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Opinião

A Marcha será nossa

Por Miguel Braga*
04 Mar, 2021

O Sporting CP está de luto. Maria José Valério deixou-nos, mas tal como disse o presidente Frederico Varandas, “a partir de hoje, a Marcha do Sporting será cantada do céu”

Maria José Valério deixou-nos, vítima da pandemia que assolou o mundo.

Maria José Valério deixou-nos, mas ficará para sempre na memória de todos os Sportinguistas.

Ao longo deste Jornal, fazemos uma pequena homenagem (páginas 16 e 17) a quem viveu o Sporting CP de forma única, contagiando todos com a sua alegria e forma de estar. Se muitos de nós já cantámos de voz e alma que “aprendemos a amá-lo e a trazê-lo no coração”, devemos esse grito de amor Leonino a Maria José Valério. Em seu nome, que a vitória seja sempre nossa.

É em busca dessa vitória que partiram para Toruń, na Polónia, os representantes do nosso atletismo (páginas 18 e 19) para o Campeonato da Europa de pista coberta. Sem menosprezar a garra e a capacidade de cada um dos atletas, as nossas maiores esperanças dão pelo nome de Auriol Dongmo, Patrícia Mamona e Claudia Bobocea. Que a sorte as acompanhe.

Nas vésperas da data que assinala um ano desde a chegada de Rúben Amorim ao Sporting CP (página 10), a equipa de futebol mantém-se invicta na liderança da Liga NOS (páginas 6 a 8). Na visita ao Estádio do Dragão, o Sporting CP não conseguiu ir além de um nulo, zero a zero, fazendo, no entanto, uma exibição personalizada e segura, não caindo na tentação do jogo de provocações azul e branco. E se é verdade que foi a primeira vez que o Sporting CP não marcou golos num jogo desta edição da Liga NOS, o mesmo aconteceu ao adversário, colocando um ponto final numa série de 69 jogos em casa sempre a marcar. Nos 270 minutos disputados esta época com o FC Porto, o resultado ficou em 4-3, traduzido por dois empates para o campeonato e uma vitória na meia-final da Taça da Liga, que o Sporting CP acabou por conquistar. Faltam ainda 13 jogos para o final da Liga NOS e o próximo jogo é já amanhã contra o CD Santa Clara. Que continuem a lutar como Leões, com a humildade e a concentração que têm sido características da equipa de Rúben Amorim.

Também a equipa B do Sporting CP (página 11) continua invicta no Campeonato de Portugal, confirmando a condição com uma vitória inequívoca por dois golos frente a um GD Fabril que continua o caminho penoso de vassalagem a uma equipa do norte do país. Na crónica poderá ler os (maus) exemplos do clube do Barreiro. Que seja uma excepção, a bem do futebol português.

Erick Mendonça já ganhou um lugar especial no coração dos Sportinguistas. Jogador com alma de Leão, estendeu o seu vínculo com o Clube “principalmente porque se o Sporting CP renovou comigo é porque estou a fazer um bom trabalho e porque acredita em mim. É um casamento feliz”. O jogador faz parte dos eleitos de Nuno Dias que se mantêm invictos à 24.ª jornada da Liga Placard (página 23). Em entrevista ao Jornal Sporting (páginas 20 a 22), o jogador fala das suas ambições e sonhos. Que se concretizem, sempre de Leão ao Peito.

O Sporting CP está de luto. Maria José Valério deixou-nos, mas tal como disse o presidente Frederico Varandas, “a partir de hoje, a Marcha do Sporting será cantada do Céu”. Que assim seja e até sempre, Maria.

 

Editorial da edição n.º 3809 do Jornal Sporting

* Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal

Até sempre, Maria José Valério

Por Juvenal Carvalho
04 Mar, 2021

Minha querida Maria José Valério, numa confidência. Estou perto do momento de ser avô. E quanto quero com o meu neto cantar a nossa Marcha e gritar ‘Viva o Sporting’. Porque a marcha é de todos nós. Descanse em paz Leoa!

Existem notícias que se do ponto de vista pessoal não a queremos receber, por ter privado algumas vezes com a nossa Zezinha, como Sportinguista é como que um punhal no coração do nosso Leão a confirmação de tão triste momento.

Falar da morte de Maria José Valério é falar de uma perda irreparável para o universo Leonino, que dilacera, e que nos deixa atónitos e até incrédulos.

Independentemente da geração de cada um de nós, todos os Sportinguistas se curvam à figura da mulher de cabelo verde que respirava Sporting por todos os poros da pele, que entoava a Marcha do Sporting CP, aquela marcha que desde crianças, e transversalmente, desde os netos até aos avós, gritávamos a plenos pulmões ‘Viva o Sporting’ a cada entrada da nossa equipa em campo. 

