Leões do voleibol arrancam o play-off este sábado (17h45)
A equipa masculina de voleibol do Sporting Clube de Portugal inicia este sábado, às 17h45, a defesa do título nacional, recebendo o Ala Nun’Álvares no jogo 1 dos quartos-de-final do play-off de campeão.
Depois da recente conquista da Taça de Portugal, numa partida muito disputada frente ao SL Benfica (3-2), Armando Velásquez garantiu que o grupo já virou atenções para o campeonato e para o início do play-off.
"Fizemos uma boa [prestação na] Taça e, graças a Deus, conseguimos essa conquista. Agora, estamos focados nesta fase, que é muito importante para continuarmos a avançar no campeonato", começou por dizer o venezuelano, em declarações aos meios de comunicação do Clube.
O distribuidor Leonino antecipa um duelo exigente e elogiou a qualidade colectiva do Ala Nun’Álvares.
"Esperamos um jogo renhido, porque eles também têm bons jogadores e uma boa estrutura de equipa. Ainda assim, estamos preparados e sabemos que é importante começar com uma vitória em casa e, depois, ir ao campo deles tentar garantir que fechamos o terceiro jogo cá. Esperamos que corra bem para nós", referiu.
Por fim, Armando Velásquez deixou um apelo aos Sportinguistas, sublinhando a importância do apoio no Pavilhão João Rocha.
"Que venham todos apoiar o Sporting CP, não só o voleibol, mas todas as modalidades. Estamos a preparar-nos para o campeonato!", concluiu.
Leoas arrancam play-offs com recepção ao PV Colégio Efanor
Domingo, no Pavilhão João Rocha, é dia de dar início aos play-offs da Liga. A equipa feminina de voleibol do Sporting CP recebe o PV Colégio Efanor, pelas 15h00, para disputar o primeiro jogo dos quartos-de-final - decididos à melhor de três.
Apesar da recente série negativa de resultados (quatro derrotas), as Leoas querem mostrar uma nova cara nesta nova fase da temporada. "Estamos positivas. O que ficou para trás já passou e, agora, é uma nova fase, os play-offs. Estamos a trabalhar para entrar com o pé direito", garantiu Ana Clara Nunes, central Leonina, na antevisão ao próximo encontro.
"Temos trabalhado forte e muito unidas, que é o mais importante, porque o grupo é bom", acrescentou a atleta brasileira de 28 anos.
Já sobre o PV Colégio Efanor, Ana Clara Nunes não escondeu que espera um bom desafio perante o emblema que acabou no sexto lugar da primeira fase.
"É uma boa equipa e jogam juntas há bastante tempo, por isso acredito que vai ser um bom jogo", projectou, traçando também o plano verde e branco para este primeiro embate: "Temos de trabalhar bem no aspecto defensivo para que o resultado positivo fique do nosso lado".
Por fim, a central do Sporting CP deixou um repto a todos os adeptos. "É sempre importante que venham e nos acompanhem. Até domingo!", atirou Ana Clara Nunes.
Líbero vê no prolongar da ligação um sinal de continuidade no projecto de voleibol do Sporting CP
Gonçalo Sousa estendeu a ligação ao Sporting CP. O líbero expressou contentamento por continuar a fazer parte do projecto de voleibol do Clube.
"Antes de mais, agradecer pela confiança depositada em mim para mais esta renovação e dizer que estou muito feliz. Agradeço este voto do Sporting CP, de toda a gente que contribuiu para que isto acontecesse, porque me sinto bem cá, gosto muito do Clube, gosto muito do que tem sido feito, principalmente no voleibol, nestes anos em que aqui estou. É bom esta renovação, foi natural. Prometo trabalho", disse aos meios de comunicação do Clube.
A estabilidade faz-se de manter uma linha de continuidade, que depois se reflictam em bons resultados. As ambições são claras. "O objectivo é manter e, se calhar, ganhar um bocadinho mais de estabilidade ainda, podermo-nos afirmar como o maior clube português de voleibol, continuar a participar nas competições em que participámos este ano, sempre com o objectivo de ganhar e para além disso acreditar no trabalho que tem sido feito dia-a-dia, todas as semanas, com este grupo de trabalho, com as pessoas que nos acompanham, porque tem sido um trabalho bem feito e os resultados estão à vista".
Continuar a jogar na CEV Champions League é um passo importante para elevar competitividade na equipa Leonina, na análise do voleibolista.
"Temos de garantir esta continuidade e principalmente competir mais vezes a este nível [CEV Champions League], porque são jogos que nos dão outro tipo de adversidades e que nos põem realmente à prova. O caminho é este e vejo esta renovação também nesse sentido".
Mensagem aos Sportinguistas. "Primeiro, prometer trabalho e a mesma forma de estar que entreguei nestes últimos anos e também pedir para continuarem a acreditar em nós e a comparecer nos pavilhões pelo país fora para nos apoiarem, porque esse apoio é sempre sentido e muito bem vendo".
