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Foto Isabel Silva

João Gião: "Temos de ir buscar o carácter da equipa"

Por Sporting CP
31 Jan, 2026

Técnico da equipa B dá o mote para a recepção à UD Oliveirense (domingo, 11h00)

A equipa B de futebol do Sporting Clube de Portugal recebe a UD Oliveirense às 11h00 deste domingo, em jogo a contar para a 20.ª jornada da Liga Portugal 2. Depois de um período de resultados menos positivos, os Leões querem voltar a somar pontos e, em antevisão ao encontro, João Gião começou por recuar até à partida em Leiria, aproveitando para deixar uma nota de solidariedade a uma das regiões mais afectadas pelas recentes tempestades que atingiram Portugal.

"Antes de mais, deixar uma palavra de conforto para quem está a ser bastante afectado por estes últimos dias, em particular em Leiria, onde jogámos a semana passada", começou por referir, em declarações aos meios do Clube, antes de recorrer ao duelo com os leirienses para identificar problemas recorrentes nas últimas jornadas.

"Temos sido muito penalizados em lances de bola parada. Dos últimos dez golos que sofremos, seis decorrem de bola parada, é uma percentagem muito alta", lamentou, explicando que a equipa tem trabalhado esse capítulo, muitas vezes marcado pela "falta de maturidade" frente a jogadores mais experientes.

Para regressar aos triunfos, João Gião apontou ainda à necessidade de maior eficácia ofensiva. "Faltou-nos objectividade, melhores decisões no último terço e mais agressividade. Às vezes, dá a ideia de que queremos entrar com a bola pela baliza adentro e temos de ser mais práticos na finalização", apontou.

O foco vira-se, assim, para a recepção à UD Oliveirense, adversário que, na primeira volta, infligiu a primeira derrota da temporada aos jovens verdes e brancos.

"É uma equipa que tem feito um campeonato regular, que defende muito bem. É difícil entrar naquele bloco", analisou o técnico, alertando também para a força do adversário nas bolas paradas e nas transições. "É uma equipa forte na bola parada, com um jogador muito especial, o Bura, que nos fez golo na primeira volta, e quando tem bola e espaço, tem qualidade também na frente para jogar", recordou.

Apesar de uma boa primeira volta, "que já vai longe", João Gião assume que o momento actual exige uma resposta clara por parte do grupo. "Temos de nos agarrar aos nossos valores e ir buscar o carácter da equipa, dos jogadores e da equipa técnica para sair de um momento difícil", disse, acrescentando que a maior disponibilidade no plantel poderá ser determinante para inverter o ciclo.

"Começamos a recuperar, em função das muitas ausências que foram existindo na equipa A, alguma estabilidade, com os jogadores disponíveis mais em paralelismo com aquilo que aconteceu no início da época", destacou. A fechar, João Gião deixou um apelo aos Sportinguistas, relembrando que o encontro acontece "num horário talismã" para a equipa.

"É um domingo de manhã, um bom horário para as famílias, e eu digo isto muitas vezes mas é verdade: os adeptos podem vir e irem depois almoçar descansados com a família. Portanto, é um bom horário para nos virem apoiar. Para nós, essa força exterior vai ser importante, como tem sido, de resto, nas últimas casas aqui, sempre em número muito considerável", rematou.

Também o médio Eduardo Felicíssimo falou aos meios verdes e brancos e começou por destacar as aprendizagens retiradas do encontro frente à UD Leiria.

"Sabemos que os jogos na Segunda Liga são todos muito difíceis e que momentos de desconcentração pagam-se muito caros. Ainda assim, há muitos pontos positivos a retirar, principalmente na segunda parte. Já analisámos o jogo, corrigimos o que temos de fazer melhor e já estamos a pensar no próximo, que é o mais importante", atirou, garantindo ainda que o momento mais delicado do adversário não está na cabeça dos jogadores.

"O que importa é o nosso jogo, estarmos focados e confiarmos em nós. Trabalhámos toda a semana e estamos preparados para dar uma grande resposta. Queremos mostrar tudo o que temos para voltar às vitórias", reforçou, acrescentando que a equipa tem trabalhado para 'fechar a baliza' nos esquemas tácticos adversários.

"Foram momentos de desconcentração, já trabalhámos isso durante a semana. Às vezes acontece, a equipa adversária também tem mérito, mas estamos mais preparados para enfrentar essas adversidades e não sofrermos golo", frisou.

Por fim, o jovem médio reforçou o apelo feito pelo seu treinador, deixando uma garantia de compromisso aos adeptos. "Venham apoiar-nos. Vamos estar aqui de corpo e alma para garantir a vitória".