A Marcha de Maria José Valério funcionava, e continuará para todo o sempre a funcionar, como uma espécie de “Bíblia Leonina”, para cada um de nós. Temos a letra decorada como se do hino nacional se tratasse.

No meu caso particular, recordo cada ida ao nosso estádio enquanto criança, nos tempos em que ainda pedia ao senhor que calhasse se podia entrar com ele no estádio, e desde o velhinho pião até à central, que era a palmas a compasso que recebíamos a nossa Marcha. Assim continuou até aos dias de hoje e seguramente assim continuará a ser para os vindouros

Para onde for, porque no coração de cada Sportinguista ficará eterna, a sempre nossa Maria José Valério irá continuar a cantar e a amar o Sporting CP. Continuará com aquele sorriso lindo a falar de Sporting, a tirar fotos com as pessoas que a abordavam, a espalhar aquele charme que lhe era tão peculiar.

A maldita COVID-19 levou a nossa Leoa, mas não levou as recordações e o respeito de quem se curva a uma Mulher que entrará na galeria dos imortais ao lado de tanta lenda que o nosso secular Sporting Clube de Portugal já viu partir, numa história imensa e de uma valia sem paralelo.

Minha querida Maria José Valério, numa confidência. Estou perto do momento de ser avô. E quanto quero com o meu neto cantar a nossa Marcha e gritar ‘Viva o Sporting’. Porque a marcha é de todos nós. Descanse em paz Leoa!

 

P.S. – Alfredo Quintana partiu jovem. Com ele partiu muito do andebol português, país onde se radicou muito cedo, e onde era um “monstro” na baliza do nosso rival FC Porto. Até sempre, Alfredo Quintana.

Sensibilidade e Bom Senso

Por Pedro Almeida Cabral
04 Mar, 2021

A Maria José Valério nunca verdadeiramente se despedirá da família Sportinguista enquanto assim for. E essa é a melhor homenagem que lhe podemos fazer

O embate do Sporting Clube de Portugal com o FC Porto fez parar o país. As duas equipas que lideram a prova defrontaram‑se pela terceira vez esta época. De um lado, o Sporting CP com apenas três empates e sem derrotas para o campeonato. Do outro, o FC Porto, campeão em título, vindo (quase) directamente de uma vitória sobre a poderosa Juventus FC.

Muito se falou sobre as circunstâncias deste jogo. Tempo útil, posicionamento defensivo, escassa produção ofensiva, a continuada arruaça do banco do FC Porto e a falta de desportivismo (para não dizer mais) de um jogador portista. Tudo isto pertence ao clássico. Mas tudo isto nos diz pouco sobre o clássico. E ainda menos sobre o que significou o empate a zero e o ponto alcançado pelo Sporting CP. Em seis jogos com rivais e SC Braga temos quatro vitórias e dois empates, ambos com o FC Porto. Nos últimos oito jogos, sofremos apenas um golo. E foi a primeira vez que o FC Porto não marcou para o campeonato em casa esta época. Mas o mais impressionante é mesmo a maneira como se apresentou este Sporting CP. Alinharam sete jogadores sub‑23, dois dos quais juniores. E foram estes miúdos que souberam dar luta a jogadores da craveira de Pepe ou Corona. Quem não acompanhe este Sporting CP pode achar que foi mero acaso. Quem estiver mais atento, reconhece que a articulação táctica da equipa se vem consolidando e que a inteligência em campo para anular este FC Porto nunca poderia ser sorte. Resultado importante, exibição de qualidade e crescimento da equipa.

Embora se tenha mantido a distância para o FC Porto, o SC Braga aproximou‑se, estando agora a nove pontos. Faltam 13 jogos, 39 pontos em disputa, deslocações aos campos do SC Braga e do SL Benfica e jogos com quatro equipas da primeira metade da tabela. Pensar que este campeonato está encerrado é como pensar que a pandemia já acabou. Jogo a jogo. Lance a lance. Golo a golo. Nunca é demais repetir.

 

P.S. – Uma palavra final de pesar. Desde há décadas que a Marcha do Sporting faz parte do património imaterial de cada Sportinguista. Assistir a um jogo no estádio exige cachecol ou camisola e cantarolar os versos da nossa Marcha. A Maria José Valério nunca verdadeiramente se despedirá da família Sportinguista enquanto assim for. E essa é a melhor homenagem que lhe podemos fazer.

 

Grande Sporting… Venha já o próximo jogo!!!! (… e azia… tanta azia…)

Por Tito Arantes Fontes
04 Mar, 2021

(...) Saudade eterna! E sim... ao som da Marcha do Sporting continuaremos! E festejaremos... sempre, sempre, sempre!!! Viva a Maria José Valério! Viva!!!