Sobre os objectivos até ao final da temporada, o líbero nem hesitou na resposta. "O objectivo é ganhar, não só agora, mas desde o início do ano que nos propusemos a isso. O trabalho tem sido feito com esse propósito, portanto o objectivo é ganhar e cá estaremos".
João Fidalgo sublinhou a grande qualidade de Gonçalo Sousa.
"O Gonçalo é um exemplo do que tem sido a evolução de um atleta dentro da estrutura do Clube. Chegou ao Clube como uma grande promessa da posição, já tinha alguma experiência de primeira divisão, mas chegar a um clube como o Sporting CP tem o seu quê de afirmação e os atletas têm de ‘se chegar à frente’ nos momentos decisivos e o Gonçalo tem-no feito, nós acreditamos que o vai continuar a fazer, é um atleta da Selecção Portuguesa, nós acreditamos mesmo muito no Gonçalo.
Representa também a alma e a raça que nós gostamos de ver em campo e que os Sportinguistas também gostam de ver em campo. Ele é jovem, mas até costumo brincar com ele a dizer que é um ‘velho jovem’, no bom sentido da maturidade. Está a fazer o caminho dele e não temos dúvidas de que continuará em plano elevado no Clube e queremos continuar com ele nesta luta constante pelos títulos nacionais, pela afirmação internacional e daí a ideia de o Gonçalo renovar connosco".
O Sporting Clube de Portugal renovou contrato com Kelton Tavares, jogador da equipa masculina de voleibol.
O desenlace deixou o central orgulhoso, notou aos meios de comunicação do Clube.
“É um sentimento de muito orgulho, também de honra e de prazer continuar a representar as cores do Sporting CP. Já são vários anos e é sempre um motivo de muito orgulho continuar a trabalhar aqui, poder representar este grande clube que tem estado a crescer. Temos estado a conseguir bons resultados, temos estado a trabalhar bastante para isso e agora é continuar este trabalho, sempre com muito esforço, muita energia e garra. Sinto-me em casa e isso também é muito importante”.
Kelton Tavares falou do sentimento de estar em casa como um factor que pesou para querer continuar no Sporting CP. “Já conheço as pessoas daqui, já me sinto completamente em casa, estou completamente à vontade em comparação com o primeiro dia e fui sempre bastante bem recebido. Agora o à-vontade é muito maior e sinto que consigo dar ainda mais por causa disso. Conheço toda a gente, já sei o que tenho no dia-a-dia e é um sentimento muito bom poder estar a trabalhar num ambiente destes, com as condições que temos. É sempre bastante bom ter essas condições e poder continuar numa situação dessas”.
“Cheguei aqui [ao Sporting CP] tinha 21 anos, era um miúdo, ainda estava a saber o que era treinar numa equipa profissional, saber o que era jogar a primeira divisão, saber também o que era o Sporting CP. Permitiu-me evoluir bastante, permitiu-me treinar e dar sempre o máximo e depois, com as oportunidades nos jogos, fez-me evoluir de forma tremenda. O jogador que sou agora também é graças a isso e também sou grato por isso”.
O internacional português avaliou também o crescimento do próprio Sporting CP na modalidade. “Nem sei se tenho palavras para isso, mas sempre que posso e consigo olhar para trás, é sempre com muito orgulho, principalmente por tudo o que alcançámos até agora, pelo que trabalhamos no dia-a-dia, todo o esforço de cada um de nós. É sempre bastante gratificante conseguir esses resultados e poder desfrutar desses momentos com os nossos colegas, com os nossos adeptos, porque juntos somos uma família. É bastante gratificante conseguir esses resultados. Queremos sempre mais e acredito que vai passar por aí, ir à procura de mais e de melhor, sempre, nos anos que estão para vir”.
Kelton Tavares deixou ainda uma mensagem aos Sportinguistas: “Que continuem sempre a apoiar e a acreditar em nós, que apareçam nos jogos e puxem por nós, porque o apoio deles é importante. Da minha parte, é sempre o espírito de entrega, garra em todos os jogos, em todos os treinos e poder, junto com eles, conseguir dar bons resultados ao Clube, trazer títulos, porque o Sporting CP vive disso. Estamos aqui para isso e é o mais importante, na minha opinião”.
João Fidalgo, coordenador do voleibol do Sporting CP, assinalou a importância de renovar com Kelton Tavares. “É uma satisfação muito grande. O Kelton tem um percurso que fala por ele aqui dentro do Clube. Um atleta que chegou muito jovem à procura do seu espaço e que foi encontrando em cada oportunidade o caminho para crescer dentro do Clube. Representa tudo aquilo em que nós acreditamos aqui, é um atleta de enorme qualidade, com uma entrega muito grande desde o primeiro dia. Para nós, é uma satisfação mesmo muito grande e um orgulho poder ter contribuído para este crescimento do atleta, mas, mais do que isso, que o atleta tenha conseguido agarrar todas essas oportunidades para fazer este caminho que está à vista de todos. É hoje uma certeza do voleibol português, é internacional português e é com muita satisfação que renovamos o vínculo com ele”.
