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Foto João Pedro Morais

Tiago Barth: "Temos de entrar bem, fortes e fazer o nosso jogo"

Por Sporting CP
23 Jan, 2026

Leões deslocam-se ao recinto do Castêlo da Maia GC (sábado, 17h00)

De volta à Liga, a equipa masculina de voleibol do Sporting CP visita o Castêlo da Maia GC, este sábado (17h00), em duelo a contar para a 16.ª jornada da primeira fase.

Na antevisão feita aos meios de comunicação do Clube, Tiago Barth, central brasileiro dos Leões, deu conta do bom momento e da confiança que a equipa tem vivido, sobretudo a nível nacional. Desde a derrota em Matosinhos na jornada inaugural que os comandados de João Coelho só sabem ganhar, jornada após jornada.

"Sabemos que Janeiro e Fevereiro são momentos mais difíceis devido às diferentes competições, é mais 'puxado', mas temo-nos vindo a preparar para isso. Estamos prontos, temos um plantel grande e a sorte de estarmos todos disponíveis, por isso o nível vai estar sempre alto", assegurou, tendo em vista os desafios que se seguem.

Por esta altura, o Sporting CP é líder isolado com 42 pontos e terá pela frente o actual antepenúltimo classificado (décimo) com 14 pontos, um emblema que ainda não venceu em 2026. No entanto, Tiago Barth atentou que não é permitido baixar a guarda. "Temos de estar sempre no máximo", avisou o experiente voleibolista de 37 anos.

"Sabemos que estes jogos fora de casa são sempre difíceis. Nós viemos de uma viagem [à Polónia], mas temos de estar focados. Todos estamos cientes das dificuldades e, por isso, temos de entrar bem, fortes e fazer o nosso jogo", traçou.

A cumprir a quinta época de Leão ao peito, Tiago Barth realçou ainda a forma como a cada ano a equipa tem conseguido “adaptar rapidamente” todas as caras novas, um dos segredos do sucesso. "Entendem o conceito do Clube, a paixão dos adeptos, e isso é fundamental", acrescentou.

À margem do jogo com o Castêlo da Maia GC, o central abordou ainda o recente sorteio da Taça de Portugal, que colocou o SC Espinho no caminho do Sporting CP nos quartos-de-final. "Vamos jogar em casa, o que é bom. É um 'mata-mata' e temos de vencer", atirou de imediato.

Foto João Pedro Morais

João Coelho: "No segundo parcial tivemos chance de relançar o jogo"

Por Sporting CP
21 Jan, 2026

Rescaldo ao jogo do Sporting CP em casa do Asseco Resovia Rzeszów

Após o encontro da 4.ª jornada da CEV Champions League, o treinador de voleibol do Sporting CP, João Coelho, fez o balanço ao jogo em casa do Asseco Resovia Rzeszów, que terminou com vitória da equipa polaca por 3-0, em declarações aos meios de comunicação do Clube.

“No segundo parcial tivemos chance de relançar o jogo, já é a segunda vez que acontece na CEV Champions League e outra vez frente a uma equipa da Polónia. Isso poderia libertar-nos mais, tornar o nosso jogo mais fluído e mais assertivo. A entrada no primeiro set abalou, os níveis são diferentes, o Resovia também faz parciais muito desnivelados na Liga deles, abanámos um bocadinho, mas tivemos chances de empatar e de abrir mais o jogo. Faltou acreditar um bocadinho mais no segundo set para tornar o jogo mais ‘nervoso’, obrigar o adversário a menor gestão, mas não conseguimos e ficou facilitada a tarefa [do adversário]. Sai o lamento de não termos empatado a partida em parcial bem jogado, temos de acreditar mais, temos de dar esse salto, o poderio ofensivo desde a linha de serviço do Resovia é diferenciado”.

