assim... mais pressões... porquê? Para quê? Ao fim de meia hora... jogo adiado para o dia seguinte! E – finalmente – houve condições mínimas para se jogar... quer dizer... condições não existiam, mas jogou-se! O campo foi um lamaçal contínuo e inenarrável! Mas os nossos bravos Leões lutaram denodadamente, jogaram mesmo futebol... e ganharam sem apelo nem agravo! Foi uma bela vitória na raça, no querer, na luta, na garra! Dois belos golos! Pum, já está! E – desta vez – até Manuel Mota apitou bem... demonstrando à saciedade que quando apita mal é porque quer... ou lhe encomendaram!

Três dias depois, novo jogo, para a Taça de Portugal, com o CS Marítimo, nos Barreiros. Outro terreno miserável, impróprio para jogar futebol. O jogo não nos correu de feição... não marcámos nas jogadas que tivemos, antes e depois dos golos que sofremos... e sim, fomos eliminados. Foi um jogo com vários ajustes de Rúben Amorim na equipa inicial. Seis alterações! Vários jogadores que tiveram a sua oportunidade para se mostrarem. Não correu bem, mas podia ter corrido! Manuel Oliveira, o árbitro, fez um trabalho “habilidoso”... nada de muito visível ou chocante, mas com um “cunho” preciso... o prejuízo do Sporting CP! Ora vejamos, não expulsou Leo Andrade como devia (acumulação de amarelos) e este veio a marcar o segundo golo do CS Marítimo… cada vez que o Sporting CP centrava para o coração da área apitava logo para marcar falta atacante (num desses lances, mas já depois do apito, introduzimos a bola na baliza do CS Marítimo... não foi golo, mas foi a prova que poderíamos ter inaugurado o marcador), mostrou critério disciplinar díspar, sendo – por exemplo – incompreensível como um jogador como Correa só no último minuto de jogo viu amarelo! Enfim... ainda assim, para este jogo, contrariamente a teses que tão propaladas vimos serem este ano... não vi uma palavra sobre o desgaste da equipa após jogo extenuante 72 horas antes... ainda por cima num lamaçal... desgaste brutal... não ouvi uma palavra sobre isto, contrariamente ao que sucede quando são outras camisolas “bicolores” a jogar! Também aqui, também nos comentários... dois pesos, duas medidas!

Última nota... para a escandalosa arbitragem a que acabámos de assistir no jogo na Choupana entre o “poder azul celestial” e os desgraçadinhos, porque largamente prejudicados, do CD Nacional! Uma expulsão inacreditável para reduzir o CD Nacional a dez jogadores a meia hora dos 90 minutos! E o segundo golo azul (golo milagreiro, porque evitou a derrota do FCP no tempo regulamentar) digno da selecção nacional de andebol! É fartar vilanagem! Vale tudo... em todas as provas! No fim, hipocritamente, o triste treinador do FCP veio – depois dos benefícios que teve – despudoradamente dizer que podia ter sido um resultado histórico... e até podia... se tivessem respeitado as leis do jogo e – assim – permitido licitamente a eliminação do FCP!

Força Leões! Onde vai um vão todos!!!

VIVA O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!!!

Começar o ano com o Rugido de Leão

Por Miguel Braga*
07 Jan, 2021

(...) Que continuem a lutar como Leões, em todas as modalidades e escalões, são os desejos para todos os meses de 2021

Começámos este ano de 2021 com um quase pleno de vitórias em todos os campos onde as equipas do Sporting CP entraram. A começar pelo futebol profissional, onde os arautos da SPORT TV lançaram o jogo com o SC Braga como se fôssemos jogar com um colosso europeu. Apesar da visão tendenciosa, o Sporting CP venceu justamente por 2-0, com golos de Pedro Gonçalves e de Matheus Nunes. O erro faz parte da vida e do futebol e independentemente de uma ou outra decisão questionável da equipa de árbitros, VAR incluído, devemos continuar a trabalhar em conjunto para reprogramar algumas falhas do sistema que insistem em não fazer o update dos novos tempos.