Treinador e jogadores falaram após suado triunfo frente ao SL Benfica
Em declarações à Sporting TV, e após conquistar a sexta Taça de Portugal da história do voleibol verde e branco, João Coelho e os seus jogadores mostraram-se naturalmente felizes e orgulhosos.
"Eu gosto é de ganhar, com maior ou menor dificuldade, mas fica mais uma vez o exemplo de que esta equipa não vira a cara à luta. Pensamos o jogo a cada ponto e o grupo está de parabéns: quem me secundariza no staff e todos estes jogadores. Ninguém lhes vai nunca dizer que não é possível. Mesmo estando a fazer algumas asneiras durante o jogo, mesmo com menos clarividência em algumas acções, podendo melhorar muito, porque recuperando o quinto set estragámos muito serviço, estou profundamente satisfeito porque esta equipa dá sempre tudo aquilo que tem e tem competência para chegar a estes momentos e decidir.
Isto pode cair para qualquer um. O SL Benfica é uma grande equipa, isto é um dérbi, com muitos momentos de emoção e tensão elevada. A equipa nunca deu uma bola por perdida, qualquer que fosse o resultado. Não posso deixar de estar satisfeito, mas a época não acabou. Os play-offs vão começar agora, a parte mais importante da época. Isto vai galvanizar-nos, galvaniza os adeptos, consolida um projecto que leva três anos. Portanto, muito satisfeito."
Tiago Pereira, capitão de equipa
"Em primeiro lugar, agradecer a esta massa adepta, que hoje veio forte e em grande número para nos ajudar. É um título que nos fugiu o ano passado e que tínhamos como grande objectivo recuperar esta época. Foi um jogo muito bem disputado, definido nos detalhes e que podia ter caído para qualquer lado. Agora, no último set, houve vários match points para cada lado e o SL Benfica é um digno vencido.
Quero mandar um beijinho lá para casa, para a minha mulher, para a minha filha e para o outro filho ou filha que vem aí, mais um Sportinguista.
Esta equipa trabalha muito. Se calhar é a melhor equipa que me lembro de ter no Sporting CP em termos de foco, trabalho e dedicação e tem sido uma constante ao longo da época. O primeiro lugar na fase regular já não acontecia há muito tempo e demonstra isso. Temos tudo para ser ainda mais felizes daqui para a frente, falta um troféu e nós queremos muito ir buscá-lo e conquistar o triplete esta época."
Jan Galabov
"Sinto-me exausto, é a única palavra que me ocorre no momento (risos). Acho que jogar estes jogos difíceis, especialmente perante o SL Benfica, pode dar-nos sempre mais confiança. Por isso, espero e acredito que com todo este trabalho árduo vamos ter sucesso nos play-offs também.
Foi um jogo muito duro, incrivelmente equilibrado, e acho que a sorte e Deus também contaram."
Jan Pokeršnik
"Estou muito feliz pela vitória, ainda me estou a habituar a vencer tantos troféus numa única temporada, mas espero que consigamos também o próximo. A chave do triunfo foi lutarmos até ao final, com mais emoção. Acho que eles também mereciam vencer, mas fomos melhores."
Jonas Aguenier
"Disse que se ganhasse todos os títulos pelo Sporting CP falaria em português e agora preciso de o fazer (risos). Estou muito feliz, muito cansado, mas foi um jogo incrível. Não foi o meu melhor jogo a nível individual, mas saber que todos os meus colegas podem entrar em campo e jogar é fantástico."
Sergey Grankin
"Toda a gente está feliz e eu também estou feliz, sou feliz no Sporting CP. Não foi talvez o nosso melhor jogo, mas acho que não precisamos de pensar nisso agora. Vencemos o título, toda a gente fez o seu melhor e isso é o mais importante."
Lourenço Martins
"Inacreditável como fomos buscar esta negra. É também reflexo do trabalho que fazemos, não dar um jogo por perdido. Agradecer a esta malta toda que veio, é inacreditável a quantidade de Sportinguistas que se fizeram ouvir e no final foram determinantes.
Dar também os parabéns aos vencidos, foram um óptimo adversário, como têm sido sempre. Sabemos o que queremos, sabemos que ainda há um campeonato para ganhar, mas hoje é dia de festejar e vamos fazer isso.
Queremos muito que os Sportinguistas continuem a vir, queremos muito estar nestes momentos. Sabemos a exigência que é estar no Sporting CP e nós queremos continuar a ganhar troféus frente aos Sportinguistas, seja onde for."
Nicolas Perrén
"Muito feliz, não há palavras. Depois de um jogo tão intenso e longo, custa-nos ainda falar, respirar, estamos com a pulsação acelerada, mas estamos muito felizes. Trabalhamos para estes momentos."