O treinador Leonino destaca que se podem retirar ilações e ensinamentos para o futuro do jogo desta quarta-feira na Polónia. “Temos de continuar a melhorar o nosso processo e é com estes embates que nos tornamos mais enriquecidos, pois temos de jogar a uma velocidade maior. Falamos de uma equipa que venceu o vice-campeão europeu e apurou-se para a final da Taça da Polónia. Têm grande robustez física no ataque e no bloco, têm equipa muito poderosa. Ficámos a dever a nós próprios, chegámos a estar 15-19 no segundo set, mas precisamos de amadurecer em controlar o ímpeto final deste tipo de equipas, com grande organização táctica”.

João Coelho destacou dois argumentos muito fortes da equipa polaca. "Aliam velocidade à dimensão física diferenciada. O nível de ataque e bloco torna difícil controlar o ponto, temos de jogar em limites aos quais não estamos habituados. Têm internacionais de muitos países, é difícil contrariar equipas polacas, que são muito cotadas. O Resovia teve muitos poucos erros, só um erro no primeiro set e nós temos de continuar a evoluir e ganhar recursos, como na parte final do set, onde estamos mais habituados a dominar do que a ser dominados. Sobretudo a dimensão física e poderio ofensivo das outras equipas na CEV Champions League tem sido o aspecto diferenciador, o que não é surpresa para nós”.  

Para o futuro, continuar a evoluir na mais importante prova europeia de clubes é o caminho. “Quando estamos a defrontar as melhores equipas, são estes momentos que nos fazem crescer mais e de forma mais consolidada. É valiosíssima esta presença na CEV Champions League, num nível de grupos ainda mais estratosférico. Não vamos baixar os braços nem desistir de jogar a segunda volta, porque a construção continua, temos de aperfeiçoar os processos para nos tornarmos mais preparados”.   

Foto CEV

Leões 'esbarraram' no muro

Por Sporting CP
21 Jan, 2026

Triunfo do Asseco Resovia Rzeszów frente ao Sporting CP (3-0) na CEV Champions League

A equipa masculina de voleibol do Sporting Clube de Portugal perdeu esta quarta-feira frente ao Asseco Resovia Rzeszów, campeão da Polónia e um conjunto recheado de muitos dos melhores jogadores do Mundo, por 3-0, em partida da 4.ª jornada da fase de grupos da CEV Champions League, em partida realizada na Polónia.

Um resultado que fica marcado para os Leões por um segundo set, que ‘escapou’ por pouco, num parcial que terminou em 25-23, depois de os Campeões Nacionais terem estado quase sempre na frente do marcador.  

A equipa Leonina reagiu a um primeiro parcial no qual ‘entrou em falso’, sem conseguir contrariar a força do bloco do conjunto polaco, nem a potência de serviço. Acabou por ter pouca história o primeiro parcial, que terminou em 25-9, sem que o Sporting CP acertasse também no serviço.

O segundo set, sim, foi à Sporting CP em qualidade de jogo. Bem melhor na recepção, no serviço e no ataque, a formação Leonina condicionou muito as soluções de ataque do conjunto polaco, que passou de uma equipa avassaladora no primeiro parcial a um conjunto que o Sporting CP tornou possível de ser superado.

E isso foi uma grande conquista Leonina, face ao poderio do adversário, que sentiu e de que maneira o crescimento no jogo do conjunto verde e branco.

Ficou a ideia de que era possível ganhar o set à excelente equipa polaca, pois o Sporting CP foi conseguindo desmontar a organização defensiva e ofensiva do adversário.      

Os serviços de Kyed Jensen e Lourenço Martins em contra-ataque possibilitaram um 3-6 inicial, vantagem de três pontos que se mantinha a 11-14, com Lourenço Martins em evidência no serviço.

O Sporting CP jogava colectivamente muito bem, forte na recepção, bem melhor no bloco e a conseguir rematar para iludir o poderoso bloco do conjunto polaco.

Mas faltava contrariar mais um argumento do conjunto da casa: a potência de serviço do esloveno Cebulj, que levou a equipa polaca a um empate a 19 pontos.  

Um grande ponto de ataque de Pokersnik deu o 20-22 ao Sporting CP, mas com bastante sorte, num serviço que tocou na rede e passou para o campo do Sporting CP, Buki empatou a 22 pontos.