Ainda faltam muitos jogos para o final da época, há muitos pontos em disputa, mas desde 2015/2016 que o Sporting CP não liderava a Liga à 12.ª jornada. Se juntarmos os jogos das Taças, são 15 jogos sem perder nas competições nacionais e este foi também o décimo quinto jogo em casa sem conhecer o sabor amargo da derrota. Como curiosidade, não sofremos golos em casa há 447 minutos e a última vez que a bola entrou na nossa baliza em Alvalade foi um autogolo.

Ainda no futebol, a equipa B liderada por Filipe Celikkaya também não sofre golos há 518 minutos e vai em dez jogos sem derrotas no Campeonato de Portugal. O registo defensivo quando joga fora é impressionante: cinco jogos fora e nenhum golo sofrido. Aliás, esta equipa tem uma das defesas mais seguras dos vários campeonatos que se disputam por essa Europa fora.

Também no futebol feminino a tendência continua em alta: este fim-de-semana, com a vitória por 1-2 na deslocação à Madeira, são agora 20 jogos sempre a vencer na Liga BPI. As Leoas têm o impressionante registo de 17 vitórias consecutivas a jogar em casa.

A excepção que confirmou a regra de vitória chegou da equipa de sub-23 que, apesar da exibição, foi traída pelas dúvidas da legalidade do golo do Portimonense SC. Mas para o treinador Filipe Pedro, estas são dores de crescimentos de uma equipa cujo objectivo final é preparar jogadores para o plantel principal: “Fomos claramente prejudicados em vários jogos, mas não vou falar de arbitragem porque acho que não nos favorece e porque o nosso foco é o projecto em si. Por isso, vamos deixar esses lances de lado e trabalhar para conseguir um bom resultado já no próximo jogo”.

No basquetebol, os pupilos do professor Luís Magalhães continuam a fazer história. 29 triunfos consecutivos e a miragem de chegar a 18 de Janeiro só com vitórias para completar um ano desta história 100% vitoriosa. O Sporting CP é líder isolado da Liga Placard com 12 vitórias em 12 jogos, feito apenas conseguido pelo eterno rival na última época. Desde o regresso da modalidade que o Sporting CP tem 39 vitórias e apenas três derrotas (uma na Liga, uma na Taça Hugo dos Santos e uma na Liga dos Campeões) em todos os jogos oficiais disputados. Desta feita, duas vitórias sobre a AD Ovarense, para a Liga Placard por 89-58 e para a Taça de Portugal, por 93-80.

Depois de confirmar o Sporting CP como a maior potência nacional do futsal com a terceira conquista consecutiva da Taça de Portugal, a equipa de Nuno Dias entrou demolidora no novo ano com uns expressivos 15-1 frente ao Eléctrico FC, alcançando a marca de 25 jogos sem perder nas competições nacionais.

No voleibol feminino o fim-de-semana e a entrada em 2021 representaram também o regresso às vitórias. Primeiro no fim-de-semana, vencendo fora o GC Vilacondense por 0-3, depois na noite de terça-feira, recebendo e ganhando ao SL Benfica por 3-0, num dérbi que não acontecia há 25 anos.

Que continuem a lutar como Leões, em todas as modalidades e escalões, são os desejos para todos os meses de 2021.

 

Editorial da edição n.º 3801 do Jornal Sporting

* Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal

‘Sir’ Nuno Dias

Por Juvenal Carvalho
07 Jan, 2021

(...) Um grande treinador e um Homem que respira e sabe de futsal como muito poucos. Tem nos genes a marca identitária dos ganhadores. Que assim continue. No dicionário dele a palavra derrota é muito residual. Nasceu para ganhar!

Começo o ano a falar de um Homem do desporto que nasceu para ser grande, tão grande como os maiores da Europa. Apropria‑se a ele a velha máxima dos nossos fundadores, a par de tantos outros que representaram o nosso símbolo, na tão linda e ímpar história de quase 115 anos do nosso Clube.