Kelton Tavares
"A equipa chegou a uma altura em que era preciso toda a gente dar um passo à frente, subir o nível, porque ou era sacrifício máximo ou não conseguíamos o resultado. Fiquei muito feliz porque nenhum de nós deixou de acreditar. Estávamos todos conscientes de que éramos capazes de virar o set, apesar da diferença muito grande, e ninguém deu o jogo por acabado.
Muito feliz pela forma como conquistámos este título, e agora é descansar, celebrar. Acho que nós merecemos muito isto."
Armando Velásquez
"É muito satisfatório porque isto é produto do trabalho que fazemos diariamente. Estou feliz, dedico isto à minha família, à minha mulher e à minha filha, e a todo o Sporting CP."
Li Yangzhen
"É o meu primeiro título em Portugal e estou muito feliz. Senti que a nossa equipa foi melhor. Temos um bom treinador e bons jogadores e vencemos."
Edson Valencia
"Foi tão duro como estávamos à espera. Já estávamos prontos porque é pouco usual os dérbis não terem esta intensidade. Estou muito feliz por, juntamente com a equipa, dar um espectáculo merecido aos nossos adeptos. Foi incrível estar tanta gente num pavilhão tão distante de Lisboa. Estamos muito orgulhosos e temos energia para mais dois ou três jogos (risos).
O mais importante é não deixar de acreditar, porque trabalhamos muito forte no dia a dia. Em momentos críticos é quando é preciso lembrar todo o trabalho que fazemos diariamente: muitos treinos, muita união. Temos um grupo com muita alegria e nota-se que conseguimos dar reviravoltas, acreditar uns nos outros e puxar uns pelos outros para atingir os objectivos.
Também a nível pessoal tinha uma dívida com a equipa porque não nos conseguimos apurar, por isso estou naturalmente muito satisfeito."
Tiago Barth
"É um sentimento de dever cumprido e muita alegria por ver o que esta equipa tem vindo a construir. Mesmo nas dificuldades permanecemos juntos, e também com o apoio dos adeptos, que foi incrível. Apoiaram-nos o tempo inteiro. Há aquela frase de que 'nós jogamos sempre em casa' e hoje sentimos isso.
A equipa adversária também sente. Parecia que estávamos a jogar no Pavilhão João Rocha, mesmo longe de casa."
Mads Kyed Jensen
"Sinto-me muito bem. Acho que foi um jogo incrível e parabéns também ao SL Benfica, porque o jogo foi muito equilibrado. Estamos muito felizes pela vitória.
Jogámos unidos e o Kelton [Tavares] esteve incrível no bloco e no serviço, mas foi uma vitória da equipa. Espero vencer também o campeonato."
Pedro Abecasis
"Estivemos muito bem, foi um jogo muito bom contra o nosso rival e tivemos mais garra no fim. Foi isso que fez a diferença para conseguirmos ganhar. Sabe muito bem ter esta medalha ao peito, um título que não tínhamos vencido no ano passado e sabe-nos muito bem."
Gonçalo Sousa
"Todos os momentos que fomos amealhando ao longo desta época, que já vai longa, ajudaram-nos um bocadinho hoje. Tivemos um bocadinho de sorte, de querer também, e acho que a nossa qualidade, por termos passado por esses adversários e pelo contexto que vivemos esta época, ajudou. Por isso é importante continuarmos nestes palcos, a jogar estas finais, para quando chegarmos a estes momentos decisivos conseguirmos dar sempre mais.
Sentimos o apoio desde o aquecimento e não apenas nos momentos finais. Essa presença é extremamente importante para nós e queria deixar-lhes essa palavra de agradecimento, porque foram definitivamente mais um.
Estes dois títulos deixam-nos com boas perspectivas e vamos continuar a trabalhar para o próximo também. Espero que haja energia para festejar durante muito tempo, porque não se ganha todos os dias."
Leões venceram o SL Benfica na negra (2-3) e conquistam sexta prova rainha da sua história
A equipa masculina de voleibol do Sporting Clube de Portugal venceu o SL Benfica (2-3) e conquistou, na tarde deste domingo, a sexta Taça de Portugal do seu palmarés. Depois da Supertaça no arranque de 2025/2026, a prova rainha é já o segundo troféu dos Leões de João Coelho esta temporada. Numa final épica, disputada literalmente até ao último ponto, os verdes e brancos foram mais felizes e fecharam, de forma perfeita, um fim-de-semana onde nem sempre existiu inspiração, mas jamais faltou espírito de superação.
No Pavilhão Municipal de Albufeira, os verdes e brancos subiram à quadra com Edson Valencia, Jonas Aguenier, Sergey Grankin, Lourenço Martins, Kelton Tavares, Jan Galabov e o líbero Nicolas Perrén e o Sporting CP foi liderando os primeiros parciais pela margem mínima (0-1, 1-2, 2-3).
As águias saltaram para a frente no 4-3, mas Lourenço Martins rapidamente restabeleceu a igualdade e Kelton Tavares, com um ás, devolveu a vantagem aos Leões. O equilíbrio continuou, contudo, a marcar o ritmo do encontro, com as duas equipas a pontuar sobretudo em side-out e o bloco de Lourenço Martins e Kelton Tavares a aparecer em bom plano (10-11).