Novo momento de pouca sorte foi um ataque ao segundo toque de Grankin, que por pouco, foi para fora, com a equipa polaca batida. O set ficou fechado em 25-23, pouco depois, com o conjunto da  casa a conseguir o side-out.

No terceiro set, a entrada mais forte da equipa polaca acabou por ser decisiva. A 7-2 com duplo recurso ao Challenge ganho pela equipa polaca, percebeu-se que seria muito difícil a tarefa Leonina. Galabov entrou e teve bons lances, como toda a equipa – bons ataques dos centrais Aguenier e de Kelton Tavares e boa distribuição tanto de Grankin, como de Armando Velásquez -, mas o certo é que a equipa da casa controlou as operações, com o Sporting CP a ter de ‘correr atrás’.

25-19 foi o resultado do último set, com o último lance a ser considerado transporte de Kelton Tavares no remate, quando antes a equipa Leonina recuperava no marcador. 

Sporting CP: Tiago Pereira [C], Jan Galabov (1), Sergey Grankin, Kelton Tavares (3), Edson Valencia (2), Gonçalo Sousa [L], Armando Velásquez, Li Yongzhen, Tiago Barth, Jonas Aguenier (9), Jan Pokersnik (3), Mads Kyed Jensen (6), Nicolás Perren [L], Lourenço Martins (12)

Foto João Pedro Morais

Kelton Tavares: "Queremos um jogo bom e um resultado melhor"

Por Sporting CP
20 Jan, 2026

Sporting CP visita Asseco Resovia Rzeszów para a CEV Champions League

A equipa masculina de voleibol do Sporting Clube de Portugal vai visitar, esta quarta-feira, os polacos do Asseco Resovia Rzeszów para a terceira jornada da fase de grupos da CEV Champions League e Kelton Tavares fez a antevisão ao encontro.

O central começou por garantir esperar "um jogo equilibrado contra uma equipa bastante forte, que joga em casa e conta com o fundamental apoio do seu público".

"Estamos a contar com um grande apoio da parte deles, mas acredito que estamos preparados para o jogo. Estamos a trabalhar para isso e temos tido vários jogos. A equipa está com ritmo e queremos estar à altura. Há que continuar a melhorar. Apesar dos resultados, tivemos dois jogos bons para a CEV Champions League. Agora queremos ter um jogo bom e um resultado melhor", referiu aos meios de comunicação Leoninos.

Sobre o campeonato da Polónia, onde também está o Aluron CMC Warta Zawiercie, outro adversário do emblema de Alvalade na CEV Champions League, Kelton Tavares explicou que se trata de "uma liga muito competitiva, onde as equipas se batem de igual para igual".

"Estamos à espera de encontrar uma equipa forte, coesa, que sabe trabalhar a bola e estar nestes momentos decisivos. Queremos mostrar que também sabemos e conseguir um bom resultado", acrescentou.

Por fim, o atleta de 26 anos admitiu que "o factor físico é importante, mas há outros detalhes relevantes, como trabalhar a bola alta ou saber servir bem em todos os momentos".

"O último jogo aqui [para a CEV Champions League] também foi decidido por isso. As equipas da Polónia estão habituadas a jogar fora de sistema e com bolas menos confortáveis. Temos de saber jogar com isso e conseguir o ponto para nós. Há que ser decisivo em bolas de contra-ataque e conseguir fechar esses pontos importantes", concluiu Kelton Tavares.

O Asseco Resovia Rzeszów vs. Sporting CP está marcado para as 17h00 (hora de Portugal continental e Madeira) desta quarta-feira e vai ter transmissão em directo na Sporting TV.

Foto José Lorvão

Rui Pedro Silva: "Mostrámos que somos uma equipa forte no campeonato"

Por Sporting CP
18 Jan, 2026

Treinador na reacção ao clássico vencido em casa

No final do embate entre Sporting CP e FC Porto (3-0), Rui Pedro Silva, treinador das Leoas, analisou a categórica vitória em declarações aos meios de comunicação do Clube.