Também a Europa, mesmo lutando com armas desiguais e contra orçamentos estratosféricos de equipas de Espanha, da Rússia ou até do Cazaquistão, já caiu a seus pés em 2019, depois de em Portugal já ter ganho, e por diversas vezes, tudo o que havia para ganhar.

Não é meu hábito fulanizar conquistas ou atribuir méritos individuais, até porque no Desporto como na vida ninguém ganha nada sozinho. Ele faz até da humildade a sua imagem de marca e põe a cada declaração o tónico do “nós” em detrimento do “eu”.

Claro que falo de Nuno Dias, o nosso treinador de futsal. Com o Esforço, a Dedicação e a Devoção de todos os que compõem o grupo de trabalho por ele liderado, a Glória é o nome do meio do nosso futsal desde há vários anos a esta parte, sendo até de bom tom dizer que também já o era antes. Desde que se chamava futebol de cinco, aquando da fundação no Clube, que a palavra vitória é recorrente na modalidade.

Nuno Dias tem a marca que só os grandes, aqueles que nasceram predestinados para ter sucesso, a têm. 

Para ele a sorte, como tão bem o dizia o nosso professor Mário Moniz Pereira, dá muito trabalho. E é feito de trabalho e método tudo aquilo que consubstancia as inúmeras vitórias do nosso futsal.

O ano de 2020 acabou com a conquista da Taça de Portugal com um recital de bem jogar. O ano de 2021 começou da mesma forma. Sei que para ele os festejos são efémeros, porque o trabalho é já a seguir e logo o rumo é olhar para a obtenção de mais e mais títulos. 

Tive o privilégio, no ano de 2014, de ter sido galardoado por um Núcleo do Sporting CP e a coincidência de ele ter recebido nesse mesmo dia o mesmo galardão a meu lado.

Passei algum tempo à conversa com ele. A aprender com ele. Uma pessoa que respira o treino. Que tem tudo planeado e escalpelizado ao pormenor a cada dia. A cada jogo. A cada deslocação. 

É até contagiante a forma apaixonada como fala da sua modalidade. Feita de conhecimento raro. Tive o privilégio de ter trabalhado no Sporting Clube de Portugal com treinadores conceituados que também me ensinaram muito, ganhando mais conhecimento. Nuno Dias tem, porém, um toque de magia. Um não sei quê de fantástico.

Fez recentemente 48 anos e já ganhou muito. Terá ainda muito mais para ganhar no longo trajecto que ainda terá pela frente. Que se mantenha por muitos e bons anos no nosso Clube. 

Ele é para mim o “Sir”, porque pese a designação ser de origem britânica, eles só atribuem esse estatuto a quem é Enorme. Um grande treinador e um Homem que respira e sabe de futsal como muito poucos. Tem nos genes a marca identitária dos ganhadores. Que assim continue. No dicionário dele a palavra derrota é muito residual. Nasceu para ganhar!

O rei vai nu… eles até já dizem… rei vai nu!!!

Por Tito Arantes Fontes
07 Jan, 2021

No nosso campeonato assistimos a muitos jogos para vermos os erros dos árbitros – os na gíria denominados “roubos”! – que conforme as cores das camisolas são perpetrados para beneficiar uns clubes e prejudicar outros

Temos 18 clubes no campeonato nacional. São todos clubes profissionais de futebol. Todos! Ou seja, o futebol é a este nível uma actividade profissional. Todos sabemos disso. E é uma actividade que é – naturalmente – sujeita a regras, desde logo às leis do jogo! São só 17 as leis do jogo… várias sobre as características físicas do campo, da bola, das balizas… algumas outras regras sobre as infracções e as suas consequências. Para administrar estas regras durante os 90 minutos de jogo foi definido, desde imemoriais tempos, a figura do árbitro. O árbitro não joga, apenas dirige e apita, nomeadamente quando as leis do jogo são infringidas. E certo é que ninguém – ninguém é mesmo ninguém! – vai aos estádios (ou – como hoje sucede – vê pela televisão) um jogo de futebol para ver a actuação dos árbitros. O que as pessoas querem ver são os “artistas da bola” e esses são, inquestionavelmente, os jogadores de futebol e as equipas cujas camisolas envergam. Assim deve e deveria ser sempre. Mas em Portugal… não, não é! No nosso campeonato assistimos a muitos jogos para vermos os erros dos árbitros – os na gíria denominados “roubos”! – que conforme as cores das camisolas são perpetrados para beneficiar uns clubes e prejudicar outros. Se se trata do verde do sporting CP o prejuízo é certo… a única incerteza é saber como será concretizado e em que momento do jogo! Se as cores forem do “poder bicolor azul e encarnado” o benefício também é certo! Exemplos disto são‑nos dados todas as semanas, jornada a jornada.