Foto Isabel Silva

João Gião: "Somos a mesma equipa que fez a primeira volta que fez"

Por Sporting CP
26 Jan, 2026

Rescaldo ao jogo da equipa B do Sporting CP em casa da UD Leiria

Após o jogo frente à UD Leiria, o treinador da equipa B do Sporting CP, João Gião, fez a análise do jogo à Sport TV. “O 3-1 acabou por sentenciar um bocado o jogo. Na primeira parte entrámos bem, a fazer o 0-1, depois fomos muito macios na forma como sofremos dois golos muito rapidamente. Fomos novamente muito penalizados por duas bolas paradas, acabámos por sofrer mais dois golos de bola parada. Temos de trabalhar melhor esse momento, que nos está a penalizar muito”.  

O técnico notou a reacção Leonina à desvantagem na 1.ª parte, até a formação da casa marcar o 3-1.” Sobretudo na segunda parte, mas também na primeira, parece-me que tivemos mais posse [de bola], mas na primeira parte com alguma dificuldade de efectivar em oportunidades concretas de golo. Na segunda parte, diferente, mais agressivos na frente, tivemos duas oportunidades claríssimas a abrir a segunda parte para empatar o jogo, não empatámos. Acho que continuámos por cima no jogo com bola, sem criar o número de oportunidades que devíamos criar em função da posse de bola que tínhamos. Temos de ser mais agressivos no último terço, mais objectivos. E depois o 3.º golo ‘mata’ o jogo. Os rapazes tentaram reagir, mas não é fácil após sofrer mais um golo de bola parada, depois reagir a um resultado de 3-1”.      

João Gião encara o momento, mas lembra que a equipa B do Sporting CP é a mesma equipa que conseguiu uma excelente primeira volta na Liga Portugal 2. “É uma fase em que precisamos de estabilizar, também em função das muitas ausências e do ‘elevador’ que é a nossa função enquanto equipa B; agora, temos de dar a volta. Esta é a mesma equipa que fez a 1.ª volta que fez, alertei sempre que íamos passar momentos difíceis. Aqui ninguém se esconde, são seis derrotas, é o Sporting CP, apesar de o nosso projecto ser uma equipa B e todos temos bem claro a missão que temos pela frente enquanto formadores, mas aqui ninguém se esconde nem limpa a poeira para debaixo do tapete. São seis derrotas e num clube como o Sporting CP, isso tem de pesar em todos nós”.  

David Moreira, jogador da equipa B do Sporting CP, também expressou a opinião sobre o jogo em Leiria.  “Foi um bom jogo, difícil, sabíamos que íamos defrontar uma equipa muito complicada, a UD Leiria é uma equipa muito forte, muito agressiva, defende muito homem a homem e ganha muitos duelos. Não correu como nós queríamos, estamos numa fase difícil, mas vamos dar a volta por cima”.

Foto Isabel Silva

Eficácia custou o resultado

Por Sporting CP
26 Jan, 2026

Equipa B do Sporting CP perdeu por 3-1 na casa da UD Leiria para a Liga 2

Uma segunda parte com uma substancial fase de domínio de jogo sobre a UD Leiria e uma grande oportunidade negada por duas vezes pelo guarda-redes da equipa do Lis, a anteceder o 3.º golo do conjunto da casa, de canto directo, foi determinante no desaire da equipa B do Sporting CP na casa da UD Leiria por 3-1, na jornada 19 da Liga 2.

Mais um exemplo de que quando não se marca – e muito mérito para o guarda-redes da formação da casa – corre um risco sério de sofrer – e o canto directo de Juan Muñoz acabou por colocar um ponto final na reacção Leonina, pois até esse terceiro golo, a formação de João Gião estava a dominar a segunda parte.  

Antes do início da partida, foi cumprido um minuto de silêncio em memória de José Familiar, antigo jogador da UD Leiria.

A equipa B do Sporting CP entrou muito bem no jogo e aos 8’, marcou um grande golo, por Lucas Anjos num remate em arco descaído para o lado esquerdo do ataque Leonino, num momento portentoso do avançado Sportinguista e fez o 0-1 para os jovens Leões. 

Mas a vantagem da equipa verde e branca não durou muito tempo. Zé Pedro, aos 11’, em desvio ao segundo poste após pontapé de canto, fez o 1-1. Juan Muñoz aos 18’, depois de se isolar em resposta a solicitação com passe vertical, operou a reviravolta da equipa da casa, com a UD Leiria a conseguir criar mais problemas ao conjunto B do Sporting CP.

Daniel Borges, aos 31’, cabeceou à trave, depois de Diego Callai ter feito, antes, uma grande defesa a evitar o 3-1.

O guarda-redes da equipa B do Sporting CP evitou, também, o 3-1, aos pés de Pablo, em primeira parte mais forte da equipa da casa.  

Na segunda parte, a história foi totalmente diferente durante 25 minutos. Aos 48’, a equipa B Leonina ficou perto do 2-2, com Lucas Anjos, descaído para a esquerda, a obrigar o guarda-redes da equipa leiriense a grande defesa, com a recarga a encontrar novamente a oposição do dono da baliza da formação do Lis.

Aos 52’, em livre estudado, Manuel Mendonça, servido por Samuel Justo, atirou por cima da baliza. A equipa B do Sporting CP ‘mandava’ no jogo, o conjunto do Lis só teve um sinal ameaçador, em remate de fora da área de Marcelo, com o conjunto de João Gião a ligar melhor o jogo e a ter maior iniciativa.

