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O ridículo não tem limites

Por Juvenal Carvalho
08 Jan, 2026

A primeira crónica do ano, em que aproveito para desejar a todos os Leões e Leoas um excelente ano de 2026, repleto de saúde e êxitos do nosso Clube, é sobre aquilo que tem sido uma verdadeira vergonha e que se vem passando com a impunidade de muitos que, bebendo do bornal e em forma de cartilha, vão alimentando o ruído de quem tem uma conhecida história secular de casos e casinhos – termo muito ligeiro – que em nada os dignifica, mas que, quais desmemoriados de conveniência, disparam com o calibre da falácia com comunicados atrás de comunicados.

Talvez esquecidos de um passado em que a história, mesmo que eles queiram, nunca se apaga, têm dedicado o seu tempo a esconder os fracassos em forma de milhões gastos mandados para o lixo, escudados na sua cartilha por alguns que comentam nas televisões com lentes rubras e que estão para o futebol como Pavarotti esteve para a Fórmula 1, que para agradar ao "dono" transformam jogadores rudimentares em jogadores de uma qualidade superlativa, só que não. Ninguém transforma mediocridade em obras-primas.

E como quem não se sente não é filho de boa gente e eu, filho do Fernando e da Alcina, gente humilde e bairrista, tenho neles o maior orgulho, sinto no ar uma campanha orquestrada por gente em que a palavra vergonha não consta do seu dicionário.

O propósito, todos o sabemos, no qual metem o seu "papagaio" de serviço a debitar palavras que sendo invariavelmente de choro estridente têm o condão de atingir – será algum trauma? – um clube que lhe pagava por ele falar bem inglês. E sabendo todos esse propósito, o qual serve para agradar aos seus acólitos, embora nem a todos lhes seja servida palha em doses industriais, porque existem muitos lúcidos que não consomem a sua verborreia, que de forma quase tão ridícula como a personagem em questão, até transforma empates em "vitórias". 

Mas também sabemos que, dado o peso da personagem, derivado de um passado que embora já comece a ser longínquo tudo se lhe perdoa, mesmo que possa ser "demência intelectual" o que atravessa na actualidade.

Mas o propósito dele e de outro que se especializou na arte do jogo rasteiro, não o que espalhava classe nos relvados, mas sim nos túneis, também tem o condão de pressionar e de recolher frutos.

Começou na passada sexta-feira o regresso a um passado que deveria ser erradicado, no qual os mesmos que choram hoje diziam "joguem mas é à bola" a cada protesto nosso dos "assaltos" a que éramos constantemente sujeitos?

Esta cruzada é real e será connosco todos unidos que a temos de desmontar. Após o jogo de Guimarães o presidente Frederico Varandas, quais palavras sábias, desmontou de forma inequívoca toda a estratégia das virgens ofendidas. E é no pressuposto da continuidade do nosso trabalho, aquele que é imagem de marca de uma transparência que fala por si, sem "padres nem missas", que seguiremos o nosso caminho.

Até ao fim... do fim. Sem baixar a guarda. O que eles querem, numa estratégia de "chico-espertismo", todos o sabemos. Descredibilizar e tentar com isso fazer chegar a bom porto a "verdade da mentira". 

Mas as mentiras repetidas muitas vezes, nunca serão verdade. Isso querem eles.

Ao Sporting Clube de Portugal resta trabalhar como tem feito. Por vezes, como em Barcelos, com pedregulhos pelo caminho. Estaremos atentos. Sem transformar empates em "vitórias".