No meio disto há uma casta de jornalistas, comentadores e ex‑árbitros que cirandam à volta deste “circo” e com ele fazem a sua vida e o seu ganha‑pão. São todos muito zelosos do “sistema”, da reputação dos árbitros, da seriedade do campeonato… mas – hélas! – o escândalo atinge proporções de tal modo gigantescas que algumas destas almas, colocando a mão nas suas consciências, até acham que é demais… um bocado ao jeito de “roubar sim, mas tanto também não”!

Vêm ao caso, por isso, as palavras escritas nesta semana por Duarte Gomes (sim, até este ex‑árbitro se enoja com o que tem visto!) num artigo que ele próprio intitulou de “Erros a mais”! Diz este ex‑árbitro (e sabemos bem como o mesmo nos prejudicou… no campo e depois em comentários já fora dele!): “nesta altura do campeonato há demasiados erros de arbitragem para o que era expectável e desejável”; e mais adiante “têm‑se visto erros inadmissíveis para uma competição que conta agora com o auxílio precioso da videoarbitragem”; e ainda “Em cada jornada, parece haver lances que são, aos olhos de todas as pessoas sensatas e razoáveis, francamente mal avaliados. Lances daqueles unânimes e cristalinos, cuja decisão não faz sentido nem pode acontecer. Lances… que deixam toda a gente à espera de uma só decisão: da decisão certa”; e concluindo mais diz”… uma classe que não se pode dar ao luxo de cometer erros que não têm explicação nem justificação exterior”. Acrescentando “A arbitragem tem feito… um esforço notável para crescer em condições, meios e apoios. Dá aos árbitros qualidade de trabalho e de acompanhamento. Em troca, tem o direito de exigir qualidade, compromisso e competência. Acima de tudo, competência”. E – como se não chegasse – remata com esta frase “esse filtro deve continuar a ser feito, para que meia dúzia de jovens… sem qualidade para a função não destruam o trabalho, dedicação e imagem de muitos bons profissionais que andam lá dentro”. Pois, Duarte Gomes, subscrevo (nunca pensei dizer isto na minha vida quanto ao que este senhor escreve) tudo o que diz… com excepção da última frase… é que não são “meia dúzia de jovens”… são quase todos e muitos dos piores são mesmo os que lá andam, na arbitragem, há mais anos!

Perante isto estou – sentado, de poltrona – à espera de ver os habituais e descabelados comunicados e/ou reacções da “virginal” APAF e do seu “gémeo siamês” do Conselho de Arbitragem… e até o anúncio de processos disciplinares que certamente o Conselho de Disciplina conseguirá fundamentar para punir Duarte Gomes… ele merece! Afinal, tal como nós, desta vez ele também disse… “O rei vai nu!”

Esta pouca‑vergonha “assentou praça” mais uma vez em Alvalade neste último jogo… e de que maneira! Mais três penáltis por assinalar a favor do SCP da inefável dupla “Fábio VARíssimo e João Pinheiro”! Este último – que no ano passado viu “só” três penáltis contra o SCP em Alvalade no jogo com o Rio Ave FC – agora, no VAR, não conseguiu ver nenhum! Grande alminha! Num desses lances, o primeiro, o VARíssimo ainda teve o desplante de marcar falta ao ataque do SCP pelo facto de jogadores do SC Braga terem caído… depois de – entre eles, só entre eles – terem chocado uns com os outros! Irra que é demais! E – importa frisar – todos os lances que deram azo a “análises aprofundadas” foram todos em prejuízo do SCP… a verdade é mesmo que não houve um lance de que o SC Braga se possa queixar!