Até que aos 72’, Juan Muñoz bateu um canto directo para o fundo da baliza da equipa B do Sporting CP e fez o 3-1 para a UD Leiria. O jogo ficou praticamente sentenciado, a equipa B Leonina ainda tentou esticar o jogo até perto da área da UD. Leiria, mas sem sucesso nos remates à baliza e o encontro terminou com vitória da equipa da casa por 3-1.

Sporting CP: Diego Callai [GR], José Silva (Rodrigo Dias, 81’), Rômulo Jr (Bruno Ramos, 63’), João Muniz, David Moreira, Manuel Mendonça [C], Rayan Lucas (Tanlongo, 63’), Samuel Justo, Lucas Anjos, Gabriel Silva (Mauro Couto, 63’), Flávio Gonçalves (Rafael Nel, 46’)

Foto Isabel Silva

João Gião: "Aqui também se forma o carácter"

Por Sporting CP
25 Jan, 2026

Equipa B desloca-se a Leiria na segunda-feira (18h00)

No Estádio Dr. Magalhães Pessoa, a equipa B de futebol vai enfrentar a UD Leiria, esta segunda-feira (18h00), no encontro que encerra a 19.ª jornada da Liga 2.

Os jovens Leões atravessam uma série de cinco derrotas consecutivas, todas pela margem mínima, mas o treinador João Gião salientou os indicadores positivos que tem retirado mesmo na adversidade.

"A atitude é indispensável, tal como o compromisso. A perder, tem de ser nos limites e isso tem estado lá. Temos de continuar o nosso trabalho, esta foi mais uma semana de trabalho forte e intenso e é assim que andamos sempre, nos bons e nos maus momentos", garantiu, além de realçar que “o grupo continua coeso”, mesmo exposto às constantes mudanças no plantel.

"Muitos jogadores estiveram na convocatória da A para a UEFA Champions League, muitos vão abaixo para os sub-23 e outros sobem para a B. O plantel é muito volátil e, ainda assim, o grupo foi sempre muito unido e ciente do que é representar o Sporting CP", destacou na antevisão feita aos meios de comunicação do Sporting CP.

A missão da equipa B, em termos de desenvolvimento de talento, continua também intacta. "Vamos continuar a desenvolver jogadores que estão agora a ter a sua oportunidade em contexto de equipa B, tivemos mais uma estreia no último jogo [Sandro Ferreira, de 16 anos] e vamos continuar a prepará-los. É uma fase mais difícil, como é lógico, mas temos de acelerar o processo individual e isso ajuda também a moldar o carácter. Aqui também se forma o carácter", apontou o técnico verde e branco.

Neste momento, os jovens Leões ocupam o terceiro lugar com 29 pontos, enquanto a UD Leiria é oitava classificada com 25 pontos. Um adversário que não vence há quatro jogos (2E 2D), um dos quais nos quartos-de-final da Taça de Portugal (3-1 SCU Torreense), mas João Gião não tem dúvidas de que tratará de "mais um jogo difícil" frente a um "plantel talhado para subir [de divisão]".

"Neste mercado já contrataram três jogadores, é um plantel com muita gente que podia estar na I Liga e alguns até vierem de lá, como o Marcelo, que era capitão do Moreirense FC", detalhou, realçando também que a "ideia [de jogo] é a mesma" e não escondeu "as dificuldades" vividas na primeira volta, apesar da vitória Leonina por 1-0 em Alcochete.

"Uma equipa forte, agressiva nos duelos, vai muito no homem-a-homem e cria muitas dificuldades ao adversário no confronto físico" são alguns dos traços esperados por parte da UD Leiria, que, além disso, conta com jogadores no ataque "que podem resolver os jogos", acrescentou o treinador da equipa B do Sporting CP. Do lado verde e branco, "índices máximos de alerta" serão obrigatórios em Leiria, avisou, por fim.

João Muniz, jovem central dos Leões, também abordou o próximo encontro e o actual momento da equipa.

"Temos trabalhado no máximo, procuramos dar sempre o nosso melhor e cada vez mais os jogos na Liga 2 são definidos por detalhes. Tem sido isso que nos tem feito perder os jogos, mas a atitude está lá. O grupo é o mesmo do início, a entrega e a união também", sublinhou, lembrando que "tanto com bons resultados como com os maus”, o foco está no “processo de evolução".

E no plano pessoal é isso, também, o que tem retirado desta experiência na Liga 2 e do projecto global do Clube. "Sinto que tenho a oportunidade de evoluir muito, aqui. O Sporting CP proporciona-me momentos para isso, seja com subidas à equipa A ou na B. É muito bom, mas focamo-nos no dia-a-dia", apontou, redireccionando a atenção para o jogo desta segunda-feira.