“Foi um excelente espectáculo e a atitude da equipa foi extraordinária. Era importante termos intensidade, muito energia, mas muita tranquilidade ao mesmo tempo. Conseguimos manter a nossa invencibilidade em casa e quebrar a invencibilidade do FC Porto. Primeiro toque, serviço e defesa foram extraordinários. Fomos constantes no serviço, o que era importante perante o FC Porto”, destacou, acrescentando: “A atitude da equipa juntamente com o grande apoio dos nossos adeptos proporcionou esta grande vitória”.

Um triunfo que considerou “muito importante”, embora se tenha tratado de “mais um jogo da fase regular”, onde o Sporting CP segue no terceiro lugar com 38 pontos, atrás de SC Braga (39) e FC Porto (41). Ainda assim, o técnico verde e branco não escondeu o valor desta demonstração de força deixada no Pavilhão João Rocha.

“Mostrámos que somos uma equipa forte no campeonato, com uma palavra a dizer. Continuo a achar que somos uns outsiders muito fortes perante adversários que se reforçaram imenso, como o FC Porto”, realçou.

Já sobre a ‘fortaleza’ que as Leoas têm erigido em casa, onde só sabem vencer, Rui Pedro Silva foi muito directo. “Esperemos que assim continue”, atirou a fechar.

Depois, Özge Kinasts, distribuidora das Leoas, também elogiou a exibição rubricada no clássico. “Estamos a crescer depois da primeira parte da época. Queríamos muito ganhar este jogo, porque temos trabalhado muito e para mostramos o nosso bom voleibol aos adeptos. Muito obrigado por terem vindo, foi fantástico”, começou por dizer, antes de se debruçar sobre as ‘chaves’ da vitória.

“Servimos muito bem e também conseguimos defender da melhor forma, sem deixar o adversário usar os blocos no centro da rede. Acho que fizemos um grande jogo”, resumiu a experiente jogadora turca, sem esquecer a importância do Pavilhão João Rocha.

“É muito bom, porque sinto-me em casa aqui. Se fosse possível, só queria que jogássemos sempre aqui, seria muito mais fácil ser campeãs assim”, disse, sorridente, Özge Kinasts.

Foto José Lorvão

No Pavilhão João Rocha ninguém passa

Por Sporting CP
18 Jan, 2026

Exibição maiúscula no clássico acabou com invencibilidade azul e branca (3-0)

Foi num rugido. A equipa feminina de voleibol do Sporting CP recebeu e derrotou o FC Porto com um claro 3-0 (25-22; 26-24; 25-22), este domingo à tarde, no jogo da 15.ª jornada da primeira fase da Liga.

No Pavilhão João Rocha, ainda ninguém superou as Leoas de Rui Pedro Silva, nem um conjunto azul e branco que chegava totalmente invicto na prova. A exibição verde e branca foi muito completa e redundou num triunfo de grande nível, o quinto consecutivo para comprovar o Sporting CP atravessa o melhor momento da temporada. Um resultado que, em termos de classificação, permitiu uma reaproximação à liderança do FC Porto (41 pontos), agora a três pontos de distância - as Leoas ocupam o terceiro lugar com 38 pontos, atrás do SC Braga, que soma 39.

No Pavilhão João Rocha, o técnico Rui Pedro Silva apostou de início em Daniela Loureiro, Özge Kinasts, Jéssica Miranda, Leslie Tagle, Anahí Tosi e Amanda Cavalcanti e as Leoas marcaram uma posição logo a abrir o clássico. Depois de a oposta argentina ter completado a reviravolta inicial (3-2), Amanda Cavalcanti impôs-se no centro da rede e ajudou a catapultar a vantagem até aos 10-3.