Proximamente falaremos de disciplina… essa que nos atribui cartões amarelos a torto e a direito e perdoa expulsões a Barós, a Taarabts, a Ferros… é fartar, é farta vilanagem!

Última Nota: Parabéns SCP! Parabéns pela Campanha ADN SPORTING”! Eu Sou…

ADN SPORTING!!!

VIVA O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!!!

Um Conto de Natal

Por André Bernardo
31 Dez, 2020

Vamos encarar cada dia como cada jogo, um a um, conscientes daquilo que somos, da prudência que o contexto exige, do longo caminho que ainda há para percorrer, mas com uma visão e foco bem claros, sabendo onde queremos chegar

A famosa obra literária “Um Conto de Natal” de Charles Dickens conta a história de Ebenezer Scrooge, personagem que é visitado por três espíritos que o fazem viajar pelo Passado, Presente e Futuro
Imbuído ainda do espírito natalício, e assumidamente não fugindo ao clichê, aproveitei e arrastei a estrutura narrativa da obra-mestra de Dickens para este editorial.
 
Passado
Há 19 anos que o Sporting CP não passava o ano na primeira posição da Liga NOS. Uma certa narrativa criada em redor do espírito dos 19 natais passados parecia criar a ideia de que um destino fatídico estava traçado ao Sporting CP no futebol, escrito nalgum oráculo que não permitia um futuro alternativo ao Clube. 
Para as maldições e os oráculos “não existirem” importa ter a consciência de que para ter resultados diferentes é preciso fazer as coisas de maneira diferente, com uma visão futura muito clara, com tenacidade, com tempo e colocando sempre o Sporting CP à frente de qualquer agenda pessoal.
No basquetebol, e tal como na época passada, também passaremos o réveillon em primeiro lugar 24 anos depois de termos recuperado a modalidade em 2019.
 
2020 foi um ano marcado pela COVID-19 e por todos os seus efeitos nefastos, mas penso que temos de nos focar no que está ao nosso alcance de controlar e que foi positivo. Por isso mesmo, nesta edição do Jornal damos destaque ao melhor de 2020. 
Para mim, o melhor de 2020 é a constatação de que nos últimos dois anos, apesar da pandemia, temos vindo a consolidar um modelo assente em quatro pilaresPessoas, Estrutura, Sistemas de Suporte e Interacção com o Sócio – e com quatro eixos de actuação bem definidos – Verdade Desportiva, Formação, Transformação Digital e Melhoria da Experiência no Ecossistema Sporting
Na reportagem central de hoje relembramos os mais relevantes momentos deste desafiante ano.
Apesar de ser passado muito recente não posso deixar de enaltecer que antes de ontem o Sporting CP venceu a 8.ª Taça de Portugal de Futsal – a 3.ª consecutiva. Feito inédito na modalidade e que coloca o Clube com o maior número de títulos nesta competição em Portugal. 
 
Presente  
O Presente é uma consequência inevitável do passado e há algumas novidades que o ano de 2020 trouxe ao universo Sportinguista e que são dados adquiridos hoje em dia:
1) o novo cartão de Sócio poderá também ser cartão de Gamebox e, assim que os torniquetes o permitirem, o cartão já terá tecnologia contactless;
2) a próxima vez que pisar a Praça Centenário terá uma majestosa estátua de Leão, esculpida à mão, a recebê-lo;
3) segunda-feira é dia de Raio-X na Sporting TV;
4) terça-feira é dia de podcast ADN de Leão;
5) quarta-feira poderá ser um dia de Inside Sporting;
6) quinta-feira é dia do (renovado) Jornal Sporting;
A última novidade é que o último dia de 2020 será passado em primeiro lugar no futebol, sem medo de sermos felizes, mas com os pés bem assentes na terra para o que aí vem. 
 