Com tudo igual no marcador na fase intermédia do set, o Sporting CP pecava maioritariamente no serviço quando Kelton Tavares voltou a cravar um ás que devolveu a liderança aos Leões (18-19). Ainda no serviço do camisola 6, os verdes e brancos forçaram o erro adversário e alcançaram uma vantagem de dois pontos, que Jonas Aguenier aumentou com um bloco providencial (18-21).
Porém, o técnico encarnado pediu um time-out que permitiu ao SL Benfica encetar uma recuperação (21-22). Lourenço Martins travou o ímpeto encarnado com um potente ataque, Jonas Aguenier voltou a aparecer no bloco para deixar os verdes e brancos a um ponto de fechar o set e Tiago Pereira entrou para selar o 22-25 final.
O Sporting CP entrou a vencer no segundo set (1-2), com Kelton Tavares novamente em destaque, mas o SL Benfica respondeu (7-3), explorando bem alguns problemas verdes e brancos na recepção e na construção ofensiva. Jonas Aguenier, com um toque subtil na rede, ainda reduziu (7-4), mas com as águias melhores no encontro (9-4), João Coelho pausou o jogo.
Sergey Grankin, com um toque artístico que apanhou desprevenida a defensiva encarnada, fez o 9-5 na bola de retoma e também Jan Galabov, a fazer uso da sua força característica, atacou para o 10-6.
O SL Benfica parecia mais confortável e ia gerindo a margem (12-8) quando Kelton Tavares subiu ao segundo andar para, com um bloco, reduzir novamente a diferença (12-9). Com o Sporting CP finalmente a crescer no jogo, Edson Valencia lançou mais um ataque imparável (13-12) e, com o bloco a funcionar, os Leões empataram - o que levou o banco encarnado a pedir novo time-out. De pouco valeu, já que o Sporting CP ia embalado e, a forçar o erro adversário, consumou mesmo a reviravolta (13-14).
O jogo entrou então num novo registo de liderança repartida (16-16) até que o SL Benfica conseguiu criar nova almofada de dois pontos (18-16). Com uma falha encarnada no serviço, os verdes e brancos voltaram a colar-se e a diferença mínima foi-se prolongando com o avançar do set (19-18). As águias ainda tentaram disparar (21-18), mas os Leões reagiram (21-21) e, num bom jogo de voleibol, a incerteza manteve-se.
Com a raça e alma habituais, o Sporting CP agarrou a liderança (21-22) e, apesar de o SL Benfica ainda ter empatado, Lourenço Martins voou imparável para o 22-23 e depois para o 22-24. Com o 0-2 na mão, os Leões precipitaram-se e desperdiçaram dois set points (24-24). Já nas vantagens, e depois de uma disputa intensa, a sorte sorriu aos encarnados, que fecharam o parcial por 28-26 e empataram o jogo.
O Sporting CP entrou a ganhar o terceiro set (1-2), beneficiando de duas falhas dos rivais no serviço, e com Kelton Tavares a fechar bem de um lado e Jan Galabov do outro chegou rapidamente ao 1-4, margem que foi prolongando (5-8). Contudo, uma sequência de erros não forçados permitiu ao SL Benfica uma aproximação provisória (6-8), que os Leões sacudiram numa boa sequência de serviços de Lourenço Martins (6-10). Sergey Grankin, imperial no bloco, fez o 7-11 e foi também através de uma defesa sólida na rede que os Leões aumentaram a vantagem para cinco pontos (7-12).
O russo apareceu em destaque nesta fase e, a servir bem, obrigou o SL Benfica a esforços redobrados. No bloco, Kelton Tavares e Jan Galabov também surgiam em crescendo (9-15) e o Sporting CP galvanizou-se. O zona 4 checo voou para mais um ponto, colocando os verdes e brancos a sete, e Edson Valencia surgiu com dois pontos consecutivos a encaminhar os Leões para um aparente rápido fecho de set (10-18).
Apesar de os encarnados ainda terem esboçado uma reacção (12-18), tudo corria bem aos pupilos de João Coelho (12-20), que conduzidos por Jan Galabov e Lourenço Martins pareciam encaminhados para fechar o 2-1. O SL Benfica, porém, voltou a criar dificuldades na recepção leonina e encarrilou uma sequência muito positiva (19-22) que obrigou João Coelho a pedir pausa técnica.
Moralizados, os encarnados reduziram a diferença pouco a pouco (21-23) e, a defender melhor, obrigaram os Leões a aparecer no seu melhor nível para, com um ataque de Edson Valencia, alcançar o set point (21-24). Nessa fase, o SL Benfica ainda ameaçou (23-24), invocando os fantasmas do set anterior, mas Lourenço Martins fechou mesmo o 2-1 com um remate fulminante para gáudio da ruidosa bancada pintada em tons de verde.