Sábado foi dia grande! Um clássico que demorava a chegar… que nunca mais chegava… e nós, o SCP, a querer jogar. Finalmente, ao início da noite… começou o jogo! E que maturidade, que raça, que atitude tivemos! Defendemos primorosamente, como tem sido apanágio nesta época. Controlámos exemplarmente o “ritmo” do jogo. Deixámos o nosso adversário enredar‑se nas suas limitações… denunciando as fragilidades dos seus jogadores, nomeadamente dos seus atacantes. E – corajosamente – naquela portentosa arrancada do Matheus Nunes íamos marcando e ganhando o jogo! Exibições categóricas de Adán (um excelente guarda‑redes, cuja presença por si só impressiona e impõe respeito); de Palhinha (um pêndulo de relógio afinadíssimo!) e – hélas – de João Mário (fez um jogo soberbo!). Obtivemos um grande resultado! Mantivemos os dez pontos de distância em relação a este sempre perigoso rival. Demos um passo muito importante na nossa caminhada desta fantástica época 2020/2021!

Com a nossa exibição, com o nosso resultado… veio, logo após o apito para o final do jogo, um outro “prato forte”… o espectáculo degradante e infelizmente já tradicional da azia, do fel, do mau perder do FCP! Bem queriam arranjar “bodes expiatórios”… bem tentaram… mas não conseguiam! Tinham mesmo de se conformar… o SCP mantinha os seus dez pontos de avanço! Mas foi bom de ver os dizeres e – mais uma vez – o “olhar perdido” do “educado” treinador azul e branco, sempre à procura de quezílias… foi bom de ver o modo como o seu filho – o “incensado” miúdo “recordista mundial de penáltis” – segue bem as pisadas ordinárias da educação que (não) recebeu em casa… foi bom de ver a deselegância do Sérgio Oliveira, bem mimetizado de “cabeçudo” pelo Ristovski! E – por último – foi bom de ver a perseguição inaceitável e vergonhosa a que gentes da “comunicação” do FCP sujeitaram um jornalista por este ter efectuado – na opinião deles, gentes do FCP – perguntas incómodas… é que afinal o Sérgio Conceição estava tão preocupado com os “gritos” e foi o banco do FCP que, gritando e gesticulando, se levantou a reclamar da arbitragem e a protestar por doze vezes… contra umas míseras e simbólicas quatro vezes do banco do SCP! Então, Sérgio, como é, afinal como é??? Foste desmascarado e não gostaste! Mas sim, coitado, foste irremediável e definitivamente desmascarado… sem dó, só com a verdade!

Nesta época jogámos três vezes com o FCP… e este sempre tão cheio de si e com a boca atulhada de prosápia, de “champions”… mas, coitado, nunca nos ganhou! Averbaram uma derrota na meia‑final da Taça da Liga (Saravá, Jovane!) e no campeonato os resultados dos dois jogos saldaram‑se sempre por um empate. Ainda que no jogo de Alvalade, é bom recordar, o SCP tenha sido escandalosamente prejudicado pela equipa de arbitragem (expulsão perdoada ao Zaidu por “entrada assassina” sobre o Porro; penálti descarado sobre o Pote, revertido após lamentável e errada intervenção do VAR, com concomitante perdão de “nova” expulsão do Zaidu… tudo da autoria da dupla Luís Godinho/Tiago Martins!). Cumpre aqui dizer que a arbitragem de João Pinheiro no clássico deste sábado (que, noutros jogos, tanto e tanto criticámos) não nos merece reparos em lances capitais. O que por si só já é positivo. Ainda assim é de lamentar a continua permissividade perante as estaladas, bofetadas de todo o tipo, cotoveladas e braçadas que sistematicamente foram usadas pelos jogadores do FCP para atingir os jogadores do SCP… pois bem, nestes lances (vários) não houve um que merecesse adequada sanção disciplinar por parte do árbitro, sendo que alguns até nem sancionados foram como falta!

Segue‑se agora o CD Santa Clara! O foco é o de sempre… jogo a jogo! Pés no chão! O jogo da próxima sexta‑feira é, neste momento, todos temos consciência disso, o “mais importante da época”… uma verdadeira final! E é assim, com muito respeito pelo valoroso adversário com quem nos toca jogar, que temos de enfrentar essa partida. Totalmente concentrados e compenetrados no que há a fazer! O SCP sabe que é assim que deve e irá encarar este jogo! O Rúben Amorim sabe isso melhor que ninguém! O presidente Frederico Varandas também! Queremos o de sempre… uma vitória! Para continuarmos invictos! Para batermos mais um recorde da nossa história futebolística ao perfazermos 22 jornadas sem conhecer o sabor da derrota! Vamos a isso!

VIVA O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!!!

P.S. 1 – Uma palavra de homenagem para um grande atleta. Um guarda‑redes que nos “roubou” golos atrás de golos!  Um atleta de eleição! Um homem admirado e respeitado por colegas e – o que nos apraz salientar por ser esse o nosso “campo” – por adversários! Alfredo Quintana foi grande e – vindo de Cuba – fica na história do andebol nacional!