Futuro
O Futuro é por natureza incerto, mas também é consequência inevitável daquilo que fazemos no Presente.
Vamos entrar em campo no futebol, assim como nas restantes modalidades, com a confiança de primeiro classificado e a humildade de último. 
Vamos encarar cada dia como cada jogo, um a um, conscientes daquilo que somos, da prudência que o contexto exige, do longo caminho que ainda há para percorrer, mas com uma visão e foco bem claros, sabendo onde queremos chegar.
Já o disse num anterior editorial: estamos a trabalhar para que “2021 não seja como 2021”* e para trazer várias novidades disruptivas ao Universo Leonino. 
Bem-vindo 2021!!! O futuro é Sporting Sempre! 
 
*referência ao editorial do dia 26 de Novembro, onde escrevi que “os Sportinguistas vão poder ver porque 2021 não será como ‘2021’ em alusão ao anúncio de 1984 da Apple cujo claim é “A 24 de Janeiro, a Apple Computer lançará o Macintosh. E tu verás porque 1984 não será como ‘1984’”

 

Editorial da edição n.º 3800 do Jornal Sporting

Regressos e condições

Por Miguel Braga*
31 Dez, 2020

A todos os que continuaram a trabalhar, revelando uma resiliência única e uma perseverança que será determinante para o novo ano que começa amanhã, desejos de um óptimo 2021 livre de erros do passado e com os olhos no futuro

Acabar o ano com a conquista de mais um título é sempre motivo de celebração. Foi em Matosinhos, no Centro de Desportos e Congressos local, que a equipa de Nuno Dias venceu o SC Braga por uns expressivos e categóricos 7-1, trazendo para casa mais uma Taça de Portugal de futsal (a oitava do Clube e a terceira consecutiva), esta referente ainda à época de 2019/2020. Uma demonstração de força e qualidade Leonina: parabéns!

Uns dias antes, a equipa de Rúben Amorim lutou com a Belenenses SAD para conquistar mais três pontos da Liga NOS e acabar este ano marcado pela pandemia de COVID-19 na frente da classificação. Foi um jogo complicado, mas onde vai um vão todos e a união e solidariedade da equipa voltou a prevalecer perante um adversário três vezes mais faltoso com o Sporting CP (26 faltas contra 16 do Sporting CP) do que tinha sido dois meses antes com o outro rival de Lisboa (apenas oito faltas contra 14 do SL Benfica). De assinalar mais uma estreia a titular de um jovem de 18 anos formado na Academia do melhor do mundo, o central Gonçalo Inácio, de quem Bruno Fernandes falou assim em Dezembro de 2019: “Há outro central dos juniores de quem eu gosto muito. Esquerdino… Já falei nele várias vezes. Gonçalo Inácio. É isso! É um jogador que se vier a treinar connosco algum dia pode vir a aprender muito com o Mathieu. Estamos a falar em dimensões diferentes, mas o estilo de jogo é muito idêntico”.

Uma palavra também para outro jovem de 18 anos, o avançado Tiago Tomás, para quem 2020 foi um ano de emoções fortes: começou nos sub-23, emprestou talento aos juniores para a fase final do Campeonato, juntando-se mais tarde ao plantel sénior, estreando-se na equipa ainda no Verão e acabando o ano a titular e a marcar. Que continue humilde e trabalhador. E neste caminho verde e branco de sucesso.

O final do ano também nos deu a conhecer um pouco mais do nosso capitão Coates, sobre a sua personalidade e importância de ter homens assim a liderar o balneário. Seja no Spotify, no YouTube ou na Sporting TV, este é um episódio do podcast ‘ADN de Leão’ que todos os Sportinguistas deviam ouvir (ou ver).

Seja no futebol, no futsal ou em qualquer modalidade, este foi um ano marcado pelo impacto da pandemia da COVID-19. A todos os que continuaram a trabalhar, revelando uma resiliência única e uma perseverança que será determinante para o novo ano que começa amanhã, desejos de um óptimo 2021 livre de erros do passado e com os olhos no futuro. Esse futuro começa agora.