A correr atrás do resultado, o SL Benfica entrou melhor no quarto set (6-2), quando Edson Valencia surgiu para quebrar o bloco encarnado e fazer o 6-3. O venezuelano motivou os Leões, que a defender de forma mais consistente e a pensar melhor o jogo conseguiram equilibrar a contenda e empatar as contas (8-8).
O SL Benfica, porém, voltou a explorar algumas fragilidades na recepção leonina e cavou nova vantagem (13-10), que Sergey Grankin ainda tentou suster (13-11), mas sem grande impacto (15-11). Os encarnados seguiam lançados e, com os níveis de eficácia do serviço a baixar, os Leões iam tendo dificuldade para travar o rumo que o set tomava (18-14).
Apesar de Jan Galabov ter voado com tudo para o 19-15, o SL Benfica entrou na casa dos 20 pontos e começava a cheirar a ‘negra’ em Albufeira. João Coelho parou o jogo, o Sporting CP ainda aproximou (21-19), mas os encarnados aproveitaram o menor índice de eficácia dos Leões para fechar o parcial em 25-21.
No set decisivo, a dar o tom para aquilo que se seguiria, o primeiro ponto começou disputado e longo. Caiu para o lado do SL Benfica, que no serviço concedeu o empate (1-1). As águias foram mais fortes nesta fase do encontro, enquanto o Sporting CP denotava dificuldade em ultrapassar o moralizado conjunto encarnado (8-4).
Os Leões não desistiram e Kelton Tavares, com uma cravada, reduziu para três de diferença (8-5), aparecendo também na rede para bloquear uma ofensiva encarnada e fazer o 8-6. Mais consistente, o SL Benfica defendeu-se bem (10-7), mas os verdes e brancos continuavam a dar tudo em cada bola (10-8).
Num dérbi intenso e bem disputado, tal como esperado, e que podia ter caído para qualquer um dos lados, o Sporting CP conseguiu reduzir a diferença com um excelente serviço de Edson Valencia (12-11) e Jan Pokeršnik respondeu de imediato com um ataque importantíssimo (13-12).
O esloveno voltou a brilhar no momento certo para empatar tudo a 13-13 e, com os nervos à flor da pele e muita emoção, o Sporting CP deu a volta ao marcador (14-13). O SL Benfica, porém, voltou a deixar tudo igual e o jogo entrou na sua fase decisiva. Numa luta titânica pelo troféu, a indefinição estendeu-se, com o Sporting CP a desperdiçar três match points (17-17).
Os encarnados, a servir para ganhar o jogo, também desperdiçaram a vantagem e, de match point em match point (21-21), ficava cada vez mais evidente que seriam uma pitada de sorte e o talento individual a decidir a partida. E foi o de Kelton Tavares, decisivo no bloco final, a fazer o jogo pender definitivamente para os Leões, que fecharam o quinto set por 21-23 e voltaram a erguer uma muito ambicionada e festejada Taça de Portugal.
Sporting CP: Tiago Pereira [C], Jan Galabov, Sergey Grankin, Kelton Tavares, Edson Valencia, Li Yongzhen, Gonçalo Sousa [L], Tiago Barth, Jonas Aguenier, Jan Pokeršnik, Armando Velasquez, Nicolas Perrén [L], Mads Jensen e Lourenço Martins. Treinador: João Coelho.
Técnico analisou vitória e já lançou a final com o SL Benfica
Terminada a meia-final com a AA Espinho (3-1), João Coelho, treinador do Sporting CP, fez o rescaldo da vitória e respectiva passagem à final, em declarações aos jornalistas em zona mista.
"É a prova de que não há jogos fáceis, nem garantidos à partida. Não foi só o nosso, porque o Vitória SC também começou muito bem e deu muito trabalho ao SL Benfica [1-3]. Muitas vezes negligenciámos que há equipas tradicionais que também sabem jogar", começou por dizer o técnico, antes de abordar as dificuldades vividas no encontro.
"A verdade é que esteve ali uma oportunidade iminente de a AA Espinho se colocar em 1-2 [em sets] e nós ficávamos encostados à parede. Reagimos como tínhamos de reagir e resolvemos uma partida que não era fácil. Passamos com mérito, mas agora o importante é ter, amanhã, a capacidade de conquistar um troféu", projectou desde logo, assegurando que entre Sporting CP e SL Benfica “não há segredos”.
"Já nos conhecemos, mas eu olho mais para a minha equipa e aquilo que estamos a fazer e a colocar em campo. Os nossos melhores argumentos têm de aparecer independentemente de históricos recentes. Um dérbi é sempre de resultado incerto até final", atentou João Coelho.
O conjunto encarnado "tem muitas armas e profundidade de plantel", detalhou, sem dúvidas, além disso, de que é “tão candidato a troféus” como o Sporting CP. Já do lado verde e branco a ambição é clara. "Vamos querer ganhar e, para isso, temos de estar ao nosso melhor nível", sublinhou, a fechar, o treinador.