"Há muitas equipas a lutar pelo mesmo objectivo, portanto esperamos uma equipa complicada que nos vai criar dificuldades", alertou o central canhoto de 20 anos, que espera poder ‘contrabalançar’ isso, também, com o apoio dos Sportinguista no Estádio Dr. Magalhães Pessoa. "É sempre importante, especialmente fora de casa. Quem tiver essa possibilidade, vai ajudar-nos muito no jogo", enalteceu João Muniz.

Foto Isabel Silva

João Gião: "Foi uma derrota nos detalhes"

Por Sporting CP
19 Jan, 2026

Análise ao jogo entre equipa B e o SCU Torreense (1-2)

No final da derrota na recepção ao SCU Torreense por 1-2, João Gião, técnico da equipa B de futebol do Sporting Clube de Portugal, fez a análise em declarações aos meios de comunicação do Clube.

“Primeira parte bastante dividida, o SCU Torreense justamente chegou à vantagem ao intervalo. Muito boa reacção mental nossa, satisfeito por essa reacção. Com justiça chegámos ao empate, o SCU Torreense colocou gente com muita qualidade e energia, mas o resultado acaba por ser justo pelas oportunidades que o SCU Torreense criou”.

Para o treinador, deixar tudo em campo é imperativo para os jovens Leões e foi o que voltou a acontecer esta segunda-feira.

“A perder, tem de ser sempre nos limites não tenho nada a apontar aos rapazes em termos de atitude, agressividade e entrega. Alguns não jogavam há algum tempo, numa competição muito exigente. Foi uma derrota nos detalhes, perto do fim, por 1-2, mas reconheço que o SCU Torreense acaba por ser um justo vencedor”.

João Gião abordou ainda a estreia de Sandro Ferreira, de apenas 16 anos, na Liga Portugal 2. “É a nossa função. Com muitas ausências abre-se espaço para outros. Teve 12, 15 minutos em campo, numa competição extremamente exigente e faz falta sentir as sensações de duelo com jogador de Liga Portugal 2. Em função das ausências, não estão uns, outros têm de assumir, temos de dar continuidade a este processo de desenvolvimento individual dos jogadores”.

Lucas Anjos, marcador do golo da equipa B do Sporting CP, analisou também o jogo frente ao SCU Torreense. “Foram os detalhes. Sofremos golo no final, tivemos boa atitude de início ao fim e não conseguimos ir atrás do segundo golo. Faltou muito pouco, foi nos detalhes, estamos a passar por fase menos boa, mas nada dura para sempre e estaremos mais fortes”.

Sobre o golo marcado, referiu: “Tentei ajudar a equipa, fico feliz pelo golo, mas infelizmente não conseguimos a vitória. O nosso objectivo é sempre sair do jogo com os três pontos e vamos trabalhar no máximo mentalmente e fisicamente para estar bem já no próximo jogo”.

Foto Isabel Silva

Derrota ao 'cair do pano'

Por Sporting CP
19 Jan, 2026

Equipa B perdeu por 1-2 frente ao SCU Torreense

A equipa B de futebol do Sporting Clube de Portugal perdeu esta segunda-feira por 1-2 frente ao SCU Torreense na jornada 18 da Liga Portugal 2.

Um desaire num jogo globalmente equilibrado, entre duas equipas de perfil diferente, mais irreverente e jovem a formação Leonina, mais experiente e madura a de Torres Vedras, um dos semi-finalistas da Taça de Portugal, com o duelo a ficar decidido numa grande penalidade aos 87’, em partida bem disputada entre dois conjuntos de qualidade.    

Aos 12’, boa combinação com Manuel Mendonça a rematar e a bola a bater num defesa do SCU Torreense antes de sair por cima da baliza defendida por Lucas Paes.

No canto, José Silva viu o remate descaído para a direita ser cortado por um defesa da equipa visitante.

No lance a seguir, Dany Jean, bem servido por David, ganhou espaço para um remate que saiu ao lado da baliza defendida por Francisco Silva.

Aos 35’, no seguimento de um livre lateral, a melhor oportunidade de golo até então, com Stopira a rematar na área e a bola a ser cortada perto da linha de golo por Lucas Anjos.

Ao 41’, Pozo na área rematou de pé esquerdo ao lado da baliza Leonina. Aos 43’, Dany Jean aproveitou uma bola que lhe sobrou após corte da defesa Leonina e em remate indefensável, fez o 0-1 para o SCU Torreense.

Já nas compensações e depois de bom lance na esquerda de Paulo Cardoso, Gabriel Silva visou a baliza da equipa visitante, mas o remate saiu ao lado das redes defendida por Lucas Paes. Intervalo e vantagem da equipa visitante por 0-1.       

No segundo tempo, aos 56’, a equipa B do Sporting CP empatou, num notável golo de Lucas Anjos, em remate indefensável descaído para a direita, a dar seguimento a bom trabalho de José Silva, em lance iniciado com grande passe de João Muniz.

No minuto a seguir, o SCU Torreense teve um golo anulado a Stopira, por posição irregular do defesa antes de cabecear para o golo na área Leonina.