P.S. 2 – Morreu a Maria José Valério! Morreu e “não morreu”! A Maria José Valério é nossa, é eterna como o seu e o nosso SCP! E viverá sempre connosco, nos nossos corações de Leão! Tanta emoção! Tanta “vida vivida” ao som da Marcha do Sporting! Tanta “madeixa verde”! Tanta dedicação! Tanta devoção! Tanto esforço! Tão Leoa! Saudade eterna! E sim... ao som da Marcha do Sporting continuaremos! E festejaremos... sempre, sempre, sempre!!! Viva a Maria José Valério! Viva!!!

Sporting Num Minuto

Por André Bernardo
25 Fev, 2021

(…) espero que cada vez mais as nossas plataformas se “possam olhar ao espelho” e reflectirem o mesmo orgulho que nós quando dizemos Eu Sou, de verde e branca vestida!

O caso dos “Elevadores lentos”

A história é real e remonta aos anos 50 do século XX. Num edifício em Nova Iorque, após queixas dos utentes, detectou-se que o tempo médio de espera para os elevadores era seis vezes superior ao standard. Mais precisamente, nesse edifício de escritórios, o tempo de espera era em média de dois minutos e 12 segundos.

Após análise da situação foram apresentadas três soluções para o problema: adicionar mais elevadores, substituir aqueles por novos ou instalar um computador de controlo com algoritmo.

O problema das soluções propostas é que economicamente nenhuma se revelou viável, e além disso apenas permitiam reduzir o tempo de espera para metade, cerca de um minuto, causando assim um dilema.

A solução revelou-se bem mais simples, mas já lá vou.

Aquilo que queria destacar é que, dependendo da situação, um minuto ou alguns segundos podem parecer muito pouco ou uma eternidade. Basta pensarmos na sensação que temos quando o quarto árbitro revela o tempo extra e, para exactamente os mesmos minutos, conforme o resultado, ele nos parece pouco ou muito.

A regra dos três segundos

Guardiola terá aparentemente instituído a regra dos “cinco segundos” como tempo máximo para recuperação de bola ao adversário após perda da mesma, antes de recuar as linhas.

Hoje em dia, no mundo digital, impera a regra dos “três segundos”. De acordo com dados do Google, a taxa de abandono de uma página de internet pode ir até 87% caso demore mais de três segundos a ser carregada.

Isto demonstra o nível de exigência que os utilizadores têm actualmente e o grande impacto que estes detalhes e outros podem ter. Se estar no online já se tornou uma obrigatoriedade, fazê-lo proporcionando uma experiência de excelência faz toda a diferença.

Hoje anunciamos o lançamento do Sporting Num Minuto, site online que permitirá um avanço significativo na proximidade de entregar o mais funcional com a melhor experiência possível ao Sócio. 

Juntámos assim ao Sócio Num Minuto a possibilidade de, em apenas dois passos, os Sócios poderem também aderir ao débito directo ou regularizar as suas quotas através do seu computador ou telemóvel, sem terem de sair de casa. 

É um processo que inclusive pode ser mais rápido se utilizado um “token” que pré-autentica o Sócio e permite de imediato aceder às opções de adesão. Algo que temos já estado a utilizar e que aliás consiste hoje no principal método de adesão ao débito directo dado a facilidade e rapidez do mesmo.

A plataforma estará também desenvolvida em Progressive Web App, o que significa que os Sócios a poderão instalar como se fosse uma aplicação (app) no seu ecrã e utilizá-la como tal, inclusive guardando os dados da mesma caso estejam offline sem acesso à internet.  

É um pequeno passo numa maior caminhada que o Sporting CP vai fazer na evolução do seu ecossistema digital, com o lançamento de uma nova Loja Verde Online, app e site, o que a seu tempo acontecerá.

Importa referir, porém, que não basta apenas alterar estas plataformas, mesmo que elas obedeçam às melhores práticas de UX/UI*. É igualmente fundamental que elas assegurem a melhor performance de resposta (o que aos dias de hoje somos conscientes que não acontece), para que se assegure a excelência da experiência na sua plenitude.

Neste sentido, assegurámos também que o alojamento do ‘Sporting Num Minuto’ será efectuada na cloud, através de uma solução da Microsoft Azure escalável, o que significa que à medida que os acessos vão aumentando, são automaticamente geradas máquinas virtuais para dar resposta aos acessos.

Na história dos elevadores que mencionei acima, a solução para o problema acabou ser a colocação de espelhos nos locais de espera dos elevadores. O problema era mais de percepção de “aborrecimento” de espera, do que do tempo em si. Os espelhos permitiram “distrair” as pessoas e resolver o problema.