 

* Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal

Um 2021 ‘à Sporting’

Por Juvenal Carvalho
31 Dez, 2020

Do futebol às modalidades, queremos conquistas. Sabendo que temos adversários que irão esgrimir argumentos fortes para nos combater, também sabemos que as nossas armas são fortes e que um Leão só se baixa para beijar o símbolo

Poucas horas após este jornal estar impresso nas vossas mãos, ou através da plataforma digital, estará quase a expirar um ano que, do ponto de vista humano nada, ou quase nada, nos trouxe de positivo.

No entanto, o positivismo em cada um de nós tem de fazer escola. Desistir é coisa para os fracos. E a palavra fraco não rima com a família Leonina.

Por isso, e porque o novo ano está prestes a iniciar‑se, é tempo de erradicar de vez o velho e malfadado 2020 e fazer pedidos renovados de esperança para um 2021 de retoma da vida rumo à normalidade.

Qual de nós, nas célebres doze passas da passagem de ano, por mais atípico que seja o momento, não vai pedir algo pelo nosso Sporting Clube Portugal? A resposta é fácil. Todos pediremos, além de um futuro humano e social diferente, também muito sucesso desportivo para o nosso Clube. É inerente à nossa condição de Sportinguistas uma inabalável confiança para os tempos vindouros.

E, como a grande maioria de vocês, eu não fujo à regra.

Não só irei pedir sucesso, como acredito no mesmo. O ADN do Sporting CP é feito de sucesso. Teremos que continuar a honrar os fundadores, que no já tão longínquo ano de 1906 nos quiseram um Clube grande... tão grande como os maiores da Europa.

Que 2021 faça crescer em troféus aquele que é o Museu mais ganhador do desporto português. 

É nesse pressuposto, o de termos uma história de conquistas, que não o queremos diferente em 2021. Do futebol às modalidades, queremos conquistas. Sabendo que temos adversários que irão esgrimir argumentos fortes para nos combater, também sabemos que as nossas armas são fortes e que um Leão só se baixa para beijar o símbolo.

Em todos nós existe a secreta esperança de vivermos momentos de exaltação Leonina. Que no futebol consigamos inverter uma espiral de insucesso e que voltemos a acreditar num Portugal de Norte a Sul pincelado de ‘verde e branco’. Que nas modalidades as vitórias sejam uma realidade aquém e além fronteiras. Sim, porque como dizia em tempos um homem do desporto, com o tão célebre “deixem‑me sonhar”.

E é nesse sonho feito de esperança numa bonita realidade, que eu me junto a milhares e milhares de Leões, que das grandes cidades às aldeias mais recônditas deste país, bem como nas comunidades emigrantes, querem um 2021 repleto de sucesso para as nossas cores. Todos somos poucos, porque não há divergências pontuais que nos façam desviar do mesmo desejo para aquilo que temos comum, o de títulos para o nosso Sporting Clube de Portugal.  

Aguardamos‑te então, 2021. Que sejas um ano ‘à Sporting’.

P.S. – O passado dia 25 de Dezembro foi triste. Morreu um Leão imenso com sotaque do Norte. Morreu o José Maria Saraiva Gonçalves. O Sporting CP ficou muito mais pobre. Até sempre, enorme Leão!

Arbitragem sem honra (mais episódios!)... e HONRA no futsal e no basquetebol!!!

Por Tito Arantes Fontes
31 Dez, 2020

(...) Ou seja, temos o Conselho de Arbitragem calado e remetido ao silêncio... e temos essa outra nefasta associação do futebol português que dá pelo nome de APAF também cobardemente calada e silenciosa...

A décima primeira jornada do Campeonato Nacional de futebol trouxe mais do mesmo... ou seja, intervenção directa, nefasta e decisiva da arbitragem nos jogos e até nos resultados dos três grandes!