Aos 52’, Costinha caiu na área em lance com um defesa Leonino. O lance foi analisado com recurso ao vídeo-árbitro e foi entendido que o médio havia sido pisado. A grande penalidade cobrada por Pozo bateu na trave da baliza defendida por Francisco Silva.

O SCU Torreense procurou reagir e teve duas oportunidades, um delas em cabeceamento de Stopira por cima e depois em remate ao lado de um avançado da equipa de Torres Vedras.

O jogo seguiu sempre intenso, muito aplicado de ambos os conjuntos, até que aos 87’, em lance na área Leonina, o árbitro assinalou falta na área de Rómulo Jr sobre Musa. Chamado a marcar, Musa atirou colocado e fez o 1-2. Um golo que penalizou demasiado a segunda parte da equipa B Leonina, que pouco tempo teve mais para partir à procura de novo empate no marcador.

Nota de realce ainda para a estreia de Sandro Ferreira, avançado de apenas 16 anos, na equipa B do Sporting CP.          

Sporting CP: Francisco Silva [GR], João Muniz, Rômulo Jr, Rodrigo Dias, José Silva, Rayan Lucas (Kauã Oliveira, 83’), Lucas Anjos, Gabriel Silva (Sandro Ferreira, 83’) Paulo Cardoso (Rafael Besugo, 78’), Manuel Mendonça [C] (Tanlongo, 78’), Samuel Justo  .

Foto Isabel Silva

João Gião: "Acreditar muito na nossa ideia"

Por Sporting CP
18 Jan, 2026

Técnico deixa o mote para a recepção ao SCU Torreense, esta segunda-feira (18h00)

A equipa B de futebol do Sporting Clube de Portugal recebe, esta segunda-feira, o SCU Torreense, em jogo da 18.ª jornada da Liga Portugal 2. O encontro, que assinala o arranque da segunda volta da prova, está agendado para as 18h00 no Estádio Aurélio Pereira.

Os Leões de João Gião, conscientes da qualidade do adversário, estão determinados em regressar aos triunfos, uma ambição sustentada numa semana de trabalho que, segundo o técnico, decorreu "dentro da normalidade".

"Foi uma semana como tantas outras: com muita gente a trabalhar acima, com a equipa A, e nós com vários jogadores dos sub-23 e sub-19 integrados. Alguns têm tido oportunidades e vão continuar a tê-las", começou por antecipar, em antevisão aos meios do Clube, deixando também elogios ao conjunto de Torres Vedras, "uma das equipas mais fortes deste campeonato".

"O SCU Torrense está num bom momento, muito mediático e positivo, e, como é óbvio, vai criar-nos dificuldades. Neste campeonato, todas as equipas são competitivas, mas eles são efectivamente uma das melhores e têm um dos melhores plantéis", frisou.

Focado na evolução competitiva do grupo, apesar de uma série recente de resultados menos positivos, o técnico verde e branco apontou o caminho para o crescimento.

"[As derrotas] têm sido sempre pela margem mínima e com a equipa muito competitiva. Os eventos do jogo, que noutras fases, aqui e ali, caíam para o nosso lado, têm agora caído para o lado do adversário", explicou, sublinhando ainda assim a necessidade de afinar alguns processos.

"Temos de continuar a melhorar a nossa qualidade de jogo. Há detalhes em que temos sido penalizados, como a finalização e as desatenções na bola parada defensiva. Já fomos penalizados em dois jogos dessa forma e temos de ser mais rigorosos. É continuar o nosso caminho, acreditar muito na nossa ideia e melhorar nos aspectos que nos têm penalizado", reforçou.

Nesse percurso, o apoio vindo das bancadas será novamente fundamental. Por isso, João Gião deixou um apelo aos Sportinguistas, numa jornada disputada num dia e horário menos habituais.

"Deixo o repto aos adeptos para que compareçam. No último jogo em casa, frente ao Académico de Viseu FC, tivemos uma moldura humana muito ruidosa, sobretudo na segunda parte, acima da média do que costumamos ter aqui na Academia Cristiano Ronaldo. Sei que é um dia mais difícil, mas sendo num horário já pós-laboral, conto com os adeptos para que nos possam empurrar para a vitória", rematou.

Também os pupilos de João Gião anseiam conquistar os três pontos. Gabriel Silva, porta-voz do grupo na antecâmara do confronto com o SCU Torreense, garantiu que a equipa está consciente de que é necessário "regressar" às exibições do "início da temporada".

"Ainda assim, temos sido uma equipa, temos tentado dar a volta por cima, e sabemos que no próximo jogo temos de entrar com tudo", afirmou o avançado, que contudo antevê naturais dificuldades frente a uma "grande equipa". 

"Sabemos que o SCU Torreense é uma grande equipa, que vem de bons resultados. O jogo da primeira volta em Torres Vedras, que ganhámos por 1-0, foi algo complicado, mas nós jogamos no Sporting CP e é desses jogos que gostamos. Estamos conscientes de que temos de entrar e dar tudo, como damos sempre", sublinhou.