Neste caso, a evolução digital do Sporting CP na missão de entrega de uma experiência de excelência, exige mesmo investimento em recursos humanos, físicos, de hardware, software e tempo. O que posso assegurar a todos os Sócios é que, não está apenas o caminho identificado, como progressivamente a ser trilhado na medida do possível.

Até lá espero que possam desfrutar desta nova plataforma e que cada vez mais as nossas plataformas se “possam olhar ao espelho” e reflectirem o mesmo orgulho que nós quando dizemos Eu Sou, de verde e branca vestida!

 

* User experience e user interface: expressões que se referem à experiência do utilizador de uma plataforma digital no que diz respeito à sua usabilidade e interface.

 

Editorial da edição n.º 3808 do Jornal Sporting

A angústia do adepto antes do penálti

Por Miguel Braga*
25 Fev, 2021

(...) além de liderar com números expressivos a tabela dos penálti a favor, o FC Porto também se arrisca a ganhar o prémio Fair Play da Liga NOS – é actualmente a equipa menos amarelada do Campeonato...

Foi em 1972 que Peter Handke escreveu “A angústia do guarda-redes antes do penálti”, livro onde a angústia causada pelo pontapé da marca dos nove metros é uma metáfora da própria vida. Na edição desta época da Liga NOS, a ansiedade tomou conta dos adeptos no que se refere a pontapés de penálti: uns porque sim, outros porque não, muitos porque acreditam que o que importa é ganhar, mesmo que seja por meio a zero. Mas independentemente da razão que assiste (ou não) aos adeptos nacionais, olhemos para alguns números:

- Nas primeiras 20 jornadas, o FC Porto foi a equipa com mais pontapés de penálti a favor, num total de 12, o que representa um castigo máximo a favor em 60% dos jogos. Segue-se o FC Famalicão com seis pontapés de penálti a favor (30%) e um grupo de equipas – Gil Vicente FC, SC Farense, CD Santa Clara e Sporting CP – com cinco penáltis, ou seja, com 25%;

- Para se ter uma ideia do feito, numa competição com 18 equipas, o FC Porto tem sozinho 19,04% da totalidade dos penáltis marcados esta época na Liga (até ao momento foram assinalados 63 pontapés de penálti em 180 jogos) – sim, leu bem, apenas uma equipa tem um quinto de todos os penáltis marcados esta temporada;

- E apesar de em Junho deste ano, Sérgio Conceição ter dito “temos de ter mais penáltis a favor, criar mais ocasiões para termos penáltis”, o FC Porto não só lidera a tabela este ano, como na época de 2019/2020 também foi a equipa com mais penáltis: um total de 14 em 34 jogos, representando 41,1% de jogos com penáltis a favor. Seguiram-se Rio Ave FC e CD Tondela, com 11;

- Recuando mais um ano, para a época 2018/2019, o pódio dos pontapés de penálti dividiu-se entre Sporting CP (15 a favor, ou seja, 44,1%), Vitória SC (dez) e SL Benfica (nove). E na temporada anterior, de 2017/2018, quem liderou foi o SL Benfica (11 a favor, num total de 32,3%), GD Chaves (dez) e Rio Ave FC (nove).

- Nas últimas dez temporadas, em seis delas, a equipa com mais penáltis a favor em 34 jogos, não atingiu a marca do FC Porto em 20;

- Do lado dos árbitros, o trio com mais pontapés de penálti assinalados é composto por: Rui Costa (em 14 jogos assinalou seis penáltis), Manuel Mota (11 jogos/seis penáltis) e João Pinheiro (nove jogos/cinco penáltis). Do lado oposto, está António Nobre que em nove jogos não assinalou qualquer pontapé de penálti.

Deixemos o poder dos números para a balança de Justiça de cada um e notar que além de liderar com números expressivos a tabela dos pontapés de penálti a favor, o FC Porto também se arrisca a ganhar o prémio Fair Play da Liga NOS – é actualmente a equipa menos amarelada do Campeonato –, o que não deixa de ser perversamente peculiar.

 

* Responsável de Comunicação Sporting Clube de Portugal

Os filhotes do Leão

Por Juvenal Carvalho
25 Fev, 2021

Se existe algo que é inequívoco que o nosso Clube já ganhou esta época, porque no campo só se ganha no fim e respeitando os adversários, foi o regresso ao nosso cunho de antanho e imagem de marca de Clube que lança jogadores jovens como nenhum outro

Como canta como só ele, Caetano Veloso, no seu “Leãozinho”, todos nós ficamos encantados com os filhotes do Leão, que são também o nosso raio da manhã, num sol que nos irradia e que é parte integrante do ADN do Sporting Clube de Portugal.

Os filhotes do Leão, com crias atrás de crias que nos distinguem dos demais, e que leva o mundo do futebol a ter pelo nosso Clube não só respeito, como nos acham ainda uma referência mundial a este nível.