Reviravolta de garra sobre AA Espinho (3-1) marca dérbi na decisão
No Pavilhão Desportivo de Albufeira, a equipa masculina de voleibol do Sporting CP venceu a AA Espinho por 3-1 (20-25; 25-16; 25-23; 25-22), este sábado à noite, na partida das meias-finais da Taça de Portugal.
Foi preciso saber responder e também sofrer perante um duro adversário (quarto classificado na primeira fase da Liga), mas os Leões de João Coelho mostraram a sua fibra e garantiram a passagem à decisão do troféu – em busca do segundo título na época. Amanhã, domingo, Sporting CP e SL Benfica vão discutir a Taça de Portugal pelas 16h15, em Albufeira.
No entanto, até foi o emblema nortenho a entrar melhor na eliminatória, capitalizando as dificuldades dos Leões - demasiado erráticos - para impor o seu jogo (7-10). A potência de Valencia ainda entrou em acção a seguir, mas com eficácia ainda oscilante e, por isso, foi insuficiente para travar o ímpeto da AA Espinho (14-18), equipa orientada por Miguel Maia, uma figura incontornável da História do Sporting CP na modalidade.
Assim, com José Pedro Pinto em destaque, à entrada para a recta final deste primeiro parcial, a diferença aumentou decisivamente para 15-20 e a AA Espinho não tremeu. O Sporting CP só conseguiu encurtar para 19-23 e 20-24, antes de que um bloco para fora desse o 20-25 e respectivo 0-1 no marcador.
Era imperativa uma resposta verde e branca e foi o que aconteceu com efeitos imediatos e de forma cabal. Recompostos, os Leões de João Coelho ‘arrepiaram’ caminho e entraram no segundo set de forma arrasadora: dos 5-1 e 7-2 iniciais até uns claros 11-5, 15-6 e, ainda, 18-8. Um golpe muito forte e do qual a AA Espinho já não conseguiu recuperar. Do outro lado, com ‘via aberta’ para voltar a deixar tudo empatado, o Sporting CP mostrou total segurança até ao 25-16 assinado por Jonas Aguenier.
Já no terceiro set, a história do jogo voltou a mudar e foi tomada pelo total equilíbrio no marcador, que se fez de empates sucessivos até à tensa parte final. A AA Espinho conseguiu o primeiro ‘esticão’, que rapidamente passou de 15-17 para um perigoso 17-21, contudo os Campeões Nacionais souberam mostrar a temperança necessária num momento de nervos – e Edson Valencia foi chave.
Com constância em todos os momentos, os Leões viraram de 18-22 para 23-22 e no momento de todas as decisões foram implacáveis: Valencia desfez o 23-23 à ‘bomba’ e, logo a seguir, um bloco valeu o 25-23 e um 2-1 em sets tão suado como importante para aproximar a ida à final.
Foi o Sporting CP a ficar com a primeira oportunidade de fechar o jogo e não a desperdiçou, tendo começado da melhor maneira no quarto parcial (9-4). E não mais saiu da frente do marcador, pese embora a solidária e constante resposta da AA Espinho, que conseguiu encurtar para margens mínimas (12-11, 17-16 e 20-19).
Para manter o controlo até final sem sobressaltos de maior, Sergey Grankin (ás) e Kelton Tavares foram armas importantes e Edson Valencia, em grande (acabou com 28 pontos), selou tudo com o 25-22 e carimbou a desejada passagem Leonina à final.
O Sporting CP não chegava ao embate decisivo da Taça de Portugal desde 2023/2024, data também da última conquista (3-2 AJ Fonte do Bastardo). Amanhã, domingo, os Leões de João Coelho podem tornar-se os detentores de todos os troféus nacionais, uma vez que são os actuais Campeões em título e já venceram a Supertaça no arranque desta temporada.
Tiago Pereira também fez a antevisão à final four da Taça de Portugal
A equipa masculina de voleibol do Sporting Clube de Portugal defronta, às 18h00 deste sábado, a AA Espinho para as meias-finais da Taça de Portugal, cuja final four se realiza em Albufeira ao longo do fim-de-semana.
João Coelho e Tiago Pereira, treinador e capitão Leoninos, estiveram esta sexta-feira na conferência de imprensa de antevisão que teve lugar no Pavilhão Desportivo de Albufeira, palco dos encontros, em conjunto com os representantes de AA Espinho, Vitória SC e SL Benfica, os outros emblemas presentes na final four.
João Coelho começou por assegurar que "há que respeitar muito a AA Espinho". "Queremos estar cá para fazer e vencer dois jogos, mas as quatro equipas estão em pé de igualdade. A AA Espinho é uma equipa muito valiosa do campeonato e esperamos todas as dificuldades que um grupo experiente e competente nos consegue colocar", disse o aos presentes.
O técnico verde e branco lembrou que a Taça de Portugal "no é uma prova de regularidade" e que "as quatro equipas têm de acreditar de igual forma que podem ganhar".