Reforçando que esta é "a mesma equipa que começou o campeonato e que esteve em primeiro lugar", Gabriel Silva destacou ainda a importância do apoio dos adeptos para ultrapassar o momento menos positivo.

"Estamos cada vez melhores e sabemos que devemos dar mais, também por quem tem vindo apoiar-nos. Vamos entrar neste jogo com o pé direito e com o objectivo de ganhar. Os adeptos dão-nos sempre aquela força extra. Quando marcamos um golo ou quando precisamos, ouvir o barulho [das bancadas] e sentir que estão presentes dá outra motivação. São sempre mais um jogador na nossa equipa", concluiu.

Foto Sérgio Martins

Bilhetes para o embate da equipa B com o SCU Torreense

Por Sporting CP
18 Jan, 2026

Jogo realiza-se esta segunda-feira no Estádio Aurélio Pereira

Os bilhetes para o embate entre a equipa B do Sporting CP e o SCU Torreense, a contar para a 18.ª jornada da Liga Portugal 2, serão gratuitos e exclusivos aos Sócios do emblema Leonino.

Cada Associado poderá levar um acompanhante e levantar os bilhetes à entrada da Academia Cristiano Ronaldo, em Alcochete.

O encontro está marcado para as 18h00 desta segunda-feira, 19 de Janeiro, no Estádio Aurélio Pereira.

Foto Isabel Silva

João Gião: "Foi o clube certo na hora certa"

Por Sporting CP
17 Jan, 2026

Treinador da equipa B abordou percurso no Clube em entrevista à Sporting TV

Ainda não completou um ano na liderança da equipa B de futebol do Sporting Clube de Portugal, mas João Gião já tem entre os seus méritos uma histórica subida de divisão e nesta época de regresso à Liga 2 – sete anos depois – levou a equipa até um impressionante segundo lugar no final da primeira volta.

Em conversa com a Sporting TV, o técnico passou em revista todo o seu percurso de Leão ao peito, clube em que assumiu pela primeira vez o cargo de treinador principal, e abordou as especificidades de comandar uma equipa B, as dificuldades e diferenças encontradas na Liga 3 e, agora, na Liga 2 e detalhou a forma como é feita a liderança, a gestão e a preparação de jovens jogadores no projecto verde e branco sempre com a equipa principal no horizonte.

Os marcos de relevo conseguidos em pouco tempo à frente da equipa B
"São dez meses, mas já parecem dez anos. Sinceramente, vinha com muito entusiasmo, conhecia os jogadores que tínhamos e acreditava que podíamos realizar algo diferente, como acabámos por conseguir na época passada. Foi um marco a subida a um patamar [a Liga 2] que permite outro tipo de competitividade a estes jogadores. Esta época tem, de facto, superado as nossas expectativas, se olharmos à classificação e aos resultados meramente desportivos. Se esperava? Não esperava que estivéssemos tão bem classificados [segundo lugar], mas esperava que fossemos competitivos e competentes como temos sido. Conhecia a mentalidade, a competitividade e a qualidade que temos no grupo."

Importância da experiência acumulada em diferentes funções e diversos contextos nacionais e internacionais (França, Suíça, Guiné-Bissau, Malásia)
"A nível pessoal, não tinha uma data ou idade fixa para começar como treinador principal. Queria que acontecesse e que eu estivesse preparado e, por isso, quis acumular o máximo de experiências e que fossem o mais ricas e diferenciadas possível. Daí o meu percurso ser algo alternativo. Essas funções deram-me ferramentas para desempenhar este cargo em particular, porque estive muitos anos ligado à formação, sobretudo como coordenador técnico, quer em Portugal, quer fora."

O 'sim' à equipa B do Sporting CP
"Diria que foi o clube certo na hora certa. Fui-me preparando e quando surgiu o Sporting CP nem olhei para trás. Já tinha tido uma ou outra possibilidade e achei que não estavam reunidas todas as condições. Com o Sporting CP, pelo clube e as funções em questão, achei que era a cereja no topo do bolo. Era uma equipa B e eu vinha do contexto do futebol profissional como adjunto, mas já tinha passado como coordenador técnico e treinador na formação, portanto havia essa mescla de preparação com o contexto do Sporting CP. Sendo o clube que é, com uma base muito sólida a nível estrutural e directivo, quer até pelo momento desportivo, era uma conjuntura extremamente favorável. Assim que surgiu a hipótese, para mim, foi o cenário ideal."

A subida à Liga 2 em 2024/2025
"Sabia das vantagens de ter uma equipa B na Liga 2 e todos estávamos conscientes de que era um passo importante. A pressão era mais externa, porque este é um clube grande. Não preparamos jogos unicamente com todas as ferramentas para ganhar o próximo jogo, porque a equipa B obriga a olhar para uma série de premissas durante a semana: há jogadores para potenciar e que precisam do momento de jogo, mesmo que às vezes as suas características até não sejam as mais adequadas; jogadores que aqui ou ali estão limitados por tempo para estarem disponíveis na equipa A. Temos de lidar com tudo isso, mas internamente nunca deixamos de perceber a pressão externa num clube grande como o Sporting CP. A cultura de vitória e exigência temos de colocá-la e passá-la diariamente aos jogadores. Sabem que temos de ser competitivos e tentar ganhar o jogo. Em termos de expectativas, temos de estar preparados mentalmente para momentos em que toda a gente espera que estejamos a ganhar, independentemente de estarmos num contexto de equipa B, especial, com muita volatilidade de jogadores. É uma equipa B, mas não deixa de ser um clube grande e de ter essa exigência."