Somos ‘só’ o Clube que formou Luís Figo e Cristiano Ronaldo, que conseguiram o estatuto de melhores jogadores do mundo, trazendo o nome do Sporting CP para a ribalta. Somos também o Clube que desde sempre, mas que a minha memória só chega ao velho pelado em frente à Porta 10‑A, formou craques atrás de craques. Em que vários deles, no passado, bem como aos dias de hoje, espalham talento pelos relvados de diversos países.

O estatuto de Clube formador é mesmo aquilo que nos diferencia dos demais. Está na génese do Sporting CP. Se aqui ou ali parecia que se estava a perder fulgor, eis que como que ressurgiu o rugido do Leão através das suas crias.

Se existe algo que é inequívoco que o nosso Clube já ganhou esta época, porque no campo só se ganha no fim e respeitando os adversários, foi o regresso ao nosso cunho de antanho e imagem de marca de Clube que lança jogadores jovens como nenhum outro.

Apresentar no onze titular jogadores ainda do escalão júnior (sub‑19) como Nuno Mendes, Gonçalo Inácio, Eduardo Quaresma e Tiago Tomás, acrescentando ainda a estes, outras crias do Leão como Luís Maximiano, Daniel Bragança, Jovane Cabral, João Mário e João Palhinha é decididamente algo de que nos orgulhamos. Na antecâmara do sucesso estão ainda alguns jovens da equipa B, felizmente regressada esta época à competição, e ainda nos sub‑23, com jogadores, vários ainda sub‑17, sub‑18 e sub‑19, queimando etapas, e crescendo a olhos vistos.

Decididamente, o rumo parece encontrado para que o sucesso passe a ser o nome do meio a este nível. O Sporting Clube de Portugal tem no futebol de formação muito do seu ADN. Os adversários plagiaram até muito do nosso trabalho para chegar ao sucesso. Vivemos mesmo momentos de fulgor que nos levou em 2016 a classificar de “Aurélios” os jogadores que foram Campeões da Europa “made in Sporting”. 

Muito disto passa também pela aposta dos treinadores na juventude. Rúben Amorim já mostrou que arrisca na juventude, complementando‑a com a experiência, numa simbiose a roçar o perfeito.

Uma coisa é certa, e volto ao “Leãozinho” de Caetano Veloso: “Os filhotes do Leão são o nosso raio da manhã”.

São ainda, e continuando a apostar assertivamente, o nosso futuro, num caminho que está traçado. É mesmo por aqui!

Clássico nas Antas

Por Pedro Almeida Cabral
25 Fev, 2021

(...) Como tanta coisa que passa, esta caduca maneira de estar do FC Porto passará também. Que ganhe o melhor e que o melhor seja o Sporting CP

À medida que se aproxima um dos clássicos do futebol português, o jogo contra o FC Porto no Dragão, recordo‑me quando ia ao antigo Estádio das Antas ver a nossa equipa, ainda nos anos 90 do século passado. A preparação era exigente. Arranjar bilhete, o que nem sempre era fácil, garantir transporte (gasolina repartida por todos, claro) e abalar estrada fora, evitando portagens, com camisolas e cachecóis pendurados nas janelas do carro. O mais importante era ter a certeza que se ia em número suficiente para não ser apanhado sozinho nas imediações das Antas. Os tempos eram outros. Os estádios antigos, o policiamento insuficiente, as cenas de violência habituais e todo o cuidado era pouco. Mesmo com algumas peripécias, umas quantas perigosas, fui muitas vezes às Antas. E lembro‑me bem da mais saborosa, ali por 1997, quando ganhámos por 2‑1, golos de Beto e Pedro Barbosa. 

O clássico que se avizinha parece outra coisa. Não terá público, não haverá viagens para o Dragão e nem com amigos se poderá ver em casa ou num núcleo do Sporting CP. Também há outras diferenças. A equipa do Sporting Clube de Portugal jogará num corajoso esquema de três centrais e alinhará, provavelmente, com o maior número de jogadores da formação do Clube em clássicos. Aliás, como cerca de 75% do plantel do Sporting CP é de origem nacional, será também uma das equipas mais portuguesas do Sporting CP nos últimos anos. Outra diferença importante é que Rúben Amorim terá o discurso certo de antevisão ao jogo. Sem desvalorizar o adversário, elevando os nossos jogadores e a falar do futebol como gostamos de ouvir. Já para não mencionar a vantagem pontual de dez pontos, invulgar para o Sporting CP em décadas.