Só que com o decorrer do set, tornou-se cada vez mais difícil suster a réplica crescente do FC Porto, capaz de virar o marcador para 16-17 e reservar para o fim a fase de maior equilíbrio e incerteza, onde o Sporting CP, ainda assim, não abanou. À boleia, em especial, da mão certeira de Jéssica Miranda, as Leoas fizeram-se com duas promissoras vantagens de dois pontos (21-19 e 23-21) e, depois, aproveitaram erros ofensivos do conjunto azul e branco para chegar ao 25-22 e arrebatar o 1-0 em sets. Há cinco jogos, ou seja, desde o início de Dezembro que o FC Porto não concedia um set.

Mais ‘apertado’ desde o início foi o segundo parcial, mas a formação verde e branca voltou a dar uma resposta tremendamente afirmativa. Primeiro, houve o mérito de nunca deixar o FC Porto fugir para lá de margens de dois pontos (7-7 e 9-9) e, de seguida, o passo em frente no resultado chegou graças à eficácia de Anahí Tosi e à inteligência na rede de Özge Kinasts e Leslie Tagle (18-15).

Com a oposta argentina e a distribuidora turca de novo em evidência, as comandas de Rui Pedro Silva ‘embalaram’ para uma ponta final quase irrepreensível. Só não o foi porque, após o 24-20, as visitantes tiveram a resiliência para resistir (24-24), mas à segunda oportunidade as Leoas não perdoaram: Jady Gerotto voltou a desequilibrar o marcador para o lado verde e branco e, logo a seguir, um toque subtil de Leslie Tagle (26-24) fez o resto. Estava garantido o valioso 2-0 no clássico com uma clara demonstração de força que ainda estava para durar.

Já no terceiro set, que até começou com a equipa azul e branca a mandar (1-5), o Sporting CP voltou a demonstrar muita segurança no momento defensivo e iguais doses de solidez no ataque. Fruto disso foram as várias igualdades forçadas até à liderança no resultado, conquistada uma e outra vez a base de margens mínimas entre o 11-10 e o 17-16.

Implacáveis nesta fase, as Leoas mantiveram o seu ímpeto elevado e alavancaram-no, com Jéssica Miranda outra vez em destaque (acabou com 16 pontos), para fixar uma promissora diferença de três pontos no momento de todas as decisões (21-18).

O FC Porto ainda conseguiu voltar a empatar a contenda (21-21), mas as dificuldades foram muitas para suster a força da exibição verde e branca. Jady Gerotto impôs-se e assinou o 24-21 que deixou a vitória ali à mercê, até que emergiu Leslie Tagle para a selar e atear a ‘explosão’ de alegria no Pavilhão João Rocha.

Depois de um clássico pintado de verde e branco de cima a baixo, o Sporting CP tem pela frente, na próxima jornada, a deslocação a Guimarães para enfrentar o Vitória SC, que nesta jornada foi à Luz vencer o SL Benfica pela diferença máxima (0-3).

Sporting CP: Maria Carlos Marques [L], Jéssica Miranda (16), Amanda Cavalcanti (7), Leslie Tagle (9), Anahí Tosi (13), Özge Kinasts (1), Tainá Alessandra, Jady Gerotto (7), Ingrid Félix (1), Daniela Loureiro [C] [L], Kanna Hanazawa, Ana Clara Nunes

Foto José Lorvão

João Coelho: "Não nos correu nada bem"

Por Sporting CP
17 Jan, 2026

Reacção à vitória em casa do GC Santo Tirso

No final do sofrido triunfo por 2-3 da equipa masculina de voleibol do Sporting Clube de Portugal em casa do GC Santo Tirso, João Coelho reagiu em declarações ao Jornal Sporting.

"Foi, talvez, o pior jogo desde que cheguei ao Sporting CP e só tenho de assumir a responsabilidade das incidências da partida. Não nos correu nada bem, estivemos muito no risco de perder. Reagimos como precisávamos de reagir, mas estou pouco ou nada satisfeito com a exibição e qualidade técnica que entregámos. Assumo e peço desculpa aos adeptos por esta partida. Conseguimos resolver, hoje, a tempo, mas é bom que a equipa perceba que qualquer dia mau nos coloca em dificuldades", começou por dizer.