Alcançar a subida de divisão com a equipa mais jovem em prova na Liga 3
"Muito mérito dos jogadores, muito jovens, mas muito maduros - alguns deles com dez anos de cultura Sporting CP. Mérito de muita gente que os formou e de outros treinadores que tiveram ao longo da época. Subir a partir da Liga 3 é realmente difícil, ainda mais no formato de fase final reduzida, onde a margem de erro é muito curta. Soubemos lidar muito bem com essa pressão e também tivemos a sorte que, aqui ou ali, é necessária para alcançar este objectivo. Muito mérito, mas temos de ser humildes e reconhecer que também tivemos essa 'estrelinha'. Mérito muito grande dos jogadores, que viraram jogos determinantes e empatamos outros em que estivemos a perder. Lembro-me do jogo com o CF 'Os Belenenses', em que estivemos a perder 1-0 até ao último minuto e eles estavam na luta connosco. Empatamos no último minuto, bem como ganhámos ao Atlético CP nos últimos minutos. Houve momentos de muita crença e união, nomeadamente de um grupo de jovens que na sua maioria ainda está connosco este ano. Uniram-se em prol de um objectivo maior para dar esta felicidade aos adeptos do Sporting CP depois de sete anos [fora dos escalões profissionais]."

As diferenças encontradas na Liga 2
"É uma diferença grande para a Liga 3. O nível dos jogadores sobe três ou quatro patamares e os melhores clubes da Liga 2 são muito mais próximos dos da I Liga do que os melhores da Liga 3 comparativamente aos da Liga 2. É o aproximar da exigência que os jogadores vão encontrar na equipa A, essa foi a grande conquista da subida. Têm de pensar mais rápido, o nível de preparação física é muito mais alto e o erro paga-se mais caro. O Sporting CP não deixou de formar jogadores para o topo sem ter a Liga 2, o salto era maior, mas agora isto faz com que o processo seja mais rápido e internamente temos mais certezas quando avaliamos um jogador. Olhando para os nossos confrontos com o FC Vizela, o Académico de Viseu FC ou o CS Marítimo, que estão recheados de jogadores de I Liga, ao comparar os nossos jovens jogadores dá-nos um grau de fiabilidade maior."

A excelente resposta do plantel apesar do 'salto'
"Recebemos alguns jogadores novos, perdemos outros fundamentais, por isso, grosso modo a equipa é basicamente a mesma, mas houve um crescimento evolutivo grande. Os jogadores jovens têm isso: às vezes o crescimento é exponencial de um ano para o outro, além de outros factores. Entrámos muito bem no campeonato, conseguimos instalar-nos rapidamente lá em cima e ter rendimento suficiente para fazer uma primeira volta que considero de sucesso. Estamos actualmente a passar por uma fase menos positiva e as derrotas que temos tido acontecem porque estamos na Liga 2. Fomos extremamente competitivos, fizemos o mesmo para ganhar, mas com falhas de concentração ou pouco rigor numa bola parada acabámos por ser penalizados com um golo e não conseguimos ganhar."

Conjugar a evolução dos jogadores com a busca pelos resultados 
"Temos de conseguir conjugar tudo isso e neste patamar não dá para 'tirar o pé'. Temos de continuar a colocar jogadores que ainda não estejam no patamar de rendimento de uma Liga 2, mas precisam de jogar vários jogos para se adaptarem à realidade. Se não corrermos esse risco, nunca estarão preparados. Hipoteticamente, um treinador que esteja numa outra equipa, por exemplo, optaria por colocar um central mais rápido frente a um avançado rápido, aqui não. O nosso central tem de se adaptar a essa adversidade, porque para poder almejar a equipa A tem de passar por essa dificuldade e saber defender-se."

A subida de jogadores importantes fruto das necessidades da equipa A
"Esse é o nosso objectivo. Encantado da vida por já termos cinco jogadores da equipa B que se estrearam na A, num plantel tão forte como o do Bicampeão Nacional. É muito gratificante para nós. Como é lógico, esta fase de muitas ausências na A tem efeito em cadeia em nós e isso vai impactar o desempenho da nossa equipa, mas tem sido importante para ver outros jogadores que eventualmente não teriam a oportunidade tão cedo. Já estreamos o Rafael Mota e o Lucas Taibo, por exemplo, frente a uma frente de ataque forte como a do Académico de Viseu FC. Temos dado oportunidades a outros e temos continuado a ser competitivos, esse é o sinal mais importante que temos de extrair."