Infelizmente, também há coisas que não mudam. Há um certo ambiente, com tentativas canhestras de condicionamento arbitral, que é tirado a papel químico de qualquer clássico dos anos 90. Ainda há poucos dias, estava o FC Porto a colocar tarjas no estádio a dizer “Basta” e Pinto da Costa quase a velar ameaças contra os árbitros. Junte‑se a isto o banco do FC Porto em arruaça permanente nos 90 minutos e o hábito do FC Porto de pôr jogadores a discutir lances banais como se estivessem a jogar o último minuto da final da Champions. Fechando os olhos, é, sem tirar nem pôr, como estar no velhinho Estádio das Antas. Mas os tempos mudaram. Estas anacrónicas estratégias têm os dias contados, assentam numa diabolização do adversário e, cada vez mais, quando comparadas com a vivência do futebol nas melhores ligas europeias, parecem algo medieval. Como tanta coisa que passa, esta caduca maneira de estar do FC Porto passará também. Que ganhe o melhor e que o melhor seja o Sporting CP.

 

Vamos a isto… a caminho do Dragão!!!

Por Tito Arantes Fontes
25 Fev, 2021

(...) queremos, ainda assim, um jogo sério no Dragão! Queremos um jogo bem apitado! Não queremos interferências da arbitragem nem no jogo, nem no resultado! Estaremos atentos!

Está concluída a 20.ª jornada do Campeonato Nacional. Mais uma vitória segura, tranquila e autoritária do Sporting CP! Golos de Feddal, depois de assistência de Coates (os nossos centrais são mesmo “mortíferos”!), e de Nuno Santos, a aproveitar um erro da defensiva portimonense provocado pela pressão que o SCP faz no campo todo. No dia seguinte assistimos a mais um triste jogo dos nossos rivais da Segunda Circular… que tanto “truplicaram” que “arrasados” ficaram com o empate em Faro! A disputa com o Paços pelo quinto lugar promete, pois o SC Braga fugiu… ganhou e consolidou, assim, o seu terceiro lugar. Ficou para último lugar o jogo do FCP no Funchal. Foi mais um espectáculo deprimente… com uma arbitragem que prejudicou o futebol, porque atentou contra a Verdade Desportiva! Corona devia ter visto quinto cartão amarelo… não viu! Manafá devia ter sido expulso por bárbara agressão a jogador do CS Marítimo… não foi! O CS Marítimo marcou o golo da igualdade… o seu marcador estava um metro em jogo… pois, ainda assim, foi preciso o VAR para ver o que o fiscal de linha e o árbitro não viram… que o marcador não estava fora‑de‑jogo, como quiseram fazer crer ao – mal! – anularem inicialmente o golo! O VAR corrigiu! Para o fim, nos “descontos”, estava reservado o “prato forte”… o tal penálti para o FCP que nunca falha… desta vez como resultado de uma falta de um tal Rúben Macedo, jogador formado no FCP, portista ferrenho… que “involuntariamente” fez o que não era preciso, ou seja carregou o filho do Sérgio Conceição (o miúdo é mesmo um prodígio… “recordista mundial” de penáltis… em pouco mais de 30 minutos de jogo neste campeonato já tem à sua conta dois penáltis!)! Pareceu mesmo um “lance de encomenda”… mas foi só mesmo uma “parecença”… só faltou foi a “lágrima” no final…

Real, real nesse jogo foi o benefício escandaloso do FCP de modo a evitar que o fosso pontual para o SCP aumentasse… para 12 ou 13 pontos (como no último quarto de hora ainda esteve quase para acontecer!)… assim, com essa “injusta” vitória, o FCP manteve dez pontos de diferença para o SCP! E tenta agora arregimentar todo um “clima folclórico” de que o jogo no Dragão é o jogo do título! E sim, até é... para eles, FCP, até é… e por isso tudo fizeram, tudo moveram para jogarem completos contra o SCP! Uribe por uma “cabeçada” com o SC Braga levou… um jogo de suspensão! Em qualquer país que se preze teria sido sancionado no mínimo com três jogos… e não jogaria contra o SCP! Corona devia ter visto o quinto amarelo neste último jogo… e deveria cumprir o seu jogo de suspensão contra o SCP! Manafá agrediu um jogador adversário também neste último jogo… a expulsão que deveria ter sofrido impedi‑lo‑ia de jogar contra o SCP! Só aqui, assim de rajada, estão três jogadores que vão jogar… e não deveriam! É o famigerado “sistema” na sua plenitude!

Dito isto, o SCP vai ao Dragão com uma grande equipa, como já nos demonstrou nesta época! Esta mescla de juventude e experiência merece – sem qualquer dúvida – toda a nossa fé! Desde logo porque é treinada, preparada, trabalhada pelo nosso Rúben Amorim! Temos – como sabemos – uma equipa madura, séria, corajosa! E com confiança! Vamos com arreganho, com garra mostrar a esta gente que somos SCP! Vamos apresentar‑lhes a melhor defesa do campeonato! Com menos de metade dos golos sofridos que o FCP (dez contra 22!)! Vamos apresentar‑lhes – se se descontarem os golos de penálti – o melhor ataque da prova! Vamos apresentar‑lhes o nosso melhor futebol! Certo é que esta época já vencemos este mesmo FCP! Na meia‑final da Taça da Liga… com uns dez minutos finais – em que virámos o resultado! – verdadeiramente empolgantes do nosso SCP! E dois golos da nossa “arma secreta”… Jovane de seu nome! E certo é que na primeira volta, em Alvalade, só não ganhámos porque o inefável Luís Godinho nos “roubou”… na expulsão do Zaidu por agressão ao Porro, na reversão do penálti do mesmo Zaidu sobre o Pote, no perdão de mais essa expulsão do Zaidu… etc., etc… foi demais!