Sobre o que correu mal, o treinador verde e branco explicou que o grupo que lidera foi, por exemplo, "muito passivo na transição, permitindo ao GC Santo Tirso, que jogou muito bem, estar sempre perto do marcador".

"Cometemos erros em momentos críticos. Ainda fomos a tempo de reverter, mas percebendo que isto não pode voltar a acontecer. Nem devia ter acontecido, mas continuamos com os objectivos todos intactos", adicionou.

Foto José Lorvão

Foi preciso sofrer

Por Sporting CP
17 Jan, 2026

Triunfo dos Leões do voleibol em casa do GC Santo Tirso por 2-3

A equipa masculina de voleibol do Sporting Clube de Portugal visitou e bateu, este sábado, o GC Santo Tirso por 2-3 15.ª jornada da fase regular da Liga.

O triunfo não foi fácil e foi preciso ir a quinto set - onde se verificou uma tremenda recuperação de 13-8 para 13-15 - para garantir a vitória.

Os Campeões Nacionais entraram fortes e apresentaram domínio desde bem cedo. Com naturalidade, o 7-9 passou para 8-15 graças a um parcial favorável de 6-1 que acabou por embalar a equipa para o resto do set inaugural.

O GC Santo Tirso ainda reduziu para 13-16, mas o Sporting CP não permitiu mais aproximações e chegou ao 0-1 num ataque concretizado por Jan Galabov (19-25).

Tudo mudou no segundo set, que foi bem mais equilibrado. O GC Santo Tirso entrou muito bem e conseguiu vantagens importantes de 6-3, 9-6 e 12-9.

Aos 15-11, João Coelho pediu um desconto de tempo que teve efeito, uma vez que o emblema de Alvalade conseguiu chegar ao empate a 16-16. Ainda assim, os visitados foram mais fortes na fase derradeira e fecharam em 25-23, chegando ao 1-1.

De forma inesperada, o GC Santo Tirso voltou a surpreender o Sporting CP no terceiro set. Para isso, a fortíssima entrada (6-1) teve muito peso, ainda que o conjunto verde e branco tenha encostado no 8-7 e empatado no 12-12.

O GC Santo Tirso voltou a cavar um fosso (16-12), mas os Sportinguistas reagiram bem e viraram para 17-18. Contudo, mais uma vez, foram os nortenhos a fechar da melhor forma, agora nas vantagens e por 28-26. 2-1 em sets.

Era preciso um Sporting CP forte no quarto set e foi o que aconteceu, tendo mesmo sido o melhor período da equipa no desafio. Desde o início, marcado pela bela entrada com 1-5 no marcador, registaram-se claras melhorias, nomeadamente no serviço - visíveis, por exemplo, nos ases de Mads Kyed Jensen e Lourenço Martins.

Um parcial favorável de 10-1 deixou as contas em 6-18 para o Sporting CP, que não tirou o pé do acelerador e atingiu o 2-2 graças ao resultado de 14-25. Foi Lourenço Martins a protagonizar o último ponto.

Na 'negra', depois de uns primeiros pontos divididos, o GC Santo Tirso voltou a brilhar. Chegou ao 11-5 e, depois, ao 13-8, o que adivinhava o pior para o Sporting CP.

No entanto, os visitantes responderam com... sete pontos consecutivos. Com o capitão Tiago Pereira no serviço, os Campeões Nacionais encontraram novas forças e viraram de 13-8 para 13-15, com os últimos dois pontos a resultarem de grandes blocos consecutivos. Assim, 2-3 foi o resultado final.

Os Leões voltam a jogar na quarta-feira, visitando os polacos do Asseco Resovia Rzeszów para a CEV Champions League.

Sporting CP: Tiago Pereira [C] (15), Jan Galabov (6), Sergey Grankin (3), Kelton Tavares (8), Edson Valencia (3), Yongzhen Li (9), Gonçalo Sousa [L], Tiago Barth (8), Jonas Aguenier, Jan Pokeršnik, Armando Velásquez (2), Nicolás Perren [L], Mads Kyed Jensen (22) e Lourenço Martins (14).