Perfil e características de um jovem jogador para ser mais-valia na equipa A
"Não há ilusões, a primeira é a qualidade e ponto final. Para lá da questão técnica, táctica e física, há uma dimensão que considero muito importante: a estrutura mental. Com a exigência actual do futebol, com tempos de recuperação curtos para ter níveis de rendimento muito altos de três em três dias, só um jogador muito resiliente à dor, ao esforço, à crítica e à fadiga, consegue sobressair. Todos os jogadores que chegaram e se impuseram na equipa A no ano passado [Geovany Quenda e João Simões] ou os que têm aparecido nesta têm essa dimensão muito vincada."

Manter os 'pés no chão' dos jovens que fazem a estreia na equipa principal
"Sempre com a verdade e a realidade. Levo-os sempre a ver as placas [dos jovens que se estrearam] que temos na Academia, onde há uma série de jogadores que se estrearam e não deram continuidade, outros que saíram e já nem profissionais são. A maioria dos casos é de sucesso, no Clube ou fora, mas temos de lhes explicar tudo isso, que nem todos os caminhos foram felizes. Chegar lá e estrear-se não é o mesmo que ser jogador da equipa A em definitivo. É um grande 'banho de humildade', e o míster Rui Borges faz o mesmo do seu lado e isso ajuda."

Relação com Rui Borges
"Temos uma relação muito informal e muito facilitada, quer com o míster, quer com os elementos da equipa técnica que também fazem essa 'ponte'. O míster, sempre que está disponível, vem ver os nossos jogos, e mesmo os treinos. Estamos muitas vezes à conversa, falamos todos os dias, porque há um fluxo a gerir e uma troca de informações diária. É uma relação muito simples e fluída."

Uma lista de 30 jogadores utilizados até ao momento na presente Liga 2, mas que promete não ficar por aqui
"Estou convencido que sim, quase de certeza e eventualmente já na próxima jornada. É o nosso caminho. Acho que o recorde de uma equipa B do Sporting CP é 37, não sei se chegaremos a esse número, mas com 30 a meio da época diria que estamos bem encaminhados."

O desafio acrescido de liderar uma equipa na UEFA Youth League
"Obriga-nos a uma gestão e organização grandes, porque temos de gerir a actividade de duas equipas em simultâneo. Na mesma semana preparamos dois jogos e com dois grupos diferentes. O que tenho levado é a possibilidade de conviver com outros jogadores que, em condições normais, não poderíamos ter um conhecimento tão profundo."

Final perfeito para a presente temporada: vencer a Liga 2 ou ver os 'seus' jovens a brilhar na equipa A?
"Tem de ser sempre a segunda. Vamos entrar em todos os jogos com a mesma mentalidade, para ganhar e impondo a nossa forma de jogar, é a isso que nos obriga o ADN do Sporting CP, e depois o nosso objectivo principal será sempre desenvolver individualmente jogadores e acelerar o seu processo para que possam estar disponíveis, com as competências e capacidades necessárias, para o míster Rui Borges."

Foto Peter Spark

João Gião: "Temos de reagir e ultrapassar este momento"

Por Sporting CP
11 Jan, 2026

Técnico falou após o desaire com o FC Porto B

Após a derrota frente ao FC Porto, o técnico João Gião considerou que a ineficácia na primeira parte acabou por ser determinante no desfecho do clássico, sublinhando também a reacção dos dragões no arranque da segunda metade.

"Fizemos uma primeira parte muito boa, mas ficámos, uma vez mais, a dever na finalização. Tivemos quatro ou cinco oportunidades para fazer o 2-0 e temos de as conseguir concretizar para ter outra vantagem no marcador", começou por analisar em declarações ao Porto Canal, antes de apontar as dificuldades sentidas pelos Leões após o intervalo.

"Não entrámos bem na segunda parte. Os cartões amarelos condicionaram-nos e podia eventualmente ter mexido nos médios amarelados. Isso retirou-nos alguma agressividade. O FC Porto, a perder, reagiu, empurrou-nos para trás e acabou por chegar ao empate numa bola parada", explicou.

O treinador destacou ainda os primeiros 15 minutos da segunda parte como decisivos. "Houve alguma falta de agressividade nossa nesse período e o FC Porto foi feliz a marcar os dois golos. Depois disso, e até ao fim, tentámos reagir, mas jogou-se pouco, houve muitas paragens e muito antijogo. Ainda assim, acreditámos até ao fim", resumiu.

João Gião reconheceu também que a equipa atravessa um momento menos positivo, mas mostrou confiança na capacidade de resposta do grupo.

"Não estamos num bom momento e temos de dar a volta. Sabíamos que, mais tarde ou mais cedo, passaríamos por uma fase assim. Agora temos de saber reagir, não ficar agarrados a este período, analisar o que fizemos de menos bom nesta fase e agarrarmo-nos a tudo o que temos feito de muito bom ao longo do campeonato. Temos de dar uma resposta colectiva, saber passar por este momento e ultrapassá-lo", concluiu.

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