E sim, sabemos que vamos jogar contra a equipa que – apesar de tanto “chorar”, de tanto “clamar”, de tanto hipócrita “basta” – tem quase o triplo dos penáltis que o SCP já teve nesta época… o triplo! E tem menos de metade dos cartões amarelos com que o SCP já foi mimoseado nesta temporada!

Com tudo isto… queremos, ainda assim, um jogo sério no Dragão! Queremos um jogo bem apitado! Não queremos interferências da arbitragem nem no jogo, nem no resultado! Estaremos atentos! Sim, porque quem diz, quem pode dizer “basta”, somos nós! É o SCP! E basta mesmo! Tem a palavra a Liga! Tem a palavra a arbitragem! Queremos seriedade! Queremos Verdade Desportiva!

Do resultado falaremos na nossa próxima crónica. Com uma certeza: ou seguimos na nossa caminhada invencível até ao momento ou teremos tido um percalço. Em qualquer dos casos estaremos sempre em primeiro lugar do Campeonato Nacional e manteremos a extraordinária equipa com que este ano nos deleitamos! Não somos de quebrar! Somos de unir! E juntos, já sabemos, somos poderosos! O Leão está de volta!

VIVA O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL!!!

Tornando o Invisível Visível

Por André Bernardo
18 Fev, 2021

A propósito de bastidores, esta semana que passou estreámos nas nossas redes sociais duas novas rubricas – “Backstage Sporting” e “Duelos de Leão” – com o objectivo de dar a conhecer aos Sócios e adeptos um pouco mais do “behind the scenes*” do Clube

 

Dia de Sporting

No meu primeiro editorial escrevi que “esta nova versão (do Jornal Sporting) carrega uma linha editorial diferente, que visa aproximar ainda mais o leitor da vivência com o Clube e, se o faz com uma visão futura em sincronização com o actual contexto da era digital, recupera também 113 anos de história”.

No seguimento deste compromisso, na edição de hoje damos a conhecer parte dos bastidores do Sporting CP que asseguram que os jogos no Pavilhão João Rocha se possam realizar, e que será complementada com uma peça em vídeo que será divulgada nas nossas redes sociais e na Sporting TV.

É um trabalho invisível sem o qual nenhum de nós poderia desfrutar da parte visível que tanto nos move.

A eles a nossa enorme gratidão e uma reportagem que representa apenas um pequeno reconhecimento para que o Universo do Sporting CP conheça este precioso e fundamental contributo.  

Para que o Dia de Sporting se torne uma realidade existem três colaboradores que têm a tarefa hercúlea de trocar as balizas, retirar a rede ou levantar as tabelas entre jogos e treinos, e outros sete que asseguram o funcionamento da lavandaria, a manutenção e a limpeza do Pavilhão João Rocha. 

Todos os dias são Dias de Sporting

A propósito de bastidores, esta semana que passou estreámos nas nossas redes sociais duas novas rubricas – Backstage Sporting” e “Duelos de Leão” – com o objectivo de dar a conhecer aos Sócios e adeptos um pouco mais do “behind the scenes*” do Clube.

Completamos assim um primeiro ciclo da nossa estratégia de comunicação em que todos os dias, com ou sem jogos, publicamos conteúdos, para que todos os dias sejam Dias de Sporting. Estes conteúdos desvelam um pouco mais do dia-a-dia do Clube, nas suas mais variadas vertentes – Raio-X, ADN de Leão, Inside Sporting, Jornal Sporting, Backstage Sporting, Duelos de Leão e Sporting Corporate – com o intuito de construir pontes que estreitem a relação do Clube com os seus seguidores e mostrem o lado menos conhecido e também mais humano. 

Sporting Sempre

E porque todos os dias são mesmo dias de Sporting, na próxima semana lançaremos a campanha Sporting Sempre, que visa premiar todos os Sócios que têm débito directo anual activo, através de um sorteio mensal com vários prémios, entre eles dez Gamebox (para a próxima época). 
Terminámos também a obra de expansão do nosso armazém e até ao final desta época há muito trabalho invisível que continua a ser feito e que vamos tornar visível. 

O Futuro está a chegar.


*por trás das cenas

 

Editorial da edição n.º 3807 do Jornal Sporting

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