Foto João Pedro Morais

Amanda Cavalcanti: "Queremos sempre ganhar, especialmente num clássico"

Por Sporting CP
17 Jan, 2026

Leoas do voleibol recebem o FC Porto este domingo (15h00)

A equipa feminina de voleibol do Sporting CP recebe o FC Porto este domingo, às 15h00, num clássico sempre emocionante entre primeiro e terceiro classificados da Liga. Em antevisão à partida, a central Amanda Cavalcanti começou por explicar que, apesar do contexto, a semana de trabalho seguiu a linha habitual: analisar as características do adversário e treinar formas de as explorar.

"Temos feito o normal de todas as semanas, estudar a equipa e treinar algumas particularidades mais difíceis de praticar em jogo. Trabalhar bastante o nosso serviço, que acho que vai ser uma arma importante contra elas. Apesar de terem uma forte linha de ataque, a recepção é um pouco mais frágil e treinámos esse tipo de pormenores técnicos para conseguir atingir os seus pontos mais fracos", disse, em declarações aos meios do Clube, fazendo também uma análise aos dois confrontos desta temporada com as azuis e brancas.

"Foram dois jogos completamente diferentes. O primeiro foi na pré-época e até ganhámos. Elas estavam num nível diferente do actual, assim como nós, mas isso demonstra que não é impossível e que temos claramente possibilidades de ganhar. É para isso que vamos trabalhar; principalmente, rever o que correu mal no jogo da primeira volta, para conseguir melhorar agora", apontou.

A internacional portuguesa reconheceu que disputar um clássico com a camisola do Sporting CP traz uma motivação extra, mas sublinhou sobretudo a importância da presença dos adeptos no Pavilhão João Rocha.

"Este tipo de jogos, dérbis ou clássicos, são sempre jogos que facilmente nos motivam. São jogos em que também os adeptos ficam mais ligados e connosco, apoiando-nos mais. Normalmente há mais pessoas e existe aquele ambiente que todas as atletas adoram. Sei que vamos ter uma boa casa, o que faz muita diferença na hora de jogar", reforçou, garantindo que o objectivo é, claro, reduzir distâncias para a liderança.

"Claro que, especialmente a pensar nas fases futuras, estar em primeiro lugar é sempre bom. Todos os pontos nesta fase contam, apesar de não ser o mais prioritário, porque a próxima fase é que vai ser mais importante em função do lugar onde ficamos. Mas muda quem apanhamos nos play-offs e todas as vitórias importam. Mais do que os pontos, queremos ganhar porque queremos estar motivadas e porque é assim o desporto: queremos sempre ganhar, especialmente num clássico", rematou.

Foto José Lorvão

João Coelho: "Estivemos sempre atentos durante o jogo"

Por Sporting CP
16 Jan, 2026

Reacção à vitória na Taça de Portugal

Após a vitória da equipa masculina de voleibol do Sporting Clube de Portugal sobre o CA Madalena por 0-3 para os oitavos-de-final da Taça de Portugal, João Coelho analisou o encontro.

"A atitude foi positiva. Estivemos sempre atentos durante o jogo. O CA Madalena entrou muito bem no primeiro set e conseguiu manter um bom nível, mas tivemos sempre capacidade de responder. Jogos de Taça podem-se complicar e temos de estar sempre nos limites. A partir daí, conseguimos vencer com justiça", começou por dizer ao Jornal Sporting.

Como consequência "da hora e do frio" sentido no pavilhão, de acordo com o treinador Leonino, foram utilizados "menos jogadores durante a partida". Ainda assim, foi conseguido o mais importante.

"Era importante fechar bem o jogo e não ceder sets porque amanhã temos jogo para o campeonato e aproximam-se encontros para a CEV Champions League. Temos duelos intensos pela frente e é bom a equipa continuar a dar resposta e crescer todos os dias", garantiu.

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