O Sporting CP foi – mais uma vez e de modo clamoroso! – claramente prejudicado! Adán defendeu uma bola, chocou na sequência do lance com o jogador da Belenenses SAD... e, vá lá saber‑se porquê, o árbitro (o “vermelhusco” Rui Costa!) marca de imediato pontapé de penálti contra o SCP! E cartão amarelo para o Adán! O VAR (André Narciso de seu nome!), esse, ficou caladito... nem tugiu, nem mugiu... deixou seguir o monumental erro do inefável Rui Costa! E isto depois de no primeiro minuto o mesmo Rui Costa ter perdoado evidente cartão amarelo a jogador azul por falta (entrada dura) sobre o Palhinha... mesmo nas suas barbas! Lembrar a propósito o jogo do Gil Vicente FC em que o Palhinha – em Alvalade! – levou com amarelo logo no primeiro minuto! Critérios à la Rui Costa... vale tudo, sempre tudo... desde que em prejuízo do SCP!

Já para os lados da Luz assistimos a um miserável espectáculo de hiperproteção da arbitragem à “toupeiral” agremiação! O primeiro golo é precedido de evidente falta da “estrela alemã” que por lá pulula... o árbitro (outro “vermelhusco” nosso conhecido... esse mesmo, o Tiago Martins!) está perto... não viu... e o VAR (a excelsa figura do Bruno Esteves) não quis ver! Não contentes perdoaram ainda a expulsão ao Otamendi por acumulação de amarelos! E como se não bastasse ainda quiseram pôr a “cereja em cima do bolo”... e escamotearam vergonhosamente aos 75 minutos um monumental penálti a favor do desgraçado do Portimonense SC, último classificado! Inenarrável que o VAR – ao menos o VAR – não tenha assinalado esse evidentíssimo penálti! Um roubo!

Já o “celestial” clube do “apito dourado” continua a fazer jus aos seus pergaminhos quanto a favores da arbitragem nacional! Com efeito... só desse modo se consegue perceber como é que o Baró não foi expulso aos 30 minutos de jogo com segundo amarelo... ou há outra justificação? A verdade é que o arbitro Hélder Malheiro viu... viu mesmo, como bem se percebe nas imagens de televisão, mas não quis punir... perdoou... porquê? Porque Baró é jogador do todo poderoso FCP! Esse mesmo Hélder Malheiro desmonstrou também (e neste caso ainda bem!) como é que o malvado critério do Rui Costa no acima referido penálti do Adán estava mesmo errado... é que aos 47 minutos de jogo o guarda-redes do FCP cortou primeiro uma bola perigosa do ataque do Vitória SC, chocou depois com jogador vimaranense e o árbitro nada marcou... considerou um choque normal, sem falta de nenhum dos jogadores! Curioso é que o VAR também nada tenha assinalado... e quem era esse VAR? Quem era... pois, o mesmo Rui Costa que marcou o penálti contra o SCP, dois dias antes, em jogada idêntica! Escandalosa mesmo esta desavergonhada e despudorada dualidade de critérios!

É contra isto que o SCP tem – semana a semana e continuadamente! – de lutar! Sozinho!

Perante “isto”... muito e grave... esperamos, continuamos à espera dos comentários, comunicados, posições do Conselho de Arbitragem... sim, esse mesmo órgão que foi tão lesto a comentar um lance, e só um, do jogo do SCP em Famalicão... obviamente para dizer que o SCP não tinha razão no lance do golo do Coates... quando tinha toda a razão! Onde está ele agora? Desaparecido, envergonhada e hipocritamente desaparecido...

Ou seja, temos o Conselho de Arbitragem calado e remetido ao silêncio... e temos essa outra nefasta associação do futebol português que dá pelo nome de APAF também cobardemente calada e silenciosa... provavelmente ambos festejando com gáudio as lamentáveis exibições dos seus tutelados e associados neste último fim-de-semana!

Futsal – mais uma Taça de Portugal! A terceira consecutiva! Goleada das “boas” sobre o SC Braga... que o Salvador lá teve de embrulhar e engolir! Está o SCP de parabéns com mais este título!

Basquetebol – bela vitória sobre o FCP no João Rocha! E o SCP segue invicto e isolado no primeiro lugar do campeonato nacional!

VIVA O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!!!

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