"Quando tudo pode acontecer, temos de estar de sobreaviso a dobrar. O favoritismo não ganha jogos. Acreditamos muito que temos de ser nós próprios seja qual for o adversário. Vamos olhar para a AA Espinho como olharíamos se fôssemos jogar contra nós próprios. Esse é o maior respeito que podemos ter, sem pensar em SL Benfica ou Vitória SC. Temos de ganhar o nosso jogo e, depois, preparar a final", adicionou.
João Coelho reforçou que se vão tratar de "jornadas de dia único": "Um momento só em que temos de estar no nosso melhor ou ter recursos individuais e colectivos para superar as dificuldades apresentadas pelo adversário. Traz outra beleza à Taça de Portugal".
Tiago Pereira começou por deixar "um apelo aos amantes do desporto e do voleibol para que se façam sentir em Albufeira e venham ver os jogos".
"A final four tem quatro equipas do top 5 [da fase regular] do campeonato, equipas que têm tido apresentado consistência e qualidade ao longo de toda a época. Só podemos esperar bons jogos", afirmou.
Perante a AA Espinho, o atleta espera tudo menos facilidades, mas o objectivo de vencer está bem intacto: "Vai ser o terceiro jogo da temporada contra a AA Espinho, que já estudámos bastante bem. Espero mais um jogo equilibrado, mas trouxe a mala para dois dias e quero utilizá-la, sabendo que temos de vencer o jogo de sábado para estarmos na final".
Por fim, Tiago Pereira não tem dúvidas de que "nem jogos passados nem o favoritismo vencem jogos": "Independentemente de sermos o Sporting CP, com o peso de entrarmos em todas as competições para vencer, temos de estar ao nosso melhor nível se quisermos vencer a AA Espinho. O grupo está consciente disso e é dessa forma que vamos entrar".
Apesar do desaire, técnico elogiou a atitude das suas jogadoras
Após a partida com o SC Braga, Rui Pedro Silva lamentou a forma como o terceiro set escapou às Leoas, momento que considerou decisivo no desfecho do encontro, mas destacou a competitividade da equipa e mostrou confiança para o play-off.
"Tivemos muita dificuldade no primeiro set. O SC Braga entrou bem, mas conseguimos ultrapassar esse momento difícil. Somos uma equipa de Leoas, guerreiras, competitivas, que não atiram a toalha ao chão. Mas, mais uma vez, deixámos o pássaro fugir-nos da mão. Estávamos com uma vantagem de 20-13 no terceiro set e faltou algum discernimento para fechar. Esse tem sido realmente o senão, que todos os dias tentamos corrigir para estar mais fortes nos play-offs", começou por analisar, em declarações aos meios do Clube.
Ainda assim, o técnico valorizou a atitude competitiva demonstrada pela equipa ao longo do encontro.
"Somos uma equipa extremamente competitiva, que olha nos olhos qualquer adversário. Mesmo depois de perdermos o terceiro set voltámos fortes no quarto e discutimos o jogo até ao fim. Nessa fase, o SC Braga acaba a ser mais feliz", frisou, antes de sublinhar a qualidade das suas atletas.
"Temos muito boas opções. Hoje a Tainá [Alessandra] fez um grande jogo, a Ingrid [Félix] entrou bem e isso é muito importante para o colectivo. São 12 atletas e qualquer uma pode jogar. As centrais, a mesma coisa. E mesmo com a contrariedade de não termos a nossa oposta disponível [Anahí Tosi], a recuperar de lesão, o que é certo é que esta equipa responde sempre da mesma maneira, com muita intensidade e competitividade. Podem contar connosco para os play-offs", garantiu.
Num breve balanço da prestação verde e branca na fase regular, Rui Pedro Silva valorizou o terceiro lugar numa Liga cada vez mais exigente.
"A Liga está cada vez mais competitiva, com mais clubes a apostar no voleibol. A satisfação que temos é que esta equipa é competitiva em qualquer pavilhão, não apenas no Pavilhão João Rocha, onde ainda não perdemos esta temporada. Perdemos aqui em Almada, uma segunda casa, mas mesmo fora de casa fomos sempre competitivos", lembrou o técnico Leonino, que espera um play-off muito equilibrado.
"Frente a qualquer equipa deste top 5, e eu incluo aqui o Leixões SC, temos de estar nos nossos limites, seja o FC Porto, o SL Benfica ou o SC Braga. E há sempre equipas que podem surpreender como outsiders nos play-offs. Vamos preparar-nos já a partir de amanhã para conseguir fazer uns excelentes quartos de final", frisou.
A fechar, Rui Pedro Silva deixou claro o que a equipa precisa de melhorar para a fase decisiva da temporada.
"Há momentos do jogo em que temos alguma superioridade e precisamos de saber gerir melhor o erro. Defensivamente estamos muito bem, com uma atitude muito boa, mas no ataque precisamos de mais paciência e discernimento para não oferecer pontos ao adversário. Se conseguirmos gerir melhor esses momentos, vamos ser uma equipa ainda mais forte e competitiva para o play-off", concluiu.